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Candidatos empresários e advogados crescem nas eleições 2018; número de servidores públicos, vereadores e donas de casa cai

Quase 17% dos candidatos deste ano são empresários ou advogados, apontam dados do TSE. 20 profissões são citadas apenas uma vez pelos candidatos, como astrólogo, tapeceiro e engraxate.


Por Clara Velasco, G1

 

As profissões que mais cresceram proporcionalmente em relação ao total de candidatos nesta eleição são as de empresário e advogado, apontam dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste ano, 10,3% dos candidatos declaram ser empresários. Há quatro anos, eram 9,4%, um aumento de 0,9 ponto percentual. Já os advogados cresceram de 5,5% para 6,3%.

As altas das profissões
Veja as três ocupações que mais aumentaram proporcionalmente entre as eleições de 2014 e de 2018.

Percentual de candidatos (%)9,49,410,310,35,55,56,36,32,42,42,72,72014: Empresários2018: Empresários2014: Advogados2018: Advogados2014: Aposentados2018: Aposentados0102,557,512,5

2014: Advogados
Proporção de candidatos: 5,5
Fonte: TSE

As duas profissões são também as ocupações mais comuns entre os candidatos com pedido de registro no TSE em 2018. São mais de 4,6 mil dos aproximadamente 28 mil candidatos deste ano.

Em terceiro lugar, está a ocupação de deputado — ou seja, pessoas que já ocuparam o cargo político anteriormente e estão provavelmente tentando a reeleição ou a mudança para outro cargo político. A proporção de candidatos que constam como deputados, porém, permaneceu a mesma entre 2014 e 2018: 4,1%.

Já na outra ponta, os servidores públicos, tanto estaduais quanto municipais, os vereadores e as donas de casa foram os profissionais que mais tiveram queda proporcionalmente em relação a 2014. A maior baixa foi encontrada entre os servidores públicos estaduais, de 3,8% para 2,5%.

As baixas das profissões
Veja as três ocupações que mais caíram proporcionalmente entre as eleições de 2014 e de 2018.
Proporção de candidatos (%)3,83,82,52,54,14,13,43,42,22,21,61,62014: Servidor Público Estadual2018: Servidor Público Estadual2014: Vereador2018: Vereador2014: Dona de casa2018: Dona de casa012345
Fonte: TSE

Para o cientista político e doutorando na Universidade de São Paulo (USP) Rafael Moreira, não é possível saber de fato o que pode estar causando estas altas e baixas das profissões. Moreira cita a hipótese de que uma maior diversificação nas profissões dos candidatos possa estar modificando as proporções das ocupações como um todo.

“Pode estar refletindo o que está acontecendo na sociedade brasileira, com uma série de novos cursos, com abertura de novas faculdades. Isso de alguma forma pode estar se refletindo na política. Pode ser também um aumento do leque partidário, com mais partidos abrindo espaço para profissões diferentes”, afirma.

Profissão e gênero

Empresários e advogados são também as ocupações mais comuns tanto entre homens quanto entre mulheres candidatas. A principal diferença é a ampla presença de deputados entre os homens (5,2% dos candidatos, sendo a terceira ocupação mais comum entre os candidatos) e a baixa entre as mulheres (1,6%, a 15ª profissão mais comum).

Outra diferença ligada ao sexo do candidato é a ocupação de dona ou dono de casa. É a terceira ocupação mais comum entre as mulheres, representando 5,1% das candidatas. Já entre os homens, a profissão fica em 168ª posição, com apenas 0,01% dos candidatos.

Para Moreira, essas disparidades são reflexo de duas coisas: a visão brasileira da divisão social do trabalho, de que os afazeres domésticos cabem apenas à mulher, e a baixa entrada feminina na política. “Tem uma diferença de gênero muito grande no parlamento, na política. Então é de se esperar esse resultado, pois tivemos poucas mulheres deputadas até hoje”, afirma.

As ocupações mais comuns dos candidatos
Veja as dez profissões mais comuns entre os candidatos do sexo masculino.

Número de candidatos2.3002.3001.2741.274996996789789747747569569537537522522475475473473EmpresárioAdvogadoDeputadoVereadorComercianteMédicoServidor Público EstadualPolicial MilitarProfessor de Ensino MédioAposentado05001000150020002500

Servidor Público Estadual
Nº de candidatos 537
Fonte: TSE
As ocupações mais comuns das candidatas
Veja as dez profissões mais comuns entre os candidatos do sexo masculino.

Número de candidatas578578485485436436290290289289281281251251218218194194170170EmpresáriaAdvogadaDona de casaEstudante ou bolsistaProfessora de Ensin…AposentadaProfessora de Ensin…ComercianteAdministradoraServidora Pública Es…0200400600800

Professora de Ensino Fundamental
Nº de candidatas 251
Fonte: TSE

Disputa por cargo

Os empresários também são mais comuns entre os candidatos tentando os cargos de deputado distrital, federal e estadual. Já entre os candidatos a governador, senador e vice-governador, os advogados são mais numerosos que os empresários.

A disputa para a Presidência e a Vice-Presidência são as mais diferentes, levando em consideração que há bem menos candidatos que as outras disputas. Entre os aspirantes a presidente, há dois engenheiros e dois historiadores. Já entre os candidatos a vice, são dois professores de ensino médio, dois professores de ensino superior e dois senadores, além das outras profissões únicas.

Profissões únicas

Há 214 profissões listadas pelos candidatos nas eleições deste ano. Do total, 20 foram citadas apenas uma vez cada uma. São elas:

  • Astrólogo
  • Bombeiro e instalador de gás, água, esgoto e assemelhados
  • Ceramista e oleiro
  • Comandante de embarcações
  • Embalador, empacotador e assemelhados
  • Engraxate
  • Fiandeiro, tecelão, tingidor e assemelhados
  • Físico
  • Governanta
  • Lavador de veículos
  • Office-boy e contínuo
  • Paramédico
  • Protético
  • Relojoeiro e montador de instrumento de precisão
  • Salva-vidas
  • Securitário
  • Tapeceiro
  • Técnico de mineração, metalurgia e geologia
  • Trabalhador de fabricação de produtos de borracha e plástico
  • Trabalhador de fabricação, vulcanização e reparação de pneumáticos

Fonte: G1

 

Bolsonaro avança sobre redutos eleitorais tradicionais do PSDB

A pouco mais de 40 dias da eleição, a distribuição geográfica das intenções de voto mostra o desafio do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, na briga pelo segundo turno: recuperar eleitores que já foram do PSDB. Em 2014, Aécio Neves foi o mais votado em dez unidades da federação no primeiro turno — hoje, Alckmin não está à frente em nenhuma delas.

Um levantamento feito nas 22 pesquisas estaduais do Ibope divulgadas até ontem mostra que Jair Bolsonaro (PSL) avançou sobre um eleitorado tradicionalmente tucano. Ele lidera em seis estados onde Aécio se saiu melhor há quatro anos, enquanto no Paraná quem está na frente é Alvaro Dias (Podemos). É um universo de 39 milhões de eleitores, com base em dados da eleição presidencial passada. Ainda não foram feitas pesquisas no Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde Aécio também venceu.

No mapa eleitoral que já foi tucano, Bolsonaro lidera em São Paulo, com 22%, enquanto Alckmin, que governou o estado por quatro mandatos, marca 15%. O candidato do PSL também está à frente em Santa Catarina, Goiás, Espírito Santo, Rondônia e Roraima, outros redutos tucanos há quatro anos. No Paraná, Alckmin enfrenta ainda a concorrência de Alvaro Dias, ex-governador do estado, que chega a 27% — Bolsonaro tem 22%, e Alckmin, 5%.

Em 2010, no primeiro turno, José Serra (PSDB) já havia vencido em cinco desses estados: São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rondônia e Roraima, além de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Acre.

O Globo

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Desempenho de Lula nas pesquisas parece ‘apologia ao crime’, diz Alvaro Dias

Foto: Agência Senado

Os senadores paranaenses Gleisi Hoffmann (PT) e Alvaro Dias (PODE) trocaram farpas em entrevistas na manhã desta sexta-feira (24) em frente à Polícia Federal (PF), em Curitiba. O candidato à Presidência declarou que os índices do candidato petista à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, nas pesquisas eleitorais se parecem com “apologia ao crime”. A petista rebateu dizendo que o companheiro de Senado não entende o recado do povo e “está do lado errado da história”.

Dias esteve reunido pela manhã com dirigentes da PF um pouco antes de Gleisi, que foi visitar Lula. “Há pessoas que aqui comparecem para visitar o político preso, portanto a pessoa errada, eu vim na instituição certa para assumir um compromisso com o Brasil: fazer da Operação Lava Jato política de Estado no combate a corrupção”, declarou o candidato do Podemos na saída.

Dentre as propostas que enumerou para a Polícia Federal está a “autonomia plena para exercício da sua atividade com eficácia, com orçamento próprio e com liberdade para realizar as operações, sem interferência política”. Dias também afirmou que, se eleito, acolherá as propostas do Ministério Público Federal de combate a corrupção.

Questionado sobre os altos índices que Lula tem alcançado nas pesquisas eleitorais, o senador afirmou que esse resultado “não se consumará nas urnas”. “Ele não é um preso político, mas um político preso, esse já seria motivo para rejeição alta e absoluta, porque esse não é um país de ladrões. Esses índices até se parecem com apologia ao crime e revelam a indiferença da vítima diante do seu algoz. […] Chegará o momento da reflexão, da inteligência e da lucidez e as pessoas entenderão que é preciso fazer muito pelo país, mas fazer sem roubar”, disse.

Pouco depois, Gleisi confrontou as afirmações de Dias. “Ele está desautorizando o povo? O povo está fazendo apologia ao crime? Ele tem que explicar os índices de voto dele. Ele não consegue estar na frente no Paraná. O ‘presidente’ Lula é quem está na frente. Quem não está entendendo o recado popular é o Alvaro Dias. Ele está do lado errado da história”, disse.

A presidente do PT afirmou ainda que Lula, condenado em segunda instância na Lava Jato e preso na Superintendência da PF desde abril, requereu o direito de votar nestas eleições, caso ainda esteja preso até outubro. Também disse que o político estará estrelando o programa eleitoral petista a partir de 1º de setembro. “Levará uma mensagem ao povo brasileiro”, disse.

Estadão Conteúdo

Greve de fome por liberdade de Lula chega ao fim

POR MÔNICA BERGAMO

Os sete militantes de movimentos sociais que faziam greve de fome pela liberdade de Lula anunciam hoje o fim do protesto.

Depois de 26 dias sem comer –alguns já se mostravam debilitados–, uma das grevistas chegou a ir para o hospital. Nesse período, eles foram recebidos pessoalmente por dois ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Foram atendidos também nos gabinetes de Luís Roberto Barroso e de Gilmar Mendes.

Os grevistas, que na sexta (24) receberam uma carta de agradecimento de Lula, acreditam que seus objetivos foram cumpridos: denunciar o “golpe”, como se referem ao impeachment de Dilma Rousseff, e a prisão do ex-presidente, que dizem ter ocorrido sem provas.

Confira a carta na íntegra

MANIFESTO DA GREVE DE FOME POR JUSTIÇA NO STF À MILITÂNCIA POPULAR E AO POVO BRASILEIRO

No dia 31 de julho, iniciamos a Greve de Fome por Justiça no STF –Supremo Tribunal Federal, com um manifesto à sociedade que foi protocolado no próprio STF, num ato político que resultou em repressão absurda e descabida aos militantes grevistas. Mas não conseguiram calar as nossas vozes: resistimos e ainda mais fortes e indignados, deflagramos o processo da greve de fome.

Nosso objetivo com a greve é contribuir na luta pelo enfrentamento ao golpe que sob o contexto de crise profunda do capital, amplia os processos de exploração do trabalho e dos nossos bens naturais, causando aumento da desigualdade, da fome, da miséria, do desemprego e da violência social. A greve de fome luta por soberania popular, pelo controle de nossos bens estratégicos do petróleo e da energia, pelo direito do povo de participar do poder e decidir os rumos do país. Por isso lutamos pela libertação do presidente Lula, que está encarcerado desde o dia 7 de abril, sem crime e sem prova. Portanto Lula é inocente e sua prisão tem caráter político.

Denunciamos com a greve de fome a ditadura do judiciário, principalmente do STF que de forma arbitrária tomou o lugar do povo, rasgando a Constituição brasileira e fragilizando ainda mais a democracia, construída na dura disputa da luta de classes.

Sabemos que a greve de fome é um ato extremo, mas o praticamos de forma consciente, inspirados na revolucionária resistência ativa, historicamente forjada pelos povos que não baixaram a cabeça diante das elites dominantes.

E após 26 dias de Greve de Fome, decidimos por sua suspensão, por entender que ela cumpriu com seu sentido provocador dos objetivos que propusemos desde o início desta ação politica. Nos sentimos vitoriosos, pois assim se sentem os povos que lutam e tivemos acúmulos importantes para o conjunto da luta popular.

Conhecemos melhor quem são os chamados operadores do direito, ministros e asseclas do poder judiciário. Vimos como se movem por um teatro fantasioso, guiados pela mídia burguesa, com pouca sensibilidade pelo povo, e nenhum respeito pela constituição. Como opera o governo dos golpistas, seus interesses explícitos de estar a serviço do capital estrangeiro, das empresas transnacionais, dos bancos e do seu próprio bolso.

Conhecemos melhor como funciona a mídia burguesa, mentirosa, que se pauta apenas pelos interesses de seus patrões e da manutenção do poder aos privilegiados. Como age o poder legislativo, peça fundamental do golpe e seu total distanciamento dos problemas reais do povo.

Nestes 26 dias de greve, ocupamos o STF com nossos atos políticos e inter-religiosos, através de audiências com diversos ministros, pautando a necessidade de votar as ADCs – Ações Declaratórias de Constitucionalidade, assegurando a presunção de inocência.

Denunciamos o não cumprimento da Resolução da Comissão de Direitos Humanos da ONU pelo Brasil, que determina o direito de Lula ser candidato nas eleições de 2018.

Seguimos firmes na luta e dispostos a contribuir com as tarefas históricas e os desafios que estão colocados para os movimentos e organizações do campo popular. Lutaremos de forma incansável pelo respeito à justiça, garantindo Lula Livre e pelo seu direito de disputar as eleições. Pela construção soberana de um Projeto Popular para o Brasil.

Nossas principais tarefas políticas são trabalho de base, formação política e retomada das lutas da massa. Precisamos ouvir o povo, estar inserido na sua luta cotidiana de resistência e provocar processos de lutas contundentes. As formas de trabalho de base são variadas, e devem envolver as visitas nas casas, as reuniões de pequenos grupos, assembleias populares, a construção dos Congressos do Povo e da Frente Brasil Popular.

Devemos travar a batalha das ideias na disputa da comunicação popular, enfrentando o poder ideológico da grande mídia.

Teremos ainda muitas batalhas coletivas pela frente, mas temos a certeza que “se calarmos, as pedras gritarão!” Nosso desafio é que a luta atual, se transforme em força social capaz de virar o mundo e destruir privilégios. Não pagaremos a conta do fracasso desse modelo de sociedade. Por isso a luta vale a pena e a vida vale a luta! Essa luta é nossa! Essa luta é do povo!!

Brasília, 25 de agosto de 2018.

Jaime Amorim, Zonalia Santos, Rafaela Alves, Frei Sergio Gorgen, Luiz Gonzaga Silva – Gegê, Vilmar Pacífico e Leonardo Nunes Soares.

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Ex-presidente Lula quer votar nas eleições, afirma Gleisi Hoffmann

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, afirmou a jornalistas na tarde desta sexta-feira (24), em Curitiba (PR), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso na Superintendência da Polícia Federal desde abril, requereu o direito de votar nestas eleições, caso ainda esteja preso até outubro.

Gleisi também afirmou que Lula entende que as pesquisas eleitorais mostram a confiança popular nele e no PT e que continuará firme da disputa até o final. Segundo ela, o petista afirmou que no dia 1° de setembro estará no programa eleitoral com uma mensagem ao povo brasileiro.

A senadora falou, ainda, sobre convite feito ao presidente do PSB, Carlos Siqueira, para que o partido ajude na coordenação da campanha de Lula. De acordo com ela, Siqueira ficou de consultar a direção da legenda para checar se o PSB tem interesse em participar e indicar um nome.

Mais cedo, o senador Alvaro Dias (Podemos) também esteve na Polícia Federal para uma audiência e disse a jornalistas que Lula não é um preso político, mas um político preso. Ele afirmou que os índices de voto no ex-presidente se parecem com uma “apologia ao crime”.

Questionada sobre a fala do senador, Gleisi ressaltou a modesta intenção de voto em Dias, que alcançou 3% na última pesquisa Datafolha. “Ele que tem que explicar o índice de voto dele. Não consegue estar na frente no Paraná, o presidente Lula está na frente dele. Quem não está entendendo o recado popular é o Alvaro Dias. Ele está do lado errado da história”, disse.

Folhapress

Bolsonaro propõe que Brasil procure ONU para criar campos de refugiados

Foto: Leonardo Benassatto/Reuters;

Candidato do PSL ao Palácio do Planalto, o deputado federal Jair Bolsonaro declarou nesta sexta-feira (24) que o Brasil poderia procurar a ONU (Organização das Nações Unidas) para criar campos de refugiados no país, perto da fronteira, e abrigar venezuelanos.

Isso porque, segundo ele, o problema da crise migratória não pode ficar sob a responsabilidade do governo de Roraima, estado brasileiro que mais recebe pessoas que deixaram o país vizinho.

“Eu sou humano, eu respeito os direitos humanos de quem está numa situação crítica, como eles estão, mas não podemos deixar nas mãos do governo de Roraima resolver esse problema”, disse Bolsonaro.

O presidenciável já havia aventado a ideia em entrevista concedida em março ao jornal “O Estado de São Paulo”, mas falou hoje pela primeira vez na eventual participação da Nações Unidas, durante entrevista coletiva em São José do Rio Preto (SP). Ele está em campanha pelo interior de São Paulo.

A declaração ocorre quase uma semana antes de ele ter dito que, se for eleito, o Brasil sairá da ONU, que “não serve para nada”. Dias depois, ele disse ter cometido um ato falho e que se referia ao Conselho de Direitos Humanos da entidade.

Bolsonaro também aproveitou para criticar a atual lei de migração, cujo autor foi o senador licenciado e ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).

“O Brasil não pode ser um país de fronteiras abertas. A questão de acolhimento de venezuelanos é uma coisa. Acredito que você poderia buscar a ONU para que crie campos de refugiados para atenuar esse problema deles e da população, não só de Boa Vista como de Pacaraima (RR)”, explicou.

Na semana passada, houve conflitos entre brasileiros e venezuelanos em Pacaraima, com pedradas, ataques com bombas de gás improvisadas, incineração de pertences de refugiados e vandalização de carros dos moradores locais.

“Não acho que deve haver nada de violência lá, mas foi uma reação do povo. E o governo continua de costas para esse problema”, comentou o presidenciável. “O venezuelano não está saindo de lá porque quer, está fugindo da fome e da ditadura”, completou.

Para ele, o Brasil não pode “continuar flertando com o perigo”. “Não podemos deixar que o Brasil cada vez mais se aproxime do regime que existe na Venezuela”, disse. O candidato afirmou ainda que esteve duas vezes em Roraima nos últimos dois anos.

“Comuniquei na época ao ministro da Saúde os problemas que eles enfrentavam lá e conversei com algumas pessoas do que realmente deveria ser feito. Não fizeram nada e chega um ponto em que explodiu essa situação lá”, declarou Bolsonaro.

UOL

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Mesmo sem decolar, Alckmin demonstra otimismo: “Vamos ganhar”

Apesar de estar patinando nas pesquisas, Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, mostra otimismo com a vitória nas eleições.

“Temos 27 milhões de pessoas sem trabalho e contas públicas destruídas. Quero ser presidente para corrigir os erros e recuperar a confiança no país. Sabemos como fazer”, afirmou em sua conta no Twitter.

O candidato tucano ainda externou um grande otimismo. “Vamos ganhar a eleição e o Brasil vai voltar a crescer, com empregos e oportunidades para todos!”

Acesse a Postagem Original: http://www.blogdobg.com.br/#ixzz5PE1yUUFp

Fonte: Blog do BG

LOCAIS

Salve-se quem puder: Antônio Jácome desalojado na chapa de Carlos EduardoComments

Os bicudos estão tentando se beijar mas não estão conseguindo no palanque do candidato do PDT ao governo do Estado, Carlos Eduardo Alves.

As vontades e projetos não estão se acomodando. As promessas dadas, não estão sendo cumpridas.

A maior expressão desse problema é o senadorável Antônio Jácome.

De acordo com os relatos de quem frequenta a cozinha da campanha de Carlos Eduardo, Jácome já ameaçou retirar sua candidatura, por se sentir, digamos, ‘candidato laranja’.

Ao tomar conhecimento que há esforços dentro do palanque para apoiar outras postulações ao Senado, Jácome se exasperou.

Questiona-se por que Carlos Eduardo não age para solucionar os conflitos.

Sentindo-se usado, Jácome, que abriu mão de uma reeleição fácil em nome de um projeto ousado, agora se vê abandonado pelos aliados.

Nem o desempenho do senador nas pesquisas, que vem subindo, tem sido suficiente para os aliados demonstrarem união ao seu projeto.

Do jeito que está, o beijo dos bicudos tende a mudar para outro ditado popular, o do abraço dos afogados.

Fonte: Blog do BG

Superação

Expofruit ultrapassa meta estabelecida de R$ 40 milhões para os negócios

Outra novidade é que a partir de dezembro o Rio Grande do Norte vai começar a exportar frutas para a China, com ênfase do melão na entressafra asiática

José Aldenir/Agora 

Setor de embalagem de melões na Agrícola Famosa, em Mossoró

O presidente do Comitê Executivo de Fruticultura de Exportação do Rio Grande do Norte (Coex), Luiz Roberto Barcelos, divulgou – no último dia de Expofruit, maior feira de fruticultura irrigada do país – os primeiros números do evento: meta de realização de negócios ultrapassou a barreira R$ 40 milhões e o outro motivo de comemoração é que a partir de dezembro, deste ano, as exportações de melão para a China serão iniciadas.

De acordo com Barcelos, Mossoró – local de realização da feira – pode ser qualificada como capital mundial do melão. Os números precisos do balanço de Expofruit serão divulgados até o final da próxima semana. Contudo, Barcelos disse que está muito satisfeito com o resultado da feira, na qual a próxima edição está marcada para 2020. No caso das exportações para a China, o empresário deixou claro que os dois países estão resolvendo as últimas pendências fitossanitárias – medidas que previnem a contaminação dos produtos por doenças e pragas nas plantas.

Hoje, no estado, a fruticultura é responsável por um terço da pauta de exportações. Ano passado, foram exportados cerca de US$ 130 milhões em frutas só do Rio Grande do Norte, embora este número total seja maior pelo fato de acontecer – no porto de Natal – o escoamento da produção dos municípios de Petrolina, em Pernambuco; e Juazeiro, na Bahia. Esses números referem-se apenas às duas principais frutas exportadas: melão e melancia. O setor gera cerca de 30 mil empregos – entre diretos e indiretos. Na Expodruit, os 300 estandes à disposição na Estação das Artes foram comercializados.

Para Luiz Roberto Barcelos, há outros motivos para a fruticultura potiguar comemorar e o principal deles é a ampliação dos outros mercados da exportação: Europa, América do Sul e Ásia. “Estamos felizes porque conseguimos fechar mais negócios com países do leste europeu, com destaque para a Rússia. No Mercosul, vamos exportar mais para Argentina, Uruguai e Chile, além do continente asiático, que hoje comporta os países árabes – com ênfase nos Emirados Árabes -, além do mercado chinês, que iniciaremos as exportações no máximo no início do próximo ano”, disse Barcelos.

Fonte: AGORA RN

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