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NACIONAIS

Petistas que ainda permanecem em cargos de confiança serão todos demitidos

Por questões políticas, talvez, inúmeros petistas ainda infestam a administração pública federal, ocupando cargos de confiança.

Uma lista imensa já está nas mãos do presidente eleito.

Serão todos demitidos assim que Jair Bolsonaro tomar posse.

A faxina será geral.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

 

CORREÇÃO DAS QUESTÕES DAS PROVAS DO ENEM 2018

Questões corrigidas pelo Sistema COC de Ensino.

Fonte: G1

Por G1 — Brasília

 


 Onyx Lorenzoni tem coordenado o processo de transição de governo em nome de Bolsonaro — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Onyx Lorenzoni tem coordenado o processo de transição de governo em nome de Bolsonaro — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) vai ser nomeado, nesta segunda-feira (5), ministro extraordinário do governo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro, informou a assessoria do parlamentar gaúcho. Ainda de acordo com os assessores de Onyx, a nomeação vai ser publicada na edição desta segunda do “Diário Oficial da União”.

Um dos principais articuladores da candidatura de Bolsonaro e um dos coordenadores da campanha, Onyx Lorenzoni já foi anunciado pelo presidente eleito como futuro chefe da Casa Civil.

Desde que Bolsonaro venceu a eleição presidencial no último domingo (28), Onyx passou a comandar o processo de transição do novo governo. Na última semana, ele se reuniu quase diariamente com o presidente eleito no Rio de Janeiro, onde Bolsonaro reside com a família.

O futuro presidente poderá indicar até 50 pessoas para cargos temporários na equipe de transição. Entre esses nomes está o de Onyx Lorenzoni, que se licenciará do mandato de deputado a partir do ano que vem para assumir o comando da Casa Civil.

Bolsonaro confirma ida a Brasília para começar transição de governo

Bolsonaro confirma ida a Brasília para começar transição de governo

A equipe de transição de Bolsonaro passará a despachar, a partir desta segunda-feira, na sede do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília. São 22 gabinetes para a equipe do presidente eleito, além de sala de reuniões e auditório.

Bolsonaro confirmou que vai a Brasília nesta terça-feira (6). Na quarta (7), o presidente eleito vai encontrar o presidente Michel Temer.

Os ministérios de Temer abasteceram um sistema eletrônico com informações gerais e sigilosas para a nova equipe. Os integrantes terão acesso às contas, programas e projetos do governo federal e vão mergulhar nos números. Eles também receberão celulares para acessar o sistema “governa”.

Novo ministério

Veja quem são os cinco ministros que já foram anunciados pelo presidente eleito:

 Fonte: G1

Durante culto em igreja, Bolsonaro diz que governará para todo o Brasil

Foto: Igreja Batista Atitude/Facebook

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) participou neste domingo de um culto na Igreja Batista Atitude, na zona oeste do Rio, onde foi homenageado pelo pastor presidente Josué Valandro Jr.. Bolsonaro afirmou para os mais de 4 mil fiéis presentes que vai governar para todo o Brasil e não apenas para quem votou nele.

No palco, chamado pelo pastor um pouco depois da coleta de dinheiro, Bolsonaro agradeceu os votos recebidos e pediu sabedoria e coragem “para tomar as decisões acertadas e executar o firme propósito de mudar a política brasileira”.

Ele explicou que está montando sua equipe e lembrou que “ninguém faz nada sozinho”. O deputado voltou a atacar a mídia, ressaltando que foi eleito “apesar de parte da mídia contrária às nossas propostas”. Segundo Bolsonaro, sua eleição ocorreu “porque Deus quis”.

“Quem diria que alguém com apelido de palmito ia chegar à presidência”, brincou. Ele citou vários salmos e finalizou em coro com a plateia o conhecido “Conhecereis a verdade e a verdade o libertará”.

O político foi ao culto acompanhado da esposa e de forte esquema de segurança, o que não impediu alguns abraços de outros frequentadores da igreja. O pastor, no entanto, alertou os fiéis para o fato do presidente eleito estar se recuperando de uma facada e pediu para que não tentassem tirar fotos juntos ou que se aproximassem muito de Bolsonaro. A assessoria da igreja informou que ele dará entrevista coletiva no final do culto.

Estadão Conteúdo

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STF prevê protagonismo maior no governo Bolsonaro

A chegada do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) ao Palácio do Planalto não representa um risco à democracia, mas fará o Supremo Tribunal Federal (STF) ganhar um protagonismo ainda maior nas discussões do País, avaliam ministros ouvidos pelo Estado. A expectativa é de que as eventuais “fricções” com outros Poderes devem aumentar na defesa de direitos de minorias e em temas como redução da maioridade penal, posse de armas e voto impresso.

Ao mesmo tempo, a aposta é de que a Corte também fique mais unida e recorra ao princípio de colegialidade para solucionar conflitos em tempos turbulentos. Os sinais desta unidade já vieram na quarta-feira passada (31), na primeira sessão plenária do STF depois do segundo turno das eleições, quando, por unanimidade, o tribunal defendeu a liberdade de expressão nas universidades e deu recados contra censura, ameaças de silenciamento da oposição e a repressão de policiais.

O Estado ouviu sete ministros do STF ao longo dos últimos dias para traçar cenários da futura relação entre Bolsonaro e a Suprema Corte. Dentro do tribunal, magistrados elogiaram o que chamaram de tom mais moderado do discurso do parlamentar após a vitória, mas apontam que as instituições – o STF e o Ministério Público – serão ainda mais testadas em um cenário político marcado pelo radicalismo.

“O STF tem exercido ao longo de todos esses anos uma função contramajoritária, o que nada mais significa a atuação do STF para neutralizar eventuais abusos das maiorias contra as minorias. A maioria se legitima pelo voto popular, mas não tem o direito de oprimir minorias e o STF tem sido muito claro no exercício da sua jurisdição constitucional”, disse Celso de Mello.

“Não vejo riscos à democracia, mas eu acho que é importante sempre relembrar o passado histórico do Brasil, os períodos em que prevaleceram tempos sombrios e sinistros em nosso País. A advertência é necessária para que as presentes e futuras gerações não se esqueçam do nosso passado histórico e não voltem a incidir naquelas situações”, completou o decano.

O ministro Marco Aurélio Mello disse que também não vê ameaças ao regime democrático com a chegada de Bolsonaro, mas ressaltou que o País vive “tempos estranhos” e espera “que eles não se agravem”. “O Supremo é o guarda da Constituição, e quanto ao próximo governo, desejo que seja repleto de êxito a partir do que está estabelecido na ordem jurídica e visando o melhor para o Brasil”, disse.

Para um terceiro integrante da Corte, que pediu para não ser identificado, o “STF não pode se dobrar” e tem de mostrar “altivez” na garantia de direitos fundamentais de minorias, como índios e quilombolas. Segundo o magistrado, se Bolsonaro fizer tudo que falou ao longo da campanha, o STF “terá de colocar um freio”.

Na avaliação de um outro ministro, a gestão do próximo mandatário terá muita bravata e corre o risco de se tornar uma espécie de governo “ioiô”, que fala uma coisa e volta atrás – com o STF sendo chamado a toda hora para arbitrar conflitos. Para esse magistrado, é indispensável que Bolsonaro monte uma boa equipe na área jurídica para não “cometer absurdos”.

Oposição

Outro fator considerado por ministros é a perspectiva de que o PT, como oposição a Bolsonaro, provoque de forma frequente o STF a se manifestar sobre projetos de lei em andamento ou emendas aprovadas. A avaliação de integrantes da Corte é que a reforma da Previdência, por exemplo, não enfrentaria resistência, com os ministros sensíveis à necessidade de repensar o sistema previdenciário. Outras, no entanto, como a redução da maioridade penal, podem enfrentar problemas.

Há ministros que vislumbram ainda que a ampliação da posse e do porte de armas, uma das promessas de campanha de Bolsonaro, também será imediatamente levada ao STF, pois o tema já passou por consulta popular em 2005.

Toffoli

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, tem adotado um discurso de pacificação e propõe um pacto com os Três Poderes. Apesar da perspectiva de ministros sobre a maior atuação da Corte, Toffoli quer tirar o protagonismo do Judiciário, como anunciou em Nova York na quinta-feira (1). “É necessário que, com a renovação democrática ocorrida nas eleições, a política volte a liderar o desenvolvimento nacional. Passamos por vários anos com o Judiciário sendo protagonista, é necessário restaurar a confiança da política”, disse. O presidente da Corte tem encontro marcado com Bolsonaro nesta semana.

Na prática, contudo, o eventual tensionamento com o Supremo vai depender de quem Bolsonaro escalar para articular as relações do Palácio com a Corte e o Congresso. A função costuma ser exercida pela subchefia de assuntos jurídicos da Casa Civil. A avaliação é de que o articulador do governo precisará ter sensibilidade para saber quando as batalhas serão perdidas e evitar o acirramento entre os Poderes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

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PF poderá investigar boato sobre cancelamento do Enem

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a Polícia Federal (PF) poderá investigar a disseminação do boato a respeito de um suposto cancelamento do Enem. Para que a PF entre no caso, basta que haja a apresentação de uma denúncia. “Se houver a reclamação, sim [a PF investigará]. Não podemos fazer a reclamação de ofício. É preciso que aquele que se sentir atingido, faça a solicitação à polícia ou à Justiça e aí as providências serão tomadas”.

De acordo com o ministro, não há anonimato em redes sociais. “Não cometam irresponsabilidades em rede social. Porque se cometer e isso for um crime, não tenha dúvida que vamos achar quem cometeu isso. Não há impunidade”.

Segundo nota divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), circula nas redes sociais uma imagem falsa, simulando uma notícia do G1, informando que as provas do Enem 2018 foram canceladas após suspeitas de fraudes nas regiões Norte e Nordeste. O instituto já desmentiu o boato.

Balanço preliminar

O ministro da Segurança Pública conversou com a imprensa após reunir-se com o presidente Michel Temer, o ministro da Educação, Rossieli Soares; e a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Segundo Jungmann, não foram registrados problemas na realização do exame até a divulgação do balanço, por volta das 14h30. “Alguns lugares com falta de energia e problemas de água, em decorrência da chuva. Em todo o país, o Enem transcorre com a mais absoluta tranquilidade e segurança e espero que assim seja”.

As provas estão sendo realizadas em 10.718 locais de aplicação, em 1725 municípios.

Temer falou rapidamente com a imprensa após a reunião e parabenizou os organizadores pelo tema da redação. “Até o momento em que se deu o início dos trabalhos absolutamente nenhuma falha. Cumprimentei os organizadores pelo título da prova [redação]. Trata das notícias falsas, é um tema atualíssimo”, disse Temer. O tema da redação deste ano é “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”.

Agência Brasil

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Moro quer integrantes da força-tarefa da Lava Jato no ministério

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O juiz Sérgio Moro vai levar para o Ministério da Justiça integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato. O magistrado já avalia nomes ligados à Polícia Federal, que voltará a ficar sob o comando da pasta, e à Receita Federal. Para colocar em prática a promessa de uma “agenda anticorrupção e anticrime”, Moro terá o maior orçamento da pasta nesta década. Serão R$ 4,798 bilhões em 2019, 47% a mais do que a dotação autorizada para este ano. Ao mesmo tempo, herdará um déficit de pessoal em órgãos como a Polícia Rodoviária Federal.

Na quinta-feira passada (1), o magistrado aceitou o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para integrar o futuro governo. Antes da oficialização do seu nome, Moro e Bolsonaro conversaram na sala da casa do deputado na Barra da Tijuca, no Rio.

Por meia hora, a discussão teve a participação do economista Paulo Guedes, que vai comandar o novo Ministério da Economia. Depois, por 40 minutos, Bolsonaro e Moro ficaram sozinhos discutindo pontos prioritários do governo. Após o encontro, em coletiva, Bolsonaro disse que eles estavam alinhados: “Chegamos a um acordo de 100% em tudo”.

Veja

Mourão admite limitação do cargo, mas promete ajuda contra corrupção

Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou que o cargo que ocupará tem limitações, mas que trabalhará para ajudar o presidente eleito Jair Bolsonaro na sua determinação de combater a corrupção e economizar os gastos públicos. A afirmação foi dada em entrevista postada nas redes sociais.

“Sou limitado pela Constituição. Tenho de buscar um espaço que, dentro da legalidade, eu possa auxiliá-lo”, disse o militar da reserva, durante entrevista à emissora do Portal UOL. A entrevista foi postada na conta do Twitter do general.

Mourão afirmou também que, para economizar, será necessário reduzir o número de 29 ministérios para algo em torno de 16. Segundo ele, a partir das fusões das pastas, como o superministério da Economia, que reunirá Planejamento, Fazenda e Indústria e Comércio, será possível reduzir despesas.

“É o que eu chamo de economia da moedinha. Vai começar a pingar moeda no cofrinho, vai gastar menos papel, menos copinho de café, menos tonner, a máquina vai ser enxugada.”

O vice-presidente disse ainda que buscará contribuir com o governo eleito no esforço de “restringir áreas onde a corrupção flui”. Ele não citou exemplos nem forneceu detalhes.

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‘Não há nenhuma falha’, diz Temer sobre realização do Enem

Foto: Alan Santos

Após reunião de monitoramento da realização das provas do Enem, o presidente da República, Michel Temer, disse neste domingo que o exame ocorre sem “nenhuma falha”. Ele esteve na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília, onde conversou com os ministros Rossieli Soares (Educação) e Raul Jungmann (Segurança Pública), além da presidente do Inep, Maria Inês Fini.

— Tive o prazer de acompanhar o início dos trabalhos desta grande prova nacional que é o Enem. E ao lado dos ministros Rossieli, Jungmann e a professora Maria Inês, nós pudemos verificar a harmonização absoluta de todos os setores do governo que trabalharam nesta matéria. Uma mobilização extraordinária: são 5,5 milhões de estudantes que vão prestar o Enem no país inteiro. Isso exige uma logística extraordinária. Mas, até o momento em que se deu o início dos trabalho, nenhuma falha, apenas eventos sem maior relevância — disse Temer.

O presidente também elogiou o tema da redação deste ano:

— Cumprimentei os organizadores pela oportunidade do título da prova, que trata das notícias falsas, que trata da utilização pelos usuários da internet dessas notícias. Um tema, portanto, atualíssimo.

Já o ministro Raul Jungmann leu um balanço com informações obtidas pelo centro de operação mobilizado para a realização da prova.

— Todos os malotes foram entregues; 1.725 municípios realizaram a prova com regularidade; 10.718 locais de aplicação de prova também sem nenhum tipo de ocorrência grave; 30 mil homens e mulheres fizeram a segurança das provas; 2.189 escoltas de segurança pública, com Correios, Polícia Rodoviária Federal, polícias e secretarias de segurança participando; alguns locais com falta de energia decorrente de chuva. Apenas um roubo no caixa eletrônico próximo (de um local de prova) que não teve impacto na realização de todo o Enem. Em todo o país, o Enem transcorre na mais absoluta tranquilidade — disse o ministro

Sobre a possibilidade de disseminação de notícias falsas que tratavam sobre o cancelamento do Enem, Jungmann disse que os que se sentirem prejudicados devem relatar o ocorrido.

— Aqueles que se sentirem prejudicados devem procurar a polícia e a Justiça. Caso isso aconteça, se houver reclamação, a Polícia Federal vai poder investigar.

Já o ministro da Educação falou sobre a importância do tema da redação e ressaltou que a prova ocorre sem incidentes.

— É um tema muito atual. Não foi uma escolha de agora. Foi uma escolha feita em junho, julho, pelos técnicos do Inep. Temos cerca de três textos pequenos de apoio para a redação. Mas o tema é extremamente atual e revelante. Para os estudantes que estão informados sobre a discussão de fake news. De discussão do papel da internet na informação.

O Globo

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ENEM 2018: Preocupados com horário, muitos estudantes chegaram cedo para fazer Enem

Às seis da manhã, Natasha Conceição de Souza, 17 anos, já estava na estrada rumo a Brasília, onde vai fazer pela primeira vez a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A jovem mora em Santa Helena de Goiás, distante cerca de 112 km da capital, e saiu cedo com o pai, de moto, para evitar imprevistos. O horário de abertura dos portões é às 12h (horário de Brasília). Às 13h, os portões serão fechados.

Natasha afirma que seu sonho é fazer enfermagem. Ela conta que estudou muito e está nervosa com a prova. “Eu estava com medo de perder a prova, porque eu nunca fiz. Estou com medo do meu nervosismo me atrapalhar.”

Na véspera, passou o dia estudando, fazendo um simulado dos conteúdos e treinando redação. Preocupado, o pai, Hércules de Souza Silva, acompanha a jovem. “Meu conselho é foco, tentar conter a ansiedade e fazer o que ela gosta de fazer, que é estudar. Eu digo a ela, “filha, estuda para ter uma carreira, porque a gente sem escolaridade é difícil. Estuda para arrumar um trabalho e não depender de ninguém”, completa o pai que é lavrador.

A estudante diz que o horário de verão não atrapalhou, porque já está acostumada a acordar cedo, por morar na área rural. Mesmo ansiosa, Natasha está confiante de que pode se sair bem. “Eu espero tirar uma nota boa para conseguir uma bolsa para entrar na faculdade. É meu sonho, me dar bem na prova, porque eu estudei bastante para isso”, diz a jovem.

No dia da primeira etapa do Enem, outros estudantes chegaram bem antes do horário de abertura dos portões para garantir a realização da prova. Na capital do país, vários inscritos, principalmente os que moram em áreas mais distantes do centro, chegaram bem cedo, por volta de 8h30.

Como o horário de verão teve início na madrugada de hoje, o país está com quatro fusos horários diferentes. Os estudantes das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul tiveram que adiantar o relógio em uma hora e os participantes das regiões Norte e Nordeste terão que seguir o horário de Brasília.

Lorena da Silva Gomes, 17 anos, foi a primeira a chegar em seu local de prova. Moradora de Águas Lindas, município goiano no Entorno do Distrito Federal, Lorena saiu de casa por volta das 7h, ao lado da mãe. “A gente não sabia que horas ia passar o ônibus, se ia ter engarrafamento, então chegamos mais cedo”, destaca Lorena.

A estudante quer estudar direito e conta que não fez nada de especial para controlar a ansiedade. Estudante do 2º ano do ensino médio, Lorena afirma que a prova deste ano é apenas um teste.

Agência Brasil

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Piada com atrasados do Enem pode configurar linchamento virtual, diz especialista

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Com mais de 5,5 milhões de candidatos inscritos, a edição 2018 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começa neste domingo (4) mesmo dia da mudança do horário de verão. Isso fez o Ministério da Educação intensificar os alertas para evitar atrasos entre os candidatos.

Quem não entrar no local de provas até as 13h do horário de Brasília – por desatenção ou um imprevisto – vai perder a prova e o ano de estudos. Mas os internautas que se aproveitarem desse descuido para espalhar mensagens difamatórias pelas redes sociais, além de desrespeitarem os candidatos, correm o risco até de serem acionado judicialmente em um processo, segundo explicou ao G1 Luciene Regina Paulino Tognetta, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Em 2017, o estudante Pedro Cunha, de 21 anos, acabou virando parte involuntária da zombaria virtual. Aluno do Cursinho da Poli, em São Paulo, ele chegou a tempo em seu local de provas no Enem do ano passado, mas só quando estava lá percebeu que havia esquecido o RG em casa.

Ele acabou não conseguindo buscar o documento a tempo e, por isso, ficou de fora do exame.

A notícia, no seu caso, não viralizou, e apenas seus pais e colegas de cursinho ficaram sabendo de seu erro. O estudante, porém, disse que não escapou das broncas dos pais – que considera justas.

G1

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Manipulação de usuários na internet é tema da redação do Enem 2018

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 é “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”, conforme informou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O texto deve ser dissertativo-argumentativo, com até 30 linhas, e ser desenvolvido a partir da situação-problema e de subsídios oferecidos pelos textos motivadores. O texto dissertativo-argumentativo precisa ser opinativo e organizado para a defesa de um ponto de vista. A opinião do autor deve estar fundamentada com explicações e argumentos.

Os critérios de correção da redação, com cinco competências, estão detalhados na Cartilha de Participante – Redação no Enem 2018.

As provas começaram às 13h30 e os participantes terão 5 horas de 30 minutos para resolvê-las. Aqueles com direito a tempo adicional e que solicitaram o recurso durante a inscrição terão uma hora a mais. Deficientes auditivos e surdos que optaram fazer a Videoprova Traduzida em Libras terão duas horas a mais de prova.

Enem

Hoje (4) é o primeiro dia de prova do Enem. Mais de 5,5 milhões de estudantes farão provas de linguagem, ciências humanas e redação em mais de 1,7 mil municípios. O exame segue no dia 11 de novembro, quando serão aplicadas as provas de ciências da natureza e matemática.

A nota do exame poderá ser usada para concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Temas

Veja os temas da redação de edições anteriores do Enem, desde que foi reformulado, em 2009:

Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional

Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana

Enem 2011: Viver em rede no século XXI: Os limites entre o público e o privado

Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI

Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil – Neste ano houve duas aplicações do exame

Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil

Agência Brasil

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Educação: Bolsonaro enfrentará desafios do baixo nível de aprendizado, exclusão escolar, Fundeb e qualificação de docentes

Operações em universidades e debates sobre Escola sem Partido têm dominado as discussões sobre educação no país. As questões são relevantes, mas os desafios do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na área são ainda mais amplos.

Envolvem 49 milhões de estudantes, baixos índices de aprendizagem e 2,7 milhões de crianças e jovens fora da escola. Ambos os problemas, de permanência e aprendizado, têm maior impacto entre as famílias mais pobres.

Os rumos da educação não serão definidos apenas no Ministério da Educação. Dependem da política econômica e do Congresso. A ação de estados e municípios e a colaboração entre os entes federados será outro foco.

“Podemos dividir a condução das políticas em nível federal em duas avenidas: a avenida do MEC e a avenida do Legislativo. Elas são adjacentes”, diz Priscila Cruz, do Todos Pela Educação.

O cenário é de grandes desafios, da educação infantil ao ensino superior. Menos de um terço das crianças até 3 anos estão em creche. O acesso é desigual: entre os 25% mais ricos, a taxa de matrícula é de 55%, enquanto para os mais pobres, o índice é de 26%.

A meta incluída no PNE (Plano Nacional de Educação) é ter ao menos metade das crianças de até três anos em creches até 2024. Na pré-escola, todas as crianças de quatro e cinco anos deveriam estar matriculadas desde 2016. No entanto, mais de 500 mil não têm vaga (9,5% do total).

A educação infantil depende da existência de escolas. O custo de manutenção é maior do que de outras etapas.

O fundamental está praticamente universalizado, mas as taxas de reprovação e abandono aumentam a partir do 6º ano. É um reflexo de baixos índices de aprendizagem, falta de apoio para que os alunos continuem nos estudos e pouca atratividade da escola.

Nem metade das escolas de ensino fundamental têm bibliotecas, menos de 40% têm quadras, e 45% dos diretores disseram em 2015 que o funcionamento da escola já foi dificultado pela inexistência de professores.

Do total de alunos que se matricularam no 1º ano do ensino fundamental em 2006, só um terço concluiu o ensino médio na idade esperada em 2017. E, além disso, só 7% dos estudantes terminam o ensino médio com aprendizagem adequada em matemática.

Ainda mais grave é a taxa de 9% dos dos jovens de 15 a 17 anos que não estudam nem terminaram a etapa. São 903 mil. No ano passado, só 59,2% dos jovens de até 19 anos haviam concluído o ensino médio.

O maranhense Francisco de Sousa, 19, do povoado rural Mucambinho, a 25 km do centro de Buriti (a 332 km de São Luís), abandonou as aulas em 2017, no 1º ano do ensino médio. Demorava 2h30 para chegar à escola que oferecia a etapa, pois, no vilarejo, só há aulas até o 9º ano.

“Eu gostava da escola, sei que era importante, mas era muito difícil”, disse ele em agosto, quando a Folha esteve no local. “Trabalho na roça, mas não gosto.”

Pela Constituição, as matrículas da educação infantil e do ensino fundamental são de responsabilidade dos municípios, as de ensino médio, dos estados, e o ensino superior fica a cargo da União. Mas há previsão de colaboração.

“O maior desafio continua sendo a qualidade da educação básica, com a melhora da equidade do sistema. Isso passa pela formação de professores e carreira”, diz Maria Helena Guimarães de Castro, ex-secretária executiva do MEC no governo Michel Temer (MDB).

Especialistas indicam a questão docente como uma das prioridades para o país. Os salários dos professores são equivalentes a pouco mais da metade da média do que ganham profissionais com o mesmo nível de formação

“Há evidências fortes do impacto da qualidade do professor no sucesso da educação, e isso passa pela formação, vinculada ao MEC”, diz Priscila Cruz. “O governo atual já começou a olhar para o currículo da formação de professores e espera-se que seja incorporado com o novo governo”.

Estão no Congresso temas como o Sistema Nacional de Educação, que versa sobre a colaboração entre União, estados, municípios e escolas, e a renovação do Fundeb. O fundo transfere recursos para as redes proporcionalmente ao número de alunos e representa R$ 4 de cada R$ 10 gastos na educação básica.

Estão em discussão alterações sobre os critérios de distribuição do fundo, privilegiando municípios mais pobres, e a ampliação do papel da União, que faz hoje uma complementação de 10%.

Os gastos com educação no Brasil, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), são similares à média dos países desenvolvidos. Mas, além de o país só ter chegado a esse nível recentemente, o valor por aluno é menor. Representa 40% do gasto médio por estudante dos países ricos.

Há ainda diferenças regionais. Dos 5.570 municípios, 62% (3.199) têm menos de R$ 400 por mês por aluno.

O PNE coloca como meta o investimento de 10% do PIB em educação. O cálculo do plano levou em conta as 19 metas que versam sobre acesso à escola, formação e valorização profissional e ensino superior.

“É um risco o esvaziamento do plano, que foi um esforço suprapartidário. As metas deveriam ser o principal instrumento da organização da política educacional”, diz Denise Carreira, da Ação Educativa.

Não há indicações da posição do governo Bolsonaro sobre o Fundeb, mas o programa do presidente eleito reforça que os recursos atuais da educação já seriam suficientes, sendo necessários ajustes de gestão.

Em relação aos desafios do ensino superior, os dados mostram que a universidade ainda é para poucos no Brasil. Apenas 18% dos jovens de 18 a 24 anos estão matriculados. A meta do PNE é chegar a 33% em 2024.

A expansão do sistema federal universitário e a lei de cotas (de 2012) ajudaram a mudar o perfil dos universitários.

Bolsonaro já disse ser contra cotas. O texto da lei prevê revisão em 2022. O financiamento da universidade pública tem sido colocado em xeque. Enquanto a educação infantil consome 0,7% do PIB, o ensino superior fica com 1,2%.

Especialistas questionam esse abismo, uma vez que há evidências de que receber educação na primeira infância tem forte impacto na vida adulta. Também há críticas sobre a gestão das federais, com relação, por exemplo, a altos índices de evasão.

Futuro líder da área econômica do governo, Paulo Guedes defende o pagamento de mensalidades nas públicas. Isso depende de mudança na Constituição, que requer votações na Câmara e no Senado, em dois turnos, com apoio de três quintos do Congresso.

O PNE coloca como meta o investimento de 10% do PIB em educação. O cálculo do plano levou em conta as 19 metas que versam sobre acesso à escola, formação e valorização profissional e ensino superior.

“É um risco o esvaziamento do plano, que foi um esforço suprapartidário. As metas deveriam ser o principal instrumento da organização da política educacional”, diz Denise Carreira, da Ação Educativa.

Folhapress

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Haddad avalia ser presidente do PT para liderar oposição

Foto: Ricardo Stuckert

Indicado pela direção do PT para liderar a oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL), o presidenciável derrotado Fernando Haddad deve enfrentar dificuldades para cumprir a missão. Sem cargo formal, o petista terá de lidar com o descontentamento dos tradicionais aliados do partido e com as próprias bandeiras da sigla para consolidar a sua força política nos próximos anos. A presidência do PT pode fazer parte de um plano para mitigar esses problemas.

Além disso, o petista deverá enfrentar a rivalidade de Ciro Gomes (PDT), que, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, publicada na quarta-feira, disse que foi “miseravelmente traído por Lula” e manifestou interesse em fundar um novo campo político. Ciente das dificuldades que terá, Haddad passou a considerar a possibilidade de inciar uma articulação para assumir a presidência do PT, o que ele descartava inicialmente.

O petista viajou na quarta-feira para descansar e ficou de pensar no assunto quando retornar a São Paulo. O mandato da presidente da legenda, Gleisi Hoffmann, vence em julho.

Após reunião da executiva do PT na última terça-feira, Gleisi, seguindo orientação do ex-presidente Lula, aclamou Haddad como porta-voz da oposição e disse que ele receberá todas as condições para liderar uma frente que teria um papel maior do que o partido — no segundo turno, ele conquistou 47 milhões de votos.

Um aliado do candidato derrotado questiona, porém, como Haddad poderia cumprir esse papel sem ter um cargo que lhe dê um palanque. Na reunião da última terça-feira, o comando petista discutiu que a frente deveria ir além dos partidos e tentar aglutinar outros setores da sociedade, mas, segundo um integrante da direção, ninguém entendeu como na prática isso poderia ser feito.

O Globo

Fonte: Blog do BG

LOCAIS

Procura turística aumenta número de voos semanais para Mossoró

A demanda acentuada de turistas para Mossoró levou a companhia Azul Linhas Aéreas a aumentar a frequência de quatro para seis voos semanais operando no Aeroporto Dix-Sept Rosado. A partir deste domingo (4), o turista terá a opção de embarcar em todos os dias da semana, com exceção do sábado.

“A liberação do Aeroporto de Mossoró foi uma das metas de campanha do governador Robinson Faria e um desafio ao então secretário estadual de turismo Ruy Gaspar. Foram anos de trabalho para vencer burocracias, angariar recursos e parcerias para este que reputo uma das ações voltadas ao turismo mais importantes das últimas décadas para o interior do Estado”, declarou o atual titular do Turismo, Manuel Gaspar.

Com a ampliação do número de voos, a expectativa do presidente do Aeroclube de Mossoró, Diomar Freitas, é de que os atuais 2.240 passageiros mensais ultrapassem os 3.000 turistas trafegando pela malha aérea entre Recife e Mossoró.

Além do aumento de voos, a Azul também tem colaborado com o Governo do Estado na divulgação do destino Mossoró em 12 cidades brasileiras com a campanha Tudo Começa Azul, inspirada no slogan Tudo Começa Aqui, adotado pela secretaria estadual de Turismo e Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur) para divulgar os destinos potiguares.

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O Aeroporto Dix-Sept Rosado operou seu primeiro voo no último mês de junho, após sete anos parado. A liberação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para receber voos comerciais se deu ainda em março deste ano. Além dos destraves burocráticos, visitas do próprio governador à Anac, em Brasília para pedir agilidade no processo, o Governo do Estado investiu R$ 2 milhões em equipamentos e itens relacionados à engenharia, segurança e iluminação.

Além disso, ainda no início de 2017, o Executivo Estadual entregou uma reforma no aeroporto que contemplou espaço para lojas de artesanato, mirante do terminal, salas para administração para a Infraero e para empresas aéreas, e também check-in de passageiros, embarque, sala VIP e banheiros. No Anexo do aeroporto foram reformadas as instalações para abrigar o Corpo de Bombeiros. Foi instalada também uma cerca de isolamento da pista para evitar a entrada de animais e pessoas, além da pintura do prédio.

Fonte: Blog do BG

Por G1 RN

 


Ônibus terão trajetos especiais para o Enem — Foto: Igor Jácome/G1

Ônibus terão trajetos especiais para o Enem — Foto: Igor Jácome/G1

Por conta da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que tem sua primeira prova realizada nesta tarde de domingo, 11 linhas de ônibus de Natal funcionam com horários e itinerários especiais para facilitar chegada dos estudantes aos locais de prova.

Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), as linhas especiais funcionarão das 7h às 19h. A STTU informou que, dessa forma, os ônibus que vão às praias não farão esse percurso neste e no próximo domingo, data em que acontece a última prova do exame.

A linha 588, o Circular da UFRN, irá operá com cinco veículos das 6h30 às 18h30 e as linhas 02, 04, 07, 08, 10/29, 60, 63, 72, 77 e 79 entrarão no Campus Universitário da UFRN das 9h às 12h em todas as viagens

A STTU informou que 62 agentes trabalham neste domingo para organizar o trânsito. A operação será repetida no próximo domingo, dia da última prova do Enem.

O Rio Grande do Norte tem 124.046 candidatos inscritos para o Enem. Eles representam um total de 2,2% dos 5,5 milhões de inscritos em todo o país. No estado, os portões abrem às 11h e fecham às 12h do horário local, por causa do horário de verão.

As inscrições potiguares foram menores que no ano passado, quando o estado registrou 159.486 cadastros. Apesar disso, apenas no primeiro dia de prova, em 2017, foram registradas mais de 44 mil ausências, o que reduziu o número de candidatos para cerca de 115 mil.

Fonte: G1RN

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