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INTERNACIONAIS

Malas com dólares e relógios de luxo são apreendidas com filho de ditador africano em aeroporto de SP

Delegação chegou em aeronave do governo ao aeroporto de Campinas (SP), mas não estava em missão oficial. Foram apreendidos em uma mala US$ 1,4 milhão e R$ 55 mil. Em outra mala, cerca de 20 relógios avaliados em US$ 15 milhões.


Por EPTV e G1 Campinas e região

 

Mala com dólares e reais apreendida com a delegação da Guiné Equatorial — Foto: Divulgação

Mala com dólares e reais apreendida com a delegação da Guiné Equatorial — Foto: Divulgação

Agentes da Polícia Federal e da Receita Federal aprenderam US$ 1,4 milhão e R$ 55 mil em dinheiro, e cerca de 20 relógios avaliados em US$ 15 milhões com membros de uma comitiva da Guiné Equatorial que chegou ao Brasil nesta sexta-feira (14), no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O vice-presidente do país, Teodoro Obiang Mang, estava no voo.

O dinheiro e os relógios estavam em duas malas, segundo o depoimento de um agente que participou da operação. No total, a delegação carregava 19 malas, além da bagagem diplomática, mas o conteúdo das demais não foi informado.

A Polícia Federal diz que o caso está sob sigilo diplomático e a Receita Federal também não comenta o caso. Em nota, o Itamaraty informa que “se manteve em coordenação permanente com a Receita Federal e a Polícia Federal no acompanhamento do caso, inclusive quanto à adoção das medidas cabíveis”.

PF apreende malas com dinheiro e relógios com o vice-presidente da Guiné Equatorial

PF apreende malas com dinheiro e relógios com o vice-presidente da Guiné Equatorial

A reportagem também tem tentado contado desde a noite de sexta-feira com a embaixada do Brasil na Guiné Equatorial, sem sucesso.

Em depoimento à Polícia Federal, o secretário da Embaixada da Guiné Equatorial explicou que o filho do ditador veio ao Brasil para tratamento médico, e que o US$ 1,4 milhão em uma das malas seria utilizado em missão oficial posterior, com destino a Singapura. Sobre os relógios, o secretário informou que seriam de uso pessoal de Teodoro Obiang Mang.

Relógio cravejado de diamantes foi apreendido nas malas não diplomáticas do vice-presidente da Guiné Equatorial — Foto: Divulgação

Relógio cravejado de diamantes foi apreendido nas malas não diplomáticas do vice-presidente da Guiné Equatorial — Foto: Divulgação

O avião, pertencente ao governo da Guiné Equatorial, chegou a Viracopos na sexta-feira à tarde vindo de Malabo, capital do país. Além do vice-presidente do país, 10 pessoas estavam a bordo. Embora trouxesse uma autoridade do governo do país africano, o voo não era uma missão diplomática oficial.

Em missões oficiais, as chamadas malas diplomáticas – que contêm documentos e objetos de uso oficial do país de origem – não podem ser fiscalizadas no destino. A aeronave da Guiné Equatorial, entretanto, trazia um conjunto de 19 malas não diplomáticas, que não possuem essa proteção.

Quando agentes da Receita e da PF tentaram analisar o conteúdo dessas 19 malas, seguranças que estavam no voo tentaram impedir. Houve confusão. Membros da comitiva foram levados para prestar esclarecimentos às autoridades brasileiras, mas o vice-presidente foi liberado do procedimento.

Teodorín, como é conhecido Teodoro Obiang Mang, é filho do ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, há 38 anos no poder. Ele esteve no Brasil em 2015, quando a escola de samba Beija Flor, do Rio de Janeiro, fez um desfile em homenagem à Guiné Equatorial.

Filho de ditador da Guiné Equatorial (de azul) acompanha desfile da Beija-Flor sobre o país — Foto: Daniel Marenco/Folhapress

Filho de ditador da Guiné Equatorial (de azul) acompanha desfile da Beija-Flor sobre o país — Foto: Daniel Marenco/Folhapress

Tufão Mangkhut segue para Hong Kong após matar 25 nas Filipinas

Ciclone tropical é considerado um dos mais fortes dos últimos 5 anos.


Por G1

 

Supertufão Mangkhut atinge Hong Kong na madrugada deste domingo (16) — Foto: REUTERS/Bobby Yip TPX IMAGES

Supertufão Mangkhut atinge Hong Kong na madrugada deste domingo (16) — Foto: REUTERS/Bobby Yip TPX IMAGES

Subiu para 25 o número de mortos após a passagem do supertufão Mangkhut pelas Filipinas, segundo autoridades locais, de acordo com a agência Reuters. O ciclone tropical, considerado o mais poderoso dos últimos cinco anos, girou em direção a Hong Kong e à costa chinesa neste domingo (16), ganhando força sobre o Mar da China Meridional.

Acumulando ventos de mais de 200 km / h, o supertufão tem uma velocidade equivalente a um “furacão intenso” de categoria 5 no Atlântico.

Autoridades filipinas disseram que pelo menos 25 pessoas foram mortas, incluindo um bebê e uma criança, a maioria em deslizamentos de terra em áreas montanhosas que deixaram pelo menos 13 desaparecidos.

“Os deslizamentos aconteceram quando alguns moradores voltaram para suas casas após o tufão”, disse o coordenador de resposta a desastres, Francis Tolentino, na rádio DZMM, acrescentando que 5,7 milhões de pessoas foram afetadas e a maioria estava preparada.

“Não importa o quanto estamos preparados, há realmente algumas limitações.”

Espera-se que Mangkhut percorra 100 quilômetros ao sul de Hong Kong e se dirija para o oeste, na direção da província chinesa de Guangdong, e do centro de jogos de Macau.

Uma mulher corre na tempestade enquanto o tufão Mangkhut se aproxima em Shenzhen, na China — Foto: REUTERS/Jason Lee

Uma mulher corre na tempestade enquanto o tufão Mangkhut se aproxima em Shenzhen, na China — Foto: REUTERS/Jason Lee

“De acordo com a previsão atual, Mangkhut estará mais próximo do Delta do Rio Pérola por volta do meio-dia (23h de sábado, no Brasil)”, disse o Observatório de Hong Kong.

O Observatório de Hong Kong emitiu neste domingo alerta máximo por causa da chegada do tufão Mangkhut, que apresenta uma grande “ameaça” para a cidade, assim como para várias províncias do sudeste de China.

O alerta permanecerá em vigor durante as próximas horas, quando se esperam ventos com velocidades de mais de 118 km/h.

Alguns moradores foram evacuados de áreas baixas com tempestades de até 3,5 m (12 pés) esperadas.

Dezenas de milhares de viajantes tiveram planos interrompidos depois que o aeroporto internacional de Hong Kong, um importante centro regional, cancelou a maioria dos vôos. Companhias aéreas como sua principal operadora, a Cathay Pacific, cancelaram muitos voos na semana passada.

No ano passado, o tufão Hato, um dos mais fortes dos últimos anos, abalou a região, causando nove mortes e danos em Macau, provocando críticas de que as autoridades não estavam bem preparadas.

Desta vez, Macau tem sido cauteloso, com autoridades dizendo que fechou as operações de cassino no final de sábado e que o Exército de Libertação Popular da China ficou de prontidão para qualquer ajuda humanitária.

“A suspensão é para a segurança dos funcionários do cassino, dos visitantes da cidade e dos moradores”, disse o governo do maior centro de apostas do mundo em um comunicado.

A China ordenou que cerca de 6 mil barcos retornem ao porto e evacuou milhares de trabalhadores de plataformas de petróleo, disse a agência de notícias estatal Xinhua.

Fonte: G1

Tempestade Florence: número de mortos sobe para 11, segundo autoridades locais

Florence, que chegou nesta sexta aos Estados Unidos como um furacão de categoria 1, perdeu força e se transformou em uma tempestade tropical no final da tarde.


Por G1

 

O número de mortos por conta da passagem da tempestade Florence na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, subiu para 11, informaram neste sábado autoridades locais neste sábado (15). Florence, que chegou nesta sexta-feira (14) aos Estados Unidos como um furacão de categoria 1, perdeu força e se transformou em uma tempestade tropical no final da tarde.

Sobe para 11 o número de mortes causadas pela passagem da tempestade Florence nos EUA

Sobe para 11 o número de mortes causadas pela passagem da tempestade Florence nos EUA

A alteração de furacão para tempestade tropical foi divulgada pelo Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) em seu boletim das 18 horas (em Brasília). Naquele momento Florence tinha ventos máximos constantes de 110 km/h e continuava a perder força, ainda atravessando o estado da Carolina do Norte.

Antes de ser reduzido à tempestade tropical, Florence provocou quatro mortes na Carolina do Norte: uma mãe e um bebê morreram em Wilmington quando uma árvore caiu sobre a casa deles e um idoso morreu eletrocutado ao tentar ligar um gerador no condado de Lenoir.

A quarta vítima foi uma mulher no condado de Pender, que sofreu um ataque cardíaco e não pode ser socorrida a tempo porque bloqueios de estrada impediram a chegada dos paramédicos e a quinta, de acordo com a CNN, é um idoso de Kinston, que saiu de casa para checar seus cães e foi derrubado pelo vento.

Casa na qual a queda de uma árvore causou a morte de uma mulher e um bebê durante a passagem do furacão Florence em Wilmington, na Carolina do Norte, na sexta-feira (14) — Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP

Casa na qual a queda de uma árvore causou a morte de uma mulher e um bebê durante a passagem do furacão Florence em Wilmington, na Carolina do Norte, na sexta-feira (14) — Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP

De acordo com o governador Roy Cooper, aproximadamente 650 mil pessoas estão sem energia em todo o estado da Carolina do Norte. Até o final da passagem da tempestade Florence, a previsão é que de 1 a 2,5 milhões de pessoas fiquem sem luz.

Ainda de acordo com Cooper, 20 mil pessoas que deixaram suas casas foram levadas para abrigos. Mais de 60 rodovias apresentam alagamentos e há registros de muitas árvores caídas.

Resgates

Mulher leva seu cachorro no colo ao ser resgatada em um barco por bombeiros e voluntários em James City, na Carolina do Norte, devido à chegada do furacão Florence — Foto: Chip Somodevilla/Getty Images via AFP

Mulher leva seu cachorro no colo ao ser resgatada em um barco por bombeiros e voluntários em James City, na Carolina do Norte, devido à chegada do furacão Florence — Foto: Chip Somodevilla/Getty Images via AFP

Centenas de operações de resgate já foram realizadas, segundo a France Presse.

“VAMOS BUSCÁ-LOS. Pode ser que precisem subir ao segundo andar, ou para a cobertura, mas VAMOS CHEGAR”, tuitaram as autoridades em New Bern, na Carolina do Norte, onde o rio Neuse subiu três metros e ao menos 150 pessoas aguardavam resgate.

“Em poucos segundos a água chegou à cintura, agora está na altura do ombro”, contou à CNN Peggy Perry, refugiada com três membros de sua família na parte mais alta de casa.

Mais de 60 pessoas hospedadas em um hotel em Jacksonville, na Carolina do Norte, tiveram que ser resgatadas depois que uma parte do teto caiu.

As autoridades pediram que cerca de 1,7 milhão de pessoas deixassem suas casas na costa da Carolina do Norte, Carolina do Sul e Virgínia. Muitos moradores locais prepararam as suas casas e estabelecimentos comerciais para a chegada da tempestade, saíram para partes mais altas dos estados e buscaram proteção em abrigos fornecidos pelo governo.

Nasa mostra força do furacão Florence em vídeo feito na Estação Espacial Internacional

Nasa mostra força do furacão Florence em vídeo feito na Estação Espacial Internacional

As cidades da costa estão praticamente desertas e tomadas por chuva, inundação e fortes ventos.

De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS), 4,9 milhões de pessoas devem ser afetadas por chuvas de mais de 250 mm nos próximos quatro dias. Brandon Locklear, do NWS, previu que vai ocorrer o equivalente a oito meses de chuva em dois ou três dias.

Mapa mostra caminho que deve percorrer o furacão Florence — Foto: Arte/G1Mapa mostra caminho que deve percorrer o furacão Florence — Foto: Arte/G1

Mapa mostra caminho que deve percorrer o furacão Florence — Foto: Arte/G1

Antes de atingir os EUA, o Florence chegou a ser classificado de categoria 4, em uma escala que vai até 5, com ventos máximos de 225 km/h. Apesar de ter perdido força, o NHC reiterou que o Florence continua criando “uma situação potencialmente fatal” devido aos riscos de que a tempestade retome força perto das áreas costeiras.

Durante o fim de semana, à medida que se mover para o interior do continente, o Florence deve ter um “enfraquecimento significativo”.

Pelo Twitter, o presidente Donald Trump elogiou o “trabalho incrível” que está sendo feito pelas autoridades na chegada do furacão Florence.

Donald J. Trump

@realDonaldTrump

Incredible job being done by FEMA, First Responders, Law Enforcement and all. Thank you!

Trump viajará para as áreas atingidas pelo Florence na próxima semana, informou a Casa Branca nesta sexta-feira.

“O presidente deve viajar para áreas afetadas pela tempestade no início da semana que vem, quando for determinado que sua viagem não atrapalhará os esforços de resgate ou recuperação”, disse Sarah Sanders, porta-voz da Casa Branca.

Como se forma um furacão — Foto: Arte/ G1Como se forma um furacão — Foto: Arte/ G1

Como se forma um furacão — Foto: Arte/ G1

NACIONAIS

ELEIÇÕES 2018: Confira nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (15) nova parcial da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República.

Entre os candidatos, o com maior arrecadação, até o momento, foi Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano levantou R$ 46,4 milhões. Do montante, R$ 46,26 milhões (97,8%) foram oriundos do Fundo Eleitoral. O financiamento coletivo do candidato representou 0,08% das verbas arrecadadas.

A segunda maior arrecadação foi a do candidato Henrique Meirelles (MDB), que declarou R$ 45 milhões em receitas até o momento. Todo o recurso veio de fontes próprias, ou seja, do próprio candidato.

A terceira maior declaração foi a do PT, cuja candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi substituída por Fernando Haddad. Foram movimentados R$ 20,6 milhões em receitas. A quase totalidade, R$ 20 milhões (97,1%), veio do Fundo Eleitoral. Por meio de financiamento coletivo foram arrecadados R$ 598 mil.

Ciro Gomes (PDT) vem na quarta posição, com R$ 16,1 milhões recebidos, todo do Fundo Eleitoral.

Marina Silva arrecadou R$ 7,2 milhões. Da soma de verbas, R$ 6,1 milhões vieram de doações do Fundo Eleitoral; R$ 260 mil foram de financiamento coletivo e o restante de 21 doadores.

Álvaro Dias (Podemos) declarou ter recebido R$ 5,2 milhões. Deste total, R$ 3,2 milhões (62,5%) foram oriundos do Fundo Eleitoral e 37,9% de doações diversas. A iniciativa de financiamento coletivo do candidato representou apenas 0,63% do total.

Guilherme Boulos (PSOL) recebeu até agora R$ 5,99 milhões, sendo R$ 5,97 milhões provenientes do Fundo Eleitoral. O restante foi arrecadado por meio de financiamento coletivo.

João Amoêdo (Novo) recebeu até o momento R$, 2,6 milhões. Deste total, R$ 1,2 milhão foi recebido do Fundo Eleitoral; R$ 308 mil de financiamento coletivo e o restante de doadores.

José Maria Eymael (PSDC) levantou R$ 849 mil do Fundo Eleitoral.

Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$ 688,7 mil. Desse total, quase a metade foi proveniente do Fundo Eleitoral (R$ 334,75 mil). Outra parcela de R$ 332,8 mil foi obtida por meio de financiamento coletivo.

Vera Lúcia (PSTU) declarou receitas no valor de R$ 401 mil, praticamente toda oriunda do Fundo Eleitoral. A candidatura levantou apenas R$ 1,8 mil por meio de financiamento coletivo. João Goulart Filho (PPL) levantou R$ 231,8 mil, sendo R$ 230 mil do Fundo Eleitoral e o restante R$ 1,8 mil de financiamento coletivo.

As informações podem ser obtidas por meio do sistema do Tribunal “Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais”.

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Foto: Aline Nascimento/G1O candidato a presidente da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, criticou neste sábado (15) em Rio Branco, o que chamou de “populismo de esquerda do PT” e de “populista de direita de Bolsonaro”.

Na mais recente pesquisa de intenção de voto do instituto Datafolha, divulgada nesta sexta (14), ele aparece com 9% das intenções de voto no limite do empate técnico com Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT), ambos com 13%. Jair Bolsonaro (PSL) ocupa o primeiro lugar, segundo o Datafolha, com 26%.

“O que a gente identifica é que o segundo lugar está indefinido, vai ser definido agora nos próximos 20 dias. Está tudo na margem de erro e estamos trabalhando para chegar no segundo turno. Acho que o Brasil não aguenta mais ter populismo de esquerda do PT, que levou a 13 milhões de desempregados, nem populismo de direita do Bolsonaro, que não tem a menor condição de fazer o Brasil se recuperar”, declarou o presidenciável tucano.

Para Alckmin, o voto em Bolsonaro é o “passaporte” para a volta do PT ao governo. “Tem muita gente votando no Bolsanaro porque é contra o PT. Mas votar no Bolsanaro é trazer o PT de volta. Porque no segundo turno, ele volta, perde para o PT, perde para o Ciro, perde para o Geraldo, para a Marina, perde para todos os candidatos”, afirmou.

Alckmin começou a programação em Rio Branco tomando café no mercado municipal Elias Mansour. Em seguida fez caminhada e panfletagem pelo Calçadão, área central de comércio da capital do Acre.

Marina critica estratégia do PT de esconder Dilma: “É como se tivéssemos o governo Lula e pulássemos para 2018”

 

Marina Silva, em campanha em Vitória, Espírito Santo, disse que a propaganda do PT tenta esconder o período de governo de Dilma Rousseff:

“Hoje nós temos mais de 13 milhões de desempregados, isso é fruto do governo Dilma/Temer, mas o PT quer esconder o período Dilma/Temer, é como se tivéssemos o governo Lula e pulássemos para 2018”.

A candidata da Rede disse também que o PT usa hoje “a mesma estratégia que se usou para apoiar uma candidata [Dilma] que mentiu para o povo brasileiro”.

O Antagonista

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Ministro de Temer defende apoio a Bolsonaro contra PT em segundo turno

Foto: Agência Brasil

O ministro Carlos Marun aposta num segundo turno entre Haddad e Bolsonaro — e vai defender que Temer e o partido subam no palanque do capitão. No MDB, ao que tudo indica, ele será minoria.

Carlos Marun acredita que o segundo turno será entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro e, segundo a Veja, o ministro vai defender que Michel Temer e o MDB apoie o candidato do PSL.

Se depender do MDB, Marun ficará falando sozinho.

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”Uma constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”, diz o vice de Bolsonaro

 

O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), Hamilton Mourão (PRTB), defendeu uma nova Constituição para o Brasil. Segundo o general, que proferiu palestra no Instituto de Engenharia do Paraná, a Carta Magna deveria ser mais enxuta, contendo somente valores e princípios e, para isso, não seria necessário convocar uma nova Constituinte. O documento, segundo ele, poderia ser elaborado por um conselho de notáveis escolhido pelo presidente da República. As informações são da CBN Curitiba.

“Uma constituição não precisa ser feita por eleitos pelo povo”, disse o candidato a vice. “Não precisa de Constituinte Fazemos um conselho de notáveis e depois submetemos a plebiscito.” De acordo com o general Hamilton, a opinião é dele, e não de Bolsonaro ou da chapa que integra.

“Nossa constituição é extensa demais. Deveria ser só princípios e valores. O resto, horário de trabalho dos bancários, se os juros devem ser tabelados… isso é por lei ordinária”, afirmou.

Mourão falou também sobre as suspeitas de baixa confiabilidade das urnas eletrônicas. “Existe uma desconfiança das urnas por uma questão muito clara: não existe auditoria das urnas. Você não tem certeza se teu voto foi computado. Então, existe essa teoria da conspiração, mas não há possibilidade de intervenção”, disse.

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Papa Francisco diz que ‘populismo deve servir às pessoas e não incitar o ódio’

Papa Francisco recomendou um populismo do tipo cristão, depois de ser atacado por políticos italianos por defender os imigrantes. A uma multidão de cerca de 100 mil pessoas reunidas para uma missa ao ar livre, Francisco afirmou neste sábado que “o único populismo possível” é o do modelo cristão, que “ouve e serve ao povo, sem gritar, acusar e incitar brigas”.

O papa falou em Palermo, capital da Sicília, neste sábado. Centenas de milhares de imigrantes resgatados no mar Mediterrâneo nos últimos anos foram levados para os portos da ilha. Francisco defendeu com firmeza os direitos dos imigrantes.

O novo governo populista da Itália tem tentado desencorajar a chegada de mais imigrantes ao país. O ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, insiste que as pessoas que forem resgatadas no mar de barcos de traficantes não terão permissão de entrada na Itália. A posição de Salvini sobre a imigração contrasta com os pedidos de solidariedade de Francisco, mas pesquisas de opinião indicam que sua popularidade está aumentando.

Durante a visita à Palermo, para homenagear um padre morto pela máfia por tentar proteger jovens do crime organizado, o papa também se dirigiu aos membros do grupo, pedindo que renunciassem à busca de poder e dinheiro. “Digo aos mafiosos: mudem, irmãos e irmãs. Parem de pensar em vocês mesmos e no seu dinheiro. Vocês sabem, uma mortalha funeral não tem bolsos. Você não pode levá-lo com vocês”, falou Francisco, durante sua homilia.

A viagem de um dia de Francisco à ilha do Mediterrâneo, onde a Cosa Nostra está enraizada, marca o 25º aniversário do assassinato Padre Giuseppe “Pino” Puglisi, que foi declarado mártir pelo Vaticano e beatificado em 2013, último passo formal antes da possível declaração de santidade.

Dezenas de milhares de pessoas aplaudiram Francisco. Um grupo de jovens estendeu uma faixa que dizia “Vamos renovar a Igreja”. A declaração ocorre em um momento de pressão crescente para que o papa diga o que sabe sobre a conduta sexual imprópria do cardeal e arcebispo emérito dos EUA, Theodore McCarrick, que recentemente foi suspenso do exercício público de seu ministério sacerdotal.

Terra

Fonte: Blog do BG

Efeito dominó

Crise de 2008 resultou em desindustrialização e crise fiscal no Brasil

Desvalorização do dólar e medidas equivocadas de gestão da economia resultaram em desindustrialização e em rombo nas contas públicas brasileiras

Arquivo / Agência Brasil
Brasil foi afetado pela crise com o fim do superciclo das commodities

A regulação no sistema financeiro que não existia na maioria dos países desenvolvidos inicialmente salvou o Brasil da pior crise financeira global desde a Segunda Grande Guerra. No entanto, a desvalorização do dólar e medidas equivocadas de gestão da economia resultaram em desindustrialização e em rombo nas contas públicas brasileiras, segundo especialistas em economia internacional ouvidos pela Agência Brasil.

Professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV) Istvan Kasznar diz que o Brasil adotou um modelo de reação diferente do resto do mundo, na avaliação de especialistas em economia internacional. “Naquela época, o Brasil não foi afetado à primeira vista porque tinha atrasado a desregulação de aplicações econômico-financeiras”, diz. O principal problema, ressalta, ocorreu na introdução de renúncias fiscais enquanto outros países reduziram gastos e buscaram austeridade.

Para tentar manter a economia aquecida em meio à crise que tomou proporções mundiais, o governo brasileiro adotou uma série de medidas, como redução de impostos para estimular o consumo, congelou preços do petróleo, subsidiou as tarifas de energia elétrica e ampliou as desonerações. “Embora tenha havido uma política monetária austera e correta, a política fiscal é uma das piores heranças que temos hoje, decorrente de uma forma equivocada de se interpretar a evolução cíclica da economia”, afirma Kasznar.

Em meio à crise internacional, o governo anunciou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, eletrodomésticos e materiais de construção. Diante da escassez de crédito, houve redução dos depósitos compulsórios (dinheiro que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central) e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), além de estímulo ao crédito por meio de bancos públicos.

Vulnerabilidades

A crise de 2008 desembocou no fim de uma das principais ajudas externas que alavancou o crescimento do Brasil nos anos 2000: o superciclo das commodities. A queda do preço internacional de produtos agrícolas e minerais expôs o país ao que o economista Reinaldo Gonçalves chama de “vulnerabilidade estrutural”. “Nos últimos 20 anos, o Brasil aprofundou o processo de reprimarização da sua economia, tornando-se um país ainda mais dependente [de produtos primários]”, argumenta.

A queda do dólar decorrente das injeções monetárias nos países desenvolvidos complicou o quadro. Com a moeda norte-americana barata, os brasileiros passaram a viajar mais para o exterior e a importar mais, deixando a indústria nacional sem condições de competir com os produtos estrangeiros. O fechamento de fábricas aprofundou a desindustrialização do país e levou à dependência cada vez maior de commodities.

Segundo Gonçalves, isso explica a dificuldade de retomada da economia brasileira, mesmo com a situação internacional mais favorável que há alguns anos. Ele diz que não há solução de curto prazo e defende um projeto de desenvolvimento de longo prazo. Segundo o professor da UFRJ, se o país apostar numa tentativa de ajuste fiscal muito forte e rápida, com cortes de gastos públicos e privatizações de grandes estatais, o cenário econômico pode agravar-se ainda mais nos próximos dois anos.

“A pretexto de querer resolver uma série de problemas que demandam o longo prazo, como a Previdência e o teto de gastos, o que pode ocorrer é um efeito bumerangue, atingindo os segmentos sociais mais vulneráveis. Os ricos estão se protegendo mandando dinheiro para fora, mas as medidas de austeridade vão atingir o pequeno empresário, o burocrata, o trabalhador, o desempregado. Há um risco de aumentar muito mais a tensão social, que já está elevada”, observa Gonçalves.

Diversificação

Professor de macroeconomia e economia internacional da Universidade Federal Fluminense (UFF) André Nassif diz que os impactos da desindustrialização ainda se manifestam sobre o Brasil. Ele reprova a política de desonerações para determinados setores praticada no primeiro governo da ex-presidente Dilma Rousseff, ainda sob pretexto dos estímulos econômicos iniciados em 2009, que reduziu a arrecadação sem resultar em crescimento.

“Esse tipo de política funciona por algum tempo, mas, no longo prazo, gera inflação e baixo crescimento. Não há garantias de que o empresário pegue o dinheiro das desonerações para gerar empregos. A inflação aumenta porque a demanda sobe, sem que a produção acompanhe o crescimento. A solução para o Brasil seria mudar a estrutura da economia, diversificando a produção e recuperando a indústria nacional”, analisa.

Gonçalves, da UFRJ, concorda e acrescenta que a cartelização da economia brasileira prejudica a inovação e os investimentos. “Nenhum grande grupo econômico brasileiro é referência em inovação e tecnologia. Aqui predomina a exploração de recursos naturais e a gestão de carteis, isso vai dos bancos, passando pelos setores do agronegócio, da mineração até pelo mercado imobiliário”, critica.

Fonte: AGORA RN

 

LOCAIS

[FOTOS] Carro derruba poste na BR-101 em frente ao Natal Shopping

 

Fonte: Blog do BG

 

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