PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUARTA-FEIRA

Por G1

 

NACIONAIS

Bagagem em avião

Regras para bagagens em aeroportos — Foto: Reprodução / TV Globo

Regras para bagagens em aeroportos — Foto: Reprodução / TV Globo

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) que autoriza a participação de até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras e também incluiu no texto a proibição de cobrança por bagagem.

MP foi editada em dezembro do ano passado, pelo então presidente Michel Temer. O texto perde a validade hoje e para virar lei ainda precisa ser votada pelo Senado, etapa que deve ser cumprida nesta quarta-feira.

Se for aprovada no Senado, ficam proibidas as cobranças de bagagens de:

  • até 23 kg nas aeronaves acima de 31 assentos;
  • até 18 kg para as aeronaves de 21 a 30 lugares;
  • 10 kg se o avião tiver apenas 20 assentos.

Decreto de armas

Governo federal afirma que pode rever decreto de armas

Governo federal afirma que pode rever decreto de armas

Segundo a AGU, o objetivo da prorrogação do prazo é incluir “possíveis revisões” que serão feitas no decreto a partir de estudos iniciados pela AGU e pelo Ministério da Justiça em razão das ações que questionaram o decreto.

G1 acompanha se a ministra Rosa Weber, relatora da ação sobre o tema, atenderá ao pedido.

Remédios de alto custo

STF retoma na manhã de hoje o julgamento que definirá se o poder público deve ser obrigado a fornecer medicamentos de alto custo aos doentes. Estão na pauta quatro processos sobre o tema, que envolvem a concessão dos remédios que estão fora da lista de produtos oferecidos gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

Desafio Natureza: Bacia do Tapajós

Embarcação durante entardecer no Rio Tapajós, perto de Alter do Chão (PA) — Foto: Marcelo Brandt / G1

Embarcação durante entardecer no Rio Tapajós, perto de Alter do Chão (PA) — Foto: Marcelo Brandt / G1

A instalação de hidrelétricas, um complexo de portos e três ferrovias na região da bacia do Tapajós, no Pará, colocam em lados opostos os argumentos daqueles que apostam em conquistas econômicas para o Brasil e de outros que temem que as estruturas sejam vetores de desmatamento na floresta amazônica. O tema é conquista estratégica ou risco para a floresta? Entenda o debate.

Mega-Sena

 Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 e apostas podem ser feitas até às 19h — Foto: Marcelo Brandt/G1

Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 e apostas podem ser feitas até às 19h — Foto: Marcelo Brandt/G1

O concurso 2.153 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 12 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta em São Paulo (SP).

Bilionário ajuda venezuelanos em RR

Bilionário Carlos Wizard (ao centro) acolhe venezuelanos recém-chegados ao Brasil — Foto: Emily Costa / G1 RR

Bilionário Carlos Wizard (ao centro) acolhe venezuelanos recém-chegados ao Brasil — Foto: Emily Costa / G1 RR

Se não fosse pelo paletó e o nome conhecido mundo afora, talvez o bilionário Carlos Wizard Martins, de 62 anos, passasse despercebido ao caminhar pelo Posto de Triagem da Operação Acolhida, principal estrutura destinadas a assistir venezuelanos recém-chegados a Boa Vista (RR). É sua rotina há nove meses. “Todo dia é uma lição”, diz.

Preso transmite fotos de prisão

Traficante Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, no interior do presídio Vicente Piragibe — Foto: Reprodução

Traficante Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, no interior do presídio Vicente Piragibe — Foto: Reprodução

O traficante Luciano da Silva Teixeira, de 36 anos, conhecido como “Sardinha” e preso em 2014, foi transferido da Penitenciária Vicente Piragibe para o presídio de segurança máxima Bangu 1, na Zona Oeste do Rio. O motivo: o criminoso ingeriu bebida alcoólica, usou telefone celular e teve acesso a wi-fi no interior da unidade prisional.

Sardinha ainda transmitiu as fotos, às quais o G1 teve acesso, ao lado da mulher – a identidade dela é mantida sob anonimato. Em revista na cela, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) encontrou R$ 26,8 mil em espécie, além de 31 telefones celulares, roteadores e muita droga.

BTS no Brasil

A banda sul-coreana BTS no Grammy 2019, em Los Angeles — Foto: Matt Winkelmeyer / GETTY IMAGES AMÉRICA DO NORTE / AFP Photo

A banda sul-coreana BTS no Grammy 2019, em Los Angeles — Foto: Matt Winkelmeyer / GETTY IMAGES AMÉRICA DO NORTE / AFP Photo

BTS no Brasil: tudo o que você precisa saber sobre o show da banda de K-pop em São Paulo. Maior fenômeno do pop coreano canta no sábado (25) e no domingo (26) no Allianz Parque.

Fonte: G1

Por Blog do BG

GANHA DA CERVEJA: O café é a segunda bebida mais consumida entre os brasileiros

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café é a segunda bebida mais consumida entre os brasileiros, ficando atrás somente da água. A constatação faz parte de pesquisa inédita, encomendado pela Jacobs Douwe Egberts (JDE), empresa detentora das marcas Pilão e L’OR, em parceria com a Aocubo Pesquisa. O levantamento sugere, ainda, que o brasileiro consome, em média, 3 a 4 xícaras de café por dia.

Em relação ao tipo do café, cerca de 79% dos consumidores afirmam tomar torrado e moído com maior frequência, mas outros segmentos também despontam entre a preferência dos brasileiros, como cappuccinos, expresso e solúvel, informa a empresa, em comunicado.

A pesquisa revela que o café tem uma penetração extremamente alta no Brasil: 98% dos lares consomem café. Pode-se dizer que é uma das poucas categorias cujo consumo reflete o perfil da população brasileira. Também é possível dividir o consumo da categoria em dois momentos: o início da relação com o café, entre 18 e 35 anos, onde o consumo é mais moderado, até o consumo mais intenso, a partir dos 40 anos.

A conclusão que se tem com o estudo é que é inegável a importância cultural do café entre os brasileiros. É uma bebida de papel social imprescindível em interações sociais, como visitas, encontros e reuniões de trabalho. Tudo gira em torno de uma xícara de café.

A pesquisa, que tem como objetivo analisar o perfil do consumidor e entender seus hábitos de consumo, ouviu cerca de 3,4 mil pessoas em todo Brasil.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Fátima e mais 13 governadores assinam carta contra decreto que facilitou porte de armas

Governadores de 13 Estados e do Distrito Federal assinaram nesta terça-feira, 21, uma carta contra o decreto que facilita o porte de armas e o acesso a munições no País, publicado há duas semanas pelo governo Jair Bolsonaro. No documento, eles argumentam que as novas regras podem piorar os indíces de violência nos Estados, e pedem os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário atuem para a “imediata revogação” do decreto.

Um dos principais argumentos é que o aumento da circulação de armas de fogo pode fortalecer facções criminosas, por meio de desvios e roubos de armamentos. Os governadores pedem, como solução para a área de segurança pública, ações para melhorar a forma como o governo restreia armas e munições, além de medidas para evitar que armamentos regulares caiam nas mãos de criminosos.

“Julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos Estados mais seguros”, diz a carta. “Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando, por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédia.”

A maior parte dos governadores representa Estados das regiões Nordeste e Norte, mas o texto também é assinado pelos mandatários do Distrito Federal e do Espírito Santo. A carta é assinada por Ibaineis Rocha (MDB-DF), Flávio Dino (PCdoB-MA), Wellington Dias (PT-PI), Paulo Câmara (PSB-PE), Camilo Santana (PT-CE), João Azevedo (PSB-PB), Renato Casagrande (PSB-ES), Rui Costa (PT-BA) Fátima Bezerra (PT-RN), Renan Filho (MDB-AL), Belivaldo Chagas (PSD-SE), Waldez Góes (PDT-AP),  Mauro Carlesse (PHS-TO) e Helder Barbalho (MDB-PA).

ESTADÃO CONTEÚDO

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Câmara deve votar MP da reforma administrativa nesta quarta-feira. Ministérios devem se manter em 22 e divergência continua no COAF

Apesar da relação difícil entre o governo Jair Bolsonaro e o Congresso , parlamentares decidiram tentar votar nesta quarta-feira a Medida Provisória (MP) 870, que enxugou o número de ministérios no primeiro dia do ano.Os deputados decidiram abandonar a ideia de recriar as pastas de Integração Nacional e Cidades, aprovada em comissão especial com apoio do Planalto. O número de 22 pastas deve ser mantido.

Persiste, porém, a divergência sobre o destino do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que o governo deseja manter na pasta da Justiça e o centrão e a oposição atuam para realocá-lo na Economia. Caso a MP não seja aprovada pela Câmara e pelo Senado até 3 de junho, a medida perde a validade. Voltariam a valer os 29 ministérios do governo Michel Temer.

Apesar da tentativa da oposição de obstruir a pauta de votações, líderes do centrão querem analisar medidas provisórias que estão travando os trabalhos na Casa. A intenção dos deputados é acelerar o ritmo para tocar uma agenda independente, sem ficar a reboque do governo.

O acordo foi selado na manhã de ontem na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e confirmado depois numa reunião de líderes da Câmara. Na residência de Maia também estavam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MBD-PE), relator da MP na primeira fase do processo legislativo, a comissão especial.

Durante a tramitação do texto da medida na comissão do Congresso, havia sido firmado um acordo entre Jair Bolsonaro e os presidentes da Câmara e do Senado de que o Ministério do Desenvolvimento Regional seria dividido em dois: Integração Nacional e Cidades. Ao ceder a ocupação dos ministérios por indicados de Maia e Alcolumbre, o governo poderia melhorar a relação com os parlamentares.

Entretanto, desde o início da negociação, líderes do centrão ficaram insatisfeitos por não terem sido consultados sobre o assunto. Com a deterioração da relação entre Planalto e Congresso e a pressão do PSL contra o aumento do número de pastas, o governo recuou.

(mais…)

 

Rodrigo Maia diz que não aceitará que Legislativo seja atacado por representantes do Executivo

Após ter rompido publicamente com o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), por críticas que teriam sido feitas por ele ao Congresso, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que não irá mais aceitar um tratamento desrespeitoso por parte de representantes do governo em relação ao Legislativo. Maia evitou responsabilizar o presidente Jair Bolsonaro pelo comportamento, mas disse que ele dá “sinais trocados”.

Sobre o episódio com o líder do governo, Maia afirmou não ter ficado “zangado com ninguém”, mas voltou a dizer que uma charge compartilhada por Vitor Hugo há cerca de dois meses no grupo de Whatsapp do PSL, atacou a Câmara institucionalmente e foi “desrespeitosa”. A mensagem associava a negociação do governo com o Congresso a sacos de dinheiro. Maia teve acesso à sátira.

“A publicação é desrespeitosa, mas não foi só ele. Tem secretários de alguns ministérios que também postaram e nós não vamos aceitar esse tipo de tratamento de alguns membros do poder Executivo e seus representantes em relação ao poder Legislativo”, disse.

Vitor Hugo, porém, afirmou que a intenção da charge não era ser um ataque ao Parlamento, mas sim, uma forma de chamar atenção sobre a percepção que a sociedade tem do deputados e senadores. “A minha exortação no grupo do PSL era para que a gente conseguisse mudar a percepção da sociedade em torno de nós parlamentares. Parte da população brasileira só acredita que há diálogo com emendas ou dinheiro envolvido. A existência da charge expressa o que uma parte da população pensa sobre o Congresso”, explicou.

Maia, porém, afirmou não estar preocupado com o líder do governo e nem com o governo. “Estamos preocupados com o povo brasileiro”, disse. Ele ressaltou que a Câmara dará demonstração de responsabilidade quando aprovar a reforma da Previdência em junho ou julho. “Conheço a pauta da Câmara, tenho diálogo com todos os líderes, Quem escolhe o líder do governo é o presidente, não estou aqui para discutir líder do governo”, disse.

O presidente da Câmara disse ainda nunca ter tido uma relação com Vitor Hugo, mas ressaltou que ele poderá continuar indo às reuniões de líderes realizadas tanto na Câmara quanto na residência oficial. “Continuei sem ter (relação com Vitor Hugo) a partir de março depois que eu vi qual é a opinião que um deputado tem do próprio Parlamento. Mas ele participa das reuniões de líderes aqui, quando tiver reuniões maiores na minha residência, ele pode participar, já participou de reuniões que eu não convidei e eu nunca expulsei ninguém, não tem problema nenhum”, disse.

Vitor Hugo, por outro lado, afirmou que sempre buscou estabelecer pontes com o presidente da Casa, mas sempre sentiu um certo distanciamento. O deputado disse também que as críticas foram feitas à forma como Maia estava conduzindo as decisões sobre a pauta da Casa, em reuniões com um pequeno grupo de líderes apenas.

Apesar de Maia ter dito que não haveria mais diálogo com ele, Vitor Hugo acredita que o rompimento não é completo. “Acho que só foi evidenciado o que já acontecia. Não é bom para ninguém que o presidente da Câmara e o líder do governo não compartilhem ideias, não cheguem a um meio termo que seja ideal para a pauta da Câmara”, disse e completou afirmando que irá “esperar a poeira baixar” para procurar Maia para uma conversa.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

LOCAIS

RN e os outros estados negociam com governo acesso a R$ 9,5 bi de fundos regionais

Uma medida em estudo pelo governo pode render a estados um fôlego extra de R$ 9,5 bilhões. A ideia, capitaneada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), é permitir que os Executivos locais peguem dinheiro emprestado dos chamados fundos constitucionais, criados para desenvolver regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Hoje, esses recursos só podem ser usados para financiar empreendimentos tocados pelo setor produtivo. A ideia seria permitir que 30% desse dinheiro sejam empregados pelos estados para realizar investimentos e bancar algumas ações de custeio. A autorização deve ser feita por meio de uma medida provisória (MP).

A proposta foi anunciada semana passada por Caiado , após uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. A ideia é garantir crédito aos estados enquanto o chamado Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) não sai do papel. Apelidado de Plano Mansueto (em referência ao secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida), o programa prevê a autorização de R$ 10 bilhões em empréstimos com aval da União para estados que apresentarem planos de ajuste fiscal. Mas ainda não chegou ao Congresso.

Para este ano, os três fundos regionais têm R$ 31,5 bilhões disponíveis para financiar projetos. Se a ideia de Caiado for aplicada como o governador explicou, 30% disso iriam para as mãos dos governadores — o que daria os R$ 9,5 bilhões.

Os fundos foram criados em 1989, logo após a promulgação da Constituição. São financiados por repasses de 3% da arrecadação federal de Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Por lei, têm acesso aos recursos produtores, empresas e cooperativas de setores como agropecuária, indústria e serviços. O sistema dá preferência a micro e pequenas empresas. Desde o ano passado, parte do dinheiro também irriga o Financiamento Estudantil (Fies).

A ideia de Caiado está no radar de outros estados. Para Aldemir Freire, secretário de Planejamento e Finanças do Rio Grande do Norte, a medida ajudaria na retomada de investimentos. Assim como Goiás, o estado decretou calamidade financeira.

– Ajudaria, sim. Sobretudo para investimentos em infraestrutura. Atualmente, nossa capacidade de realizar investimentos com recursos próprios é praticamente zero. Sem acesso a novas fontes baratas de financiamento, nossa infraestrutura tende a se agravar nos próximos anos – afirmou o secretário.

O GLOBO

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