ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA

Por G1

 

Manifestantes voltam a protestar contra cortes na educação. Atos ocorrem em 21 estados e no DF. A economia brasileira encolhe 0,2% no 1º trimestre. Com o PIB em queda, fica a pergunta: por que o Brasil não cresce? E o governo estuda liberar saques do FGTS para aquecer a economia. Partido do Centrão vai apresentar reforma da Previdência alternativa. Senado adia votação de MP sobre fraudes no INSSObama em São Paulo diz que oferecer boa educação não é caridade. Nos EUA, Trump ataca procurador, nega crimes e chama impeachment de ‘palavra suja’.

INTERNACIONAIS

‘Não houve crime’

Trump falou a jornalistas nesta quinta-feira (30), na Casa Branca. — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

Trump falou a jornalistas nesta quinta-feira (30), na Casa Branca. — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente o procurador especial Robert Mueller, que encerrou a investigação de dois anos sobre a suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais de 2016. Mueller disse ontem que não há certeza sobre a inocência do presidente.

Segundo o presidente, o procurador especial “nunca deveria ter sido designado” para realizar as investigações e negou qualquer crime. Ele também descartou a possibilidade de impeachment, que vem sendo discutida entre os democratas.

“Não vejo como… É uma palavra suja, nojenta, repugnante… é um assédio gigante ao presidente. Não houve crime. Não houve contravenção”, afirmou Trump.

NACIONAIS

Protestos pela educação

SÃO PAULO, 17h50: Manifestantes fazem ato contra cortes na educação no Largo da Batata — Foto: Wellington Valsechi/TV Globo

SÃO PAULO, 17h50: Manifestantes fazem ato contra cortes na educação no Largo da Batata — Foto: Wellington Valsechi/TV Globo

Cidades brasileiras tiveram o 2º dia de protestos em defesa da educação. Até as 20h25, atos foram registrados em ao menos 116 cidades de 21 estados e do Distrito Federal, segundo levantamento do G1. No mesmo horário do último domingo (26), quando ocorreram manifestações em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro, foram contabilizados protestos em 156 municípios de todos os estadose no DF.

As manifestações seguiram pacíficas por toda a manhã, mas houve confusão no início da tarde em Brasília.

Confusão entre policiais militares e estudantes durante protesto contra cortes de verbas na educação, em Brasília, nesta quinta-feira (30) — Foto: Luiza Garonce/G1

Confusão entre policiais militares e estudantes durante protesto contra cortes de verbas na educação, em Brasília, nesta quinta-feira (30) — Foto: Luiza Garonce/G1

No Rio, protesto na Candelária interditou a Avenida Presidente Vargas. Estudantes, integrantes de movimentos sociais e de sindicatos participam do ato, convocado por redes sociais, e saíram em caminhada até a Cinelândia.

Rio de Janeiro, 18h42: Manifestantes se deslocam pela Avenida Rio Branco — Foto: Marcos Serra Lima/ G1 Rio

Rio de Janeiro, 18h42: Manifestantes se deslocam pela Avenida Rio Branco — Foto: Marcos Serra Lima/ G1 Rio

O protesto em São Paulo ocorreu no Largo da Batata e fechou a Avenida Faria Lima no sentido Rebouças. Os manifestantes abriram uma grande faixa com a frase “O Brasil se une pela educação” e seguiram com o ato até a Avenida Paulista.

SÃO PAULO, 17h30: Manifestação contra cortes na educação no Largo da Batata — Foto: Fábio Tito/G1

SÃO PAULO, 17h30: Manifestação contra cortes na educação no Largo da Batata — Foto: Fábio Tito/G1

‘Coação’

O Ministério da Educação divulgou nota condenando o que chamou de “coação para que estudantes e professores” participassem de protestos e incentivou que as supostas tentativas de coação fossem denunciadas à ouvidoria do MEC.

O ministério afirmou que “nos últimos dias, o MEC tem recebido denúncias via redes sociais e pelo sistema e-Ouv que confirmam essas denúncias. O ministério informou que contabilizou até o início da tarde 41 reclamações, além de diversas interações realizadas via Facebook do MEC e pelo Twitter do ministro Abraham Weintraub.

Entidades estudantis e partidos condenaram a nota do ministério e afirmaram que os manifestantes foram às ruas porque querem defender a educação.

Brasil estagnado

Variação trimestral do PIB desde 2016 até o 1º tri deste ano — Foto: Juliane Souza/G1

Variação trimestral do PIB desde 2016 até o 1º tri deste ano — Foto: Juliane Souza/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu 0,2% no 1º trimestre, na comparação com o último trimestre do ano passado. Em valores correntes, a soma de toda a riqueza em bens e serviços produzida no país totalizou R$ 1,714 trilhão. Essa é a primeira queda desde o 4º trimestre de 2016.

Por que o Brasil não cresce?

Por que o Brasil não cresce?

Com grave crise fiscal e sem destravar os investimentos, país enfrenta estagnação em um círculo vicioso do baixo crescimento econômico. Entenda por que o Brasil não cresce.

Saques do FGTS

Ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia liberar dinheiro de contas ativas do FGTS

Ministro da Economia, Paulo Guedes, avalia liberar dinheiro de contas ativas do FGTS

Diante do resultado negativo do PIB, o governo Bolsonaro estuda liberar recursos de contas inativas e ativas do FGTS para estimular a economia. O ministro da Economia, Paulo Guedes, condicionou liberação do dinheiro à aprovação de reformas.

Reforma da Previdência

O PL, que integra o chamado Centrão, decidiu apresentar um texto alternativa ao da reforma da Previdência apresentado pelo governo. A proposta, que o partido apresentará à comissão especial da Câmara que analisa o tema, excluirá mudanças na aposentadoria rural, informa o colunista Gerson Camarotti.

Prazo apertado

Aprovada ontem pela Câmara, a MP que permite pente-fino contra fraudes no INSS pode caducar depois que o Senado adiou, por falta de quórum, a votação para segunda-feira, último dia antes da medida perder validade.

Lava Jato

Montagem com fotos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do juiz Sérgio Moro — Foto: Reprodução/G1

Montagem com fotos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do juiz Sérgio Moro — Foto: Reprodução/G1

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, rejeitou recurso da defesa do ex-presidente Lula que questionava a atuação de Sérgio Moro como juiz nos processos contra ele. A defesa apontou parcialidade do ex-juiz, mas Fachin considerou que seria necessário reavaliar provas, o que não pode ser feito nesse tipo de processo.

Obama em SP

Barack Obama e Pelé se encontraram em São Paulo — Foto: Reprodução/Twitter

Barack Obama e Pelé se encontraram em São Paulo — Foto: Reprodução/Twitter

O ex-presidente dos EUA Barack Obama veio a São Paulo, onde participou de um evento empresarial, e se encontrou com Pelé. É a segunda vez que Obama vem ao Brasil depois que deixou a Casa Branca. A última visita tinha sido em 2017.

No evento voltado para inovação digital, Obama defendeu a importância da educação.

“Dar boa educação e serviço social não é caridade, é necessidade do desenvolvimento econômico de um país. Quanto mais se investe em capital humano, mais as economias vão crescer”, afirmou ele.

Também teve isso…

Detalhe da nova atração dedicada a 'Star Wars' na Disney, na Califórnia — Foto: Amy Sussman/Getty Images North America/AFP

Detalhe da nova atração dedicada a ‘Star Wars’ na Disney, na Califórnia — Foto: Amy Sussman/Getty Images North America/AFP

Fonte: G1

 

Por Blog do BG

“Não dá para fazer transição suave sem perda de impacto”, diz secretário

O secretário da Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, afirmou nesta quinta-feira, 30, ao Estadão que não é possível promover uma transição suave na reforma da Previdência sem que haja uma perda de impacto fiscal “muito grande”.

“Nós perdemos muito tempo, perdemos o bônus demográfico. Não dá pra fazer uma transição suave sem ter uma perda muito grande de impacto fiscal”, disse.

“Se tivéssemos feito uma reforma em 2011, poderíamos ter uma transição suave, mas perdemos oito anos e a situação só piora”, acrescentou, antes de participar de evento em São Paulo.

Rolim ressaltou que, se o relator da reforma na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), quiser manter o impacto fiscal de R$ 1,2 trilhão em 10 anos mesmo cedendo em pontos sensíveis aos parlamentares, compensações terão de ser feitas na proposta.

A transição é um dos pontos que estão sendo analisados pelo relator. O secretário disse que o governo não tem participado da discussão para o fechamento do relatório.

Estadão Conteúdo

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STF adia para 4ª-feira decisão sobre aval do Congresso para privatizações

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) adiou para a próxima quarta-feira (5) a decisão sobre a necessidade de aval do Congresso para a realização de privatizações de empresas estatais. O julgamento foi iniciado na tarde desta quinta-feira (30) pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que informou na abertura da sessão que os votos de cada um dos ministros só serão lidos na próxima semana, uma vez que as sustentações orais das partes envolvidas tomariam todo o tempo desta quinta-feira, 30.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast Político, o julgamento deve ter placar apertado, com tendência de “ajustes” na decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que, em junho do ano passado, determinou que a venda de empresas públicas, sociedades de economia mista e de suas subsidiárias ou controladas exige prévia autorização legislativa, sempre que se trate de perda do controle acionário.

Com a continuidade do julgamento programada para a semana que vem, a decisão final do STF em torno da venda de 90% da Transportadora Associada de Gás (TAG) pela Petrobras por US$ 8,6 bilhões também fica para depois. Como a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu a venda, está amparada na liminar de Lewandowski, o julgamento da primeira ação tende a afetar automaticamente a situação da TAG.

Insegurança

Para o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, as liminares concedidas por Lewandowski e Fachin causaram insegurança não só para a Petrobras, mas para o Brasil e a economia brasileira. Mesmo assim, Castello Branco afirmou estar confiante na “racionalidade e no senso de Justiça” dos ministros do STF ao analisarem o tema de forma colegiada.

Na avaliação de Castello Branco, o petróleo é uma “uma grande fonte de geração de riqueza” e a não concretização dos planos de desinvestimento da Petrobras “limita significativamente a exploração dessa riqueza natural em prol da sociedade brasileira”.

Estadão Conteúdo

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LOCAIS

SINAL FECHADO: Investigações sobre propinas de R$ 1,1 milhão para Agripino podem ir para a Justiça Federal

As investigações envolvendo um suposto pagamento de propina que ultrapassa R$ 1,1 milhão para o ex-senador José Agripino Maia devem ficar a cargo da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN). Pelo menos, esse é o entendimento e recomendação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Dodge defendeu que as investigações sigam com a Justiça Federal durante a sustentação contra a decisão do Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu que o caso fosse encaminhado para a Justiça Estadual, mais especificamente para a 5ª Vara Criminal da Comarca de Natal (RN).

Agripino responde a processos pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos. Ele foi denunciado por ser beneficário de mais de R$ 1,1 milhão na implantação do serviço de inspeção veicular obrigatório com a Inspar, apontado na Operação Sinal Fechado.

A denúncia

Segundo o MPF, em 2010, Agripino, juntamente com o então ex-deputado Carlos Augusto Rosado e a esposa e então senadora, Rosalba Ciarlini (à época candidata ao governo) teriam recebido R$ 1,15 milhão de George Olímpio para assegurar a manutenção do contrato de inspeção veicular celebrado entre o Consórcio Inspar e o Estado. A maior parte do dinheiro se destinou a pagar despesas da campanha de reeleição do senador Agripino e de Rosalba a governadora, e nunca foi declarado na prestação de contas de ambos.

De acordo com a denúncia, uma parcela menor foi depositada “de forma fracionada, sem identificação de origem” nas contas de José Agripino (R$ 105.500), Carlos Augusto (R$ 86.365) e Rosalba (R$ 69.950).

Fonte: Blog do BG

 

Por Prefeitura do Natal

 

Mais de 70,5 mil idosos se imunizaram em Natal: grupo de risco que mais aderiu à campanha até agora — Foto: Joana Lima

Mais de 70,5 mil idosos se imunizaram em Natal: grupo de risco que mais aderiu à campanha até agora — Foto: Joana Lima

Se você não se vacinou contra a Influenza, ainda dá tempo. A Campanha de Vacinação contra a gripe em Natal segue até esta sexta-feira, dia 31, e a procura pela vacina na última semana continua movimentando as Unidades de Saúde da cidade. A meta da Secretaria Municipal de Saúde é imunizar 90% (215 mil) do público-alvo. Até o momento, a SMS já imunizou 78,78%, o que corresponde a 188.625 pessoas. Os idosos foram os mais imunizados até o momento, com 70.539. Outros grupos prioritários, como crianças (39.555), comorbidades (31.771), trabalhadores da saúde (20.212) e professores das redes pública e privada (8.537), também apresentam grande procura.

A vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (Influenza A/H1N1; Influenza A/H3N2 e Influenza B). Aqueles que ainda não se vacinaram poderão procurar o posto mais próximo de sua casa, de segunda a sexta-feira. A Prefeitura disponibilizou mais de 70 salas de vacinação por toda a cidade.

O público-alvo da campanha é composto por crianças na faixa etária de seis meses a menos de 6 anos de idade; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); idosos a partir dos 60 anos; trabalhadores da saúde; professores de escolas públicas e privadas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; e funcionários do sistema prisional.

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS) também alerta para o aumento no número de casos de gripe com evoluções para o quadro de pneumonia, bronquite e outras doenças respiratórias por falta de imunização: “É importante que as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários não percam a oportunidade de receber a vacina. Todas as unidades estão munidas com doses suficientes para atender a demanda da população”, destaca a chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica, Aline Delgado.

Quase 40 mil crianças se vacinaram dentro da campanha, coordenada em Natal pela Secretaria Municipal de Saúde. — Foto: Joana Lima

Quase 40 mil crianças se vacinaram dentro da campanha, coordenada em Natal pela Secretaria Municipal de Saúde. — Foto: Joana Lima

Na Unidade de Saúde São João, localizada na avenida Romualdo Galvão, no bairro Tirol, por exemplo, a procura é constante e mesmo com uma alta demanda os usuários saem satisfeitos com o serviço, como foi o caso do pedreiro João Vicente de 42 anos. “Eu sempre venho aqui na unidade São João e nunca fui mal atendido por ninguém, muito pelo contrário. Aqui eu sei que vou encontrar o que eu preciso e sempre recebo orientações muito esclarecedoras. Eu gosto de saber que aqui eu tenho tratamento adequado, caso fique doente, e que também posso me prevenir, que é o que vim fazer hoje tomando a vacina”, relata ele.

A vacina contra a influenza está disponível para todos os grupos prioritários. Crianças de 6 meses até menores de seis anos estão inseridas neste grupo e foi por isso que a vendedora Ana Cristina Virella levou sua filha de três anos para também se proteger na UBS São João. Ela afirma que “é muito importante estar protegido desde cedo. As crianças são muito frágeis, principalmente nesta primeira infância. Preciso manter minha filha saudável”.

Já Lêda Maria de Carvalho, que é idosa, foi acompanhada pela filha Rosângela Gomes de Carvalho. “Viemos aqui para mantermos nossa saúde e nos surpreendemos com o atendimento dos funcionários. Já tínhamos vindo outras vezes nos vacinar, mas dessa vez foi surpreendente porque mesmo com muita gente o atendimento foi bem rápido e muito atencioso” afirmou Rosângela.

  • Contraindicações – A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.
  • Precauções – Em doenças agudas febris moderadas ou graves, recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro, com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.
Fonte: G1 RN

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