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INTERNACIONAIS

Por France Presse

 

O embaixador britânico Kim Darroch descreveu, em telegrama, a administração de Trump como "inepta" e "incompetente" — Foto: Sait Serkan Gurbuz / Associated Press

O embaixador britânico Kim Darroch descreveu, em telegrama, a administração de Trump como “inepta” e “incompetente” — Foto: Sait Serkan Gurbuz / Associated Press

Londres anunciou neste domingo (7) a abertura de uma investigação sobre os vazamentos à imprensa de telegramas diplomáticos em que o embaixador britânico nos Estados Unidos teria classificado o governo de Donald Trump, entre outras coisas, de “inepto” e “incompetente”.

“Será aberta uma investigação oficial sobre os vazamentos”, declarou um porta-voz do ministério das Relações Exteriores, que não questionou a veracidade das circulares diplomáticas em questão.

O chanceler britânico, Jeremy Hunt, se distanciou das declarações que supostamente foram feitas pelo embaixador Kim Darroch.

“É muito importante dizer que o embaixador estava fazendo seu trabalho de embaixador, que é proporcionar relatórios francos e opiniões pessoais sobre o que ocorre no país em que ele trabalha (…), mas são opiniões pessoais, não as opiniões do governo britânico, nem a minha opinião”, declarou, segundo um comunicado.

O chanceler britânico, Jeremy Hunt, se distanciou das declarações que supostamente foram feitas pelo embaixador Kim Darroch — Foto: David Mirzoeff / Associated PressO chanceler britânico, Jeremy Hunt, se distanciou das declarações que supostamente foram feitas pelo embaixador Kim Darroch — Foto: David Mirzoeff / Associated Press

“Continuamos pensando que, com Donald Trump, o governo americano é, além de muito eficiente, o melhor amigo para o Reino Unido no cenário internacional”, acrescentou Hunt, em campanha para se tornar o próximo primeiro-ministro britânico, uma nomeação que será feita em 23 de julho.

Ao ser perguntado sobre esses vazamentos, que foram publicadas pelo jornal “The Mail on Sunday”, o presidente americano considerou que Kim Darroch “não serviu bem ao Reino Unido”. “Não somos muito fãs desse homem”, disse à imprensa.

Segundo o jornal “The Mail on Sunday”, o diplomata britânico teria dito que a presidência de Trump poderia “desabar e se incendiar” e “terminar em desgraça”, segundo uma série de circulares e relatórios enviados ao Reino Unido

“Realmente não acreditamos que esse governo se tornará substancialmente mais normal, menos disfuncional, menos imprevisível, menos rachado, menos torpe e inepto diplomaticamente”, teria escrito Darroch em um telegrama.

O diplomata teria escrito também que “as lutas internas e o caos” na Casa Branca, dos quais se fala muito nos Estados Unidos embora Trump as classifique de “notícias falsas”, são “verdadeiros na maioria dos casos”.

Darroch é um dos mais experientes diplomatas britânicos. Assumiu a embaixada do Reino Unido em Washington em janeiro de 2016, antes do início da presidência de Trump.

Segundo o jornal “The Mail on Sunday”, as circulares vazadas abarcam o período desde 2017.

Fonte: G1

 

Com um a menos no 2º tempo, Brasil vence Peru e conquista sua nona Copa América

Por 3 a 1, a seleção brasileira venceu a seleção peruana pela Copa América 2019, no Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro, na tarde deste domingo.

Os dois primeiros gols do Brasil foram feitos no primeiro tempo. Aos 14 minutos, Everton abriu o placar. O segundo foi feito por Gabriel Jesus, aos 47 minutos, nos acréscimos da partida.

Já o gol da seleção peruana foi marcado por Paolo Guerrero após a cobrança de um pênalti. Foi o primeiro gol sofrido pelo goleiro Alisson no torneio.

O gol da vitória brasileira foi feito por Richarlison aos 44 minutos do segundo tempo.

 

NACIONAIS

Especialistas apontam desafios para realização do Enem digital

Vinte computadores defasados e com pouco acesso à internet. É assim que o diretor do Centro de Ensino Médio 404, Felipe de Lemos Cabral, descreve a estrutura de informática à disposião dos alunos da escola, localizada em Santa Maria, no Distrito Federal (DF). Situada a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília, Santa Maria é uma das regiões administrativas do DF.

Quando perguntado se os estudantes estariam preparados para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital, Cabral diz que nem todos têm sequer familiaridade com os computadores. “Hoje o aluno está muito mais inserido via celular. Usam muito a rede social e sabem pouco lidar com o resto da informação que a internet disponibiliza. Têm pouco acesso técnico, têm pouca formação do trato com o computador, com coisas simples como formatar um texto, por exemplo.”

De acordo com o Censo Escolar 2018, 82% das escolas públicas de ensino médio regular têm laboratório de informática e 94%, acesso à internet. Cabral ressalta, no entanto, que, como ocorre na escola que dirige, nem sempre o equipamento é suficiente para atender à demanda. Além disso, ele destaca que os professores teriam que ser formados para inserir a tecnologia nas aulas.

“Não é má ideia, não seria ruim [o Enem digital], mas acho que teria que ter uma preparação maior do sistema para isso”, diz Cabral. Ele teme que o exame passe a excluir estudantes que não tenham acesso a computadores, que terão mais dificuldade em fazer as provas. “Pode dificultar o acesso dos alunos ao exame e, com isso, cair o número de inscritos”.

Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que o Enem passará a ser feito por computador. Isso ocorrerá gradativamente, começando no ano que vem com um grupo de 50 mil estudantes. A digitalização completa está prevista para 2026.

A ideia, que não é nova e busca seguir uma tendência mundial de modernização, gerou uma série de questionamentos. Segundo especialistas entrevistados pela Agência Brasil, o MEC terá que enfrentar certos desafios para implementar a digitalização do Enem. Um dos desafios é a escassa disponibilidade de infraestrutura das escolas.

Provas criptografadas

Outra questão apontada por especialistas é a segurança do exame. “Tem que ter certeza de que todos os sistemas, de ponta a ponta, do momento em que se liga o computador, em que é feita a prova, ao momento em que as provas são armazenadas e processadas, essas informações sejam criptografadas. E uma criptografia com uma robustez que não permita que, através da utilização de outras tecnologias, ela possa ser quebrada”, alterta o professor Renato Leite, do Data Privacy Brasil.

A criptografia é usada hoje, por exemplo, em aplicativos como o WhatsApp. Trata-se de transformar o conteúdo em códigos e tornar a mensagem impossível de ser lida quando armazenada. Apenas o destinatário final consegue ter acesso ao conteúdo.

Além disso, é preciso usar programas de computador confiáveis. Uma opção é o uso de softwares livres, cujos códigos são abertos e podem ser acessados.

De acordo com fundador e também professor do Data Privacy Brasil, Bruno Bioni, é preciso ainda garantir a proteção dos dados dos estudantes. “Toda vez que o governo se propõe a se informatizar, a ser um governo mais eletrônico, e isso envolve quantidade significativa de processamento de dados, isso deve ser acompanhado com cuidado. Tão importante quanto avançar nessas pautas de digitalização é mostrar preocupação com os dados dos cidadãos”, ressalta Bioni.

Ele destaca que, em agosto do ano que vem, entra em vigor a chamada Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018). “Uma das coisas que a lei procura estabelecer é que, quando se está executando uma política pública como essa, deve-se ter todo um programa de governança de dados”, acrescenta Bioni. Ele alerta que o MEC deverá ter transparência quanto ao uso desses dados.

Debate

Para o professor Francisco Soares, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), a proposta do MEC precisa ainda ser detalhada e colocada em discussão. Soares era presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), quando, em 2015, o Ministério da Educação quis começar a testar o Enem digital. O professor lembra que, na época, foram feitos apenas estudos “ultrapreliminares”.

“O Enem precisa de mudanças. Uma delas é trazer mais tecnologia. Eu acho que a iniciativa está em uma direção correta, era desejada, e tomara que agora seja implementada”, diz Soares. O professor considera necessárias audiências públicas para que todos os interessados e especialistas possam contribuir para a elaboração de um bom exame.

“Se vamos mudar, a gente devia mudar para melhorar. O computador dá a chance de oferecer outro tipo de item. Ter simulações em itens de ciência, por exemplo. Se essa mudança for simplesmente para turbinar o velho, não vai adiantar muito. Ela traz possibilidade de uma coisa de impacto muito muito interessante, mas isso exige tempo”, destaca Soares.

Para o professor, o exame precisa deixar de apresentar apenas questões de múltipla escolha e incluir também questões discursivas. Além disso, que use recursos digitais, como vídeos, por exemplo. Isso, de acordo com o conselheiro, vai ajudar a mudar também a formação dos estudantes no ensino médio, já que muito do que é ensinado nas escolas é pautado pelo Enem e por vestibulares.

Soares ressalta também que, na fase de transição, na qual o Enem será aplicado no formato digital apenas para alguns alunos, é preciso garantir que os estudantes que optem pela prova digital tenham as mesmas chances de ser aprovados em uma universidade que aqueles q fizerem a prova em papel. Para isso, é preciso testar os itens em formato digital.

“Será que um item específico é facilitado ou dificultado pelo fato de o estudante estar respondendo no computador ou no papel e lápis? Esta questão é importantíssima. É uma preocupação técnica que não tem como ser resolvida depois”, enfatiza.

O Enem é elaborado a partir de um banco nacional de itens, que reúne questões feitas por especialistas para as provas. Cada um dos itens é pré-testado em aplicações feitas em escolas. O processo é sigiloso, e os estudantes não sabem que estão respondendo a possíveis questões do Enem. Isso é feito, atualmente, em papel.

Ministério da Educação

Em entrevista coletiva sobre a infraestrutura das escolas, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse acreditar que, até 2026, a realidade brasileira terá mudado e o acesso a computadores será mais amplo.

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, informou que para a aplicação da prova poderão ser usadas estruturas de escolas e universidades, como já é feito hoje para o Enem em papel.

O MEC diz que pretende modernizar o exame, que poderá utilizar vídeos, infográficos e até mesmo seguir a lógica dos games. As medidas de segurança que serão tomadas ainda não foram detalhadas.

Agência Brasil

Ministério da Economia diz que ainda não foi notificado pelo TCU

O Ministério da Economia informou neste domingo (7) que ainda não foi notificado do pedido feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para que a pasta informe se o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) está investigando movimentações financeiras do jornalista Glenn Greenwald, do site Intercept Brasil.

O ministro do TCU Bruno Dantas deu prazo de 24 horas para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, preste esclarecimentos ao órgão. “Nós teremos prazo para responder após a notificação. A informação que temos é que ainda não houve expedição da notificação”, informou a assessoria de imprensa da pasta.

O Intercept tem divulgado trocas de mensagens atribuídas a procuradores da Lava Jato e ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, então juiz que comandava as ações da operação em Curitiba.

O despacho de Dantas foi baseado na representação do subprocurador-geral do Ministério Público de Contas, Lucas Rocha Furtado, para apurar supostas irregularidades no Coaf, que estaria verificando, a pedido da Polícia Federal, movimentações atípicas que poderiam estar relacionadas à invasão dos celulares de agentes públicos envolvidos com trabalhos da Lava Jato. “A motivação dessa investigação teria sido, mediante perseguição e abuso de poder, intimidar o jornalista”, diz o documento.

Conforme a argumentação do Ministério Público de Contas e do ministro do TCU, se confirmada, a investigação do Coaf poderia caracterizar “grave desvio de finalidade” no dispêndio de recursos públicos. “Por óbvio, isso nada tem a ver com a prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo”, diz Bruno Dantas.

No despacho, o ministro também dá 24 horas para que o presidente do Coaf, Roberto Leonel de Oliveira Lima, se manifeste.

Agência Brasil

 

LOCAIS

Rodrigo Menezes conquista novos apoios em Mossoró e Natal

O advogado Rodrigo Menezes, candidato ao Quinto Constitucional do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sob o número 72, cumpriu agenda essa semana em Mossoró e Natal visitando colegas e conquistando novos apoios.

Foram mais de 10 escritórios visitados em dois dias de agenda. Rodrigo acredita que a história que ele tem à frente da advocacia trabalhista estão sendo fundamentais para que ele esteja sendo tão bem recebido pelos colegas.

“Fico feliz que, onde chegamos, todos conhecem um pouco de nossa militância na advocacia trabalhista e também nossa história em defesa de melhorias para a classe nos cargos institucionais por onde passei”, disse.

As eleições serão realizadas no próximo dia 12 de julho e cada advogado poderá escolher até seis nomes. Rodrigo lembra da importância de se escolher os postulantes ao cargo de desembargador do trabalho.

“Nossa caminhada durante essa campanha foi muito boa. Agora é chegada a hora de reforçar, ainda mais, os pedidos de apoio e a importância de se escolher seis bons nomes, porque esse é um cargo que não vai interferir apenas na avcocacia, vai interferir em toda a sociedade. Estamos escolhendo um julgador e isso é de extrema importância para todos”, completou.

Entre os grandes nomes da advocacia mossoroense, o ex-conselheiro federal Francisco Queiroz também firmou compromisso com Rodrigo Menezes.

Fonte: Blog do BG

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