PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

Na reforma da Previdência, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo, sinalizou que poderia apoiar um texto alternativo da proposta na comissão especial. Hoje, ele deve se encontrar com o presidente Jair Bolsonaro. Começam as inscrições do Encceja 2019. Você vai saber ainda quais são as vagas abertas em concursos pelo país. E tem também a estreia da nova novela das 21h, ‘A dona do pedaço’. O que é destaque nesta segunda-feira:

NACIONAIS

Reforma da Previdência

Após sinalizar que pode apoiar um texto alternativo da reforma da Previdência na comissão especial que analisa a proposta, o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder do governo na Câmara, deve se encontrar hoje com o presidente Jair Bolsonaro. A ideia de uma nova proposta elaborada pelos parlamentares começou a ser discutida entre líderes partidários no fim da semana passada na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

No início da tarde, também devem se reunir para discutir o tema o ministro da Economia Paulo Guedes e o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), relator da reforma na comissão especial da Câmara. Em seguida, o governo deve lançar uma nova fase da campanha de divulgação da reforma da Previdência em evento que terá a participação de Bolsonaro e Guedes, que depois irão se reunir.

Meio Ambiente

O Ministério do Meio Ambiente voltou atrás, e anunciou ontem que participará da Semana do Clima da América Latina e do Caribe, em Salvador. Na última semana, o titular da pasta, Ricardo Salles, havia cancelado a realização do evento no Brasil. Em nota, o ministério informou que decidiu formular uma proposta para ser discutida no evento, que contará com a participação da pasta e do Itamaraty.

Túnel reaberto

Túnel Acústico é totalmente reaberto no Rio de Janeiro — Foto: Renato Souza/TV Globo

Túnel Acústico é totalmente reaberto no Rio de Janeiro — Foto: Renato Souza/TV Globo

O Túnel Acústico Rafael Mascarenhas foi totalmente liberado para o tráfego de veículos nesta madrugada, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O sentido Lagoa foi reaberto por volta das 4h45. O trânsito para São Conrado já estava em funcionamento desde a madrugada de domingo (19). Com isso, a cidade voltou ao estágio de normalidade, segundo a prefeitura. O estágio de crise, que é o mais alto nível em uma escala de três alertas emitidos pela prefeitura, foi aplicado 4 vezes neste ano e deixou a cidade nesta situação por 14 dias.

Concursos

Pelo menos 150 concursos públicos estão com 16 mil vagas abertas em todo o país. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade. Hoje, 13 órgãos abrem inscrições para concursos. Os salários chegam a R$ 9,6 mil.

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Educação

Começam hoje as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). O exame é destinado a jovens e adultos que não tiveram oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada e estão interessados em obter um certificado. As provas serão aplicadas em 611 municípios do país, no dia 25 de agosto.

Virada Cultural

Anitta durante performance em show na Virada Cultural 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Anitta durante performance em show na Virada Cultural 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

O fim de semana foi de maratona de shows na capital paulista. A Virada Cultural teve público de 5 milhões de pessoas (2 milhões a mais que no ano passado), segundo balanço divulgado pela Prefeitura. O prefeito Bruno Covas (PSDB) disse que a edição 2019 “foi a maior já feita” na cidade. Foram mais de 1.200 atividades gratuitas em cerca de 250 pontos durante o sábado e o domingo. Segundo a PM, 43 pessoas foram presas durante o evento.

Literatura

'1984' e 'A revolução dos bichos' — Foto: Reprodução

‘1984’ e ‘A revolução dos bichos’ — Foto: Reprodução

Os brasileiros estão lendo muita poesia empoderada, romances chorosos e livros de autoajuda do Augusto Cury. Mas no meio disso, dois títulos chamam a atenção na lista das ficções mais vendidas em 2019 no país: “A revolução dos bichos” e “1984”. Os números fazem de George Orwell o único autor clássico no top 20 brasileiro. As obras têm mais de 70 anos, mas são cada vez mais buscadas no Brasil. Especialistas ouvidos pelo G1 explicam os elementos que geram esse interesse.

Futebol

Gols do Fantástico: veja como foram os jogos da quinta rodada do Brasileirão

Gols do Fantástico: veja como foram os jogos da quinta rodada do Brasileirão

O Palmeiras manteve a liderança do Campeonato Brasileiro ao golear o Santos no sábado. No domingo, os destaques foram as vitórias de Corinthians, Internacional, Goiás, Fortaleza e Ceará. Teve ainda a estreia de Luxemburgo no comando do Vasco, que ficou no empate com o Avaí, no Rio.

Fonte: G1

Calculadora do sexo: Saiba quantas calorias queima durante o ato

O sexo é um exercício que, além de proporcionar prazer, queima uma quantidade considerável de calorias. Porém, agora é a vez de um aplicativo confirmar com números o gasto energético durante a relação sexual.

A calculadora analisa os dados do casal, como idade e peso, em conjunto com os hábitos sexuais na intimidade, dá a medida exata de calorias queimadas durante o ato sexual. O resultado, que distingue cada um dos participantes do ato, é apresentado de acordo com o tempo total da ação, somado os minutos gastos em cada posição.

Adicionalmente, o aplicativo revela ainda exercícios equivalentes a uma sessão de sexo, além de alguns alimentos, tal como as suas quantidades, semelhantes em termos de calorias gastas.

De acordo com exemplos fornecidos pelo Sexercise, uma sessão de sexo de 80 minutos, considerada ‘intensa’, queima 290 calorias para o homem, o que equivale a 40 minutos de natação, por exemplo.

O aplicativo Sexercise, formulado por uma companhia britânica, divulga também exercícios e alimentos equivalentes ao ato sexual.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Governo anunciará novos bloqueios no Orçamento na quarta

Orçamento passará por um novo desafio na próxima quarta-feira (22). Em meio à desaceleração econômica, a Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia anunciará mais um contingenciamento (bloqueio temporário de verbas) na nova edição do Relatório Bimestral de Receitas e Despesas.

Publicado a cada dois meses, o relatório traz as atualizações das estimativas oficiais para a economia brasileira e o impacto dela nas previsões de receitas e despesas. Com base nas receitas, o governo revisa as despesas para garantir o cumprimento da meta de déficit primário (resultado negativo das contas do governo excluindo os juros da dívida pública) de R$ 139 bilhões e do teto de gastos federais.

Na última semana, o governo recebeu diversos sinais amarelos em relação à economia. O Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), indicou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) fechará o ano em 1,45%. A previsão deve baixar no próximo boletim, a ser divulgado na segunda-feira (20).

Outro alerta foi dado pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, que funciona como uma prévia do PIB. Famoso por antecipar tendências da economia, o indicador fechou o primeiro trimestre com queda de 0,68% em dados dessazonalizados (que desconsideram as oscilações típicas de determinadas épocas do ano).

A desaceleração da economia reduz a arrecadação de tributos, impactando a receita do governo. A queda de receita deve ser parcialmente neutralizada pela alta no preço internacional do petróleo, que está no maior nível em sete meses. Em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento na última terça-feira (14), o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, confirmou que o próximo relatório terá bloqueios adicionais de verbas.

No fim de março, a Secretaria Especial de Fazenda tinha anunciado o contingenciamento de quase R$ 30 bilhões do Orçamento. De lá para cá, o volume total bloqueado não foi alterado, mas o governo fez remanejamentos que retiraram recursos da educação e desencadearam uma onda de protestos na última quarta-feira (15) pela manutenção das verbas.

Pela lei, somente despesas discricionárias (não obrigatórias) podem ser contingenciadas. O volume de contingenciamento, no entanto, pode ser parcialmente reduzido se a equipe econômica reestimar reduções de gastos obrigatórios, geralmente reservas para cumprimento de decisões judiciais ou de gastos com o funcionalismo.

Com informações da Agência Brasil

Por Blog do BG

Bolsonaro prepara ‘agenda Nordeste’ e faz 1ª viagem à região

O presidente Jair Bolsonaro decidiu fazer uma ofensiva em território quase todo comandado por governadores da oposição. Na semana seguinte aos maiores protestos de rua contra seu governo, Bolsonaro fará a primeira viagem oficial ao Nordeste, para entregar casas populares e anunciar mais verbas para obras de infraestrutura. É nessa região que o presidente registra as piores avaliações – para 40% dos nordestinos, o governo é ruim ou péssimo, conforme o Ibope.

O roteiro tomará toda a sexta-feira. Em Petrolina (PE), Bolsonaro vai entregar um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida. Em Recife (PE), deverá anunciar um acréscimo de R$ 2,1 bilhões ao Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, a ser usado em obras de infraestrutura. Ao todo, o fundo passará a ter R$ 25,8 bilhões em 2019.

Oficialmente, a viagem marcará o lançamento do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), elaborado pela primeira vez, no âmbito da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O presidente vai ser reunir, no Instituto Ricardo Brennand, complexo cultural da capital pernambucana, com 11 governadores. Todos da região confirmaram presença – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Além deles, irão os governadores de Minas Gerais e Espírito Santo, abrangendo parte do Sudene. Parlamentares nordestinos, que cobravam a ida do presidente à região, também estão sendo convidados.

Na primeira entrevista após assumir o cargo, Bolsonaro disse que os governadores nordestinos não deveriam pedir dinheiro a ele. “Não venham pedir nada para mim, porque não sou presidente. O presidente está lá em Curitiba”, disse ele, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato. Bolsonaro, porém, argumentou que não abriria uma guerra política para não prejudicar os eleitores. “Não posso fazer uma guerra com governador do Nordeste atrapalhando a população. O homem mais sofrido do Brasil está na região Nordeste. Vamos mergulhar para resolver muitos problemas do Nordeste.”

A viagem de Bolsonaro foi precedida de encontros com esses governadores. Em uma reunião recente em Brasília, ministros palacianos apelaram por mais apoio à reforma da Previdência. Argumentaram que, apesar das diferenças políticas, não era mais tempo de “palanque”.

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Contas Bancarias digitais podem ser até 50% mais baratas que as tradicionais

Sem tarifa mensal e sem exigir que o cliente se desloque até uma agência nem mesmo para abrir a conta corrente, as contas digitais têm ganhado espaço no mercado brasileiro. Com taxas mais baixas para serviços que não estão no pacote contratado, grandes e pequenos bancos também aumentaram a competição para atrair clientes dessa categoria que antes eram fisgados inicialmente por fintechs, as startups do setor financeiro. Embora a cesta de serviços, em geral, seja reduzida, os direitos desses clientes são os mesmos dos que possuem contas tradicionais.

Para quem faz poucas transações, a vantagem financeira é clara: as contas digitais podem sair por até metade do preço das tradicionais, de acordo com levantamento feito pelo professor Joelson Sampaio, coordenador do curso de Economia da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (EESP/FGV).

Em média, o cliente de contas tradicionais paga R$ 180 por ano apenas para manter a conta corrente funcionando, sem contar as taxas cobradas quando se extrapola a lista de operações do pacote mensal. Na conta tradicional, além da tarifa média de R$ 15 por mês, as instituições financeiras costumam cobrar um valor médio de R$ 7 por operação para fazer mais de cinco transferências bancárias no período.

As contas digitais, em geral, não cobram tarifa de manutenção, mas têm um limite menor para transações gratuitas, que varia de instituição para instituição e fica na média de dois saques e duas transferências no mês, de acordo com Sampaio, da FGV. Quando se extrapola essa média, o cliente paga em torno de R$ 6 em saques adicionais e R$ 3 para DOCs e TEDs extras.

A popularidade das movimentações online pode ser notada na quantidade de contas correntes, digitais ou tradicionais, que foram abertas por meios eletrônicos. De acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), foram abertas pelo celular 2,5 milhões de contas em 2018 ante 1,6 milhão no ano anterior. Pelo computador, foram abertas 434 mil contas no ano passado, bem acima das 26 mil de 2017.

Contas de pagamento

Da mesma forma que as contas tradicionais, a digital é regulada pelo Banco Central – a diferença fica no tamanho da cesta de serviços oferecida aos clientes.

As regras são diferentes, porém, para as contas de pagamentos de fintechs que não têm autorização para fazer negociações com o dinheiro dos clientes. Essas instituições não podem, por exemplo, emprestar para outros bancos ou fazer investimentos para obter lucro. O BC determina que elas mantenham os depósitos separados de outros ativos da empresa, podendo apenas aplicá-los em títulos do governo.

Para o cliente, o importante é ficar atento aos detalhes do produto: algumas dessas contas já foram desenvolvidas para o uso do cartão de débito, saques e transferências para outros bancos. Outras ainda não comportam todos esses serviços.

Exemplo de conta de pagamento, a NuConta, da Nubank, tem a função de débito desde dezembro. A fintech tem mais de 4,8 milhões de clientes no Brasil – desde que ganhou esse novo serviço, mais de 2 milhões de pessoas aderiram à NuConta. Do total de 1,2 milhão de pessoas que pediram acesso à nova funcionalidade, 900 mil já receberam o convite para utilizá-la.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Governo federal recua e decide apoiar evento sobre mudanças climáticas em Salvador

Ministério do Meio Ambiente voltou atrás e informou que vai apoiar a realização da Convenção das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), marcada para agosto, em Salvador (BA). O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, divulgou neste domingo, 19, nota oficial sobre a decisão em seu perfil na rede social Twitter.

O evento, entre os dias 19 e 23 de agosto, é um dos que acontecem de forma preparatória antes da Conferência do Clima da ONU (COP 25), marcada para dezembro, em Santiago, no Chile. No ano passado, depois que foi eleito e antes de assumir oficialmente o cargo, o presidente Jair Bolsonaro determinou que o Brasil desistisse de disputar a sede do evento. A justificativa era a de que o País não poderia arcar com os custos da realização do evento, de R$ 500 milhões.

Na época, Bolsonaro declarou ainda ser contra algumas propostas discutidas na conferência que, em sua avaliação, ameaçavam a soberania brasileira sobre a Amazônia, como a suposta criação do corredor de preservação ecológica e cultural Triplo A, área de preservação que iria dos Andes até o Oceano Atlântico, que nunca foi tema da COP.

Depois de desistir de disputar a sede da COP 25, o Ministério do Meio Ambiente mandou a prefeitura de Salvador cancelar a realização do evento preparatório. Ao explicar a decisão, o ministro Ricardo afirmou que “não fazia sentido” o Brasil sediar um encontro para preparar a COP 25, uma vez que a conferência não iria acontecer no País. Salles chegou a dizer que manter o encontro em Salvador seria uma “oportunidade” apenas para a “turma fazer turismo em Salvador” e “comer acarajé”.

Após as declarações de Salles, o prefeito de Salvador, ACM Neto, disse, por meio da rede social Twitter, que a prefeitura da capital baiana tinha todo o interesse em sediar a convenção preparatória, independentemente de o Brasil não sediar a COP 25. A realização do evento havia sido confirmada no ano passado, ainda no governo Michel Temer.

“Pedi ao secretário André Fraga (secretário municipal de Cidade Sustentável e Inovação) para conversar com os representantes do evento na ONU e ver a possibilidade de mantê-lo em Salvador. A prefeitura não vai medir esforços para que este evento de repercussão mundial aconteça na primeira capital do Brasil”, publicou ACM Neto, no dia 14 de maio. Na sexta-feira, 17, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) solicitou o apoio do governo federal à realização do evento.

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Com governo desarticulado, Centrão quer mandar na pauta do Congresso

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu um telefonema na quinta-feira passada, poucas horas depois de voltar dos Estados Unidos, que traduziu a temperatura política de Brasília. “Se você ficasse mais uma semana fora, a vaca ia para o brejo. Ninguém quer votar mais nada”, disse a ele o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), chefe do Solidariedade, resumindo o mau humor do Centrão com o Palácio do Planalto.

Maia respondeu que a agenda econômica precisava ser votada. Naquela mesma manhã, porém, ele recebeu na residência oficial outros deputados do mesmo grupo, que não só reclamaram da falta de interlocução com a equipe do presidente Jair Bolsonaro como disseram ser preciso “reformar a reforma’’ da Previdência e apresentar uma proposta alternativa. Uma das ideias em discussão é tirar os Estados das mudanças na aposentadoria, para mostrar quem manda na Casa. Com a desarticulação do governo, o Centrão tenta, cada vez mais, ditar a pauta no Congresso.

O clima piorou na sexta, quando Bolsonaro compartilhou pelo WhatsApp uma mensagem de “autor desconhecido” com fortes críticas ao Legislativo, dizendo que o Brasil é “ingovernável” fora de conchavos promovidos por “corporações” instaladas nos três Poderes. O texto causou revolta e, nos bastidores, foi classificado por deputados como uma “provocação”, que deve ter “troco”.

Visto como fiador da estabilidade em qualquer governo, da direita à esquerda, o Centrão se notabilizou, nesta temporada, por fustigar Bolsonaro e impor derrotas em série ao governo. Na prática, nada anda na Câmara sem o aval desses partidos com espectro de centro, centro-direita e direita que, muitas vezes, fazem dobradinha com a oposição.

Agora, por exemplo, a maioria do grupo – que reúne cerca de 230 dos 513 deputados – só concorda em aprovar a Medida Provisória da reforma administrativa se o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ficar fora da alçada do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

A “providência” para escantear o ex-juiz da Lava Jato já foi tomada pela comissão mista do Congresso, mas ainda pode ser revertida em plenário. A MP diminui o número de ministérios de 29 para 22 e expira em 3 de junho. Se não receber sinal verde do Congresso até essa data, as fusões de ministérios serão desfeitas e o governo poderá ter de recriar até dez pastas.

“Eu já vi governo com bom diálogo, como o do ex-presidente Lula, votar 30 MPs em um dia. É que a base do governo Bolsonaro está desorganizada, mas dá para votar, sim”, disse Maia.

A estratégia que emparedou Moro foi definida na casa de Maia, no início do mês, em reunião do núcleo duro do Centrão, formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade. O encontro ocorreu seis dias após Paulinho da Força dizer no palanque, em um ato pelo Dia do Trabalho, que era preciso “desidratar” a reforma da Previdência para impedir a reeleição de Bolsonaro.

“Você quase derruba a República, rapaz!”, afirmou o deputado Wellington Roberto (PB), líder do PR, dirigindo-se a Paulinho. “Vamos trancar você, no ano que vem, no dia 30 de abril e só soltar em 2 de maio”, completou Maia. Todos riram.

Em seu terceiro mandato como presidente da Câmara, Maia se tornou o principal articulador do Centrão, mas nem sempre concorda com o grupo – no caso da Previdência, por exemplo, ele diverge da proposta de reforma alternativa. O deputado teve o apoio do bloco, de “agregados” do PSDB e de parte da oposição para se reeleger, em fevereiro, além do respaldo do próprio PSL de Bolsonaro, hoje o único partido da base aliada.

A pedido do presidente, Maia indicou Alexandre Baldy (PP), secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, para comandar o Ministério das Cidades, se a pasta for mesmo recriada. A indicação, porém, contrariou uma ala do Centrão.

ESTADÃO CONTEÚDO

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Unicamp lamenta morte de dentista filho do médico Ricardo Curioso; velório será no RN

Unicamp lamenta morte de dentista filho de Ricardo Curioso; velório será no RN
Fotos: Caco Ferry/Apoio PM Piracicaba

A Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Universidade de Campinas (Unicamp), lamentou a morte do dentista e estudante de pós-graduação Pedro Augusto Bulhões Curioso, de 37 anos, após um acidente na noite de sábado (18).

Pedro é filho do médico Ricardo Curioso, que há anos se dedica a Liga Norte-riograndense Contra o Câncer, sendo uma referência no setor no Rio Grande do Norte.

Em nota enviada na tarde deste domingo (19), a FOP informou que o dentista era aluno de doutorado na área de Patologia e que o corpo dele será velado e enterrado em Natal (RN), cidade em que nasceu, segundo divulgou o portal G1 de Piracicaba.

“A Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp se solidariza com os familiares e amigos do aluno da área e Patologia, Pedro Augusto Bulhões Curioso, que faleceu na noite do dia 18 de maio, em acidente automobilístico”, manifestou a faculdade.

GRANDE PONTO

 

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