REFLEXÃO: MINHA COLEÇÃO DE PRATOS, POR CINTIA RIZZO

Na Sessão REFLEXÃO desta quinta-feira temos um texto metafórico simples, porém fantástico de Cintia Rizzo sobre relacionamento, coração, amor. ego e alma, que podem ser chamados de “minha coleção de pratos”. Vale a pena conferir!

Minha Coleção de Pratos

Ao nascer, tenho a impressão que a vida nos dá uma prateleira bem bonita e lustrosa para colocarmos peças que nos trazem alegria, só de olhar.

Essas peças são pratos e, conforme a vida passa, mais e mais pratos vão entrando nessa coleção. Alguns já estavam lá: delicados, coloridos, pintados à mão. Juntam-se a eles pratos de acrílico, borracha e até os famosos duralex, que prometem ser inquebráveis. Mas a prateleira, longe de ser infinita, começa a ficar cheia e você precisa fazer algumas escolhas: tirar um prato para pôr outro no lugar.

Agora, imagine que esses pratos são as diferentes situações de sua vida e as diferentes relações que você passa a cultivar. Ao longo dos anos, vamos acumulando funções e fazer escolhas passa a ser algo inevitável – o que pode ser amedrontador para alguns.

As escolhas podem ser pensadas, como qual prato substituir, ou podem acontecer ‘no susto’ – e é exatamente aí que sua verdade toma a frente e faz escolhas por você.

Imagine que você está limpando a sua tão importante prateleira. Sem perceber, você esbarra na quina do móvel e os pratos começam a balançar. Eles vão cair, isso é certo. Seu instinto pode te fazer pegar no ar o prato de porcelana ou o de borracha… não há tempo para racionalizar. Nessa brincadeira metafórica, entenda como pratos de porcelanas as relações e pessoas que te sustentam, te apoiam, te amam. Por outo lado, os pratos de borracha pode ser um emprego, um projeto, um carro – eles não são quebráveis, nem tampouco insubstituíveis.

Qual deles iria cair?

Que possamos assimilar que há coisas na vida que não tem preço e que há outras que não valem nossa paz. Que sempre estaremos equilibrando vários pratinhos ao mesmo tempo, porém, quando alguns deles precisar cair, que nosso coração seja o guia, não o nosso ego. Que sejamos alma, e não um cargo. Que sejamos amor, e não status.

Convido você a olhar com muito amor para sua prateleira, agora. Identifique seus pratinhos e saiba quais deles você deixaria quebrar quando a vida te fizer escolher.

Amor, luz e consciência. Sempre.

Cíntia Rizzo

Fonte: Sabedoria Universal

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