PONTO DE VISTA: O FILME MARIGHELLA USURPA A MEMÓRIA DA NOSSA HISTÓRIA

Resolvi destacar aqui o PONTO DE VISTA de um jovem que se diz Cristão conservador, estudante de direito e aspirante a escritor, Felipe Branco sobre o filme que concorre no Festival de Berlim em que Wagner Moura é diretor e trata da vida de Marighella. Assim como todo ativista do PT, Wagner Moura também, no enredo do filme, inverte valores e tenta fazer o telespectador acreditar que Marighela é um herói, do bem, quando é justamente o contrário. 

Filme sobre Marighella é desmascarado internacionalmente

 

Já estamos acostumados com a baixeza da classe artística, mas Wagner Moura decidiu levar isso a um outro nível. O antigo intérprete do lendário Capitão Nascimento, recebeu autorização para captar 10 milhões de reais via lei Rouanet para fazer um filme sobre o terrorista comunista Carlos Marighella.

O filme inclusive foi exibido no festival de Berlim. Com direito a beijo na boca de Jean Wyllys, estava tudo armado para Moura lacrar internacionalmente e distorcer a história do Brasil para forçar sua narrativa esquerdista, mas ele não contava com uma coisa: a internet.

Milhares de internautas foram a sites de avaliação de filmes e detonaram o longa-metragem! No IMDB, o filme possui uma média de 2,5 pontos de 10. No espaço dedicado à publicação de críticas, milhares de brasileiros desmascararam as mentiras sobre Marighella, tanto em português, quanto em inglês. “Uma mentira descarada, Mariguela é um terrorista, um assassino sanguinário”. Diz a crítica com maior número de curtidas. “This movie is as stupid as it would be if you made a Bin Laden movie, it tries to paint a psycho as a good guy“. Declarou o segundo colocado, cuja tradução poderia ser: “Esse filme é tão estúpido quanto seria fazer um filme do Bin Laden onde tentassem pintar um psicopata como um cara bom.”

Ainda houve outros que lembraram que Marighella sequer era negro e que Wagner Moura estaria tentando criar uma narrativa falsa sobre racismo. O ator e diretor reagiu rápido, disse que seu filme não é uma resposta ao atual governo e que espera que ele seja “maior do que Bolsonaro”, ainda complementou pedindo aos internautas para “não darem notas falsas” no IMDB.

Em seguida, afirmou que seria difícil lançar o filme no Brasil devido à “polarização”, o que soou como uma desculpa esfarrapada de quem está com medo de enfrentar o contraditório.

Assim como a grande mídia, a classe artística está em desespero, principalmente após as mudanças anunciadas pelo governo Bolsonaro nas leis de incentivo à cultura que agora, visariam beneficiar artistas iniciantes, e não mais “globais”, como Wagner Moura. O fato é que eles tentarão de toda forma reescrever a história para no futuro, pintarem a si mesmos como heróis que lutaram pela democracia. Porém, dessa vez enfrentarão resistência, pois a internet deu voz ao povo e o florescer da mídia alternativa dá cada vez mais espaço para pessoas compromissadas em desmontar as mentiras da esquerda.

Felipe Branco

Cristão conservador, estudante de direito e aspirante a escritor.

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