ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

NACIONAIS

Dupla é presa com quase 150 kg de drogas em helicóptero após pouso de emergência no PR

Lucas Borges Teixeira

Colaboração para o UOL 12/06/201814h46.

Helicóptero teve de fazer pouso de emergência em um campo de futebol de Cambará

Helicóptero teve de fazer pouso de emergência em um campo de futebol de Cambará.

Um helicóptero com quase 150 kg de drogas foi apreendido no interior do Paraná na noite desta segunda-feira (11). A aeronave teve de fazer pouso de emergência em um campo de futebol por falta de combustível.

Os pilotos, 38 e 19, pousaram na cidade de Cambará, a cerca de 400 km de Curitiba, pouco depois das 18h. Dentro do helicóptero, a Polícia Militar encontrou 118 kg de cocaína e pouco menos que 30 kg de crack. O valor da apreensão chega a R$ 2 milhões.

Ao UOL, a PM destacou que os suspeitos pousaram no campo de futebol porque estavam sem combustível. Os suspeitos foram flagrados ao pular o muro do estádio e começaram a pedir carona para Ourinhos, cidade vizinha, já no sul de São Paulo, onde há abastecimento de aeronaves.

Um dos moradores da região chamou a Polícia Militar e avisou sobre o pouso. Quando chegaram ao estádio, os policiais encontraram o helicóptero com as drogas e acionaram a PM da cidade paulista.

Os dois foram presos em flagrante por tráfico de drogas em Ourinhos e levados a Cambará. Em depoimento na delegacia, a polícia afirma que os jovens se contradisseram e acabaram confessando o crime.

Eles contaram que as drogas vinham do Paraguai rumo ao Guarujá, no litoral paulista. Segundo a polícia, um deles já havia sido preso por tráfico de drogas em Minas Gerais.

A Polícia Civil da cidade paranaense apura o caso.

Fonte: Notícias UOL

STF Manda À 1ª Instância Inquérito Contra Ministro Da Agricultura

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (12), por 4 votos a 1, enviar à primeira instância da Justiça do Mato Grosso um inquérito contra o atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.

Maggi foi denunciado no início do mês passado, pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, por corrupção. Ele foi acusado de participar de esquema de compra de vaga no Tribunal de Contas do Mato Grosso em 2009, quando era governador do estado. Ele hoje está licenciado do mandato de senador para exercer o de ministro.

Ao baixar o caso de instância, a Primeira Turma aplicou o entendimento estabelecido pelo STF em 3 de maio em relação a deputados e senadores. Naquela data, o plenário decidiu que só devem permanecer na Corte os processos contra parlamentares que tratem de supostos crimes cometidos durante e em função do cargo.

“A razão de decidir do julgamento [de maio] se aplica indistintamente em relação a qualquer hipótese de prerrogativa de função”, afirmou o relator do caso, ministro Luiz Fux, ao votar pelo envio do caso de Blairo Maggi à primeira instância. Ele foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber.

O ministro Alexandre de Moraes também votou para que o caso fosse baixado de instância, mas para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), e não ao primeiro grau, pois o conselheiro do Tribunal de Contas do MT Sergio de Almeida também foi denunciado, e devido ao cargo ele teria foro naquela corte, mesmo que os supostos crimes tenham sido cometidos antes de ele assumir.

Moraes ressaltou que, para ele, a decisão sobre a restrição do foro de parlamentares não poderia se estender a conselheiros de tribunais de contas sem que houvesse outro julgamento, por não se tratar de cargo eletivo, mas sim vitalício. No caso de Maggi, ele considerou que o ministro é, antes de tudo, senador, motivo pelo qual seu foro já estaria restrito.

Barroso destacou que no caso de outros cargos, que não parlamentares, ficou estabelecido em maio que a restrição do foro seria decidida no caso a caso. “Como surgiu essa hipótese aqui, estou me pronunciando no sentido de que a conselheiro de estado se aplica o mesmo entendimento”, disse, ao votar pelo envio da denúncia à primeira instância, e não ao STJ.

Denúncia

A denúncia contra Blairo Maggi é resultante da Operação Ararath, iniciada em 2013 para apurar a atuação de “bancos de propina” clandestinos no Mato Grosso, bem como a existência de organização criminosa no alto escalão dos poderes Executivo e Legislativo do estado. A operação resultou na abertura de mais de 50 inquéritos policiais.

No caso da denúncia contra Maggi, as investigações apontaram que ele tomou parte em repasses de ao menos R$ 4 milhões em propina para que um dos conselheiros do TCE-MT se aposentasse no momento mais conveniente para a nomeação de um aliado.

Uma das bases para a denúncia foi a delação premiada de Silval Barbosa, vice-governador do Mato Grosso em 2009. Ele assumiu o comando do Executivo estadual em 2010, com a saída de Maggi, que se candidatou a senador.

Fonte: AGÊNCIAS BRASIL

Em Despacho E Com Um Breve Desabafo, Sérgio Moro Pela Primeira Vez Abre Mão De Processo

O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, recusou-se em julgar um processo que faz parte da 48° fase das investigações. Pela primeira vez, deste o início da maior operação anticorrupção do Brasil, o juiz abriu mão de uma ação penal.

Sergio Moro escreveu em despacho um breve desabafo, disse estar sobrecarregado. Além do mais, o juiz justificou que a ação penal não tem relação com a Petrobras ou com o Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, o conhecido “setor de propinas”.

O processo negado trata-se de uma concessionária de pedágios do Paraná, que teria pago propina para agentes públicos. Quando o processo chegou ao juiz, os advogados dos investigados questionaram a competência. No entanto, o Ministério Público Federal reafirmou que o processo iria para Moro. Agora, o juiz descarta participar da ação penal.

Segundo Moro, as decisões tomadas no processo não serão anuladas, porém serão remetidas para outra vara criminal de Curitiba.

A 48° Fase Da Lava Jato

As investigações dessa fase colocaram na cadeia seis pessoas, dentre elas o ex-diretor-geral Nelson Leal Junior, do Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná (DER-PR). A operação partiu da Justiça Federal de Jacarezinho, enviadas então para Moro devido a credibilidade em crimes de lavagem de dinheiro.

Os operadores Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran estão envolvidos na ação.

Devido a quantidade de inquéritos em que atua, Sergio Moro determinou que este processo não traria tantas dificuldades. Além do mais, o caso não teria relação direta com a Odebrecht ou Petrobras. O juiz decidiu remeter para outra vara, poupando sobrecarga em seus trabalhos.

Fonte: Notícias Brasil On Line

É Mole? Preso Na Papuda, Deputado João Rodrigues Reassume Mandato Na Câmara

Condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a cinco anos e três meses de reclusão, em regime semiaberto, por fraude e dispensa de licitação, à época em que era prefeito de Pinhalzinho (SC), o deputado federal João Rodrigues (PSD-SC) reassumiu hoje (11) o mandato na Câmara dos Deputados.

Rodrigues estava proibido de exercer função pública por decisão da juíza substituta da 1º Vara Federal de Chapecó, Priscilla Piva. Na última quinta-feira (7) o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) chegou a determinar à Direção-Geral da Casa o afastamento do parlamentar e a convocação do suplente dele. No entanto, teve que revogar a decisão depois que o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu liminar, no mesmo dia, autorizando o retorno do parlamentar à Câmara.

Desde fevereiro, o deputado cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele comemorou a volta à Câmara. “Como é bom estar em liberdade, como é bom ver o sol”, disse. “Amigos entendem a injustiça pela qual passei. Nem os senhores estão livres de passar por isso. Não cometi nenhum crime, tanto é verdade que estou de volta”, ressaltou. Mesmo preso, sem comparecer à Câmara, Rodrigues continuou a receber salário e os demais benefícios em decorrência do mandato. Pela ausência em sessões no período, a remuneração do parlamentar caiu de R$ 33,7 mil para cerca de R$ 9 mil.

Conselho De Ética

João Rodrigues responde a processo no Conselho de Ética da Câmara. No mês passado foi aprovado, por 9 votos a 1, o parecer preliminar do deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL) que recomenda o prosseguimento das investigações contra o catarinense que pode resultar na perda de mandato. O mérito do processo ainda não foi julgado.

Celso Jacob

O deputado Celso Jacob (MDB-RJ) também reassumiu o mandato, na última sexta-feira (8). Condenado a sete anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, por falsificação de documento público e dispensa de licitação fora das hipóteses previstas em lei quando era prefeito de Três Rios (RJ), Jacob estava afastado das atividades parlamentares desde maio por decisão do presidente da Câmara. O retorno à Casa ocorreu depois que ele foi autorizado pelo juiz Fernando Messere, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, a cumprir pena em regime aberto.

Fonte: agencia Brasil

LOCAIS

STF aceita denúncia e torna Agripino Maia réu por corrupção, lavagem de dinheiro e uso de documento falso

(Foto: Moreira Mariz/Agência Senado)

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (12) aceitar uma denúncia contra o senador Agripino Maia (DEM-RN) e torná-lo réu pela suposta prática de corrupção, lavagem de dinheiro e uso de documento falso.

Por 3 votos a 2, a maioria dos ministros da Segunda Turma considerou haver indícios mínimos de que o parlamentar, presidente do DEM, pediu e aceitou propina de R$ 1,15 milhão de um empresário para execução de contrato para inspeção veicular ambiental em Natal.

A decisão não significa que Agripino é culpado – ao longo da ação penal, a defesa terá a oportunidade de provar se o senador é inocente, com depoimentos de testemunhas e coleta de novas provas. Só ao final do processo, o STF poderá condenar ou absolver o parlamentar.

O julgamento para receber a denúncia ou arquivar o caso foi iniciado em maio deste ano. Votaram pelo prosseguimento do caso o relator, ministro Ricardo Lewandowski, Edson Fachin e Celso de Mello. Contra o recebimento da denúncia votaram Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

Veja mais: Após denúncia avançar no STF, Agripino ressalta certeza de sua inocência

A defesa de Agripino nega as acusações. Diz que a denúncia do Ministério Público é baseada em depoimentos de delatores que foram coagidos.

A ex-governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini, atual prefeita de Mossoró, também foi denunciada por supostamente ter ajudado o senador a obter vantagens indevidas. A Segunda Turma, porém, rejeitou a acusação, por considerar que não havia indícios contra ela.

 

Mãe e filho são vítimas de duplo homicídio, dentro de casa, no interior do RN

A Polícia Militar confirmou que uma mãe, de 61 anos, e seu filho, de 29, foram assassinados a tiros dentro de casa na madrugada desta terça-feira (12) no município de Passa e Fica, na região Agreste potiguar.

Segundo a PM, ainda não sabe as circunstâncias do duplo homicídio. Os criminosos fugiram e nenhum suspeito foi identificado até o momento.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Fonte: BLOG DO BG

Deixe uma resposta

Fechar Menu
×

Carrinho