ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSE SÁBADO

Por SP2 — São Paulo

 


Polícias de MG e de SP investigam tiroteio entre policiais dos dois estados

Polícias de MG e de SP investigam tiroteio entre policiais dos dois estados

Quatro policiais civis de São Paulo foram presos e cinco foram liberados em Juiz de Fora (MG) após se envolverem numa troca de tiros com policiais mineiros nesta sexta-feira (19). O grupo estava de folga e fazia um bico de escolta para um empresário. No local do tiroteio foram encontrados cerca de R$ 15 milhões em notas falsas. Um policial mineiro morreu.

Dois feridos são o estelionatário, que teria levado o dinheiro falso, e uma pessoa, também de São Paulo, apontada como responsável pelo tiro que matou o policial mineiro.

As armas de todos os policiais envolvidos na confusão foram apreendidas. A investigação vai dizer se os policiais usaram armas oficiais fora de serviço, o que é proibido.

Três policiais civis de Minas Gerais foram autuados pelo crime de prevaricação, que é quando funcionário público deixa de cumprir suas funções.

E lembrando que policial que faz bico em horário de folga comete infração administrativa.

Fonte: G1

Por G1

 


Celulares da Claro com o horário correto e com a mudança para o horário de verão — Foto: G1

Celulares da Claro com o horário correto e com a mudança para o horário de verão — Foto: G1

Clientes de operadoras de celular relataram nas redes sociais que o relógio de seus aparelhos foi adiantado de forma automática para o horário de verão na madrugada deste domingo (21) provocando confusão. Os relatos são de usuários da Vivo e da Claro. A mudança só vai ocorrer no dia 4 de novembro.

Não foi a primeira que o erro aconteceu. Na segunda-feira (15), usuários da TIM também reclamaram da mudança automática do horário em seus aparelhos. A operadora confirmou o problema, mas não informou o número de clientes afetados.

O começo do horário de verão foi alterado três vezes esse ano. Geralmente com início em outubro, o horário de verão foi levado para novembro atendendo a um pedido do TSE por conta das eleições.

Porém, a data escolhida – 4 de novembro – coincidia com o 1º dia de provas do Enem, o que fez o MEC solicitar um novo adiamento. O governo chegou a alterar o início para dia 18, mas depois voltou atrás.

Horário de verão

Em 2018, a duração do horário de verão foi reduzida. No seu início, os relógios devem ser adiantados em uma hora.

Já a data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019. Os relógios deverão ser atrasados em uma hora às 23h59 de sábado, dia 16.

Atualmente, adotam o horário de verão os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Economia de energia

O horário de verão tem sido adotado no Brasil desde a década de 30, com alguns intervalos. Nos últimos dez anos, segundo o governo federal, a medida possibilitou uma redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%.

Essa economia equivale, em todo o horário de verão, ao consumo mensal de energia em Brasília, com 2,8 milhões de habitantes. A energia poupada também “reforça” o sistema, diminuindo a necessidade de uso da energia de termelétricas, que é mais cara e poluente.

Fonte: G1

Por Camila Bomfim, TV Globo — Brasília

 


PF abre inquérito para investigar disseminação de conteúdo falso contra candidatos

PF abre inquérito para investigar disseminação de conteúdo falso contra candidatos

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar a divulgação de informações falsas por empresas contra os candidatos à presidência, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), informou neste sábado (20) o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

O pedido foi feito nesta sexta-feira (19) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a Raul Jungmann, que confirmou a abertura da investigação.

Serão investigados casos de empresas de tecnologia da informação suspeitas de ter disseminado de forma “estruturada” mensagens falsas sobre os candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais. O inquérito será conduzido pela Diretoria de Combate ao Crime Organizado.

No pedido de investigação , Raquel Dodge menciona recentes reportagens de BBC, “Folha de S.Paulo” e jornal “O Globo” e afirma que “o quadro de interferência” na opinião dos eleitores, com base em possíveis falsas informações, “afronta” a integridade do processo eleitoral.

“É uma nova realidade mundial, que exige investigação com a utilização de um corpo pericial altamente gabaritado e equipamentos adequados, para se identificar a autoria e materializar a ocorrência desse novo formato de crime, recentemente introduzido na legislação brasileira, de alta potencialidade lesiva”, afirmou.

Segundo a PGR, essas reportagens já motivaram a abertura de uma apuração por parte da Procuradoria Geral Eleitoral. O objetivo, de acordo com o Ministério Público, é verificar a possível existência de utilização de esquema profissional por parte das campanhas políticas com o propósito de propagar notícias falsas.

No pedido encaminhado à PF, Raquel Dodge diz que a situação também exige apuração na “ótica criminal”. A procuradora afirma que o uso especializado e estruturado de logística empresarial para a divulgação em massa de informações falsas é crime previsto na legislação eleitoral.

Fonte: G1

Por G1 — Brasília

 


Bolsonaro defende reforma política, com o fim da reeleição

Bolsonaro defende reforma política, com o fim da reeleição

O único compromisso na agenda do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, neste sábado (20), foi a gravação de programas do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV.

Ele saiu de casa por volta das 10h. Depois de gravar, o presidenciável deu uma entrevista à imprensa em que comentou sobre as propostas que tem para a educação.

“Você tem que restabelecer a autoridade do professor em sala de aula. Você tem que ter um currículo voltado para formar um bom profissional no futuro. 70% da garotada lá da nona série do ensino fundamental não sabe fazer uma regra de três, não sabe interpretar um texto e tem dificuldade para responder a perguntas básicas sobre ciências. Tem que mudar isso daí. Não é fácil, não é”, afirmou.

Para implementar as propostas, Jair Bolsonaro disse que o ministro da educação e todo o primeiro escalão do governo vão ser escolhidos por critérios técnicos, sem a interferência de partidos políticos.

“Tem que ser alguém que entenda daquele assunto. Assim como na Defesa vai ter um oficial quatro estrelas, no Itamaraty, alguém do Itamaraty, na Agricultura, alguém que venha indicado pelo setor produtivo, com a educação, não é diferente. A gente está escolhendo por critérios técnicos, né? Competência, autoridade, patriotismo e iniciativa”, declarou.

Ainda comentado a indicação de uma eventual equipe de governo, o candidato defendeu autonomia para o Banco Central. “Banco central tem que ter autonomia política”, disse.

Sobre política externa, Bolsonaro defendeu a presença do Brasil no Mercosul, mas disse que pretende mudar o relacionamento do país com o bloco e que não irá atender a “interesses ideológicos.

“Você não pode jogar para o alto o Mercosul. […] Nós vamos buscar maneiras de fazer comércio com toda a América do Sul, repito, sem o viés ideológico”, afirmou.

O candidato do PSL também falou sobre reforma política. Disse que, se eleito, vai propor mudanças na área, incluindo o fim da reeleição.

“Pretendo fazer, vou conversar com o Parlamento também, é ter uma excelente reforma política. Você acabar com o instituto da reeleição. No caso, começa comigo se eu for eleito. E diminuir um pouco em 15, 20% a quantidade de parlamentares”, destacou.

Ele também falou sobre reforma política. Disse que, se eleito, vai propor mudanças na área, incluindo o fim da reeleição.

“Pretendo fazer, vou conversar com o Parlamento também, é ter uma excelente reforma política. Você acabar com o instituto da reeleição. No caso, começa comigo se eu for eleito. E diminuir um pouco, em 15, 20%, a quantidade de parlamentares”, destacou.

Fonte: G1

Por G1 — Brasília

 


Haddad diz que, se eleito, vai retomar obras públicas para ajudar na geração de empregos

Haddad diz que, se eleito, vai retomar obras públicas para ajudar na geração de empregos

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, começou o dia, neste sábado (20), com campanha no Ceará. O único estado da região onde o petista perdeu no primeiro turno ao ficar atrás de Ciro Gomes, candidato que disputou o Palácio do Planalto pelo PDT.

Haddad participou de uma caminhada pelas ruas da capital Fortaleza, que terminou em uma praça do centro da cidade. No discurso, o candidato destacou que pretende gerar empregos por meio da conclusão de obras que estão paradas na região.

“Nós temos que terminar a Transnordestina, que está parada, que vai beneficiar o Piauí, o Maranhão, Pernambuco. Temos que gerar emprego com a retomada de obras. E eu tenho dito e repetido, eu sempre digo que estou disposto, de espírito desarmado, mas com disposição para colocar uma caneta numa mão e a carteira de trabalho na outra. É assim que o povo vai se desenvolver, com trabalho e educação que o povo se supera”, afirmou Haddad.

Depois, o candidato foi para região do Cariri, no sul do Ceará. Visitou o Horto, em Juazeiro do Norte, e prestou uma homenagem ao Padre Cícero.

Em seguida, deu uma entrevista. Haddad falou sobre as suas propostas para a educação. Ressaltou a importância do ensino fundamental e disse que, se eleito, vai levar os exemplos do Ceará e de Piauí na área para todo o país.

“É só dar o tratamento adequado para a população, como aconteceu no Piauí, como aconteceu no Ceará. Pernambuco é destaque na educação no ensino médio. Pernambuco estava em vigésimo quarto lugar e hoje é o primeiro lugar no ensino médio do país. O Ceará, que fez o melhor trabalho que eu conheço no ensino fundamental, já conseguiu no ensino médio resultados extraordinários. Com o quê? Com escola de tempo integral, com escola profissionalizante. Com tudo aquilo que nós viemos preconizando há dez anos atrás”, disse.

Na área administrativa, disse que vai trocar todo o alto escalão do atual governo. “Quem aceitou colaborar com o governo Temer, aceitou colaborar com um governo ilegítimo e com uma agenda completamente antissocial. Então, eu não pretendo aproveitar o alto escalão do governo Temer. Os técnicos, concursados, é outra coisa. São pessoas de carreira. Mas o alto escalão do governo temer tem que ser substituído”, declarou.

De Juazeiro do Norte, Haddad seguiu para Crato e participou da segunda caminhada do dia. No fim da tarde, viajou para Picos, no Piauí, onde encerrou as atividades do dia num ato político no centro da cidade.

Fonte: G1

Só 15% de eleitores de Haddad e 12% de Bolsonaro decidem pelas propostas

Em uma eleição marcada por polarização, denúncias de corrupção, xingamentos, assassinatos e ataques nas ruas, fake news, debates cancelados e muito discurso de ódio, o que realmente importa para o Brasil acabou ficando totalmente de escanteio: as proposta para o País. O que antes era obrigação de qualquer candidato – apresentar boas e consistentes propostas para resolver os problemas dos brasileiros em áreas como segurança, saúde e educação – se tornaram “mero detalhe”.

Pesquisa do Datafolha divulgada hoje (20) mostra que poucos eleitores, nesse segundo turno, vão votar em seus candidatos convencidos pelas propostas apresentadas. Apenas 15% dos eleitores de Fernando Haddad (PT) e 12% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) se convenceram do voto pelas propostas de seus candidatos.

A pesquisa foi feito entre 17 e 18 de outubro, com 9.137 pessoas 341 municípios. As respostas foram espontâneas e era possível dar mais de uma resposta.

Entre os eleitores de Bolsonaro, “mudança” vem antes de suas propostas. 30% votarão nele porque têm “desejo de mudança”. A rejeição a Haddad também está na frente das propostas do candidato do PSL, com 25% dizendo que optaram por ele porque não querem votar em Haddad de jeito nenhum.

Exame

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TSE suspende propaganda do PT contra Bolsonaro: “Ultrapassou os limites da razoabilidade”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) suspendeu propaganda eleitoral do candidato Fernando Haddad (PT), veiculada nos dias 16 e 17 de outubro, em que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) é apresentado como favorável à tortura.

De acordo com a decisão do ministro Luís Felipe Salomão, do TSE, a peça “ultrapassou os limites da razoabilidade e infringiu a legislação eleitoral”.

O magistrado acatou pedido protocolado pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL).

“A distopia simulada na propaganda, considerando o cenário conflituoso de polarização e extremismos observado no momento político atual, pode criar, na opinião pública, estados passionais com potencial para incitar comportamentos violentos”, escreveu o ministro.

Salomão entendeu ainda que a peça televisiva tem mesmo potencial para “criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”.

O programa veiculado na última semana pela campanha de Haddad apresenta discursos de Bolsonaro no qual ele demonstra sua admiração do presidenciável por Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel chefe de órgãos de repressão política durante o regime nos anos 70.

No programa eleitoral petista, cenas do filme Batismo de Sangue, dirigido por Helvécio Ratton, de 2007, com um personagem nu sendo torturado com choque ilustram as perguntas “Você sabe o que é tortura? Isso é tortura”.

As imagens são intercaladas pelo depoimento da escritora e militante Maria Amélia de Almeida Teles, conhecida como Amelinha Teles. No testemunho, ela diz que foi torturada pelo coronel Ustra e que ele levou a filha dela, de cinco anos, para vê-la após uma sessão de sevícia.

“O momento de maior dor foi o Ustra levando os meus dois filhos na sala de tortura, onde eu estava nua, vomitada, urinada”, disse Amelinha no programa eleitoral.

Em 2005, a família Teles moveu uma ação civil declaratória contra o coronel, pedindo que ele fosse reconhecido como torturador. Em 2008, a solicitação foi acatada e Ustra foi o primeiro agente da ditadura a ser declarado torturador pela Justiça. Ustra morreu em 2015.

Como mostrou a Folha, o programa repercutiu nas buscas do Google, que registrou um aumento repentino na procura do nome do militar reformado.

Haddad diz que Brasil vai escolher entre miliciano e professor

Foto: Foto: Mateus Dantas/O POVO

Em comício na cidade de Crato, na região do Cariri cearense, o candidato a presidente Fernando Haddad (PT) afirmou neste sábado (20) que o Brasil está entre dois projetos no segundo turno da eleição presidencial e criticou o seu adversário Jair Bolsonaro (PSL), o chamando “miliciano que quer armar a população.

“O Brasil está entre dois projetos muito diferentes. De um lado, nós temos um miliciano que quer armar a população. De outro nós temos um professor que quer educar, quer gerar emprego. Eu tenho muito orgulho de ser professor”, disse o petista.

Haddad, mais uma vez desafiou seu adversário a participar dos debates e criticou o financiamento de empresas para o disparo de mensagens antipetistas pelo Whatsaap.

“Estou disponível para de qualquer praça pública deste país fazer o debate com Bolsonaro. Ele escolha o lugar. Se for numa enfermaria, eu vou. Se for na casa dele, eu vou. Uma pessoa não pode se acovardar tanto”, afirmou Haddad, que pela terceira vez no dia chamou o adversário “soldadinho de araque”.

“É um soldadinho de araque. Não é um homem. Se fosse homem, se fosse um soldado, não teria aceitado dinheiro sujo para, pelo Whatsapp ficar me difamando”, disse.

O petista está fazendo um périplo por cidades do nordeste neste fim de semana. Neste domingo, ele participa de atos em Picos (PI) e São Luís (MA).

Folhapress

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Aplicação do Enem terá quatro horários diferentes

O Ministério da Educação (MEC) alerta os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 que a partir do primeiro dia da aplicação das provas, 04 de novembro, o país terá quatro fusos horários diferentes. Devido ao horário de verão, que entrará em vigor no mesmo dia da prova, os portões dos locais de realização do exame serão abertos e fechados em horários diferentes nos estados.

O relógio deverá ser adiantado em uma hora à meia noite de sábado (3) para domingo (4) pelos estudantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Neste grupo de estados, com exceção de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a abertura dos portões dos locais das provas será às 12 horas e o fechamento às 13h.

Para estudantes do Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, os portões serão abertos Às 11h e o fechamento Às 12h, seguindo o horário local.

Nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, os participantes poderão ingressar os locais de prova entre 10h e 11h, de acordo com o horário local. E no Acre, que tem fuso horário de três horas a menos em relação a Brasília, os portões serão abertos às 9h e fechados às 10h, também seguindo horário local.

Os cartões de confirmação da inscrição estarão disponíveis para consulta a partir da próxima segunda-feira (22), na página do participante. No cartão, são informados os dados dos estudantes, local de prova, data e horários de aplicação da prova. A segunda etapa das provas será aplicada em 11 de novembro.

Agência Brasil

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Sem dinheiro, pai usa sacolas de mercado e cria fantasia de princesa para filha ir a festa

Foto: Reprodução/NSC TV

Sem dinheiro, o operador de máquinas Luciano Carvalho, que mora com a família em São Bento do Sul, no Norte do estado, usou a criatividade para que a filha Samira, de 2 anos pudesse ir a caráter numa festinha na escola. Ele usou sacolas plásticas de um supermercado para fazer uma roupa de princesa para a criança.

A festa foi de Dia das Crianças, no Centro de Educação Infantil onde a criança estuda. “A gente também estava sem dinheiro, sem condições de comprar essa fantasia. Então a gente teve essa criatividade, tanto eu como a minha esposa e a minha enteada, de fazer de sacolinhas”, disse Luciano.

Ele pesquisou na internet como poderia fazer a fantasia. E a matéria-prima, da cor rosa, foi de graça.

“A gente conseguiu num mercado, que a gente compra perto de casa. A gente sempre faz compra ali. Então a gente conseguiu tudo numa cor só, como Outubro Rosa, então a gente teve a criatividade por causa disso, né. Então a gente achou interessante porque já combinou com ela também, uma menina, né?”, explicou o pai.

Quando Samira chegou na festinha fantasiada de princesa, emocionou todos que estavam no local.

“O pai quando entregou ela pra mim na porta, ele falou assim: ‘professora, foi o que eu consegui fazer’. Eu me contive às emoções, porque foi muito emocionante. Aí nós levamos para dentro da sala de aula e ela estava se sentindo uma princesa. Dançava, balançava naquele vestido, mexia no laço da cabeça. Estava se sentindo uma verdadeira princesa”, disse a professora Aline Dias.

A educadora registrou tudo e encaminhou uma das fotos da criança para funcionários do supermercado onde o pai conseguiu as sacolas pra fazer fantasia.

“Enviei uma foto para minha irmã, que trabalha no mercado e ela mostrou pra todos os colaboradores do mercado e eles ficaram muito emocionados. Ela me ligou já, dois minutos depois, e disse que estava todo mundo emocionado e querendo saber como ajudar essa família”, declarou.

E já no dia seguinte ao da festa a dona de casa Marizete de Fátima Nascimento teve uma bela surpresa.

“Bateram na minha porta, perguntando se era ali que morava a bebê Samira. Aí eles falaram que a equipe do supermercado tinha se organizado, tinha ficado comovido com a história e tal e tinha preparado algumas coisinhas pra ela”, contou.

A família recebeu comida, roupas e brinquedos. A Samira ganhou uma fantasia de princesa, um dos presentes que ela mais gostou. A menina, que tem quase 3 anos, nasceu prematura e os pais contam que isso atrasou o desenvolvimento intelectual.

A criança começou a falar há poucos meses, mas isso, não tira o brilho dos olhos e muito menos a alegria pela vida, que enche o pai de emoção.

“Foi uma coisa tipo uma brincadeira que a gente fez, a gente não sabia que ia ter toda essa surpresa que o pessoal deu. A gente está meio sem ter o que falar, porque até agora está só vindo surpresa, né?”, declarou Luciano.

G1

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Bolsonaro defende autonomia política do BC e fim da reeleição

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, defendeu hoje (20) a autonomia política do Banco Central (BC) e a manutenção de um tripé macroeconômico no país. Ele concedeu uma rápida entrevista à imprensa no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro, onde gravou programa eleitoral da campanha no segundo turno.

Perguntado se tem intenção de manter no cargo o presidente do BC, Ilan Goldfajn, caso seja eleito, o candidato afirmou que a decisão cabe ao economista Paulo Guedes. “Nem tudo tem que ser mudado do governo Temer. O que está dando certo não tem que ser mudado, mas tem muita coisa errada também”, disse Bolsonaro sem citar exemplos de medidas malsucedidas adotadas pela gestão atual.

Reeleição

Na entrevista, o presidenciável também defendeu o fim da reeleição e a redução do número de parlamentares no Congresso Nacional. “Fala-se muito em reforma política, mas o presidente não tem autoridade para tal. Cada parlamentar vota de acordo com seu interesse. Da minha parte, vou conversar com o Parlamento com vistas a uma reforma. Acabar com o instituto da reeleição e reduzir de 15% a 20% a quantidade de parlamentares”, disse.

Indústria

Para o candidato do PSL, o país passa por um processo de desindustrialização e é preciso voltar a estimular o setor. “Não podemos continuar exportando minério de ferro e importando uma canoa de aço de volta. Temos que agregar valor, fomos desindustrializados nos últimos anos, e tem que se buscar uma maneira de incentivar e estimular para que a indústria seja próspera no Brasil.”

Bolsonaro também foi perguntado sobre nomes que vão compor o seu ministério, no caso de ele ser eleito. Disse que pretende desmembrar o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Ele confirmou a intenção de indicar o tenente-coronel da reserva Marcos Pontes para o comando do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Política externa

Ao falar sobre o Mercosul, o candidato afirmou que não se pode “jogar para o alto” o acordo. “O que não pode é continuarmos usando acordos como esse em função de interesses ideológicos como o PT fez”, criticou. Ele defendeu a assinatura de acordos bilaterais pelo Brasil. “Vamos partir para o bilateralismo onde for possível. Conversei com o [ Mauricio] Macri [presidente da Argentina], ontem com o do Paraguai, encontrei senadores do Chile. Vamos buscar fazer acordos com ao países da América do Sul sem o viés ideológico.”

Sobre comparações feitas entre ele e presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Bolsonaro respondeu: “Trata-se de querer um Brasil grande assim como ele quer uma América grande.”

O candidato fez elogios ao presidente norte-americano. “Ele diminuiu a carga tributária do setor produtivo, foi criticado, mas isso gerou emprego e atraiu novas empresas de fora. A Inglaterra fez isso há 20 anos. Admiro muito ele [Trump] por isso aí, ou vão querer que eu admire [Nicolás] Maduro [presidente venezuelano] ou o governo cubano?”

Jair Bolsonaro comentou ainda a morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi, que desapareceu no dia 2 de outubro após ir ao consultado de seu país em Istambul, na Turquia, para buscar documentos. Segundo a Procuradoria-Geral da Arábia Saudita, Khashoggi morreu em uma briga dentro do consultado. A versão contrasta com a dos veículos de imprensa turcos e americanos, que indicam uma execução de Khashoggi por agentes sauditas próximos do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. “Se comprovado, foi assassinato. Não tenho palavras para repudiar uma ação como essa”, disse Bolsonaro.

Agência Brasil

Fonte: Blog do BG

LOCAIS

Carlos Eduardo e Fátima Bezerra guerrilham com vídeos de campanhas passadas achando que o eleitor é otario

Mesmo em um vale-tudo nem tudo vale. Há golpes no adversário que são punidos com firmeza pelo árbitro da competição.

São os golpes baixos, expedientes a que recorreram as campanhas de Carlos Eduardo e Fátima Bezerra na reta final pela principal cadeira do Palácio dos Despachos, de onde o eleitor já decidiu desalojar Robinson Faria.

Como é comum a quem está perdendo, o expediente vinha sendo concentrado na campanha de Carlos Eduardo – cujos apoiadores já tinham descido para além de todas as sombras ao exumarem nas redes sociais o cadáver de Benes Júnior contra o pai,  Benes Leocádio. No vale-tudo da política não há regras mesmo. Até então, Fátima estava apenas reclamando dos golpes ao árbitro, a Justiça Eleitoral. Até que veio este sábado.

Das profundezas aonde se desce para buscar o que for preciso para atacar, a campanha de Carlos Eduardo achou um vídeo de campanha pretérita em que Fátima declara seu apoio ao ex-prefeito de Natal.

A petista reagiu e devolveu na mesma moeda, sacando vídeo em que Carlos Eduardo tece elogios a Fátima como deputada.

Os dois vídeos têm a sonoplastia da campanha eleitoral atual, ou seja, Carlos Eduardo e Fátima querem induzir ao imponderável. Terminaram mostrando ao eleitor que são faces da mesma moeda. Serem aliados e se afastarem é natural. O perigo mora nos detalhes, quando se esquece a própria história e se parte para o ataque ao abandonar o bom embate.

Ao situarem suas campanhas como refratárias de expedientes desse tipo, os dois se lançam como satélites de lata orbitando a cadeira de governador.

Os vídeos alimentam uma militância de ambos os lados que já ultrapassou há tempos o limite do bom senso. O episódio deste sábado rebaixa ainda mais o vale-tudo e o que era de lata se faz em puro papelão.

Perdem as campanhas de ambos.

Perde, acima de tudo, o eleitor.

E os vídeos? Ei-los

 

 

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