ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESTA QUARTA-FEIRA

Por G1

 

Ministério Público pede a prisão de João de Deus. A 1ª aparição do médium após as denúncias de abuso. Morre a 5ª vítima do ataque em Campinas, e o Papa se manifesta. As negociações de Bolsonaro no Congresso. BC mantém os juros em 6,5%. O voto de confiança na premiê britância. A condenação do ex-advogado de Trump. Caça ao terrorista de Estrasburgo. Os termos mais buscados no Google em 2018. E uma selfie em Marte.

INTERNACIONAIS

Caçada na França

A polícia ainda está à procura do atirador que matou 2 em Estrasburgo, na França. O suspeito foi identificado como Chérif Chekatt, de 29 anos. Ele tem 27 condenações em 3 países.

Selfie em Marte

Insight Mars registra a primeira 'selfie' no planeta vermelho — Foto: Nasa/JPL-Caltech

Insight Mars registra a primeira ‘selfie’ no planeta vermelho — Foto: Nasa/JPL-Caltech

Tá achando que é só a gente que tira ‘selfie’ quando viaja? A sonda Insights Mars fez sua primeira foto após pousar em Marte. A imagem mostra que o equipamento está intacto e pronto para começar a explorar as atividades sísmicas no interior do planteta.

Cohen condenado

O ex-advogado do presidente Trump, Michael Cohen, foi condenado a três anos de prisão pela compra do silêncio de duas mulheres sobre o suposto envolvimento que tiveram com o então candidato. Ele também terá que pagar multa de US$ 2 milhões.

Fonte: G1

Maduro acusa Bolsonaro de integrar “complô” dos EUA para assassiná-lo

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou nesta quarta-feira, 12, o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, de tomar parte do plano dos Estados Unidos para assassiná-lo e instaurar uma ditadura em seu país. O conselheiro de segurança Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, seria o arquiteto desse suposto golpe, que receberia também a ajuda do governo da Colômbia. Bolsonaro já teria incumbências a cumprir, insistiu o venezuelano.

“Hoje venho outra vez denunciar o complô preparado na Casa Branca para violentar a democracia venezuelana, para me assassinar e para impor um governo ditatorial na Venezuela”, acusou Maduro em entrevista à imprensa em Caracas.

Maduro disse que os “conspiradores” escolheram Bolton, um dos principais assessores do presidente americano, Donald Trump, como “chefe do complô”. Em sua versão, o plano teria como objetivo promover um intervenção militar estrangeira na Venezuela, um golpe de Estado, assassiná-lo e impor um conselho de governo transitório no país.

Bolton teria atribuído ao presidente eleito Jair Bolsonaro algumas missões que fariam parte desse plano durante a visita ao Rio de Janeiro, em 29 novembro, oficialmente para um primeiro contato de alto nível entre a Casa Branca e o futuro governo brasileiro. A Bolsonaro caberia, conforme Maduro, iniciar “provocações militares” na fronteira entre o Brasil e a Venezuela.

“As forças militares do Brasil querem paz. Ninguém no Brasil quer que o futuro governo de Jair Bolsonaro se meta em uma aventura militar contra o povo da Venezuela”, declarou Maduro durante coletiva de imprensa com correspondentes estrangeiros em Caracas.

O ditador venezuelano fustigou especialmente o general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito do Brasil, a quem considera o executor do plano. Para ele, o militar “fala todos os dias como um presidente paralelo no Brasil”.

“Todos os dias, ele fixa a pauta do que vai ser a política desse governo. Todos os dias, diz que vai invadir a Venezuela, que o Brasil vai utilizar suas forças militares”, afirmou Maduro, referindo-se ao vice-presidente eleito. “É louco”, disse o líder chavista sobre Mourão.

Veja

Fonte: Blog do BG

 

NACIONAIS

1ª aparição e o pedido de prisão

O médium João de Deus retornou hoje à casa em que presta atendimento em Abadiânia, Goiás — Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão Conteúdo

O médium João de Deus retornou hoje à casa em que presta atendimento em Abadiânia, Goiás — Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão Conteúdo

O médium João de Deus apareceu pela 1ª vez após os relatos de abuso sexual. Ele ficou cerca de 10 minutos no centro religioso onde atende em Abadiânia (GO) e se disse inocente das acusações. VEJA VÍDEO.

“Ainda sou irmão de Deus, mas quero cumprir a lei brasileira porque estou na mão da lei brasileira”.

Horas mais tarde, o MP de Goiás pediu a prisão preventiva do médium, após receber denúncias de mais de 200 mulheres, que dizem ter sido abusadas durante tratamentos espirituais. O pedido ainda será analisado por um juiz. O advogado do médium disse que não foi comunicado oficialmente e que João de Deus está à disposição da Justiça.

Ataque em Campinas

Morreu a 5ª vítima do atirador suicida que abriu fogo na catedral de Campinas. Heleno Alves, de 84 anos, estava internado e não resistiu aos ferimentos. Em um diário, o atirador, Euler Grandolpho, relatou que era perseguido e citou a chacina de Realengo e um “massacre” no Ceará. O Papa Francisco enviou mensagem à Arquidiocese de Campinas, e pediu que ‘faça prevalecer o perdão’.

Sem surpresas

O Banco Central manteve em 6,5% a taxa básica de juros na última reunião do ano. É a 6ª vez seguida que a taxa fica no mesmo patamar, o menor da série histórica. A manutenção do índice já era esperada pelo mercado.

Negociações no Congresso

O presidente eleito Jair Bolsonaro pediu cautela à bancada do PSL e orientou os colegas de partido a não declararem voto na disputa pela presidência da Câmara, marcada para fevereiro.

Violência no Rio

Um carro foi fuzilado em uma rua da Tijuca após ser cercado por 10 criminosos. O empresário que dirigia o carro foi atingido e dirigiu por 2 km antes de parar em base policial. A suspeita da polícia é que eles estariam fazendo um arrastão no bairro. Um dos ladrões morreu após ser atingido por “fogo amigo”.

Voto de confiança

A premiê britânica Theresa May sobreviveu à votação no Parlamento e vai continuar no cargo. Ela foi desafiada por integrantes do próprio partido em meio às incertezas sobre o Brexit. Ela venceu por 200 votos a 117 e não poderá passar por novo de desconfiança por um ano.

Fonte: G1

‘Se tiver algo errado, que paguemos a conta’, diz Bolsonaro, sobre ex-assessor do filho Flávio

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), admitiu na noite desta quarta-feira que está disposto “a pagar a conta” caso a investigação aponte irregularidade na movimentação de R$ 1,2 milhão entre 2016 e 2017 de Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro. Bolsonaro disse que o caso “dói no coração”, porque, segundo ele, “o que tem de mais firme (em seu projeto de governo) é o combate à corrupção”.

– Se algo estiver errado, comigo, meu filho ou o Queiroz, que paguemos a conta desse erro. Não podemos comungar com erro de ninguém – disse Bolsonaro, em um pronunciamento ao vivo pello Facebook, que druou 16 minutos.

Queiroz é citado em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) anexado à Operação Furna da Onça, que prendeu deputados estaduais do Rio. O volume de recursos movimentados em sua conta bancário foi considerado atípico. Entre as movimentações que constam do relatório está um cheque de R$ 24 mil pagos à nova primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Na transmissão no Facebook, o presidente eleito, no entanto, reafirmou que nem ele, nem o filho ou o assessor são investigados. Bolsonaro disse que Queiroz será ouvido na próxima semana. O Ministério Público do Rio de Janeiro está investigando o caso após a divulgação do relatório do Coaf, que identificou a movimentação atípica na conta do ex-assessor do deputado estadual Flávio, filho do presidente e senador eleito.

– Dói no coração da gente? Dói. O que temos de mais firme é o combate à corrupção – disse.

Bolsonaro só falou sobre o Coaf ao final da transmissão e classificou a investigação como “um problema pela frente.” O presidente eleito, no entanto, disse que ele e o filho não são investigados. E afirmou que o ex-assessor esclareça a movimentação na próxima semana, quando for ouvido pela Justiça.

O Globo

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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro recebia até quando estava fora do país

O Jornal Nacional mostrou que um outro ex-funcionário de Flávio Bolsonaro, Wellington Sérvulo Romano da Silva, passou metade do tempo que ocupou cargo na Alerj fora do Brasil.

Entre 2015 e 2016, ele fez diversas viagens a Portugal, onde ficou 248 dias, no período de 1 ano e 4 meses em que estava empregado na assembleia fluminense.

O Antagonista

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Governador eleito do RJ reafirma que bandido com fuzil ‘deve ser abatido’

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O governador eleito pelo Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), voltou a dizer que bandido portando fuzil é “um risco iminente que deve ser abatido”. O ex-juiz feral afirmou em entrevista que “o protocolo é neutralizar” o criminoso, nesta quarta-feira, 12, após reunião do Fórum dos Governadores com o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, para tratar da segurança pública.

Witzel disse que apoiará uma eventual proposta do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para incluir entre as excludentes de ilicitudes os casos em que o policial matar um suspeito que porte fuzil. Ele já tinha falado sobre o assunto em um debate da TV Bandeirantes com os governadores do Rio de Janeiro.

“Tenho dito que qualquer questão que se coloque para essa interpretação vai ter várias opiniões. Por outro lado precisa pensar que quem está portando fuzil não está preocupado com vida humana alheia. Está determinado a eliminar qualquer vida hostil a ele”, afirmou o governador eleito na coletiva.

“[Os criminosos] Já estão avisados de que não se pode andar nas ruas de fuzil a tiracolo. Ninguém aqui está sendo enganado. É um risco iminente que deve ser abatido”, defendeu Witzel.

A proposta de Witzel de usar atiradores de elite para “abater” quem estiver portando fuzil foi considerada “ilegal” pelo atual ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. “É uma proposta que precisa passar pelo crivo das leis e da Justiça. Não podemos ter nenhum tipo de atividade que não seja devidamente legal. Teria que ter modificação legislativa pra que viesse a acontecer.”

Estadão Conteúdo

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Bancos de desenvolvimento em todo o mundo estão se reinventando, avisa futuro presidente do BNDES

O futuro presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, voltou a defender nesta quarta-feira, 12, a parceria com o setor privado e a transparência na atuação da instituição. Em discurso de 10 minutos no encerramento de um evento promovido pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), na sede do BNDES, no Rio, Levy afirmou ainda que os bancos de desenvolvimento, em todo o mundo, estão “se reinventando”.

“As discussões de hoje (no evento do Cebri) foram bastante importantes. O papel dos bancos de desenvolvimento foi bem discutido. Sob diversos aspectos, todo mundo concorda que o objetivo não é substituir agentes, mas trabalhar em parceria com o setor privado”, afirmou Levy.

Sem dar muitas sinalizações sobre qual será o papel do BNDES na política econômica do futuro governo Jair Bolsonaro, Levy reforçou a importância de abrir espaço para o setor privado. “Hoje vivemos um momento em que a busca por competitividade, pela concorrência, pela abertura da nossa economia, para dar espaço para o setor privado respirar, para as empresas pequenas e médias poderem trabalhar, é uma obrigação de qualquer pessoa que esteja se dispondo a participar do serviço público”, afirmou Levy.

Segundo o futuro presidente do BNDES, “nosso papel em termos de desenvolvimento é ajudar nos aspectos mais estruturais e fundamentais, como educação, e, junto com o resto do governo, criar as condições para que as pessoas possam desenvolver suas atividades”.

Para Levy, que deixou o posto de diretor financeiro do Banco Mundial, em Washington (EUA), para assumir o BNDES, os atuais desafios da economia global exigem que a maioria dos bancos de desenvolvimento se reinvente. O ex-ministro da Fazenda destacou as inovações financeiras como parte dessa reinvenção.

O BNDES já estaria nesse caminho, segundo Levy. “Essa é uma experiência universal dos bancos que vão se reinventando. Certamente, é o que o BNDES já iniciou, é o que ele fez a vida toda e o que nós devemos continuar”, disse o futuro presidente do banco.

Levy disse ainda que chamou sua atenção, entre as discussões ao longo do dia no evento do Cebri, o entendimento do papel dos bancos de desenvolvimento em dar prioridade a temas como sustentabilidade e educação. “Em particular num país como o Brasil, que tem um setor agrícola extremamente importante, temos que estar atentos às condições ambientais”, afirmou.

Sem citar diretamente a participação diplomática do Brasil nas discussões em torno dos acordos para redução de emissão de gases que provocam o aquecimento global, cuja posição atual é criticada pelo futuro chanceler, Ernesto Araújo, Levy relatou a experiência do Banco Mundial, que leva em conta, em seus empréstimos, “o impacto de eventos climáticos extremos”, especialmente nos países mais pobres.

Ao encerrar o discurso, o futuro presidente do BNDES falou em transparência e acenou para o corpo técnico do banco. Segundo ele, o “elemento de transparência” vai ficar cada vez mais importante. Levy defendeu a parceria com “todos os órgãos que promovem a transparência no Brasil” e disse que o BNDES já iniciou um trabalho nesse sentido.

“Quero continuar nesse caminho, inclusive para dar a segurança e o conforto a todo o corpo técnico, que é extraordinário, para a gente poder realizar os sonhos que as pessoas daqui e fora daqui têm de um Brasil melhor”, afirmou Levy.

Estadão Conteúdo

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Bolsonaro: cabe às autoridades garantir segurança para cidadão de bem

Valter Campanato/Agência Brasil

Após o Fórum de Governadores, que reuniu representantes de 23 estados em Brasília, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (12) que cabe aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário garantir a segurança para o “cidadão de bem”. Ele utilizou, mais uma vez, sua conta no Twitter para destacar sua determinação de priorizar a segurança pública.

“O brasileiro sofre diariamente com ameaças às claras em todos os estados do Brasil. Cabe ao Executivo e Judiciário em conjunto com parlamentares agirem em prol da defesa do cidadão de bem, criando dispositivos para retaguarda jurídica dos agentes de segurança pública”.

Durante a manhã desta quarta-feira (12), 23 governadores e um vice-governador se reuniram com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, o vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro.

O tema de debate foi exclusivamente segurança pública. Todos os governadores relataram dificuldades em lidar com a questão da violência, do sistema penitenciário e a entrada de drogas e armas via fronteiras. Também reclamaram da falta de recursos.

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Rodrigo Maia diz que aprovação de incentivos fiscais não é pauta bomba

Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou na tarde de hoje (12) as declarações do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, de que a equipe econômica deverá recomendar o veto à lei aprovada ontem (11) que ampliou incentivos para empresas instaladas nas áreas de atuação de órgãos de desenvolvimento regional. O parlamentar negou que a aprovação da medida seja uma “pauta-bomba” para o próximo governo.

“O processo democrático é um ciclo. Um texto é votado nas duas Casas, o governo tem a liberdade de vetar ou sancionar e, vetado, para encerrar o ciclo, o parlamento tem o direito de ratificar a decisão do presidente ou vetar. A democracia não pode ser torta, onde só o Poder Executivo comanda e decide os futuros do país. O problema é que as pessoas vão para o Ministério da Fazenda, tão poderoso, e acabam ficando um pouco autoritárias”, disse.

Ontem, o plenário da Câmara aprovou um projeto de lei prorroga os incentivos fiscais concedidos a empresas que atuam nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Como já havia sido aprovado pelos senadores, o texto segue agora para sanção presidencial. Na manhã desta quarta-feira, o ministro da Fazenda disse à jornalistas que a extensão de incentivos fiscais terá impacto de R$ 3,5 bilhões por ano para as contas da União, totalizando R$ 17,5 bilhões nos próximos cinco anos.

Pelo texto aprovado, será ampliado de 2018 para 2023 o prazo concedido a empresas que têm projetos para instalar, modernizar ou ampliar empreendimentos localizados nas superintendências de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), do Nordeste (Sudene) e do Centro-Oeste (Sudeco). Se sancionada, a lei vai permitir que as companhias continuem pagando 75% a menos do Imposto de Renda calculado com base no lucro da exploração.

Maia disse que o trecho da matéria que incluía o impacto fiscal chegou a ser retirado, mas decisão do plenário reintegrou o dispositivo ao texto. “A securitização [da dívida ativa] está para ser votada agora, a questão da Sudam e da Sudene, já veio do Senado aprovada, a parte da Sudam e da Sudene não gera nenhum novo impacto fiscal. A parte da Sudeco, a parte do Centro-Oeste gera, nós tínhamos tirado – mas voltou por uma decisão do plenário – e isso é uma questão da democracia, ninguém pode controlar o texto da Câmara”, disse.

Rodrigo Maia descartou ainda que as matérias colocadas em votação tenham ligação com a disputa pela reeleição da presidência na próxima legislatura. “Eu tenho certeza que as matérias que estou pautando não tem nenhuma relação com 1º de fevereiro”.

Agência Brasil

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PSL não deverá disputar presidência da Câmara, diz Eduardo Bolsonaro

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Dono da segunda maior bancada para a Câmara, com 52 parlamentares eleitos, o PSL não deverá disputar o comando da Casa em 2019. A afirmação foi feita pelo atual líder da bancada, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP). Integrantes do partido eleitos para o Congresso Nacional se reuniram com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, também filiado à legenda, na tarde de hoje (12), em Brasília, para discutir a governabilidade do futuro governo.

“Eu acho muito difícil [o PSL lançar candidato a presidente da Câmara], acredito que vá ser uma pessoa de outro partido. Essas articulações estão acontecendo dentro do Congresso, estão ventilando, todos que estão ali estão se articulando publicamente ou nos bastidores”, disse em conversa com jornalistas após o encontro.

Reeleito como deputado federal mais votado da história do país, com mais de 1,8 milhão de votos pelo estado de São Paulo, Eduardo Bolsonaro disse que, durante a reunião, o presidente eleito pediu serenidade aos parlamentares do PSL, a grande maioria sem qualquer experiência de mandato legislativo. “[Jair Bolsonaro] pediu um pouquinho de serenidade [aos deputados] para não declarar votos para a presidência da Câmara ou qualquer outro cargo, para eles primeiro sentirem o clima. As negociações e articulações dentro da Câmara ainda estão ocorrendo, então mais pra frente a gente vai ter uma visão mais clara de como proceder nessas votações”, disse.

O parlamentar também informou que a liderança da bancada na Câmara, até o fim da atual legislatura, que termina em fevereiro, será exercida pelo deputado federal Delegado Waldir (GO), que ocupava até hoje a vice-liderança. Eduardo alegou incompatibilidade de agenda e excesso de compromissos para manter a liderança que exercia até então.

Relatório do Coaf

Eduardo Bolsonaro também foi perguntado sobre o paradeiro da Fabrício Queiroz, ex-assessor de seu irmão, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que foi apontado em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com indícios de movimentação financeira atípica.

O relatório do Coaf, divulgado pelo jornal O Estado de S.Paulo, informa que o ex-assessor, que também é policial militar, teria movimentado R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 – valores supostamente incompatíveis com sua renda declarada. Uma das transações seria um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

“Sobre essas questões aí, lamento informar, mas a vida do assessor do Flávio [Bolsonaro], ou de algumas pessoas, outros assessores, eu não tenho como dar informação para vocês”, disse Eduardo Bolsonaro, encerramento a entrevista em seguida.

De acordo com o presidente eleito Jair Bolsonaro, o cheque de R$ 24 mil destinado à primeira-dama foi a devolução de parte de um empréstimo que ele teria feito ao ex-assessor do filho. Já a movimentação atípica de Fabrício Queiroz, apontada pelo Coaf, ainda foi não foi esclarecida publicamente. Desde a divulgação do caso, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro não foi localizado nem concedeu informações à imprensa.

Agência Brasil

LOCAIS

Governo reestrutura 45,7 quilômetros da RN 118, que liga Caicó à Jucurutu

Foto: Rayane Mainara

As obras de reestruturação da RN 118, no trecho que liga Caicó à Jucurutu, continuam em execução e chegam a 36% dos serviços dos 45,7 quilômetros de extensão da estrada. O investimento é de R$ 28 milhões.A RN 118 inicia no município de Macau e vai até Ipueira, ligando as cidades da região Seridó à cidades do Vale do Açu e da região Oeste e, ainda, fazendo a ligação à BR 226, em Jucurutu.

A estrada é a principal via de escoamento da fruticultura, da indústria do sal, produção mineral e da indústria de confecções.

O governador Robinson Faria registrou, em visita às obras nesta quarta-feira, 12, que “além de influenciar diretamente na economia regional, a nova estrada vai agilizar e dar maior conforto e segurança à população. Esta era uma reivindicação antiga da população que agora o Governo do Estado está tornando realidade”.

Os recursos são do Governo Cidadão provenientes do empréstimo ao Banco Mundial.

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Associação dos Subtenentes e Sargentos rebate decisão de proibir antecipação dos royalties

A Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares emitiu uma nota na tarde desta quarta-feira (12) criticando a decisão do Tribunal de Justiça em proibir a antecipação dos royalties que seriam utilizados para pagamento de pessoal.

Confira a nota na íntegra

Nota à imprensa

A Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN recebeu a notícia da recusa do Tribunal de Justiça do RN ao pedido de antecipação dos royalties pelo Governo do Estado com muita indignação e perplexidade mediante a situação grave de crise financeira que se encontra os servidores do RN: sem previsão para receber o salário de dezembro, e muitos sem receber dois décimos terceiros salários (2017 e 2018). Esta crise, que se arrasta desde 2016, só tem penalizado os servidores do Executivo – que atendem diretamente a população por meio dos serviços públicos.

O mecanismo de antecipação das receitas já foi utilizado por governos anteriores sem impedimentos. É incompreensível, agora, a intervenção negativa do TJRN, visto que há uma autorização da Assembleia Legislativa do RN para uso do recurso. Pior ainda. Esta negativa acontece em um cenário imoral em que os Poderes abocanham valores significativos e desproporcionais dos tributos que a população do Estado paga. Os servidores esperavam do TJRN o mínimo de sensatez e de espírito público.

A ASSPMBMRN se une ao sentimento de revolta instalado hoje nos militares estaduais, bem como os demais servidores públicos. Em resposta a isto, nesta sexta-feira (14) nos reuniremos com todos os presidentes das entidades que representam os servidores da Segurança Pública do RN para discutir qual a atitude que iremos tomar. Infelizmente não está descartado acontecer o mesmo que aconteceu no final de 2017.

Subtenente Eliabe Marques
Presidente da ASSPMBMRN

Fonte: Blog do BG

Por G1 RN

 


Prefeito de Carnaubais, Thiago Meira, (camisa amarela) ao lado do deputado George Soares na campanha de 2018. Foto postada no Facebook do parlamentar — Foto: Reprodução/Facebook

Prefeito de Carnaubais, Thiago Meira, (camisa amarela) ao lado do deputado George Soares na campanha de 2018. Foto postada no Facebook do parlamentar — Foto: Reprodução/Facebook

O Ministério Público Eleitoral protocolou nesta quarta-feira (12) uma ação de investigação judicial eleitoral (Aije) contra o prefeito de Carnaubais, Thiago Meira Mangabeira, contra o deputado federal Rogério Marinho e o deputado estadual George Soares.

Na ação, o MP Eleitoral aponta a prática de abuso de poder político e conduta vedada em razão de reunião que o prefeito realizou, em prédio público, com servidores vinculados à Prefeitura de Carnaubais, antes e durante a campanha, para beneficiar os então candidatos George Soares e Rogério Marinho.

A assessoria de imprensa do prefeito Thiago Meira disse que as reuniões aconteceram, porém com o intuito de prestar contas sobre o trabalho da administração. Não havia, segundo ele, qualquer cunho eleitoral. “Fotos e informações sobre os encontros podem inclusive ser encontrados nas redes sociais da prefeitura”, alega a assessoria. Além disso, a assessoria frisou que o prefeito está à disposição para prestar qualquer esclarecimento à Justiça, assim como as pessoas que já foram ouvidas. Os deputados Rogério Marinho e George Soares não responderam à reportagem.

Deputado estadual do RN George Soares também é alvo da ação — Foto: João Gilberto/Ascom AL

Deputado estadual do RN George Soares também é alvo da ação — Foto: João Gilberto/Ascom AL

De acordo com o MP, em agosto, durante a campanha eleitoral, Thiago Meira convocou reunião na câmara de vereadores de Carnaubais com servidores da Prefeitura, sob o pretexto de realizar uma prestação de contas da sua gestão à frente do Município. “A pauta inicialmente apresentada era apenas uma cortina de fumaça, pois aquele encontro tinha como último e principal objetivo cobrar o apoio dos servidores públicos lá presentes em favor dos candidatos a deputado estadual e deputado federal que o prefeito estava apoiando nas eleições de 2018”, afirma a ação.

Além de vídeo do evento encaminhado ao Ministério Público, ao serem ouvidas pelo promotor Augusto Carlos Rocha de Lima, da Promotoria Eleitoral da 47ª Zona, testemunhas confirmaram que o prefeito utilizou a reunião para pedir voto para os candidatos. “Aquele encontro, realizado em prédio público, que deveria restringir-se a questões administrativas, transformou-se em um verdadeiro, autêntico e sobretudo ato de campanha eleitoral em favor dos citados candidatos, ora investigados”.

Rogério Marinho (PSDB-RN) é deputado federal e foi anunciado como membro da equipe do Governo Federal para 2019 — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Rogério Marinho (PSDB-RN) é deputado federal e foi anunciado como membro da equipe do Governo Federal para 2019 — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

A ação destaca ainda que o fato de a maioria dos presentes na reunião ser composta por servidores com vínculo temporário com a prefeitura (cargos comissionados ou contratados temporariamente) é “sintomático”.“Assim, é logicamente dedutível a pressão implícita resultante da relação funcional existente entre superior e subordinados – a maior parte vinculada ao município por meros contratos temporários – isso para não mencionar o flagrante aproveitamento dessa audiência cativa – convocada pelo prefeito e secretários para a reunião – para a apresentação dos melhores candidatos para o município”.

Se forem condenados, os envolvidos podem ser declarados inelegíveis, ter o diploma cassado mais pagamento de multa.

Fonte: G1RN

Por G1 RN

 


UERN apresenta Auto de Natal no campus da Zona Norte da capital potiguar, nesta quinta (13) — Foto: Divulgação

UERN apresenta Auto de Natal no campus da Zona Norte da capital potiguar, nesta quinta (13) — Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (13), às 19h, a Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) apresentará, no campus da Zona Norte da capital potiguar, o seu primeiro Auto de Natal. Em um palco armado no centro do Complexo Cultural, será apresentado o espetáculo “Auto de Natal – Um novo tempo”, baseado no clássico “Um conto de Natal”, de Charles Dickens, que conta a história de Bartolomeu, um solitário e avarento empresário que odeia o Natal e tudo o que ele representa.

A apresentação resulta do trabalho de extensão de impacto social desenvolvido na capital, através da Escola da UERN (EdUCA), que atende a mais de 1.500 pessoas por semestre, de crianças a idosos, em vários cursos, oficinas e modalidades esportivas.

Na adaptação que será apresentada na UERN e a proposta é aproximar o universo da obra inspiradora e os costumes natalinos locais, uma junção do clássico com o contemporâneo, através da dança, da música e do teatro, tendo em cena alunos da EdUCA. São mais de 40 profissionais envolvidos na produção do espetáculo, entre professores, técnicos, alunos e colaboradores. No elenco do Auto, se apresentarão 187 alunos, dentre os quais há crianças, jovens, adultos e idosos, dos diferentes cursos de extensão: dança, música e teatro.

Sobre a Escola da UERN

A Escola da UERN – Cursos e Atividades (EdUCA) é um Departamento de Extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte que funciona no Campus Avançado de Natal, nas instalações do Complexo Cultural da UERN. As ações de formação em extensão executadas pela EdUCA, cujo papel é gerenciar um amplo programa de cursos e práticas nas áreas de Dança, Música, Teatro, Atividades Físicas e Inclusão Digital, são totalmente destinadas à comunidade.

Estes cursos de formação contínua e continuada são ofertados em nível de iniciação e rendem produtos e produções artísticas em diferentes linguagens. Em virtude desse potencial, também em 2018, foram criados os Grupos de Teatro Baobá, o Grupo Cinese de Dança Contemporânea e a Orquestra de Violões da EdUCA.

Para celebrar um ano de tamanhas conquistas institucionais e formativas a EdUCA encerra suas atividades letivas com a produção do Auto de Natal – Um novo tempo, com Direção geral da professora Irene van den Berg e Direção Artística de Denilson David.

Fonte: G1RN

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