AUTOCONHECIMENTO: VOCÊ FAZ SUAS ESCOLHAS E SUAS ESCOLHAS FAZEM VOCÊ

Na coluna REFLEXÃO desta segunda-feira temos mais um texto sensacional publicado por Beth Michepud que nos remete àquele velho combate cotidiano entre o ego e a essência, o Eu Cósmico, cujas consequências só depende do seu aprendizado diário, que em última análise, será maior ou menor se observarmos uma sentença curta de infinita sabedoria: “Orai e vigiai”, do grande mentor da humanidade! 

Você pode escolher

 em 
A cena é clássica em desenhos animados (especialmente os mais antigos): a personagem precisa escolher um caminho ou tomar uma decisão e aparecem dois anjinhos (um bom e um mau) palpitando e discutindo entre si, na tentativa de persuadir a personagem a escolher sua opção.
É lúdico, eu sei, mas poderíamos fazer a analogia de razão e coração ou ego e essência.
Se conseguirmos manter nossos pensamentos em uma frequência elevada, certamente experimentaremos o que alguns chamam de milagres.
Lembra da frase que a imensa fonte de energia de amor que esteve na Terra disse?  Jesus disse:”Orai e vigiai”. Certamente ele não estava querendo dizer para ficarmos repetindo, interminavelmente, ladainhas com palavras decoradas e  nem para viver à espreita, vigiando tudo, na defensiva e com receio do  mal que poderia nos atingir.  “Orai” é voltar-se para dentro de si e “vigiai” é sobre manter o pensamento resguardado de insistentes tentativas de intervenção do anjinho mau (ego).
Vou citar um trecho do livro “Milagres acontecem”, de Carolyn miller, Ph.D. em psicologia experimental, que nos fala um pouco sobre o ponto de vista limitado do ego.
“A maioria das pessoas não sabe distinguir entre si próprias e o ego. Elas acham que o ego – a personalidade que desenvolveram ao longo de sua vida – é quem elas realmente são. E também, como o Deus interior só fala quando é solicitado, a maioria de nós é totalmente inconsciente de sua presença. Não percebemos que poderíamos solicitar sua ajuda e, em vez disso, recorremos exclusivamente aos recursos limitados do ego.
E os recursos do ego são mesmo limitados! Como ele conhece apenas as capacidades que desenvolveu pessoalmente pela experiência no mundo físico, ele não faz ideia de como os milagres ocorrem, assim como um cão não sabe como e por que a luz sempre se acende quando você entra num quarto escuro. O ego pode ficar surpreso com os eventos milagrosos que ocorrem quando recorremos a nosso poder superior, mas ele também não tem nenhuma ideia de como se faz para que eles ocorram.
Meu ego sabe com que velocidade eu posso correr, com que persuasão eu consigo falar, quão habilmente posso dirigir, etc. Colocado diante de uma emergência, ele faz um exame rápido e relativamente realista da situação, de suas próprias capacidades e dos outros recursos disponíveis no âmbito da ilusão física. Se esses recursos são claramente insuficientes para resolver o problema, ele conclui que o problema é insolúvel e desiste. O único subterfúgio que lhe resta é caracterizar-se como vítima e esperar que alguém – e como último recurso, Deus – tenha pena dele.
Todavia, nenhuma situação é desesperadora. Todas elas podem ser reinterpretadas por nosso poder superior de maneira a tornar-se benéfica. Mas para que ocorra essa reinterpretação, tem que haver um momento em que a pessoa deixa de crer na perspectiva deprimente do ego e volta-se para dentro na esperança silenciosa de ajuda. Então, nosso poder superior pode orientar intuitivamente nossos pensamentos e os de quem pode nos ajudar. Ele é especialista em imaginar finais felizes para nossas quedas. Nosso poder superior está sempre disponível para prestar o melhor serviços quando chamado.”
Somos todos fruto da imensa fonte criadora, e portanto somos co-criadores também. Se você precisa ou deseja algo, apenas não permita, em instante algum, que seu pensamento crie realidades que bloqueiem a ação do seu “eu”.
É como aquela história de uma moça  que jamais admitiu a hipótese de morrer em algum acidente, qualquer que fosse. Essa realidade (ideia/pensamento) não era aceita por ela como verdade. Então ela não repetia esses pensamentos, aliás, nem se lembrava mais disso já que não era real.
Então, num dia chuvoso, ela dirigia numa estrada entre precipícios e perdeu o controle da direção. O carro capotou e despencou por muitos metros na ribanceira. Ela conta que em momento algum se desesperou, porque tinha absoluta certeza de que ficaria tudo bem. Na verdade, a certeza era tão plena que, de fato, não cabia na realidade dela qualquer outro desfecho que não o “tudo está bem”, como de fato ficou. Muitos chamaram de milagre o que para ela era simplesmente natural.
Que possamos orar e vigiar sempre, porque nossa história não termina aqui.
Um salve à Vida!!

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