ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTE DOMINGO

Por Delis Ortiz e Filipe Matoso, TV Globo e G1 — Brasília

 

Novo nome do BNDES virá da iniciativa privada, diz Paulo Guedes

Novo nome do BNDES virá da iniciativa privada, diz Paulo Guedes

O substituto de Joaquim Levy no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e deve ser da iniciativa privada, informaram integrantes da equipe econômica.

Levy pediu demissão do cargo neste domingo (16), um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que ele estava com a “cabeça a prêmio“.

Bolsonaro disse na tarde deste sábado (15) que, se Levy não demitisse o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto, ele, Bolsonaro, demitiria Levy. Poucas horas depois, Marcos Pinto renunciouao cargo.

Segundo apurou a TV Globo, o próximo presidente do BNDES terá de focar os trabalhos nas seguintes áreas:

  • programas de saneamento;
  • infraestrutura;
  • privatizações;
  • reestruturação de estados e municípios.

Ainda de acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior.

Embora a nomeação de Marcos Pinto tenha sido a “gota d´água’ para Bolsonaro, integrantes da equipe econômica afirmam que o presidente estava insatisfeito com Joaquim Levy havia três meses.

Isso porque, na avaliação desses integrantes, Levy não havia cumprido a promessa de campanha de Bolsonaro de “abrir a caixa-preta” do BNDES em relação a empréstimos para Venezuela e Cuba nem havia buscado investimento no exterior.

Joaquim Levy pede demissão após criticar presidente Jair Bolsonaro

Joaquim Levy pede demissão após criticar presidente Jair Bolsonaro

Bolsonaro estava ‘angustiado’

Ao colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, Paulo Guedes disse que Bolsonaro estava “angustiado”. Acrescentou que entendia a “angústia” em razão de Levy ter escolhido “nomes ligados ao PT” para o banco.

Marcos Pinto, cuja demissão foi cobrada por Bolsonaro, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Ninguém fala em ‘abrir a caixa-preta’ e ainda nomeia um petista. Então, fica clara a compreensão da irritação do presidente”, disse Guedes ao Blog do Camarotti.

Segundo o colunista João Borges, Guedes e Bolsonaro conversaram neste sábado logo após o presidente ter dito que Levy estava com a “cabeça prêmio”. A declaração fez os integrantes da equipe econômica considerarem “insustentável” a situação do agora ex-presidente do BNDES.

Fonte: G1

Por Blog do BG

Governo estuda reduzir impostos sobre produtos importados de tecnologia

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

– Para estimular a competitividade e inovação tecnológica, o governo estuda, via secretaria do Ministério da Economia, a possibilidade de reduzir de 16% para 4% os impostos sobre importação de produtos de tecnologia da informação, como computadores e celulares.

O presidente Jair Bolsonaro disse, por meio das redes sociais neste domingo (16), que o Ministério da Economia estuda reduzir de 16% para 4% os impostos sobre produtos de tecnologia da informação.

“Avaliaremos também a possibilidade de reduzir impostos para jogos eletrônicos”, completou.

Comments

Paulo Guedes busca alguém do setor bancário para o BNDES

O ministro Paulo Guedes (Economia) procura um perfil de mercado para a vaga de Joaquim Levy, que pediu demissão do BNDES na manhã deste domingo (16), informa Mariana Carneiro.

A ideia é trazer alguém que conheça a operação de um banco de investimentos, a exemplo de Pedro Guimarães, que preside a Caixa é considerado bem-sucedido na função.

Guimarães acionou rapidamente a venda de ações da Petrobras em poder do banco estatal, como havia orientado Guedes. Há uma semana, ele anunciou que a Caixa devolverá R$ 20 bilhões neste ano ao Tesouro, cumprindo outra ordem do ministro, de “despedalar” o banco.

Já Levy resistia em empregar mudanças no BNDES. Não se comprometeu com a devolução dos R$ 126 bilhões solicitados por Guedes e não deu corda ao discurso de abrir a “caixa-preta”, que Bolsonaro prometeu na campanha. Em que pese as críticas, as investigações da Lava Jato não detectaram, até o momento, envolvimento de funcionários do banco.

No BNDES, auxiliares de Levy dizem que o agora ex-presidente era muito cuidadoso em assinar documentos e demorava a tomar decisões.

No governo, a visão é que seis meses foi tempo suficiente para avaliar o trabalho do executivo no BNDES e a conclusão é que não funcionou.

Guedes ainda não fechou um nome e fará conversas nas próximas horas para fazer uma indicação até, no máximo, esta segunda (17). Executivos do mercado já estariam sendo sondados.

Toda a equipe do ministro veio do setor privado e é lá onde Guedes tem mais contatos, por isso, a busca ocorre no mercado. O nome de Solange Vieira, que é funcionária de carreira do BNDES e hoje comanda o redesenho do setor de seguros, na Susep, também está em avaliação.

Apesar das palavras de Bolsonaro, que levaram à demissão de Levy, Guedes ainda tem autonomia para indicar o presidente do BNDES.

Painel/Folha de S.Paulo

Comments

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

 

Antes mesmo de o presidente Jair Bolsonaro fazer críticas e ameaçar demitir o então presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), Joaquim Levy, a atuação do gestor no banco de fomento já vinha gerando irritação no ministro da Economia, Paulo Guedes.

Membros da área econômica afirmaram à Folha que Levy tinha dificuldade de atender algumas das principais determinações do governo na administração do banco.

Neste domingo, após Bolsonaro afirmar estar “por aqui” com o executivo e dizer que ele estava “com a cabeça a prêmio”, Levy pediu demissão do comando do banco.

Eram três as principais reclamações de Guedes, que também criaram atrito entre os secretários da pasta.

A avaliação é de que Levy não deu andamento a uma criteriosa revisão das grandes operações feitas pelo BNDES nos últimos anos, principalmente as efetuadas durante a gestão petista. Essa era uma das principais bandeiras de campanha de Bolsonaro e sua equipe.

Segundo relatos, o ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff (PT) também não empenhou velocidade suficiente na venda de ativos em poder do banco.

Um dos efeitos foi a resistência de Levy em devolver recursos do BNDES ao Tesouro no ritmo desejado pelo ministro da Economia.

Guedes já disse que espera receber R$ 126 bilhões do BNDES neste ano, mas Levy não se comprometeu com a cifra. Os recursos são tratados como necessários para ajudar no ajuste fiscal do governo.

O ministro da Economia indicou insatisfação com o trabalho de Levy à frente do BNDES em entrevista a Gerson Camarotti, do G1, neste sábado (15).

“O grande problema é que Levy não resolveu o passado nem encaminhou solução para o futuro”, afirmou Guedes.

Entre os nomes cotados para a substituição no comando do BNDES estão os secretários especiais do ministério da Economia Carlos da Costa (Produtividade, Emprego e Competitividade) e Salim Mattar (Desestatização e Desinvestimento).

Nome de confiança de Guedes, a presidente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), Solange Vieira, também está entre as possibilidades.

Auxiliares do ministro acreditam ser mais difícil que algum ocupante de secretarias especias da pasta assuma a função. O remanejamento geraria um trabalho duplo, já que um cargo importante do governo seria desocupado se isso fosse feito.

A interlocutores, Carlos da Costa, que já foi diretor do BNDES, tem argumentado que não teria o perfil para assumir o posto neste momento e que está focado nos projetos de investimento e produtividade do governo.

A avaliação na pasta é de que Salim Mattar se encaixaria bem na função, mas poderia resistir em aceitar o convite porque tem interesse em seguir tocando o plano de privatizações do governo federal.

Folhapress

 

#SHOWDOPAVAO: Perfil insinua que Glenn Greenwald tem atuação política, é beneficiário de esquema milionário e que marido paga Jean Wyllys pelo mandato

Um perfil na internet intitulado Pavão Misterioso publicou em suas redes a suposta atuação política de Glenn Greenwald, o jornalista americano que ficou conhecido após a divulgação de conversas entre integrantes da Lava Jato, e ainda insinuou que o estrangeiro, casado com o deputado David Michael, do PSOL, comprou o mandato após a renúncia de Jean Wyllys, do mesmo partido. Jean Wyllys renunciou para que David Miranda assumisse e, segundo o perfil, ele estaria custeando a vida de Jean Wyllys no exterior.

Pelo que o blog apurou, Pavão Misterioso é o nome de um grupo cracker, que já atuou próximo ao próprio Glenn.

Ainda segundo o grupo, uma remessa de dinheiro supostamente ilegal percorreu o mundo todo e teria como beneficiário de uma transação milionária bastante complexa que envolve até criptomoedas.

Na última semana, o site The Intercept publicou conversas supostamente vazadas entre procuradores da Operação Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro, hoje Ministro da Justiça no governo Bolsonaro. Greenwald foi acusado de partidarismo na tentativa de anular a Lava Jato e derrubar o ministro Moro. O perfil aproveitou para trazer fotos de um dos encontros de Glenn com o ex-presidente Lula.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Sign up
Lost your password? Please enter your username or email address. You will receive a link to create a new password via email.
We do not share your personal details with anyone.
0