ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

Por G1

 

Reforma da Previdência: sem acordo, relator exclui estados e municípios da nova versão da proposta. Moro vai à Câmara falar sobre mensagens divulgadas por site. Chile e Argentina veem um eclipse solar total, e o G1 acompanha in loco no Deserto do Atacama. Um depoimento traz novas suspeitas sobre a morte de Marielle. CPI de Brumadinho propõe o indiciamento de funcionários da Vale e da empresa alemã TÜV SÜD. O desmatamento no Brasil atinge índices alarmantes. E já está definido a primeira seleção finalista da Copa do Mundo feminina.

INTERNACIONAIS

Eclipse solar

Eclipse solar visto do Observatório de La Silla, no Chile. — Foto: Martin Bernetti/AFPEclipse solar visto do Observatório de La Silla, no Chile. — Foto: Martin Bernetti/AFP

Um fenômeno raro pôde ser visto hoje em parte do Chile e da Argentina: o eclipse solar total. O G1 e a TV Globo foram os dois únicos veículos brasileiros convidados a assistir ao fenômeno no Observatório de La Silla, no Deserto do Atacama, no Chile. A repórter do G1 Carolina Dantasregistrou em vídeo o minuto mais esperado do dia: o momento em que a Lua, vista aqui da Terra, se alinhou totalmente à frente do Sol e fez o dia virar noite (veja no vídeo abaixo). No Brasil, o eclipse foi parcial.

Eclipse solar total: G1 mostra o antes, o durante e o depois direto do Chile

Eclipse solar total: G1 mostra o antes, o durante e o depois direto do Chile

Mercosul

A porta-voz do governo francês, Sibeth Ndiaye, afirmou pela manhã que a França ainda não está preparada para ratificar o acordo comercial fechado por União Europeia e Mercosul na semana passada, após 20 anos de negociações. Em resposta, o chanceler Ernesto Araújo, afirmou que “nenhum país está pronto” e disse que a declaração dos franceses foi direcionada ao “público interno”.

Rumo ao tetra?

A seleção dos Estados Unidos venceu a Inglaterra e está na final da Copa do Mundo de futebol feminino. As americanas já conquistaram três títulos e são as atuais campeãs. Amanhã, sai o segundo finalista: Holanda ou Suécia.

NACIONAIS

Reforma da Previdência

O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentou uma nova versão de seu parecer. Ele deixou de fora da reforma os servidores de estados e municípios e anunciou algumas mudanças. Propôs uma idade mínima menor para a aposentadoria de professoras da rede pública e desistiu de tirar do BNDES recursos provenientes do PIS/Pasep. Veja detalhes. A expectativa é que o relatório de Moreira seja votado pela comissão nos próximos dias. Depois, será enviado ao plenário.

Moro na Câmara

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, que foi à Câmara nesta terça-feira (2) — Foto: Reuters/Adriano MachadoO ministro da Justiça, Sérgio Moro, que foi à Câmara nesta terça-feira (2) — Foto: Reuters/Adriano Machado

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, participou de uma audiência na Câmara para falar sobre as mensagens atribuídas a ele e a procuradores divulgadas pelo site The Intercept.

O ex-juiz voltou a questionar a autenticidade dos diálogos e afirmou que houve uma invasão de celulares de autoridades para tentar invalidar condenações da Lava Jato. “Minha opinião é de que alguém com muitos recursos está por trás dessas invasões”, afirmou.

Moro foi criticado por opositores, especialmente os do PT, e ouviu elogios de parlamentares do PSL, partido de Jair Bolsonaro.

Morte de Marielle

A polícia investiga se a arma usada para matar Marielle Franco e Anderson Gomes foi jogada no mar, no Rio de Janeiro. O dono de um barco disse em depoimento que foi contratado para fazer um passeio e que, no meio do mar, um homem jogou várias armas na água. Estão presos desde março, apontados como autores do crime, o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz.

CPI de Brumadinho

A CPI do Senado que investigou o rompimento da barragem de Brumadinho, em MG, propôs o indiciamento da Vale, da alemã TÜV SÜD e de 14 funcionários de ambas as empresas. As recomendações serão encaminhadas ao Ministério Público, para que seja avaliada a possibilidade de denunciar os investigados à Justiça. As ações da Vale fecharam em forte queda. Mais de 240 pessoas morreram na tragédia, em janeiro. Ainda há desaparecidos.

Meio ambiente

O índice de desmatamento relativo ao mês de junho no Brasil é o segundo maior já registrado, só perdendo para o mesmo período de 2016. É o que aponta o sistema Terra Brasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O território da Amazônia Legal desmatado chegou a 769 km² entre 1º e 28 de junho. Os dados excluem a perda de vegetação causada por fatores como incêndios florestais e exploração comercial de florestas plantadas. Se consideradas todas as categorias, o desmatamento em junho de 2019 chegaria a 1,7 mil km².

Regras para recall

O governo publicou as novas regras para recall de veículos, que valerão em 90 dias. O motorista que não atender o chamado da montadora terá a ausência registrada no documento do veículo. Veja outras mudanças.

João de Deus

Acusado de centenas de abusos sexuais, João de Deus prestou o primeiro depoimento à Justiça de Goiás, no Fórum de Abadiânia, e voltou a negar os crimes. Seu advogado disse que não descarta a possibilidade de pedir uma acareação entre o réu e as vítimas.

Também teve isso…

Fonte: G1
Por Blog do BG

Se eu protegesse ministro do Turismo, teria feito um ‘péssimo trabalho’, diz Moro

Foto: Roque de Sá/Agência Senado 

O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta terça-feira (2) que estaria fazendo um “péssimo trabalho” se seu objetivo fosse proteger o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que teve três assessores presos, acusados de participação em esquema de candidaturas de laranjas do PSL.

Moro participa de audiência pública na Câmara em sessão conjunta das comissões de Constituição e Justiça, de Trabalho e de Direitos Humanos. Segundo o ministro, antes de aceitar o cargo ele perguntou ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) qual seria a postura se surgissem casos em que membros da nova administração fossem investigados.

Bolsonaro, afirmou Moro, deu total carta branca para investigar “quem quer que seja”.

“E é isso que vem sendo feito”, afirmou Moro. “Eu diria que se o ministro da Justiça está protegendo alguém está fazendo um péssimo trabalho, porque o que foi dado à Polícia Federal é autonomia e independência e está se dando estrutura para realizar bem o seu trabalho.”

Mais cedo nesta terça, ao comentar o caso, Bolsonaro disse que falta uma acusação “com substância”. “Por enquanto, tenho 22 ministros, sem problema. Tem de ter acusação grave, acusação com substância. Por enquanto, não tem nada contra ele [Álvaro Antônio]. Se o assessor falar e for confirmado que ele tem participação, aí a gente toma providência.”

Nesta segunda (1º), foram indiciados o assessor especial e braço direito de Álvaro Antônio, Mateus Von Rondon, e os ex-assessores Roberto Soares e Haissander de Paula por suspeita dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa.

A suspeita da Polícia Federal é a de que candidaturas e o serviço eleitoral declarado por quatro candidatas não tenham passado de simulação, com o intuito de desviar dinheiro público destinado ao PSL.

Apesar do indiciamento, a PF ainda não concluiu as investigações, que prosseguem. Futuramente, caberá ao Ministério Público analisar o material e decidir se oferece denúncia à Justiça.

Na semana passada, Bolsonaro afirmou que determinou a Moro que investigue as candidaturas laranjas em outros partidos.

Como mostraram as reportagens da Folha, na eleição do ano passado Álvaro Antônio, reeleito como deputado federal mais votado em Minas, patrocinou um esquema de candidaturas de fachada no estado que direcionou verbas públicas de campanha para empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara. ​

Após indicação do PSL de Minas, presidido à época pelo próprio Álvaro Antônio, o comando nacional do partido de Bolsonaro repassou R$ 279 mil a quatro candidatas. O valor representa o percentual mínimo exigido pela Justiça Eleitoral (30%) para destinação do fundo eleitoral a mulheres candidatas.

Apesar de figurar entre os 20 candidatos do PSL no país que mais receberam dinheiro público, essas quatro mulheres tiveram desempenho insignificante.

Juntas, receberam pouco mais de 2.000 votos, em um indicativo de candidaturas de fachada, em que há simulação de alguns atos reais de campanha, mas não empenho efetivo na busca de votos.

Dos R$ 279 mil repassados pelo PSL, ao menos R$ 85 mil foram parar oficialmente na conta de quatro empresas que são de assessores, parentes ou sócios de assessores do hoje ministro de Bolsonaro.

A polícia também investiga esquema de laranjas no PSL de Pernambuco, estado do presidente nacional da sigla, o deputado federal Luciano Bivar. A Folha mostrou em fevereiro que candidatos com votações pífias receberam ao menos R$ 15 milhões em dinheiro público dos fundos partidário e eleitoral.

Folhapress

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Em meio à crise de vazamentos de mensagens de Moro, Senado aprova PEC de proteção dos dados

Foto: Pedro França/Agência Senado 

Em meio à crise gerada pelo vazamento de mensagens do ministro Sergio Moro (Justiça), quando juiz federal, e de procuradores da Lava Jato, o Senado aprovou nesta terça-feira (2) uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que estabelece a proteção de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, como direito individual a todos os brasileiros e estrangeiros residentes no país.

O texto, que começou a tramitar antes da polêmica envolvendo a Lava Jato, ainda segue para a Câmara.

A proposta foi apresentada em março pelo senador Eduardo Gomes (MDB-TO) e foi relatada pela presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS).

“Ao inserir a proteção dos dados pessoais no rol das garantias individuais —ao lado de direitos fundamentais consagrados garante, ainda, a certeza jurídica que se faz premente em uma sociedade abarcada por conflitos sociodigitais e por uma legislação ainda incipiente sobre o tema”, afirma a senadora.

Folhapress

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Acusado de prender jornalista, Moro é sarcástico com deputado do PT: “O senhor confunde institutos jurídicos. Precisa se informar melhor sobre direito”

Foto: Agência Câmara 

O ministro Sergio Moro (Justiça), ao defender a liberdade de imprensa a deputados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), afirmou que nunca entrou com processo contra jornalistas, tampouco os prendeu.

O petista Paulo Teixeira levantou a voz, dizendo que Moro prendeu um jornalista em 2016, remetendo ao caso em que o blogueiro Eduardo Guimarães foi alvo de condução coercitiva.

Na época, ele era investigado pela suspeita de divulgar antecipadamente a condução coercitiva de Lula em 2016.

Na audiência da CCJ, Moro respondeu: “Não prendi nenhum jornalista. O senhor confunde institutos jurídicos, deputado. Precisa se informar melhor sobre direito.”

O Antagonista

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Maia: Estamos construindo caminho para Estados e municípios na reforma

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu nesta terça-feira, 2, que a reinclusão dos Estados e municípios no relatório da reforma da Previdência poderá ficar somente para quando a proposta for discutida pelo plenário da Casa, o que deve acontecer na semana que vem. Ainda assim, ele afirmou que a questão continuará sendo discutida até esta quarta, embora veja como difícil que uma alteração possa ser feita ainda na comissão especial. De acordo com Maia, o relatório de Moreira apresentará uma economia da ordem de R$ 930 bilhões a R$ 940 bilhões ao longo dos próximos dez anos.

O relator da proposta, Samuel Moreira (PSDB-SP), começou a ler o voto complementar ao seu parecer há pouco na comissão especial. O colegiado deve, então, votar o texto amanhã, de acordo com Maia. Até o início da votação, Moreira poderá realizar mudanças em seu parecer. “Não está me parecendo simples resolver a questão dos governadores até amanhã. … Política é a arte de dialogar, ter paciência. É isso que estamos fazendo e temos que fazer até o último minuto com a compreensão de que temos que incluir os governadores”, disse.

Maia afirmou que conflitos locais estão atrapalhando as negociações no Congresso. “Está faltando política. Temos que harmonizar as opiniões e mostrar que a exclusão dos governadores em um prazo muito curto, o problema vai bater também no orçamento federal. Então é melhor organizar logo com Estados e governadores. Se não for possível vamos aprovar essa economia do relatório do deputado Samuel Moreira”, afirmou o presidente da Câmara.

De acordo com ele, há acordo entre as lideranças partidárias para que não se apresente destaques ao parecer na comissão especial. O objetivo é evitar atrasos na tramitação nesta fase. Maia, no entanto, provocou o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, ao dizer que também que a bancada pesselista não apresente esse tipo de instrumento. Integrantes do partido defendem a apresentação de um pedido de mudança nas regras propostas para a carreira dos policiais federais “O que se pede é muito difícil do relator acatar, mas um acordo intermediário, que tenha um custo pequeno para a economia no projeto acho que vale a pena estudar até a votação de amanhã”, disse.

O presidente da Casa defendeu uma regra de transição para policiais federais como um gatilho como o que foi proposto para o regime próprio e o geral. “É algo que pode ser discutido até amanhã. Não estou dizendo que é simples e não pode representar valor que impacte nos R$ 930 bilhões. Mas temos que ter cuidado de incluir qualquer coisa agora. Vai precisar inclusive de uma sinalização do ministério da Economia dizendo que não ha desconforto da equipe econômica com essa questão”, disse.

Maia disse ainda estar otimista de que a Câmara conclua a votação da reforma até o início do recesso parlamentar, marcado para 18 de julho. “Temos que ficar otimistas porque vivemos uma crise econômica enorme e temos o risco de ter uma recessão técnica ainda neste ano. Significa que a arrecadação está caindo, o desemprego e a pobreza estão aumentando, por isso a gente tem que ser otimista para concluir a votação da Previdência na Câmara ainda no primeiro semestre”, disse.

Estadão Conteúdo

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Questionado sobre Lula, Moro devolve ironizando: ‘Quem defende os inocentes Cabral, Cunha e Duque?’

Indagado sobre nulidades em processos do ex-presidente Lula, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou: “É de se perguntar, realmente, Quem defende então Sérgio Cabral, Eduardo Cunha, Renato Duque, todos esses inocentes que teriam sido condenados segundo esse site de notícias”.

“Sobre anulação de casos do ex-presidente. Nós precisamos de defensores então dessas pessoas para defender que elas sejam imediatamente colocadas em liberdade já que foram condenados pelos malvados procuradores da Operação Lava Jato, os desonestos policiais, e o juiz parcial”, questionou.

O ministro ainda afirmou ser vítima de ‘revanchismo’. “Eu tenho certeza de que se durante a condução da Operação Lava Jato eu tivesse me omitido, deixado a corrupção florescer, virado os olhos para o outro lado, eu não sofreria esses ataques como sofro atualmente. Eu tenho certeza de que não aconteceria”.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, participa nesta terça, 2, de uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados para falar sobre o vazamento de supostas conversas entre ele e o procurador Deltan Dallagnol.

As conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil teriam acontecido quando Moro ainda atuava como juiz federal em Curitiba. Por causa delas, Moro tem sido alvo de críticas por sua conduta na Operação Lava Jato. No mês passado, ele prestou esclarecimentos sobre o caso no Senado.

Moro não reconhece a autenticidade das mensagens e diz ter sido vítima de um crime praticado por hackers. Ele diz não ver ilegalidades nos trechos divulgados até agora. No domingo, 30, atos em defesa de Moro aconteceram no País. “Minha opinião informal é que alguém está por trás dessas informações e o objetivo principal é invalidar decisões da Lava Jato e impedir novas investigações”.

Estadão Conteúdo

 

PF pede ao Coaf que analise as contas de Glenn Greenwald

A Polícia Federal pediu ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) um relatório das atividades financeiras do jornalista Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, que publicou as supostas conversas de Sergio Moro com os procuradores da Lava Jato.

O objetivo é checar se houve movimentações atípicas que possam estar relacionada à invasão dos celulares de integrantes da Lava Jato.

O Antagonista

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Por G1 RN

 

Cônsul Geral do Japão em Recife, Jiro Maruhashi, e a governadora do RN, Fátima Bezerra em reunião — Foto: Demis Roussos

Cônsul Geral do Japão em Recife, Jiro Maruhashi, e a governadora do RN, Fátima Bezerra em reunião — Foto: Demis Roussos

A Governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra (PT) se reuniu nesta terça-feira (2) com o Cônsul Geral do Japão em Recife, Jiro Maruhashi, para discutir formas de estreitar a relação comercial entre o país nipônico e o estado. O encontro aconteceu em Natal. Um dos pontos debatidos na reunião foi sobre o comércio de melão e peixes, produtos que fazem parte do mercado de exportação do Rio Grande do Norte e têm grande demanda no Japão.

“Esses produtos chegam ao Japão passando por outros países. Podemos discutir uma forma de desenvolver melhor este mercado, bem como o de importações de máquina e material de informática”, explicou o secretário adjunto de desenvolvimento Econômico, Sílvio Torquato, sobre a possibilidade também de importações.

Na reunião, Jiro Maruhashi falou também sobre o mercado relacionado a energia solar e eólica, que podem ser atrativos aos investidores japoneses já instalados no Brasil. “Infelizmente o Nordeste é ainda desconhecido pelos empresários japoneses, mas energia solar e eólica são nichos que despertam o interesse deles”, disse.

No encontro, o Cônsul Geral do Japão e a governadora do RN, Fátima Bezerra, debateram também a possibilidade de uma visita aos investidores japoneses em São Paulo. “Estamos fazendo um esforço, diante da atual situação financeira, para fortalecer os investimentos já existentes e buscar novos, pois é disso que precisamos, de empregos para a população e de melhorias na arrecadação”, disse Fátima Bezerra.

Fonte: G1 RN

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