AUTOCONHECIMENTO: PARA A VIDA ATRAVÉS DA MORTE. É TUDO UMA CONTINUAÇÃO!

Na coluna AUTOCONHECIMENTO desta segunda-feira trago mais um texto sensacional de Emmet Fox que nos esclarece como se processa esse curto circuito que nos desliga das coisas físicas e nos liga as coisas etéreas ou sutis e depois nos desliga das coisas etéreas e nos liga novamente as coisas físicas. O mais interessante é que a pista está na Bíblia. Leia o texto e entenda como as coisas se processam!

Não há, absolutamente, razão alguma para temermos a morte. O mesmo Deus está deste e do outro lado da sepultura. No entanto, a maioria das pessoa teme a morte, parte como medo do desconhecido e parte como resultado de uma educação errônea. Na realidade não existe morte no sentido de extinção.

Para entender a morte, você precisa entender que, na realidade, possui dois corpos, não um. Você não possui apenas o corpo físico, mas também um segundo corpo, feito de energia sutil demais para se observada. Este corpo etéreo interpenetra o corpo físico como o ar enche uma esponja. Há pessoas que conseguem ver o corpo etéreo, porque têm o poder de entrar em contato com vibrações muito mais sutis do que as que podem ser percebidas pelos sentidos normais.

Esse corpo etéreo é o repositório de todos os nossos sentimentos e pensamentos. É a “psique” em psicologia. Por isso a personalidade sobrevive à morte; porque ela reside no etéreo, que passa intacto pela morte, e não no físico, que se decompõe.

Durante o sono, o transe e sob anestesia, quando o corpo sutil pode deixar o corpo físico, eles continuam ligados por um cordão etérico que na Bíblia é chamado de Cordão de Prata. Esse cordão é tão elástico que o corpo sutil pode ir para bem longe e continuar preso ao corpo físico.

A morte é a ruptura do Cordão de Prata. Quando ele é cortado, o indivíduo cai em um estado de inconsciência que pode durar minutos, dias ou até semanas. Então ele desperta, como se do sono, e sua nova vida terá começado.

O outro mundo está, na realidade, em volta de nós. Os mortos estão continuando suas vidas aqui, onde estamos agora, mas em seu próprio mundo e de seu modo próprio. A razão porque não os vemos e não colidimos com eles é a mesma razão pela qual um programa de rádio não interfere em outro: estão em ondas de comprimentos diferentes.

Fonte: Emmet Fox, Dia a dia, Um pensamento inspirador para cada dia do ano, Nova Era, 2008

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