PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

O Partido Socialista, do primeiro-ministro Pedro Sánchez, venceu as eleições na Espanha, mas terá de fazer alianças para formar um governo. A novidade é a entrada do partido de ultradireita Vox no Parlamento. Em crise, a Avianca Brasil teráa partir de hoje quase o mesmo número de voos de quando começou a atuar, em 2003. Levantamento do G1 e da GloboNews mostra que os casos de feminicídio aumentaram 76% no 1º trimestre em SP. Ontem, duas mulheres foram achadas mortas na cidade. Os suspeitos são os ex-companheiros. Em Brasília, o relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara diz que vai trabalhar para “corrigir injustiças” e “não desidratar o texto”.

INTERNACIONAIS

Eleição na Espanha

Partidários do PSOE celebram resultado das eleições na Espanha neste domingo (28). Sigla precisará de alianças para governar — Foto: Sergio Perez/Reuters

Partidários do PSOE celebram resultado das eleições na Espanha neste domingo (28). Sigla precisará de alianças para governar — Foto: Sergio Perez/Reuters

O Partido do atual primeiro-ministro Pedro Sánchez, o PSOE, conseguiu maior número de cadeiras no Parlamento da Espanha. Mas para garantir a governabilidade, precisará fazer coalizão com siglas menores. Entre os candidatos eleitos, a brasileira Maria das Graças Carvalho Dantas conseguiu uma das vagas para o Parlamento.

NACIONAIS

Crise na Avianca

Em crise, Avianca perdeu aviões e cancelou voos nas últimas semanas — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em crise, Avianca perdeu aviões e cancelou voos nas últimas semanas — Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em recuperação judicial, a Avianca passará a ter 37 voos diários, em média a partir desta segunda-feira (29). Levantamento do G1 aponta que em 2003, eram 36 voos diários. Serão apenas cinco aviões – os demais foram devolvidos por falta de pagamento.

Feminicídio em SP

Oito em cada dez casos de feminicídio deste ano ocorreram dentro de casa e 26 dos 37 casos tinham autoria conhecida. Segundo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve aumento de feminicídios íntimos. No domingo (28), a polícia registrou mais dois casos de feminicídio na capital. Os autores estão presos.

Chuva no Rio

Rio entrou em estado de atenção no domingo (28), após fortes chuvas e ventos de mais de 100 km/h. O estádio do Maracanã teve queda de energia durante o jogo entre Fluminense e Goiás.

Uma árvore caiu na região da Tijuca na noite deste domingo — Foto: Gabriela David/GloboNews

Uma árvore caiu na região da Tijuca na noite deste domingo — Foto: Gabriela David/GloboNews

Reta final do Imposto de Renda

Imposto de Renda 2019 — Foto: Juliane Monteiro/Editoria de Arte G1

Imposto de Renda 2019 — Foto: Juliane Monteiro/Editoria de Arte G1

Deixou para declarar o Imposto de Renda na reta final? Fique atento, porque o prazo para entregar a declaração termina amanhã. Quem perde o prazo ou deixa de declarar tem de pagar multa que varia de R$ 165,74 a 20% do valor do imposto devido.

Concursos

Pelo menos 163 concursos públicos estão com inscrições abertas no país hoje e reúnem 29,3 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. VEJA A LISTA.

Futebol

O fim de semana também foi marcado pelo início do campeonato brasileiro. No sábado, o São Paulo venceu o Botafogo jogando em casa. Atlético Mineiro, Chapecoense e Flamengo também venceram na estreia da competição. No domingo, o Corinthians perdeu para o Bahia. Veja a classificação completa(Abaixo, os gols do Fantástico)

Gols do Fantástico: veja os jogos deste domingo (28) da primeira rodada do Brasileirão

Gols do Fantástico: veja os jogos deste domingo (28) da primeira rodada do Brasileirão

Desligou no fim de semana? Veja o que foi notícia

Fonte: G1

Até dízimo de igreja pagará novo tributo sobre transação, diz secretário da Receita

O secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, 74, quer acabar com a contribuição previdenciária que incide sobre a folha de pagamentos e criar a Contribuição Previdenciária (CP), um tributo que vai incidir sobre todas as transações financeiras, bancárias ou não, com alíquota de 0,9% e rateado entre as duas pontas da operação (quem paga e quem recebe).

Segundo o secretário, até fiéis de igrejas deverão pagar o imposto quando contribuírem com o dízimo.

“Isso vai ser polêmico”, reconhece. “A base da CP é universal, todo o mundo vai pagar esse imposto, igreja, a economia informal, até o contrabando”, afirma.

Na reforma tributária que está elaborando, o novo tributo substituirá a contribuição previdenciária sobre os salários, que drena R$ 350 bilhões por ano de empresas e trabalhadores.

“Vai ser pecado tributar salário no Brasil”, disse.

Uma proposta de emenda constitucional que põe fim à atual contribuição extinguirá até imunidades tributárias para instituições religiosas e filantrópicas.

Ainda se estuda se a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)integrará a base de cálculo da CP, algo que elevaria a alíquota do novo imposto para pouco mais de 1%.

Cintra nega que a contribuição seja uma CPMF disfarçada. “CPMF era sobre débito bancário. Esse é sobre pagamentos. É como se a CP fosse gênero [mais amplo] e a CPMF fosse espécie.” Além disso, a CPMF era “transitória”, e a CP será permanente.

Com a proposta, o secretário acredita que conseguirá convencer o setor de serviços a aceitar a criação do Imposto Único Federal, que unificará quatro tributos, com alíquota de cerca de 14%: PIS, Cofins, uma parte do IOF e o IPI.

Cintra afirma ainda que pretende cumprir uma das promessas de campanha, a redução do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.

FOLHAPRESS

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Em crise econômica, Governadores do Nordeste busca integração regional para atrair investimentos

Vivendo uma situação econômica muito pior que o resto do país e isolados na gestão de Jair Bolsonaro , os governadores doNordeste tentam formar uma aliança política . Um passo nessa direção foi o Consórcio Nordeste, criado em março com o objetivo de buscar sinergias em diferentes áreas e atrair investimentos. O próximo, previsto para maio, será o relançamento da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), autarquia federal de fomento e desenvolvimento de políticas regionais.

Desde o começo do ano, os nove governadores já se reuniram três vezes para discutir a atuação conjunta. Na pauta estão desde estratégias para agir politicamente em grupo até o lançamento de uma força regional de segurança e a união das redes de TVs públicas dos estados.

Essa articulação acontece em um momento inédito. O Nordeste, pela primeira vez na história da República, não teve nenhum representante na formação inicial de uma equipe ministerial. Bolsonaro já fez oito viagens no país e quatro ao exterior. A região ainda não entrou no roteiro. Até agora, houve um aceno a uma pauta de importância especial à região. O governo anunciou em abril a concessão do 13º pagamento para os beneficiários do Bolsa Família, medida que atinge cerca de 12% dos nordestinos, mas decidiu que o valor recebido não será ajustado este ano.

No mapa da política, o Nordeste é uma região vermelha. Os governadores são todos de oposição ao governo federal. Segundo pesquisa Ibope/CNI, 25% dos moradores dos nove estados veem a atual administração federal como ótima ou boa. Já 40% a avaliam como ruim ou péssima. Os dados destoam do resultado nacional, no qual a aprovação é de 35% e a rejeição de 27%.

Políticas sem definição

Na avaliação do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), uma percepção comum entre os governadores é que há demora na definição das políticas federais para a região. Para ele, é necessário que projetos considerados prioritários ganhem agilidade:

— A reclamação geral é que algumas discussões poderiam ser aprofundadas e demandas poderiam andar mais rápido. Todos estão sentindo falta de celeridade.

Para Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, ainda não é possível dizer como o governo Bolsonaro irá tratar o Nordeste.

— Está tudo parado, mas não há grandes problemas, não posso dizer que estão boicotando ou sabotando a região — disse Dino. — Estamos tendo bom relacionamento com os ministros. Só não há políticas, mesmo.

Procurado, o Ministério do Desenvolvimento Regional afirmou que, além do plano regional de Desenvolvimento elaborado pela Sudene, há em curso um plano de Segurança Hídrica, com investimento de R$ 27,5 bilhões, sendo 58% do total para a região.

Os governadores nordestinos dizem buscar pontes com o Planalto. O vice-presidente, Hamilton Mourão, foi homenageado esta semana no Piauí. Antes, teve um encontro com o governador Wellington Dias (PT), e descreveu a conversa como “franca, honesta e republicana”.

Dependente de investimentos públicos, o Nordeste vem crescendo bem abaixo da média brasileira. No período de recessão, entre 2015 e 2016, teve retração mais forte e, na pífia recuperação dos últimos dois anos, desempenho mais fraco que o do restante do país.

— O Nordeste sofre mais agora porque não há aumento real do salário mínimo, está fora de importantes cadeias exportadoras e do agronegócio — avalia Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio (CNC).
Mudar esse quadro é uma das intenções do Consórcio Nordeste, criado para atrair investimentos e gerar economias até mesmo em compras conjuntas, como a de medicamentos.

— Se a estrada está interrompida, temos que criar um novo caminho — disse o governador da Bahia, Rui Costa (PT).

A medida não é isolada. Em 24 de maio, os governadores deverão, com Espírito Santo e Minas Gerais, relançar a Sudene. O projeto pretende criar 41 polos de desenvolvimento.
Para Ecio Costa, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sem canal de diálogo a retomada econômica fica mais difícil.

— Os governadores têm um posicionamento político que dificulta a aproximação — disse, lembrando a situação fiscal complicada dos estados.

Soma-se a isso a paralisia ou lentidão de empreendimentos na região. Lucas Assis, economista da consultoria Tendências, diz que só a partir de 2023 investimentos em gás, petróleo e energia devem ter resultados.

— Existe risco de atraso, já que o cenário se baseia na aprovação da reforma da Previdência — explicou.

Equipamentos de polícias podem ser compartilhados

O Nordeste quer reduzir a dependência a Brasília. Rui Costa (PT), governador da Bahia e primeiro presidente do Consórcio Nordeste, lançado em março, sonha ter uma força regional de segurança, nos moldes da Nacional, e uma rede de TVs públicas dos estados.

— Se acontecerem crises (na área da segurança) poderíamos enviar nossos policiais para ajudar e compartilhar melhor equipamentos — disse o governador.

O consórcio poderá dividir, por exemplo, helicópteros das polícias e, segundo Rui Costa, a Bahia poderá utilizar o software do Ceará de acompanhamento de alunos, que identifica aqueles com mais chances de abandonar a escola. O governador defende ainda a criação de um escritório de representação em Brasília.

— Precisamos até mesmo de interlocução no Supremo Tribunal Federal — disse.

Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, quer que a situação da Lei Kandir, que prevê compensação fiscal sobre o ICMS de exportados, seja resolvida. Já o deputado Júlio César (PSD-PI), da bancada nordestina na Câmara, diz que a prioridade é concluir a Transnordestina e a transposição do São Francisco, e evitar a possível fusão do Banco do Nordeste com o BNDES.

Para Jorge Jatobá, da Ceplan Consultoria, a associação pode ser benéfica, mas a postura não pode ser de confrontação:

— O Nordeste só volta a crescer com o crescimento do país — disse.

O GLOBO

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QUEM DIRIA: FGV vive devassa financeira e é apontada por Cabral como elo para propina no Rio

Uma das mais importantes instituições privadas de ensino e pesquisa do país, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) é alvo de uma devassa financeira por órgãos de investigação no Rio de Janeiro.

A FGV já foi alvo de desdobramento da Operação Lava Jato e é investigada em ao menos cinco procedimentos do Ministério Público estadual. As suspeitas vão desde superfaturamento de contratos com o poder público, obtenção de lucro indevido e malversação da verba da própria fundação.

No início deste mês, a instituição foi citada em depoimento do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) ao juiz Marcelo Bretas. Ele, que decidiu admitir o recebimento de propina, afirmou que estudos da instituição eram usados para referendar tecnicamente obras que envolviam propina.

“Como a FGV é uma instituição, com muita justiça, de reputação, ela sempre foi usada como um biombo, de cobertura legal para efetivação de entendimentos prévios, digamos assim. Ela fugia da licitação e dava cobertura legal para estudos feitos por nós”, disse Cabral.

No depoimento, o ex-governador não mencionou a participação direta de membros da FGV no esquema de propina. Mas disse que os membros da fundação sabiam que os estudos milionários deveriam atender às decisões prévias do estado.

A FGV nega envolvimento no esquema e afirma que é a maior interessada em “estancar denúncias injustas”.

Ao longo da gestão Cabral, a entidade firmou 56 contratos com órgãos estaduais. Foram R$ 115 milhões repassados à instituição, segundo o Portal da Transparência fluminense.

A fala do ex-governador corrobora indícios coletados em investigações já em curso no Ministério Público do Rio. Uma delas trata dos estudos da FGV sobre o traçado na linha 4 do metrô.

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Redução da pena de Lula no STJ foi a maior na Lava Jato

A decisão do STJ (Supremo Tribunal de Justiça) de reduzir em 26% a pena do ex-presidente Lula no caso tríplex tem dimensões inéditas em casos da Lava Jato do Paraná julgados pela corte.

No julgamento do petista, na terça-feira (23), a pena dele nesse processo caiu de 12 anos e um mês para 8 anos, 10 meses e 20 dias, o que abre caminho para que ele deixe o regime fechado ainda neste ano.

A reportagem localizou outros seis recursos com origem em processos da Lava Jato em Curitiba que já foram julgados pela corte e detectou apenas outras duas reduções de pena. As dimensões, porém, foram bem menores, de 4,5% e de 13%.

São dois casos separados que envolvem o mesmo acusado, o operador Carlos Habib Chater, réu da primeira fase da operação e que se tornou conhecido por ser dono do posto de gasolina no DF que levou ao nome de batismo “Lava Jato”.

Nos casos de Chater, o relator no STJ, Felix Fischer, decidiu reduzir as penas assim que analisou o caso individualmente, decisão depois seguida pelos seus colegas na Quinta Turma do tribunal. Agora, no processo de Lula, a iniciativa do juiz de alterar a dosimetria da punição só aconteceu quando houve o julgamento pelo grupo de ministros.

Após a decisão do STJ sobre Lula, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes disse que a corte, que equivale a um terceiro grau no Judiciário, deu um recado “a penas superdimensionadas” em Curitiba.

No processo do tríplex, a pena havia sido aumentada em dois anos e sete meses da sentença em primeira instância para a apelação no segundo grau, no TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região.

Proporcionalmente, houve ampliações de pena em segunda instância de até 140%. A maior parte das decisões da corte regional é por manter os vereditos de primeira instância, mas ela também costuma mais ampliar do que reduzir as penas.

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SINAL RUIM: Frotistas e locadoras puxam aumento de 9,4% na venda de carros

Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%.

O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava.

Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado.

A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica.

A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor.

Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques.

Capacidade

O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz.

A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil.

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LOCAISComments

Filho corta pulsos do próprio pai idoso com facão e foge em São Gonçalo

Um rapaz de 19 anos, identificado por Clóves Júnior, tentou matar o próprio pai, de 79 anos, na cidade de São Gonçalo do Amarante, Grande Natal. Ele cortou os pulsos do idoso com um facão. O caso aconteceu no sábado (27).

Foi o próprio Clóves que avisou que o pai estava ferido horas depois de permanecer trancado com ele em casa após feri-lo. Após avisar aos vizinhos, o homem fugiu e o pai. Familiares encontraram o idoso dentro do imóvel, sangrando, com os pulsos cortados e chamaram o atendimento médico.

O filho agressor foi capturado. Ainda não se sabe a motivação para a agressão do filho com o pai.

PORTAL NO AR

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Após Fátima cobrar Sérgio Moro, Ministério da Justiça diz que envio de verba depende do RN

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que aguarda o Governo do Rio Grande do Norte finalizar processos licitatórios para destinar R$ 80 milhões para serem investidos na área de segurança pública do Estado. De acordo com a pasta, os recursos já estão empenhados e serão liberados assim que a gestão local fizer sua parte.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, cobrou na semana passada agilidade ao governo federal na destinação da verba. Em entrevista a uma rádio potiguar, a gestora disse que o Estado já havia atendido a todas as exigências da União, mas que o dinheiro continuava preso em Brasília por causa da burocracia do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo o ministério, até a última sexta-feira, 26, nenhum procedimento licitatório havia sido incluído pelo Rio Grande do Norte na plataforma “Mais Brasil”, utilizada por órgãos federais para organizar convênios com estados e municípios. Após essa etapa, os documentos serão analisados por técnicos da pasta, que vão finalizar os procedimentos para envio dos recursos.

O governo potiguar pede a verba para realizar investimentos na segurança. O Estado quer comprar novos equipamentos para as polícias Civil e Militar, incluindo um novo helicóptero. Atualmente, as forças de segurança têm apenas uma aeronave, que está em manutenção. Por causa disso, Fátima Bezerra pediu um helicóptero emprestado ao Governo do Ceará, que atendeu à solicitação.

À reportagem do Agora RN, o Ministério da Justiça e Segurança Pública explicou que o Estado precisa finalizar licitações e assinar contratos com as empresas que vão prestar serviços ao governo potiguar para, assim, receber os R$ 80 milhões. O dinheiro, explicou a pasta, é resultado de oito convênios assinados em dezembro de 2018, ainda durante as gestões do ex-governador Robinson Faria e do ex-presidente Michel Temer.

Fátima Bezerra também reclamou sobre a retenção de R$ 40 milhões garantidos à segurança pública do Rio Grande do Norte por meio de uma emenda de bancada destinada pelos deputados e senadores potiguares. Sobre essa verba, o Ministério da Justiça e Segurança Pública comunicou que a liberação ainda não ocorreu porque não há convênio firmado entre as partes.

Seguindo regulamentação do Ministério da Economia, a pasta de segurança pública contou que vai apresentar até esta terça-feira, 30, a lista de programas de convênios disponíveis para que os estados e municípios possam apresentar suas propostas e enviar a documentação exigida.

Para obter a emenda de bancada de R$ 40 milhões, o Governo do Rio Grande do Norte precisará detalhar onde pretende gastar os recursos. Após a divulgação dos programas disponíveis, o Estado terá até o dia 20 de maio para submeter seus projetos. Após isso, a equipe de técnicos do governo federal vai analisar a documentação e decidirá sobre a destinação dos recursos. O ministério vai analisar, entre outros fatores, se os projetos enviados pelo governo estadual estão em conformidade com as normas para firmação de convênios com instâncias federais.

Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em fevereiro estabelece que, resolvidas eventuais pendências de projeto, as emendas devem ser pagas até 6 de dezembro deste ano.

Procurada, a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) não emitiu nenhum posicionamento sobre o caso até a publicação da matéria.

AGORA RN / AGÊNCIA ESTADO

 

Projetos oriundos da Câmara Municipal modernizam aspectos da cidade

Vereador Kleber Fernandes (PDT) tem se empenhado dentro da Câmara Municipal de Natal para apresentar propostas que modernizem a cidade, e contribuam para melhorias na vida dos cidadãos

José Aldenir / Agora RN

Vereador Kleber Fernandes (PDT)

O vereador Kleber Fernandes (PDT) tem se empenhado dentro da Câmara Municipal de Natal para apresentar propostas que modernizem a cidade, e contribuam para melhorias na vida dos cidadãos e consumidores. Dois dos projetos idealizados pelo parlamentar e que já foram adotados pelo Executivo municipal versam sobre trânsito e mobilidades nas ruas de Natal.

A primeira delas é a lei que permite que o motorista passe pelo sinal vermelho durante os horários das 23h às 5h. O vereador destacou a importância dessa medida.

“Sabemos dos riscos e vulnerabilidade dos condutores durante a madrugada. De fato é bastante perigoso. Nesse horário, pessoas que voltam de eventos, ou que estão indo para o hospital, por exemplo, estão vulneráveis. Como não há um fluxo grande de veículos, conseguimos aprovar essa lei”, detalhou o vereador em entrevista concedida ao programa Jornal Agora, apresentado das 6h às 7h na Rádio Agora FM.

A segunda proposta já aprovada foi o parcelamento de multas municipais via cartão de crédito. Para Fernandes, a consolidação dessa lei traz mais comodidade para a cidade.

“Essa lei não envolve somente as multas de trânsito, mas também multas da
Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) e de órgãos administrativos da Prefeitura. Através de nossa lei, a prefeitura já implementou, e hoje quem tem multas de trânsito, pode parcelar pelo cartão na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU)”.

Além destas medidas, o vereador Kleber Fernandes está na expectativa de ter mais dois projetos de lei da Câmara sancionados: proibição de ligações de telemarketing fora do horário comercial, e a regulamentação do transporte via aplicativos.

“A forma de agir deles chega a ser criminosa. Há pessoas que recebem até 30 ligações diárias, algumas delas, inclusive, com ameaças. Isso é feito fora do horário comercial e nos fins de semana, incomodado muitos natalenses”, disse o vereador, que já foi diretor do Procon Natal por três anos. A expectativa é de que a Prefeitura sancione o projeto até a próxima semana. Caso isso aconteça, as operadoras só poderão ligar para os consumidores de 8h às 18h, e apenas de segunda a sexta-feira.

Já a regulamentação dos transportes via aplicativos é uma matéria que exigirá mais debate. “Há uma lei federal que regulamentou esse tipo de transporte. Ela delegou aos municípios a responsabilidade de fazerem suas regulamentações locais. Estamos ouvindo todos os envolvidos, mas há alguns pontos que precisam ser levados em consideração, como o cadastramento desses operadores de aplicativos na Prefeitura. Hoje a Prefeitura não sabe quantas pessoas utilizam o serviço, ou quem são os condutores. Há uma série de exigências que precisam ser regulamentadas para a organização desse sistema”, esclareceu.

“Álvaro se mostra bastante atencioso com as demandas de Natal”, diz vereador

Ao avaliar a gestão do prefeito Álvaro Dias (MDB), o vereador Kleber Fernandes se mostrou satisfeito com as ações e parcerias entre o Legislativo e o Executivo. Para o parlamentar, Álvaro é um administrador que se mostra interesse com as demandas da cidade.

“Ele deu continuidade à execução de serviços essenciais da cidade, atendendo a contento a população. Limpeza urbana; iluminação pública; manutenção dos canteiros das vias da cidade; implementação do projeto Natal em Natal e do Carnaval, que movimentam nossa economia. Ele também tem tido uma relação bastante harmoniosa com a Câmara de Natal, além de prestigiar eventos nas comunidades, visitar bairros e conhecer tudo de perto, buscado entender os problemas da cidade”.

Álvaro Dias tem se concentrado em inaugurar obras com regularidade em Natal. Algumas delas contemplam estruturação de unidades de saúde, quadras esportivas, e trabalhos de pavimentação. Na zona Norte da capital, há atualmente um trabalho de pavimentação de quase 300 ruas.

Graças a esse esforço, Kleber acredita que Álvaro está credenciado a disputar um novo mandato na Prefeitura do Natal em 2020. “Uma pesquisa recente apontou que a aprovação dele chega a quase 60%. Acredito que ele caminha para uma candidatura à reeleição, é natural. Ele está bem avaliado e tem boa relação com a classe política local. Vejo que Álvaro tem experiência e condições de dar continuidade a esse trabalho e de fazer uma grande gestão em Natal”, concluiu.

Fonte: Agora RN

 

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