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Líder Do PT Faz Grave Ameaça Ao Juiz Sérgio Moro E Se Refere Ao Juiz Moro Como “Capacho Dos Gringos”

O juiz federal Sérgio Moro sempre é muito criticado pelos integrantes do PT.
A Operação Lava Jato tem como um de seus maiores símbolos o juiz federal Sérgio Moro, que julga os investigados, no âmbito de Curitiba, no Paraná, em primeira instância, como fez no caso do tríplex do Guarujá, do ex-presidente Lula, localizado no Litoral de São Paulo. condenando-o a nove anos e meio de prisão.

Agora, em segunda instância, pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), Lula foi condenado a 12 anos de prisão, assim o juiz federal Sérgio Moro ganhou uma moral por ter supostamente acertado em sua decisão.

Agora, o Partido dos Trabalhadores (PT), por conta do andamento do processo de Lula, acaba acusando muito o juiz federal de ser coligado ao Estados Unidos e também ser influenciado pela imprensa brasileira.

Ameaça
Acusações não faltam por parte do PT, para com o juiz federal Sérgio Moro, que sempre se defende quando é necessário, mas o desejo dos petista é, de longe, ver o juiz sendo julgado e condenado.

O líder do PT, Paulo Pimenta, se refere ao juiz Moro como “capacho dos gringos” e “menino de recado do EUA”, e fez uma espécie de #Ameaça ao juiz federal, afirmando que Sérgio Moro ainda vai sentar no banco de réus.

Ou seja, o líder petista vem afirmando que Sérgio Moro é culpado de algo e vai ser julgado por isso.

O pré-candidato à presidência da República, pelo PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já afirmou que, se caso for eleito, irá “prender” todos aqueles juízes que o condenaram e também a cúpula da Rede Globo de Televisão, emissora que os petistas acusam de manipulação.

Acusações falsas?
Até o momento, a defesa do PT não apresentou quaisquer provas das acusações que vem fazendo, portanto, não dá para afirmar que as acusações são falsas, mas também não dá para levar as mesmas como verdades.

Muitos acreditam fielmente no ex-presidente e querem ele novamente no cargo mais alto do poder executivo brasileiro.

Há grandes chances do ex-presidente não conseguir oficializar a sua candidatura, pelo fato de que a Lei da Ficha Limpa pode impedir esta oficialização.

A Lei da Ficha Limpa não permite que candidatos com a ficha suja se elejam. O ex-presidente já foi condenado, inclusive, em segunda instância.

Agora, os petistas fazem campanha para a candidatura de Lula e afirmam que, caso o ex-presidente não consiga oficializar a candidatura, as eleições serão boicotadas pelo petista, até porque eles não enxergam quaisquer crimes nos atos de Lula.

Fonte: www.noticiasbrasilonline.com.br/

PT define estratégia que irá adotar após a divulgação da perícia do “atentado” (Veja o vídeo)

A tese do atentado é tão esdrúxula, que salta aos olhos ver parte da imprensa, notadamente a Folha de S.Paulo, dando algum crédito a medíocre encenação protagonizada pelo PT no Paraná.

A rigor a farsa já está devidamente desmascarada.

O relatório da Polícia Rodoviária Federal e o próprio testemunho dos policiais que faziam parte da escolta da caravana petista são elucidativos. Não deixam dúvidas. Foi uma mal engendrada e vergonhosa farsa.

Para tanto, veja a reportagem abaixo:

Relatório da PRF sobre TIROS na Caravana de Lula

Relatório da PRF sobre TIROS na Caravana de Lula

Publicado por Jailson Freitas em Quinta-feira, 29 de março de 2018

O PT não se manifestou sobre o tal relatório. Nem irá se manifestar. Está no aguardo da perícia.

Nesta segunda-feira (2), a perícia realizada pela Polícia Civil deve ser divulgada e provavelmente irá revelar tecnicamente a farsa.

A retórica petista será detonar a polícia paranaense, rotulando-a de ‘polícia do Beto Richa’.

O PT estrategicamente irá simplesmente ignorar o relatório da PRF e os depoimentos dos policias rodoviários federais. Vai centrar fogo no ataque a ‘polícia tucana’ e prosseguir na tentativa de transformar a farsa em discurso político.

De qualquer forma, o relatório e o laudo pericial deverão ser encaminhados ao Ministério Público que doravante deverá investigar o ‘atentado’ como ‘Falsa Comunicação de Crime’.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

PGR pede para soltar amigos de Michel Temer presos na operação Skala

Nos últimos dois dias, procuradores que atuam na Secretaria da Função Penal Originária no Supremo Tribunal Federal (STF) acompanharam os depoimentos das pessoas que foram alvo da operação

PAULO WHITAKER / REUTERS
Dodge afirma que as medidas cumpriram o objetivo legal

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu na tarde deste sábado ao ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, a revogação das prisões temporárias da Operação Skala, cujos alvos foram amigos do presidente Michel Temer investigados por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção no setor portuário. Como justificativa para o pedido, Dodge afirma que as medidas cumpriram o objetivo legal.

Entre os liberados estão:

  • José Yunes, ex-assessor da Presidência
  • Wagner Rossi, ex-ministro da Agricultura
  • Antonio Celso Grecco, dono do grupo Rodrimar
  • João Baptista Lima Filho, coronel da reserva da PM e amigo de Michel Temer
  • Celina Torrealba, uma das donas do grupo Libra
  • Milton Hortolan, ex-secretário-executivo do Ministério da Agricultura

A procuradora só não pediu para revogar as prisões dos integrantes da família Torrealba, do Grupo Libra, que estavam na Europa no dia da operação. Os advogados de Gonçalo Borges Torrealba, Rodrigo Borges Torrealba e Ana Carolina Borges Torrealba informaram a PGR que seus clientes estão voltando ao Brasil para prestar esclarecimentos.

Para a PGR, como os mandados de busca e apreensão e as prisões já foram cumpridos, não há necessidade de os investigados permanecerem detidos. Nos últimos dois dias, procuradores que atuam na Secretaria da Função Penal Originária no Supremo Tribunal Federal (STF) acompanharam os depoimentos das pessoas que foram alvo da operação.

De acordo com a determinação do ministro Roberto Barroso, o prazo das prisões terminaria na segunda-feira. O inquérito dos portos foi instaurado em setembro de 2017, a partir de revelações e provas colhidas em acordos de colaboração premiada dos executivos da J&F.

Fonte: O Globo

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