PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEXTA-FEIRA

TEXTO

Por G1

 


Fim do fundo para preservação da Amazônia pode afetar fiscalização do Ibama contra o desmatamento. Sem verba, CNPq suspende apoio para novos bolsistas. Deputados pedem que STF ordene nova votação do projeto sobre abuso de autoridade. Venezuelanos com HIV cruzam a fronteira para conseguir remédios no Brasil. Entenda como a piora das tensões entre China e EUA geram incertezas na economia mundial. E os desafios para a despoluição do rio Pinheiros, em SP.

INTERNACIONAIS

Venezuelanos com HIV

Nilsa Hernandez fundadora da Valientes por la Vida em Roraima — Foto: Fabrício Araújo / G1 RR

Nilsa Hernandez fundadora da Valientes por la Vida em Roraima — Foto: Fabrício Araújo / G1 RR

Venezuelanos com HIV estão cruzando a fronteira para conseguir remédios no Brasil. Sem acesso a tratamento em seu país, eles buscam medicamentos, que são distribuídos pelo SUS. Uma idosa venezuelana que mora em Roraima criou a rede de apoio Valentes pela Vida para receber conterrâneos. Entenda o drama.

EUA x China

Donald Trump e Xi Jinping em encontro em Osaka, no Japão. — Foto: Kevin Lamarque / Reuters

Donald Trump e Xi Jinping em encontro em Osaka, no Japão. — Foto: Kevin Lamarque / Reuters

A disputa comercial entre China e Estados Unidos vem causando preocupações em todo o mundo desde o começo de 2018, quando o presidente norte-americano, Donald Trump, fez o primeiro anuncio de tarifas impostas sobre produtos chineses. Desde então, foram feitas algumas tentativas de acordo, mas os rompimentos de tréguas com novos anúncios e ameaças de retaliações frustraram expectativas de solução.

Em agosto, as tensões pioraram após a disputa, que até então se restringiam a anúncios e ameaças de tarifas sobre produtos importados, passar para o campo cambial. Em reação a uma nova rodada de tarifas dos EUA, a China desvalorizou fortemente sua moeda, o iuan, e foi acusada de manipulação cambialEntenda a crise e a guerra comercial entre as duas potências.

NACIONAIS

Desmatamento

Operação de fiscalização "Guardiões da Vida" , nos arredores da BR-319/AM, realizada pelo Ibama em 2015 — Foto: Ditec_Ibama / AM

Operação de fiscalização “Guardiões da Vida” , nos arredores da BR-319/AM, realizada pelo Ibama em 2015 — Foto: Ditec_Ibama / AM

O eventual fim do Fundo Amazônia pode impactar diretamente na realização de fiscalizações contra o desmatamento ilegal na Amazônia. Para a realização das vistorias do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na região são necessários meios de transporte especiais, como veículos 4×4 e helicópteros, atualmente financiados pelo Fundo Amazônia.

O Fundo Amazônia, que já captou R$ 3 bilhões em doações, contava com verba da Noruega e da Alemanha para ações de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável. Quase 60% dos recursos são destinados a instituições do governo. Mas mudanças que o Ministério do Meio Ambiente pretende implantar levaram à suspensão dos repasses.

Em 2018, o fundo destinou R$ 140 milhões para Ibama bancar aluguel de veículos 4×4 e helicópteros. Entre 2016 e 2018, verbas do fundo financiaram 466 vistorias que geraram aplicação de mais de R$ 2,5 bilhões em multas.

Bolsas suspensas

Sem resposta do governo federal sobre a garantia de abertura de crédito suplementar para cobrir o déficit do orçamento de 2019, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou ontem que suspendeu a assinatura de novos contratos de bolsas de estudo e pesquisa.

“O CNPq informa a suspensão de indicações de bolsistas, uma vez que recebemos indicações de que não haverá recomposição integral do orçamento de 2019”, disse o CNPq em nota. “Dessa forma, estamos tomando as medidas necessárias para minimizar as consequências desta restrição”.

O Ministério da Economia diz que ainda avalia pedido de crédito suplementar para cobrir o déficit de mais de R$ 300 milhões, feito pelo MCTIC em 1º de março.

Abuso de autoridade

Câmara aprova projeto que endurece punição para abuso de autoridade

Câmara aprova projeto que endurece punição para abuso de autoridade

Cinco deputados federais do partido Novo pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que determine à Câmara uma nova votação do projeto que pune o abuso de autoridade. A proposta, que define punições a juízes, integrantes do Ministério Público e políticos, foi aprovada e enviada para sanção presidencial.

Segundo os parlamentares, houve ilegalidade na votação na Casa porque os deputados foram impedidos de realizar votação nominal – a votação foi simbólica. Ainda não houve o sorteio que definirá o ministro relator do pedido no Supremo.

Despoluição do Rio Pinheiros

Governador João Doria prometeu despoluição do Rio Pinheiros até 2022 — Foto: Marcelo Brandt / G1

Governador João Doria prometeu despoluição do Rio Pinheiros até 2022 — Foto: Marcelo Brandt / G1

Há anos o paulistano ouve promessas que o Rio Pinheiros será despoluído. Mas isso é possível? Entre os muitos desafios estão resolver como e onde 20 mil imóveis regulares em bairros de classe média de São Paulo, na região do Morumbi e Butantã, e 700 mil moradores de áreas informais, nas zonas Sul e Oeste da cidade, vão despejar esgoto, que atualmente é jogado justamente no Rio Pinheiros.

Segundo o governador João Doria é possível: em 12 de julho, ele anunciou que começaria o projeto Novo Pinheiros com o desassoreamento do rio e a promessa de despoluição até 2022. Na primeira etapa, em junho e julho já foram coletadas mais de 100 toneladas de resíduos superficiais do rio. Agora, o governo pretende colocar miniestações em córregos poluídos pelos imóveis não conectados à rede de esgoto.

  • Poluição mata ‘Córrego Esmeralda’ e faz Riacho Água Podre nascer como desafio para bairros em SP; entenda

Educação

Alfabetização: saiba as diferenças entre método fônico e método global

Alfabetização: saiba as diferenças entre método fônico e método global

Furacão do tamanho da Terra

Planeta Júpiter — Foto: Nasa

Planeta Júpiter — Foto: Nasa

Semana passada a NASA divulgou sua imagem mais recente do planeta Júpiter e sua “Mancha Vermelha” gigante. Essa mancha na verdade é um poderoso furacão do tamanho da Terra que já dura mais de 300 anos. Entenda mais sobre o fenômeno no blog do Cássio Barbos.

Festa do Peão

Ferrugem distribui beijos aos fãs na Arena da Festa do Peão de Barretos 2019 — Foto: Ricardo Nasi / G1

Ferrugem distribui beijos aos fãs na Arena da Festa do Peão de Barretos 2019 — Foto: Ricardo Nasi / G1

Pela primeira vez, o pagodeiro carioca Ferrugem se apresentou na Festa do Peão de Barretos e foi o responsável por encerrar a primeira noite de shows da 64ª edição do evento. De bota e chapéu, os fãs do sertanejo foram envolvidos pela música e sambaram na Arena na madrugada desta sexta-feira (16).

Diego e Victor Hugo soltam a voz no palco Arena da Festa de Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Diego e Victor Hugo soltam a voz no palco Arena da Festa de Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Ao som de ‘Solteiro não Trai’, Gustavo Mioto coloca fãs para dançar em Barretos 2019 — Foto: Ricardo Nasi / G1

Ao som de ‘Solteiro não Trai’, Gustavo Mioto coloca fãs para dançar em Barretos 2019 — Foto: Ricardo Nasi / G1

Peões de oito estados do Brasil disputam Rodeio Estadual em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Peões de oito estados do Brasil disputam Rodeio Estadual em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Mabel

Mabel — Foto: Warner / Divulgação

Mabel — Foto: Warner / Divulgação

Lançado neste mês, o álbum de estreia de Mabel vem sendo preparado há pelo menos quatro anos. Mas muita coisa mudou desde que a cantora lançou seus primeiros singles, com um lado mais soul romântico e sofredor. Agora, ela se apoia em singles pop dançantes, como a empoderada “Don’t Call Me Up” (110 milhões de views no YouTube e versos no estilo “Beijo, não me liga”). E deu uma repaginada no visual: foi de hippie tranquila a diva dos mil looks. Cantora britânica fala ao G1sobre disco de estreia.

Isis Valverde: mãe e trabalho

Isis Valverde com o filho, Rael — Foto: Isis Valverde / Instagram / Reprodução

Isis Valverde com o filho, Rael — Foto: Isis Valverde / Instagram / Reprodução

Isis Valverde está de volta ao trabalho após o nascimento de Rael, seu primeiro filho, agora com oito meses. A atriz promove o longa “Simonal”, em cartaz nos cinemas, e se prepara para atuar na novela que substituirá “A dona do pedaço” na faixa das 21h da Globo. Mas ela admite que não está sendo fácil. “É difícil deixá-lo em casa, perder o sorrisinho dele. Agora ele já tá ficando em pé, é difícil perder isso”, diz ao G1.

Curtas e Rápidas:

Futebol

Tite protege seu time e nunca atribui a derrota a algum jogador em específico. — Foto: Silvia Izquierdo/AP

Tite protege seu time e nunca atribui a derrota a algum jogador em específico. — Foto: Silvia Izquierdo/AP

O técnico da seleção brasileira, Tite, convoca às 10h 23 jogadores para os amistosos contra Colômbia, dia 6 de setembro em Miami, e Peru, dia 10 em Los Angeles. Os atletas se apresentam nos EUA dia 1º de setembro. O treinador tem alguns desfalques certos, como o goleiro Alisson e o atacante Gabriel Jesus – o primeiro por lesão na panturrilha, o segundo suspenso por medida disciplinar da Conmebol. Neymar será chamado?

Previsão do tempo

Veja como fica a previsão do tempo para esta sexta-feira

Veja como fica a previsão do tempo para esta sexta-feira

Fonte: G1

 

Por Blog do BG

Bolsonaro não é burro, mas um idiota ingrato que nada sabe, diz Alexandre Frota

O deputado federal Alexandre Frota, que foi expulso do PSL – Pedro Ladeira – 9.abr.19/Folhapress

Expulso do PSL na terça-feira (13), o deputado Alexandre Frota disse à Folha que o presidente Jair Bolsonaro exigiu seu expurgo da sigla.

Em sua primeira entrevista após o episódio, Frota afirma que Bolsonaro é “um idiota ingrato que nada sabe” e que “aquela cadeira de presidente ficou grande para ele e ele se lambuzou com o mel da Presidência”.

Acusado de infidelidade partidária por criticar abertamente o presidente, ele diz que sua expulsão é “um aviso para aqueles que acham que estamos vivendo em uma democracia”.

Frota disse já ter recebido convites de sete partidos —DEM, PP, MDB, PSDB, Podemos, PSD e PRB. Após se aproximar do governador de São Paulo, João Doria, está inclinado a se filiar ao PSDB.

​A pedido do deputado, a Folha enviou as perguntas por escrito, pelo WhatsApp, e as respostas foram dadas por meio de áudios no aplicativo.

O que o sr. considera o estopim para a sua expulsão do PSL? O estopim foi porque discordei e não pode discordar, critiquei e não pode criticar. Não disse amém e é preciso dizer amém. Mas não tive e não tenho medo do governo do Lula, do PT, não terei medo do governo Bolsonaro, entende?

Foram vários os fatores, mas o fato de falar a verdade incomodou muito, de criticar quem não gosta [de ser criticado] e não está preparado para as críticas. Isso pesou muito para o Bolsonaro. Bolsonaro não é burro, senão ele não chegaria onde chegou, mas é um idiota ingrato que nada sabe.

Aquela cadeira de presidente ficou grande para ele e ele se lambuzou com o mel da Presidência. Bolsonaro se mostra, muitas vezes, infantil. Ele não está preparado para o cargo para o qual foi eleito, para o qual eu, infelizmente, ajudei a elegê-lo. Eu acreditava, assim como milhões de brasileiros, que ele realmente pudesse fazer a diferença, mas não foi isso que encontrei lá. Ele acredita nas verdades criadas, nas próprias fantasias dele.

Se por um lado não podemos achar que é justo, em sete meses do governo, conseguir consertar a bagunça que foi feita nos últimos anos pelos governos de esquerda, por outro lado o Bolsonaro fica devendo conteúdo, diplomacia, respeito. Ele nada sabe sobre isso, ele não gosta de ouvir, é inseguro, medroso e caricato.

Bolsonaro não foi ninguém no Exército, saiu expurgado de lá, não foi brilhante, ou estou errado? Não estou. Eu, como ator pornô, dei mais certo do que ele no Exército. Bolsonaro está fazendo parte de uma matilha cultural e social de extrema-direita, que assim como a esquerda, que durante muito tempo trabalhou isso, acham que vão dominar o país. E aí entram com as agressões, com as humilhações aos aliados, aos amigos, aqueles que o ajudaram a levá-lo à Presidência da República.

Lembro que Bolsonaro tinha um discurso em que ele dizia que soldado ferido no Exército dele não ficaria para trás. Ele deixou vários para trás, a começar pelo Magno Malta, o [Gustavo] Bebianno, o Julian Lemos, que se entregaram para a campanha dele, abriram mão de fazer suas campanhas e correr por suas vidas para poder eleger o Bolsonaro.

A impressão que eu tenho é que o Bolsonaro não saiu da campanha. Ele acha que o Palácio é um palco. Ele tem que levantar as mãos para o céu por ele ainda ter do lado dele o Paulo Guedes, o Sergio Moro. Mas o castelinho de areia uma hora vai ruir e ele vai ficar perdido como um cachorrinho vira-lata numa montanha de lixo. Infelizmente, o seu governo não apresenta propostas, vive de momentos, de insights. Sair do PSL, para mim, foi receber uma carta de alforria, foi me libertar da ditadura bolsonarista. Saí com muito orgulho e pela porta da frente.

O sr. considera que foi um processo justo? Não vou julgar aqui os que me julgaram. Se essa foi a decisão, vou respeitar democraticamente. Não queria que fosse assim. Temos que ter liberdade de opinar, para se posicionar. Não posso falar para o Bolsonaro só o que ele quer ouvir.

Bolsonaro teve influência na sua expulsão? Como o sr. avalia isso? Foi um equívoco, foi um erro. Mostrou autoritarismo, ditadura. O [deputado] Luciano Bivar [presidente do PSL], meu amigo pessoal, ficou entre a cruz e a espada. É claro que fiquei triste com a expulsão. Foi ruim para mim, para as pessoas que apostam em mim, me senti policiado. Que democracia é essa? O cara não pode falar nada, não pode fazer uma crítica.

O sr. mantinha uma boa relação com Bivar. Quando e como essa relação mudou?Entrei na sala do Luciano, na sala da vice-presidência da Câmara, e ele estava sentado, cabisbaixo, olhou para a minha cara, e eu já sabia naquela hora… Perguntei como estavam as coisas e ele disse: ‘Tá difícil, Frota. O Jair pediu para te tirar do partido, pediu sua expulsão’. É muito difícil para o Luciano Bivar receber isso, mas entendo o Bivar e não tiro o mérito da maneira como ele trabalhou e conversou comigo carinhosamente.

Alguns apoiadores do presidente dizem que o sr. foi um caroneiro, que só pegou a onda Bolsonaro para se eleger. Como responde a isso? Acho engraçado. Eu ia pegar carona em quem? O Bolsonaro era meu candidato, só podia pegar carona nele. Isso tem que ficar muito claro. Quem falou que eu sou caroneiro foi o [deputado] Eduardo Bolsonaro [PSL-SP]. Eu ainda pego carona e ele que fura a fila?

O sr. tentou indicar cargos no governo, na Ancine, por exemplo, e deu declarações públicas se queixando por não ter sido atendido. O que o sr. pediu? Essa é uma lenda. Nunca tentei indicar cargos no governo, principalmente na Ancine.

Além do sr., existe mais alguém no PSL insatisfeito com o presidente Bolsonaro?Existem vários, mas ninguém tem coragem de meter a cara. Existem vários que gostariam de estar falando o que estou falando, ou, inclusive, fazendo ponderações pontuais e verdadeiras como estou fazendo. Mas muita gente não tem coragem de falar.

Como o sr. vai votar as pautas do governo a partir de agora? Pelo bem do Brasil. Vou votar com o governo quando achar que tem que votar. E quando achar que tem que discordar, vou discordar.

O sr. teve convites de alguns partidos. Já definiu seu destino? Acho que a quantidade de convites que tive, e com qualidade, é resultado de um trabalho coeso, honesto e de muito estudo e dedicação. Cheguei na Câmara com meu esforço, fui buscar o meu voto em cada cidade que passei. Andei 35 mil quilômetros de carro, mais de 65 cidades, cheguei quase a 90. Trabalhei incansavelmente. Não tenho curral eleitoral.

Sou um privilegiado do lugar que estou chegando dentro da Câmara. Em 200 dias de governo, tenho 150 discursos. O primeiro a me convidar foi o PSDB, do João Doria e do Bruno Araújo, de quem eu gosto bastante. Trabalhei com Bolsonaro de 2014 a 2018, na hora que ele foi eleito, e até agora nunca me ligou para me dar os parabéns pela minha eleição ou por qualquer outra coisa que eu tenha ajudado, principalmente na coordenação da Previdência. O Rodrigo Maia é o grande fiador dessa Previdência. Recebi sim convite do PSDB, do DEM, me senti lisonjeado. Talvez quando sair essa reportagem, já vou ter definido. E que Deus me proteja.

O sr. foi eleito com um discurso alinhado ao de Bolsonaro. O que aconteceu de lá para cá? O sr. mudou de posição? Sim, fui eleito com discurso alinhado ao de Bolsonaro, mas já tinha esse discurso antes. No final de 2013, quando comecei a praticar meu ativismo, comecei a criticar a esquerda, já tinha meus discursos polêmicos, ácidos, não aceitava e achava que era hora de o Brasil mudar. Fiz um discurso alinhado ao Bolsonaro, volto a repetir, porque o Bolsonaro era meu candidato naquele momento.

O que aconteceu de lá pra cá eu acho que já respondi lá em cima. Principalmente meu amadurecimento e entendimento com as pautas do Brasil, de interesse do povo brasileiro, foi isso que mudou. Eu não mudei de posição, continuo sendo o Alexandre Frota que vai lutar pelo povo brasileiro e que vai ter sua posições e opiniões fortes.

O sr. pretende disputar a Prefeitura de São Paulo no ano que vem? Eu não pretendo disputar a Prefeitura de São Paulo e muito menos a do Rio de Janeiro. Isso é mentira. Todo mundo sabe que a minha candidata para São Paulo é a Joice Hasselmann. Até então eu vinha fazendo mais campanha do que ela própria. Sempre deixei claro isso. Isso foi um dos motivos que gerou muita confusão no PSL, porque o Eduardo Bolsonaro acha que tem que ser o [apresentador José Luiz] Datena. O Datena é meu amigo há 30 anos, adoro o Datena. Mas o Datena, nas duas últimas eleições, na hora H, ele desistiu.

Raio-X

Alexandre Frota, 55. Filou-se ao PSL em 2018, convidado por Jair Bolsonaro. Foi eleito para a Câmara dos Deputados por São Paulo com pouco mais de 150 mil votos

Folha de São Paulo

 

O drama de Michelle: avó traficante e mãe acusada de falsificação; há anos, primeira-dama se afastou das familiares com passagem pela polícia

Foto: (Isac Nóbrega/PR)

Em abril passado, VEJA publicou uma reportagem que começava assim: “Maria Aparecida Firmo Ferreira tem 79 anos, é cardíaca, sofre de Parkinson, locomove-se com dificuldade e mora num casebre que fica na parte mais miserável de Brasília — a favela Sol Nascente, conhecida pela violência, dominada pelo tráfico de drogas e conflagrada por facções que usam métodos similares aos das milícias cariocas. Sem se preocupar com tudo isso, dona Aparecida, como é conhecida, enfrenta uma odisseia diária. Aposentada, ela divide seu tempo entre cuidar de um filho deficiente auditivo, ir ao posto de saúde buscar remédios e bater papo com os vizinhos. (…) Ninguém, ou quase ninguém da vizinhança, sabe que ela é avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro. A neta agora famosa, o presidente da República e a pobreza são assuntos que parecem despertar sentimentos conflitantes em dona Aparecida. Faz mais de seis anos que ela não vê a neta que ajudou a criar. A avó não foi convidada para a posse, nem ela nem sua filha, mãe de Michelle, Maria das Graças. Passados três meses de governo, ela não recebeu convite para uma visita ao Palácio da Alvorada, a residência oficial, que fica a apenas 40 quilômetros da favela. Por quê? Ela diz que não sabe responder”. Na última semana, o jornal Folha de S.Paulo publicou uma nova reportagem mostrando que Maria Aparecida, a avó, estava internada fazia dois dias no corredor de um hospital público de Brasília, aguardando vaga para realizar uma cirurgia ortopédica. Sem nenhuma assistência da neta, ela sofria sozinha a dor pela fratura da bacia.

Pois o que parecia um desprezo profundo da primeira-dama com a família de origem humilde esconde, na verdade, problemas bem mais complexos. Dona Aparecida, a avó, nem sempre foi a pessoa de saúde frágil e indefesa que hoje cobra um pouco de atenção da neta. Antes de se aposentar, ela tentou ganhar a vida traficando drogas. VEJA localizou nos arquivos da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal o processo que detalha o dia em que Maria Aparecida Firmo Ferreira, então com 55 anos, foi presa em flagrante. Em 1997, a avó da primeira-­dama era conhecida nas ruas como “Tia” e, segundo a polícia, sua principal atividade era vender drogas no centro de Brasília. Em julho daquele ano, ela foi surpreendida com 169 “cabecinhas de merla”, um subproduto da cocaína. No auto de prisão, ao qual VEJA teve acesso, os policiais contaram ter recebido uma denúncia anônima de tráfico numa região que fica a apenas 3 quilômetros do Palácio do Planalto. Ao chegarem ao local indicado, eles encontraram Aparecida. Dentro de uma sacola que ela carregava, além da “merla”, estavam dois relógios e dezesseis vales-transporte. Na delegacia, ela confessou o crime.

TRÁFICO – Maria Aparecida Firmo Ferreira, avó da primeira-dama: em julho de 1997, ela foi presa em flagrante vendendo drogas no centro de Brasília. Condenada a três anos de prisão, cumpriu pena em um presídio feminino (Cristiano Mariz/.)

No depoimento que prestou, a avó da primeira-dama contou que cada pacotinho da droga era vendido a 5 reais. Na Justiça, ela mudou a versão. Alegou que a sacola apreendida não era sua e que teria confessado o crime por pressão dos policiais. Havia, porém, testemunhos de clientes. Aparecida acabou condenada a três anos de reclusão, em regime fechado. A defesa ainda recorreu, sem sucesso. Uma das desembargadoras que votaram contra a libertação foi Sandra de Santis, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello. No processo, ao qual VEJA também teve acesso, a avó da primeira-dama, depois de condenada, escreveu uma carta ao juiz confessando o crime e pedindo clemência: “É certo que transgredi a lei, mas o preço altíssimo que pago por meu delito transformou-se completamente. Sou uma senhora de princípios renovados”, dizia.

Na penitenciária feminina do Gama, onde foi cumprir a pena, Maria Aparecida mostrou que os seus princípios não estavam tão renovados assim. Em maio de 1999, quando já estava presa havia um ano e oito meses, tentou subornar um agente, oferecendo-­lhe dinheiro para que a levasse até sua casa. O plano era o seguinte: ela fingiria que estava doente, a direção do presídio autorizaria sua ida a um hospital e, no caminho, a guarda desviaria a rota, permitindo que Maria Aparecida fizesse uma visita à família. Por causa dessa infração, ela ficou na solitária e teve os benefícios de progressão de pena suspensos — e só deixou a penitenciária, em liberdade condicional, em agosto de 1999, depois de cumprir dois anos e dois meses de cadeia. Sua punição foi oficialmente considerada extinta em 2000.

IDENTIDADE – Maria das Graças Firmo, a mãe de Michelle: a polícia descobriu que ela tinha dois registros civis — um deles, falso (./.)

Na reportagem publicada em abril, Maria Aparecida contou ter ajudado a criar Michelle, reclamou da ausência da neta e lamentava não ter sido sequer convidada para a cerimônia de posse do presidente Bolsonaro — nem ela nem a filha, Maria das Graças, a mãe de Michelle. O passado, confidencia um familiar da primeira-dama, também deixou marcas na relação entre mãe e filha. Maria das Graças igualmente esteve na mira da Justiça. Em 1988, quando Michele tinha 6 anos, a polícia descobriu que sua mãe possuía dois registros civis — um verdadeiro e o outro falso. De acordo com o primeiro, o verdadeiro, Maria das Graças Firmo Ferreira nasceu no dia 11 de junho de 1959, tinha 1,60 metro e era filha de Ibraim Firmo Ferreira. No outro, o falso, não havia o nome do pai, o da mãe fora alterado (de Maria Aparecida Mendes para Maria Aparecida Firmo Ferreira), ela ficara nove anos mais nova (o ano de nascimento passou para 1968) e sua altura tinha aumentado em 13 centímetros (1,73 metro). Tratava-se, portanto, de outra pessoa.

A então Delegacia de Falsificações e Defraudações de Brasília instaurou inquérito policial para investigar Maria das Graças. Os agentes apuraram que a mãe da primeira-dama havia solicitado a segunda identidade oito anos depois de obter a primeira. Para isso, usou uma certidão de nascimento adulterada expedida no município de Planaltina de Goiás, distante 440 quilômetros do local onde ela realmente nasceu e foi registrada (Presidente Olegário, em Minas Gerais). A fraude foi constatada quando a polícia comparou as impressões digitais dos dois prontuários de identificação arquivados na Secretaria de Segurança e descobriu tratar-se da mesma pessoa. Intimada a depor, Maria das Graças contou que perdera a carteira de identidade e a certidão de nascimento. Ao fazer um novo registro civil, decidiu excluir o nome do pai, porque ele “abandonou a família”, e, “aconselhada por duas amigas”, também alterou a data do seu nascimento — mas nada disso tinha nenhuma “intenção criminosa”, segundo ela.

AMEAÇAS – Favela Sol Nascente: acusado de pertencer à milícia local, tio da primeira-dama continua preso preventivamente (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Maria das Graças usou a certidão de nascimento adulterada para emitir um novo CPF. Não há no inquérito informações sobre eventuais negócios ilícitos realizados por ela com os documentos falsos. Em 1989, o Ministério Público remeteu o inquérito para a Justiça. Maria das Graças foi indiciada por falsidade ideológica, que prevê pena de até cinco anos de prisão em regime fechado, porém, em 1994, depois de ficar mais de cinco anos parado na Vara Criminal, o processo foi arquivado. O juiz responsável pelo caso justificou a decisão argumentando que o crime estava prescrito. Procurada por VEJA, a mãe de Michelle apresentou uma nova versão para a história: “Isso aí foi um negócio que meu pai tinha arrumado para mim. Não quero mexer com isso, não quero falar sobre isso”. Ibraim Firmo, o pai, foi assassinado em 2015.

VEJA apurou com familiares da primeira-dama que o distanciamento entre ela, a mãe e a avó se deu justamente por causa desses problemas do passado. Um parente que pediu anonimato contou que, pouco depois de Jair Bolsonaro decidir concorrer à Presidência, Michelle procurou a mãe para que ela resolvesse pendências que ainda existiam sobre sua documentação. Ofereceu ajuda, mas Maria das Graças recusou, e as duas se afastaram. A mãe nega qualquer entrevero com a filha. “Eu não vou lá (no Palácio da Alvorada) porque não gosto de palácios e, para a Michelle vir aqui, é muita gente para vir junto e fica tudo muito difícil”, diz. “Estamos ótimas, é tudo mentira, fofoca.”

Rolos com a Justiça têm sido uma tradição familiar. João Batista Firmo Ferreira, sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, foi um dos poucos familiares de Michelle convidados para a cerimônia de posse do presidente Bolsonaro. É — ou era — o tio preferido da primeira-dama. Em maio passado, no entanto, ele foi preso, sob a acusação de fazer parte de uma milícia que age na Sol Nascente, onde mora com a mãe, Maria Aparecida, a avó de Michelle. De acordo com o Ministério Público, João Batista e mais sete PMs participariam de um esquema ilegal de venda de lotes na favela. Um delator contou que os policiais atuavam como o braço armado da quadrilha, dando suporte ao negócio irregular através de ameaças e até eliminação de desafetos. O sargento está preso na penitenciária da Papuda, em Brasília.

O processo que apura a ligação do ex-policial com a milícia da Sol Nascente tramita em segredo de Justiça. Os advogados do PM dizem que o envolvimento dele no caso é um grande mal-entendido. João Batista, de acordo com essa versão, teve a prisão decretada após uma improvável coincidência. Ele construiu uma casa e tentava vendê-la. Um policial amigo indicou um comprador. Esse amigo, porém, estava sendo monitorado pelo Ministério Público. As conversas entre os dois foram gravadas e, para os investigadores, elas comprovariam que João Batista e o colega estavam vendendo lotes irregulares e dividindo as comissões. Logo depois de fechado esse último negócio, inclusive, foi realizada uma transferência de dinheiro da conta de João Batista para a do policial. De acordo com os advogados, o depósito seria uma comissão pela corretagem. Essa versão, no entanto, não convenceu a Justiça.

No mês passado, a defesa de João Batista ingressou com um pedido de relaxamento da prisão preventiva, alegando que o sargento tem bons antecedentes e residência fixa. O juiz do caso, no entanto, ressaltou que a gravidade das condutas dos policiais apuradas pelos investigadores, entre elas participar de organização criminosa, justificava a manutenção da prisão — e negou o pedido. Pessoas próximas ao sargento contaram a VEJA que o fato de ser parente de Mi­chelle Bolsonaro não ajudou em nada a situação dele, muito pelo contrário. Na cadeia, detido há quase noventa dias numa área da penitenciária reservada a policiais, João Batista não recebeu a visita nem tipo algum de ajuda ou solidariedade de ninguém da família.

Procurada, a primeira-dama não quis se pronunciar sobre os familiares. No governo, Michelle vem desempenhando um bom papel, ocupando o cargo de presidente do conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado, órgão responsável por projetos na área social. Depois da publicação da reportagem da Folha sobre a avó, dona Maria Aparecida foi transferida para outro hospital e operada. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que não houve interferência alguma do Palácio do Planalto na mudança. Questionado sobre o caso e fiel ao seu estilo, o presidente Bolsonaro classificou o episódio todo como uma baixaria. De fato, é. Agora, entende-se a distância que a primeira-dama, tão ciosa de sua imagem e preocupada com causas sociais, impôs aos enrolados membros de sua família.

Veja

 

Fim da obrigatoriedade de simulador para CNH e suspensão de aulas para cinquentinha valem a partir de setembro

Processo para tirar CNH vai ser mais curto a partir de setembro. — Foto: Divulgação

O número de aulas para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vai ser reduzido a partir do dia 16 de setembro.

No mesmo período, também será alterado o processo para obter a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor), documento exigido para guiar cinquentinhas, como são conhecidos os ciclomotores com motor de até 50 cm³.

Entenda as mudanças em detalhes:

CNH (categoria B)

a partir de 16 de setembro próximo, acaba a exigência de uso do simulador nas autoescolas para quem quiser tirar a CNH na categoria B (carros). Ele passa a ser facultativo;

com isso, cai o número de horas/aulas obrigatórias. Ele passará de 25 para 20 horas.

ACC (cinquentinha)

a partir de setembro próximo, durante 1 ano, quem quiser guiar cinquentinhas poderá fazer as provas teórica e prática sem ter feito aulas. Somente se for reprovado, terá de passar por aulas práticas;

a partir de setembro de 2020, voltam a ser exigidas as aulas, mas o número vai cair de 20 para 5 horas, sendo que uma delas dever ser noturna;

no exame prático, o candidato poderá usar seu próprio ciclomotor — desde que o veículo tenha, no máximo, 5 anos de uso.

Críticas de especialistas

Na época em que foram anunciadas, em junho último, o governo disse que o objetivo era desburocratizar esses processos e reduzir custos, mas as mudanças foram criticadas por especialistas em trânsito.

“Quando reduzimos a carga para baratear custos, aumentamos o risco de acidentes no futuro, e, como consequência, aumentar custos na área da saúde, por exemplo”, afirmou Renato Campestrini, gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária.

Para Mauricio Januzzi, advogado especialista em direito do trânsito, “o governo está tirando algumas áreas essenciais para formação do condutor, em detrimento de um custo mais baixo”.

“Talvez, em nome da ‘desburocratização’, tenhamos um cenário triste com o aumento de acidentes e mortes no trânsito”, disse Flavia Vegh Bissoli, vice-presidente da comissão de trânsito da OAB-SP.

Para o presidente do Sindicato das Autoescolas do Estado de São Paulo, Magnelson Carlos de Souza, desburocratizar o processo é positivo, mas os condutores deveriam continuar fazendo aulas em simuladores.

“O simulador tem algumas vantagens. Ele é mais rápido e mais barato. Se somar as duas coisas, não tenho dúvidas de que ele [o aluno] vai optar pelo simulador. Mas o mercado é quem vai moldar”, afirmou.

Outras medidas

Também em junho passado, o governo federal também propôs outras mudanças no Código de Trânsito, mas que precisam ser aprovadas pelo Congresso, entre elas o aumento da pontuação máxima para suspensão da CNH por infrações e o fim da multa para quem transportar crianças sem cadeirinha.

Auto Esporte – Globo

 

Caixa devolve mais R$ 7,35 bilhões ao Tesouro Nacional

A Caixa anunciou nessa quinta-feira(15) que devolveu mais R$ 7,35 bilhões ao Tesouro Nacional somente com o resultado financeiro obtido no primeiro trimestre do ano, informa a Folha.

A meta do presidente do banco, Pedro Guimarães, é pagar mais R$ 10 bilhões até o final do ano. Em junho, a Caixa havia devolvido R$ 3 bilhões.

Ao todo, a Caixa tinha cerca de R$ 40 bilhões a devolver à União, resultado da injeção de recursos feita por meio de Instrumentos Híbridos de Capital e Dívidas (IHCD) entre 2007 e 2013.

O Antagonista

 

LOCAIS

 

Cerca de 3 mil turistas virão a Natal correr a Meia Maratona do Sol e projeção é que deixem mais de R$ 1 milhão na economia potiguar

Por Breno Perruci/@eaiboracorrer

Marcada para o próximo dia 21 de setembro, a edição 2019 da Meia Maratona do Sol deverá alcançar o índice dos 7 mil inscritos, o que coloca a corrida entre as principais do Nordeste. Desses, mais de 3 mil deverão ser de fora do Rio Grande do Norte. Nesse atual momento mais de 2 mil turistas já estão inscritos. Os Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará são os principais emissores de atletas. Mas já que estamos falando sobre números, eles chamam a atenção não só pelo aspecto esportivo em si e sim porque entram em questões como turismo e mercado.

Pra facilitar o entendimento, vamos fazer uma continha rápida e simples. Considerando que muitos fazem o tradicional bate e volta, vamos supor que apenas um terço desses 3 mil turistas passem o final de semana em Natal, teremos 1.000 pessoas a mais durante dois dias aqui. Segundo as estimativas de especialistas da Fecomércio/RN, turistas regionais gastam em média R$ 322 por dia. Seguindo essa projeção, teremos um volume de R$ 644 mil a mais injetados na nossa economia, isso se contarmos só com os corredores, sem falar dos familiares. Ou seja, a conta certamente fecha acima de R$ 1 milhão em volume de consumo.

“Estamos há pouco mais de 1 mês da prova e já estamos na faixa de 5 mil inscritos no total. É o maior índice atingido para tanto tempo antes da corrida, no comparativo com os anos anteriores. Esperamos fechar as 7 mil vagas no início de setembro”, frisa Gabriel Negreiros, organizador da Meia do Sol.

Pois é meus amigos, o chamado maraturismo é realidade consolidada em diversas grandes cidades pelo Brasil e já movimenta bilhões de dólares mundo afora. É sim um importante nicho de mercado e que aos poucos Natal vai entrando nessa rota.

Treinão aberto

Faltando apenas 40 dias para a edição 2019 da Meia Maratona do Sol, 200 atletas que participarão da prova têm encontro marcado no Treinão Toyolex e Meia do Sol. O evento acontecerá neste sábado (17), a partir das 6h, e todas as vagas já foram preenchidas. De qualquer forma, quem quiser pode participar, mesmo sem estar inscrito. Apenas não poderá concorrer aos sorteios de brindes que serão realizados no dia.

O objetivo do Treinão é reunir as assessorias de corrida e os atletas que participarão da Meia do Sol não apenas para treinar, mas também para trocar experiências e garantir mais um momento de preparação para a corrida, que acontecerá no dia 21 de setembro, com largada às 16h na Arena das Dunas.

Para auxiliar os atletas, as equipes de diversas assessorias esportivas estarão à disposição de todos os atletas com seus profissionais de Educação Física, fazendo alongamentos e o aquecimento para o percurso, e dando dicas para aqueles que estão iniciando nesse mundo das corridas. Além disso, serão distribuídas frutas e água durante todo o percurso, mantendo os atletas preparados para finalizar com segurança o treino.

Durante o evento, a equipe da Meia do Sol realizará o sorteio de brindes como camisas da corrida, inscrições e outro atrativos para os participantes.

Serviço:
Treinão Meia do Sol e Toyolex
Data: 17 de agosto de 2019 – Sábado
Largada: Toyolex – BR-101 – a partir das 6h
Informações: www.meiamaratonadosol.com.br

Fonte: Blog do BG

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