OPINIÃO: SERÁ PATRIOTISMO OU ALTRUÍSMO O SENTIMENTO QUE IMPREGNA O NOSSO MINISTRO DA ECONOMIA?

Caro(a) leitor(a),

o artigo a seguir, escrito pela jornalista Priscila Chammas, é muito pertinente neste momento delicado e decisivo para o destino da nossa nação. O momento em que a oposição, essa esquerda tresloucada e mais  perdida do que cego em tiroteio, tentando encontrar a sua identidade, totalmente desprovida de um líder carismático e claramente posicionado ideologicamente tenta acuar o presidente Bolsonaro e sua equipe contra a parede com um jogo sujo e perigoso, contando com o poder midiático da Globo, Folha de São Paulo e outros veículos de comunicação de esquerda, sem a mínima e mais elementar argumentação técnica. Apelando apenas para esse jogo sujo e perigoso de jogar a opinião pública contra o governo utilizando fake news e unindo-se aos atores da velha política que se encontram ameaçados ir pra cadeia  em função do avanço da Lava Jato, que já colocou dois ex-presidentes no xadrez. A verdade mais verdadeira é que o país está quebrado e diferentemente de outras ocasiões em que esteve em apuros, desta vez o governo não esconde nada. Está pondo tudo em pratos limpos e mostrando à população a face dura, real e cruel da economia brasileira.

Tivemos a grande sorte de ser nomeado para o cargo de ministro da economia o profissional mais competente que existe na atualidade para resolver esse imbróglio e estamos  fazendo pouco caso do homem que pode nos tirar desta situação. E é incrível ele ainda não ter desistido de tudo, pois todos nós sabemos que ele não precisa desse cargo para levar uma doce vida. O homem é muito rico e tem a vida financeira totalmente resolvida para ele e mais duas ou três gerações de herdeiros. Portanto, qual é a razão deste homem ainda está ai? Dar uma de Jesus Cristo e ser crucificado pelo povo? Ele não é nenhum messias e não parece ser alguém que está disposto a dar a vida para salvar um país.

Portanto é preciso abrir os olhos e enxergar que essa talvez seja a nossa última e grande oportunidade de sairmos dessa recessão terrível em que o Brasil começa a fundar novamente, antes que o homem mude de ideia resolva deixar o governo!

A face desconhecida de Paulo Guedes

25/05/2019 às 19:10

Paulo Guedes não precisa do emprego de ministro. O dinheiro que ele tem dá pra viver muito confortavelmente até o fim de seus dias e ainda garantir o conforto de mais algumas gerações de sua família.

Paulo Guedes não precisa da Previdência. Ainda que ela quebre e todo mundo deixe de receber, isso não vai comprometer seu orçamento familiar.

Paulo Guedes não precisa estar no Congresso, suando pra defender uma reforma para uma plateia hostil, que só está preocupada com seu próprio umbigo. Ele não precisa engolir sapo de filho de político preso o chamando de “Tchutchuca”.

Ele não precisava ter se empenhado tanto, feito conta e quebrado a cabeça para elaborar uma proposta de reforma bem amarrada, pensando num Brasil que ele pode nem estar mais vivo para usufruir.

Não precisava ter tanta paciência pra convencer um presidente que até ontem era contra a reforma.

Na verdade, ele nem precisa do Brasil. É o Brasil que precisa dele.
Não é nenhum absurdo um cara com esse perfil dizer que se a reforma não der certo, ele arruma as malas e vai embora. Se, a despeito de todo o seu esforço, insistirmos em seguir o caminho errado, ele está no direito dele de não querer afundar junto.

E digo mais. Se a reforma não passar, ele não vai ser o único a ir embora. Uma economia quebrada e sem perspectiva é o maior motivo de fuga de cérebros e de capital de um país. Se a reforma não passar, o país quebra e fica sem perspectiva. E aí as pessoas emigram .

Paulo Guedes vai embora, e também o Paulo Bittencourt, o Paulo Albuquerque, o Paulo Chateaubriand e o Paulo Fontenelle. Muitos deles, aliás, já foram desde o governo Dilma, e não quiseram ficar pra tentar consertar o estrago, como fez o Guedes.

Quem vai ficar é o Paulo Silva, que não tem dinheiro e nem consegue visto americano. É ele que vai ficar aqui, desempregado, quando os investidores fugirem e os empreendedores falirem. É ele que vai passar fome porque não vai ter verba pra pagar bolsa família nem seguro desemprego. É a escola do filho dele que vai entrar em greve por falta de pagamento dos professores, e é o pai dele que vai ficar sem aposentadoria quando o INSS quebrar. Porque é isso que acontece num país quebrado: o dinheiro acaba.

Portanto, se você não faz parte do grupo que, como Paulo Guedes, pode arrumar as malas e deixar o Brasil quando quiser, você faz parte do grupo que deveria estar defendendo a reforma da Previdência.

(Texto de Priscila Chammas. Jornalista)

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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