REFLEXÃO: DAR E RECEBER AMOR NÃO É O MESMO QUE “TOMA LÁ DA CÁ”

Na nossa REFLEXÃO desta terça-feira temos mais um texto posta por Beth Muchepud de autoria do famoso médico e escritor Deepak Chopra sobre o ato de dar e receber amor. Leia com atenção e perceba que grande lição!

Não é “toma lá, dá cá”

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Certa vez Osho disse que todo mundo pensa que sabe o que é receber. Citou como exemplo o amor. Disse que a menos que você dê amor, você não sabe o que é dar. O mesmo é verdadeiro sobre receber: a menos que você seja capaz de receber amor, você não sabe o que é receber.

Assim a receptividade genuína se manifesta na vida de todo ser humano. Receptividade não é troca, não é toma lá dá cá. Se você faz algo por alguém e, no fundo, espera receber “devolução” , saiba que isto pode não acontecer. Sua doação pode voltar por outra via. É como um bumerangue: você lança para um lado e ele volta por outro e a grande verdade é que ele sempre volta.

O texto de hoje, do médico e escritor indiano Deepak Chopra, nos convida a refletir. 

“A receptividade genuína é uma espécie de inocência preciosa mas não tem de existir à custa de sermos frágeis e vulneráveis. Da mesma maneira, não tem de traçar limites pessoais muito firmes e definidos à custa da sensibilidade e da compaixão.

À medida que cresce a nossa consciência espiritual acerca da nossa verdadeira natureza, tornamo-nos mais compassivos e gentis porque reconhecemos e estabelecemos uma ligação com a pureza e a bondade dos outros a partir da nossa essência.

Por isso permanecemos receptivos a todas as influências positivas e que exprimem a vida.

Com o que não é útil nem benéfico para nós, simplesmente escolhemos não nos envolvermos nem prestar atenção. É assim que conseguimos manter-nos receptivos ao mesmo tempo que preservamos os nossos limites pessoais.

A sua consciência de si opera como um filtro que deixa entrar o que é útil para a sua evolução e impede a entrada daquilo que não é. É como se fosse uma porta de rede. Deixa passar a brisa refrescante mas não deixa entrar as folhas.”

De toda forma,  é imprescindível estarmos totalmente disponíveis para dar e receber. Só assim a “mágica” acontece.

Um salve à Vida!

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