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Por G1

 

O presidente americano, Donald Trump, e a esposa, Melania, andam em direção à imprensa antes de o presidente falar neste domingo (4), em Morristown, Nova Jérsei. — Foto: Jacquelyn Martin/AP

O presidente americano, Donald Trump, e a esposa, Melania, andam em direção à imprensa antes de o presidente falar neste domingo (4), em Morristown, Nova Jérsei. — Foto: Jacquelyn Martin/AP

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, afirmou em coletiva de imprensa neste domingo (4) que seu governo já fez “muito, mas talvez mais tenha que ser feito” depois dos massacres no Texas e Ohio, neste fim de semana, que deixaram 29 pessoas mortas.

“Muitas coisas estão em andamento. Nós fizemos muito mais do que a maioria dos governos. Nós fizemos realmente muito. Mas talvez mais tenha que ser ser feito ”, declarou Trump.

São as primeiras declarações públicas, fora do Twitter, que o presidente americano faz depois dos tiroteios deste fim de semana. Como havia feito na rede social, Trump ofereceu condolências às famílias das vítimas e agradeceu aos agentes da lei pelos esforços. Ele também defendeu seu governo de críticas.

“Nós temos que fazer isso parar; isso vem acontecendo há anos e tem que parar”, disse o presidente.

Ele falou à imprensa antes de embarcar de volta a Washington vindo de Nova Jérsei, onde jogava golfe. Trump ligou o ódio e transtornos mentais aos ataques, e não fez menção direta a leis sobre armas.

“O ódio não tem lugar em nosso país, e nós vamos cuidar disso”, disse.

“Também é um problema de saúde mental. Essas são pessoas que estão muito, muito seriamente transtornadas mentalmente”, acrescentou.

Críticas

O presidente americano, Donald Trump, e a esposa, Melania, andam em direção à imprensa antes de o presidente falar neste domingo (4), em Morristown, Nova Jérsei. — Foto: Jacquelyn Martin/APO presidente americano, Donald Trump, e a esposa, Melania, andam em direção à imprensa antes de o presidente falar neste domingo (4), em Morristown, Nova Jérsei. — Foto: Jacquelyn Martin/AP

O presidente foi criticado por demorar a aparecer em público depois dos ataques. Ele não foi visto imediatamente após o tiroteio de sábado (3), em El Paso, no Texas, que deixou 20 pessoas mortas, nem o deste domingo (4), que matou 9 em Dayton, Ohio.

Só quando Trump e a primeira-dama, Melania, se preparavam para voar de volta a Washington, no final da tarde deste domingo (4), apareceram diante das câmeras.

Antes, ele havia escrito no Twitter que estava “rezando por todos que foram impactados por esse ato indescritível de maldade”. Também disse que autorizou a descida a meio mastro de todas as bandeiras em prédios do governo federal em homenagem às vítimas.

“Deus abençoe as pessoas de El Paso, no Texas. Deus abençoe as pessoas de Dayton, Ohio”, escreveu o presidente na rede social.

Tiroteios nos EUA: 29 pessoas foram mortas em 12 horas — Foto: Arte: Betta JavorskiTiroteios nos EUA: 29 pessoas foram mortas em 12 horas — Foto: Arte: Betta Javorski

Trump será cuidadosamente observado por sua resposta aos ataques, diz a Associated Press, mais uma vez invocando comparações com seus antecessores, que tentaram consolar o país em momentos de trauma nacional.

No primeiro tuíte após o tiroteio de El Paso, no sábado (3), Trump chamou o massacre de “terrível” e prometeu o total apoio do governo federal. Apenas 14 minutos depois, no entanto, ele tuitou novamente – um post desejando boa sorte ao lutador Colby Covington.

Nas últimas semanas, o presidente também escreveu tuítes racistas sobre quatro mulheres que atuam no Congresso; em comícios, falou de uma “invasão” na fronteira sul dos Estados Unidos.

Ele também vem sendo criticado amplamente por oferecer uma falsa equivalência ao discutir violência racial – principalmente quando afirmou que havia “pessoas boas de ambos os lados” depois de uma manifestação de supremacia branca em Charlottesville, na Virgínia, durante a qual um manifestante antirracismo morreu.

Fonte: G1

Por G1

 

A foto, do dia 2 de agosto, mostra os quase US$ 23 mil que foram recuperados por um homem no Oregon, Estados Unidos. — Foto: Brian Sollom/Recology via AP

A foto, do dia 2 de agosto, mostra os quase US$ 23 mil que foram recuperados por um homem no Oregon, Estados Unidos. — Foto: Brian Sollom/Recology via AP

Um homem de Ashland, no estado americano do Oregon, conseguiu recuperar no sábado (3) quase US$ 23 mil (R$ 89,4 mil) que havia jogado por engano no lixo. O dinheiro foi achado em uma caixa de sapatos por funcionários de uma empresa de reciclagem na Califórnia.

A distância entre os dois? Cerca de 321km.

Ele jogou a quantia no lixo na quinta-feira (1º), mas, quando percebeu o erro, o dinheiro já havia sido colocado em um caminhão que seguia para o estado vizinho, a caminho da empresa de reciclagem Recology.

O homem, que não foi identificado, entrou em contato com a empresa e pediu que ficassem de olho caso a caixa de sapatos com o dinheiro aparecesse. A quantia, exatos US$ 22.940, era sua poupança.

“Levamos bastante material todo dia, então as chances de encontrar isso não são muito melhores do que achar uma agulha em um palheiro”, disse Linda Wise, gerente geral do Samoa Resource Recovery Center, centro operado pela Recology.

Ela tinha poucas esperanças de achar o pacote, segundo entrevista que deu ao jornal local “The Press Democrat”. Várias vezes por semana, caminhões carregados de material de reciclagem são transportados de Ashland para a filial da Recology na Califórnia.

“Mas então a caixa apareceu e veio descendo pela fila de separação, e ficamos todos animados ao vê-la”, contou Wise.

Quase todo o dinheiro, com exceção de US$ 320, foi recuperado. “Só caiu da caixa quando chegou à fila de separação”, explicou Brian Sollom, gerente de operações de três instalações de reciclagem da Recology no condado de Humboldt, na Califórnia, onde a quantia foi achada.

“Todo mundo que estava na fila de separação estava radiante esta manhã”, disse Wise, em entrevista na sexta (2). “E agora esse cavalheiro vai ter um ótimo fim de semana.”

Fonte: G1

Por Deutsche Welle

 

Sarcófago do faraó egípcio Tutancâmon — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

Sarcófago do faraó egípcio Tutancâmon — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

O Egito apresentou ao público, neste domingo (4), o célebre sarcófago do rei Tutancâmon, exibindo a primeira restauração do ataúde dourado, desde sua descoberta, em 1922.

“Estamos lhes mostrando um artefato histórico único, não só para o Egito, mas para o mundo”, declarou o ministro de Antiguidades Khaled el-Enany, durante coletiva de imprensa no novo Grande Museu Egípcio, no Cairo. Com vista para as Pirâmides de Gizé, ele será inaugurado no fim de 2020.

Sarcófago do faraó egípcio Tutancâmon — Foto: Mohamed Abd El Ghany/ReutersSarcófago do faraó egípcio Tutancâmon — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

O trabalho de restauração do esquife do jovem faraó começou em meados de julho, e estima-se que levará cerca de oito meses para se completar.

O tesou arqueológico é em três camadas. Segundo Enany o que exigirá mais tempo é a restauração do caixão exterior, de madeira dourada, com 2,23 metros de comprimento, pois “o estado de conservação é muito frágil, ele nunca foi restaurado”.

Sarcófago do faraó egípcio Tutancâmon — Foto: Mohamed Abd El Ghany/ReutersSarcófago do faraó egípcio Tutancâmon — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

Já desde o século 20, as camadas de gesso dourado começaram a rachar, sobretudo na tampa e na base. Após ser removido do Vale dos Reis em Luxor, no Sul do Egito – onde o arqueólogo inglês Howard Carter o descobriu, 97 anos atrás –, o sarcófago foi transferido para o Grande Museu. Lá será exibido ao lado de outros tesouros e artefatos encontrados na câmara fúnebre do faraó.

Tutancâmon nasceu em 1341 a.C. e subiu ao trono com nove anos, reinando até a morte, aos 18 ou 19 anos de idade. Sua famosa máscara fúnebre, de ouro maciço e encrustada com pedras semipreciosas, foi restaurada recentemente. Em 2014, empregados do Museu Egípcio do Cairo lhe haviam quebrado a barba e tentaram consertá-la com cola epóxi.

Nos últimos meses, o Egito tem revelado ao mundo uma série de descobertas antigas, na esperança de reanimar sua abalada indústria turística, uma importante fonte de divisas. O setor sofre forte impacto devido à insegurança que perdura desde a rebelião popular que em 2011 derrubou Hosni Mubarak, presidente egípcio por quase 30 anos.

Peça que pertenceu ao faraó Tutancâmon em restauração no Egito — Foto: Mohamed Abd El Ghany/ReutersPeça que pertenceu ao faraó Tutancâmon em restauração no Egito — Foto: Mohamed Abd El Ghany/Reuters

Fonte: G1

 

NACIONAIS

Por Matheus Beck, G1 RS

 

Rio Grande do Sul volta a registrar meteoro na madrugada deste domingo (4)

Rio Grande do Sul volta a registrar meteoro na madrugada deste domingo (4)

Na madrugada deste domingo (4), por volta das 2h18, foi registrada a queda de um meteoro de magnitude elevada sobre o Rio Grande do Sul. Ele foi flagrado por duas câmeras, em São Leopoldo e em Taquara, e se extinguiu a 70 quilômetros de altitude sobre a costa do estado.

O meteoro iniciou a entrada na atmosfera a 100 quilômetros de altitude, ainda em alto mar, e se extinguiu entre Tramandaí e Capão da Canoa, no Litoral Norte.

Em uma das imagens, é possível ver um feixe de luz se formar e rapidamente se dissolver sobre o céu de São Leopoldo. Em outra, utilizando a câmera All Sky, com visão do céu em 360º, o objeto é registrado em Taquara. Ambos os municípios ficam na Região Metropolitana de Porto Alegre.

Meteoro é registrado em São Leopoldo — Foto: Carlos Fernando Jung / DivulgaçãoMeteoro é registrado em São Leopoldo — Foto: Carlos Fernando Jung / Divulgação

Os registros foram feitos pelo professor Carlos Fernando Jung, diretor científico da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon). Este meteoro, segundo o professor, é denominado “bólido” e possuiu uma magnitude (brilho) de -9.8, que é considerada elevada. A nomenclatura se refere aos que possuem uma magnitude igual ou superior a -4, e recebem o nome popular de “bola de fogo” (“fireball”).

“De 1º janeiro até agora, registrei 10.036 meteoros de magnitudes baixa a média sobre o Uruguai, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e uma faixa de São Paulo”, diz o cientista. “Pelas ocorrências já registradas este ano, pode-se considerar um ano atípico. É um fenômeno normal. O que é mais raro são estes de elevadas magnitudes”, acrescenta.

Câmera de 360º em Taquara registrou o fenômeno — Foto: Carlos Fernando Jung / DivulgaçãoCâmera de 360º em Taquara registrou o fenômeno — Foto: Carlos Fernando Jung / Divulgação

Jung explica ainda que, embora esteja no período da chuva de meteoros “Delta Aquerídeos do Sul”, a análise indica que não pode ser atribuído a esta classe e que seu radiante é desconhecido. Ele esclarece, ainda, que existem várias classes de maior ou menor incidência conforme o período do ano. O que foi registrado nesta madrugada não se enquadrou em nenhuma, o que o torna um fenômeno esporádico.

Os bólidos podem ser seguidos de explosões ou explodirem no final. Neste caso, houve extinção total e não causou risco para a aviação, conforme o professor.

Veja outros casos em 2019:

Fonte: G1

 

Por Blog do BG

Procurador da República convidou Moro para proferir palestra em 2016

O procurador da República Celso Antônio Três foi autor do convite ao então juiz federal Sergio Moro para proferir palestra em Novo Hamburgo (RS), no dia 21 de setembro de 2016, sob o tema “Enfrentamento da corrupção sistêmica“.

Reportagem publicada neste domingo (4) na Folha, com base em mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil, revela que “Moro omitiu palestra remunerada em prestação de contas como juiz federal”.

Três foi filiado ao PT nos anos 80, atuou na fase inicial do caso Banestado –investigação sobre bilionária lavagem de dinheiro no Paraná julgada pelo juiz Sergio Moro. O procurador atraiu a antipatia da força-tarefa da Lava Jato ao redigir documento criticando as “10 Medidas Contra a Corrupção”, propostas defendidas por Moro e pelos procuradores de Curitiba.

Ele atua na Procuradoria da República em Novo Hamburgo. Participa de programa semanal de debates na Rádio ABC, do Grupo Sinos, entidade empresarial que viabilizou a palestra de Moro.

A intermediação do procurador foi revelada em mensagem ao editor deste Blog em 15 de março de 2017, dois dias antes da publicação de reportagem em que Três fazia críticas à divulgação de delações da Operação Lava Jato.

A menção à palestra do juiz no Grupo Sinos foi feita quando este editor pediu informações ao procurador sobre suas críticas à operação e seu relacionamento com a força-tarefa.

Frederico Vasconcelos/Folha de S.Paulo

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Jair Bolsonaro durante a posse do novo ministro da Educação, o economista Abraham Weintraub, no Pal.acio do Planalto. Brasilia, 09Abr2019.Foto: Sérgio Lima/PODER 360

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que não lê jornais para não começar o dia envenenado e disse que não trabalha pensando na reeleição em 2022, mas ressaltou que, se não for reconduzido ao cargo, espera ser substituído por “alguém melhor”.As declarações foram dadas na manhã deste domingo (4) a uma plateia formada por cerca de 2.000 fiéis da igreja evangélica Fonte da Vida.

No culto, Bolsonaro afirmou que sabia que seu governo seria alvo de jornalistas. “Eu muitas vezes não leio jornal nenhum para não começar o dia envenenado. Não trabalho pensando em 2022”, disse.

Folhapress

Fonte: Blog do BG

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