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Por Cauê Muraro e Lucas Gelape, G1

 


Os dados parciais de prestação de contas, que abrangem o que foi gasto na primeira parte do período de campanha, indicam que as despesas eleitorais em 2018 caíram 36% na comparação com 2014, segundo cálculos do G1.

Na disputa deste ano, os candidatos e partidos declararam ter gasto R$ 1,6 bilhão até quase a metade da campanha. Em 2014, após transcorrido um período semelhante, a soma foi de R$ 1,8 bilhão, já considerada a inflação do período.

Na média de gastos por candidato, também houve queda, mas de 20% (R$ 103 mil em 2018 ante R$ 126,7 mil em 2014).

Como os dados são parciais, a diferença entre os gastos de um ano e outro pode mudar após o fim das eleições. O relatório final das despesas de 1º turno deve ser entregue à Justiça Eleitoral até 6 de novembro.

Como foi feito o cálculo

G1 levou em conta todos os gastos registrados, independentemente se foram feitos por candidatos, partidos ou comitês (tipo de órgão que só existiu em 2014). Foram excluídas apenas as transferências de recursos de um para outro, para evitar contagem dupla de gastos.

Para 2018, foram levados em conta os gastos feitos entre 16 de agosto e 8 de setembro, que, por lei, deveriam constar pela declaração de contas parcial. O intervalo de 24 dias equivale a 46% do tempo total de campanha de 2018, que é de 52 dias.

Para efeito de comparação, o G1 considerou o mesmo percentual para 2014, quando a campanha teve 91 dias. Com isso, foram considerados os gastos dos primeiros 42 dias de campanha, de 6 de julho a 16 de agosto.

Para Denisson Silva, doutorando em ciência política e pesquisador do Centro de Estudos Legislativos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), era esperada essa redução nas despesas parciais verificada em 2018.

Um dos motivos citados pelo pesquisador é a minirreforma eleitoralem vigor desde as eleições de 2016. De acordo com aquela regra, em campanhas para presidente, governadores e prefeitos, pode-se gastar 70% do valor declarado pelo candidato que mais gastou no pleito anterior, se tiver havido só um turno, e até 50% do gasto da eleição anterior se tiver havido dois turnos.

Veja os limites para o 1º turno deste ano:

  • Presidente: R$ 70 milhões;
  • Governador: R$ 2,8 milhões a R$ 21 milhões, conforme o número de eleitores do estado;
  • Senador: R$ 2,5 milhões a R$ 5,6 milhões, conforme o número de eleitores do estado;
  • Deputado federal: R$ 2,5 milhões;
  • Deputado estadual/distrital: R$ 1 milhão.

Além disso, as doações de empresas para campanhas foram proibidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2015. Esta, portanto, é a primeira eleição para a Presidência, para o Congresso e para as Assembleias Legislativas desde que o veto entrou em vigor.

Com isso, os candidatos podem contar com recursos públicos, doações de pessoas físicas e com o próprio dinheiro. Como o G1 mostrou, 1 em cada 5 postulantes colocaram dinheiro na própria campanha, segundo os dados parciais, num total de R$ 221,6 milhões. O valor mais alto foi desembolsado pelo presidenciável Henrique Meirelles (MDB): R$ 45 milhões.

Gastos em 2018 por cargo

Nas eleições de 2018, as despesas podem ser feitas pelos candidatos e pelos partidos. As primeiras representam 94% do total, e indicam que, em média, as campanhas presidenciais são as que consumiram mais recursos na primeira parte da campanha:

A comparação com 2014 não é possível pois os gastos de comitês e órgãos partidários de 2014 não estão discriminados, na base do TSE, de acordo com o cargo.

Por Marília Marques, G1 DF

 


Conheça Ryan Maia, jovem escritor brasiliense que lançou o primeiro livro aos 6 anos

Conheça Ryan Maia, jovem escritor brasiliense que lançou o primeiro livro aos 6 anos

Apaixonado por livros, o brasiliense Ryan Maia aprendeu a ler aos 4 anos. Hoje, aos 7, o menino já tem um livro lançado, está escrevendo o segundo volume e, recentemente, criou um canal na internet para dar dicas de português e de matemática para crianças e adultos.

“O objetivo é ajudar quem tem dificuldades”, diz ele, sorrindo. A facilidade com as palavras, a criatividade e o amor pela escrita chamam a atenção em Ryan (veja vídeo acima).

“Com quatro anos percebi que me encaixava com a leitura. Foi aí que tive a ideia de escrever um livro para ajudar minha mãe e, principalmente, para ajudar pessoas com deficiência.”

Aos 7 anos, Ryan Maia dá aulas de português e matemática na internet — Foto: Marília Marques/G1

Aos 7 anos, Ryan Maia dá aulas de português e matemática na internet — Foto: Marília Marques/G1

O próprio menino conta que desde pequeno, com 2 ou 3 anos, já falava muito. As frases eram longas e “tudo certinho”, diz ele. Segundo Ryan, isso foi assustando os pais, que logo perceberam o interesse da criança pelos livros e as letras.

Em menos de um ano, as frases bem formadas da criança de conhecimentos precoces começaram a ser transferidas para o papel. Foi aí que Ryan diz ter descoberto o “poder transformador da escrita e da leitura”.

Altas habilidades

No início de 2018, com 6 anos, Ryan foi diagnosticado com “superdotação e altas habilidades”. O laudo é da Secretaria de Educação do Distrito Federal e só foi emitido após seis meses de avaliação psicopedagógica.

Ele frequenta aulas regulares pela manhã, em uma escola particular – em Ceilândia – e à tarde, uma vez na semana, é acompanhado na sala de recursos de altas habilidades/superdotação da secretaria.

Para o pai, Márcio Maia, o desempenho do menino é motivo de alegria, mas tem sido acompanhado “com os pés no chão”. Ele descreve Ryan como uma criança que tem um tipo de brincadeira diferente: ler, escrever, inventar histórias”.

“Ryan é considerado uma criança especial. Segundo os psicólogos é uma situação muito perigosa, mas estamos sempre acompanhando e seguindo as orientações.”

Ryan Maia, 7 anos, abraça os livros prediletos; entre eles, o de sua autoria, 'uma heroína e uma herói' — Foto: Marília Marques/G1

Ryan Maia, 7 anos, abraça os livros prediletos; entre eles, o de sua autoria, ‘uma heroína e uma herói’ — Foto: Marília Marques/G1

O desafio, diz o pai, é fazer com que o menino aprenda a lidar com as altas habilidades que possui e, ao mesmo tempo, aproveite a infância. Ryan, que sabe do diagnóstico, parece entender.

“É bem divertido ter altas habilidades, mas não gosto de me gabar. Se tem um colega que não sabe, eu ensino ele.”

Como gosta de livros, ele vem sendo chamado para participar de rodas de leitura em escolas. Já a facilidade que tem em falar se transformou em pequenas apresentações – para outras crianças e até para adultos.

Ryan já foi chamado para falar sobre inclusão social, corrupção, política e também sobre a importância dos estudos.

Vitória do bem contra o mal

Ryan mostra livro que escreveu aos 6 anos — Foto: Marília Marques/G1

Ryan mostra livro que escreveu aos 6 anos — Foto: Marília Marques/G1

O livro escrito por Ryan, “Uma heroína e um herói”, foi lançado em maio. A versão ilustrada tem 28 páginas e conta a vitória do bem sobre o mal.

A inspiração veio dos personagens de filmes e desenhos que ele admira. Mas, para criar a narrativa, Ryan preferiu inventar os próprios super-heróis.

O homem-tomada, a menina-ema e o homem-televisão foram inspirados na vivência do garoto, que também pesquisa o magnetismo e a eletricidade.

A publicação foi toda custeada pelos pais e os exemplares são vendidos na internet. Cada livro custa R$ 25 e parte da renda será doada para uma instituição social.

Teoria dos três anéis

Para a psicóloga Rachel Marinho, que acompanha Ryan, o menino apresenta as três características do modelo dos três anéis, que atesta a superdotação. “Ryan é uma criança muito criativa, tem fluência de palavras e vocabulário acima da média esperada para idade dele”.

Ryana Maia brinca no sofá de casa — Foto: Marília Marques/G1

Ryana Maia brinca no sofá de casa — Foto: Marília Marques/G1

A especialista explica que o estímulo que o menino recebe é adequado para a idade dele, que tem que ser “mais do que crianças ditas normais”. A psicóloga diz que orienta aos pais de crianças com altas habilidades para que procurem saber as áreas de interesse dos filhos.

“Favoreça instrumentos que saciem a curiosidade deles.”

Rachel explica que as crianças com superdotação não devem ser sobrecarregarregadas com muitas atividades. Além disso, é fundamental que os pais sempre escutem o que eles dizem.

“Que tenham momentos de interação com outras crianças, lembrando sempre que eles também são crianças antes de mais nada”, afirma.

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Fonte: G1

Eleição e tecnologia: o que pode e o que não pode no dia da votação

O primeiro turno das Eleições 2018 ocorrerá no próximo dia 7 de outubro. E com uma campanha tão marcada pelas mídias sociais e tecnologia, é comum que os eleitores fiquem na dúvida sobre o que podem ou não fazer no dia da votação. No entanto, é preciso estar atento: violar o sigilo do voto ou fazer boca de urna pode render multas e até cadeia para quem for pego.

Para te ajudar, o Olhar Digital preparou um pequeno guia sobre o uso de tecnologia no dia da votação. Veja a seguir que posturas o eleitor deve ter offline e online neste momento tão importante da nossa democracia.

Pode tirar selfie com a urna?

De forma alguma! Desde 2014, o Tribunal Superior Eleitoral proíbe a entrada de telefones celulares na cabine de votação. O Artigo 88 da resolução 23.399 também determina que máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto devam ficar fora da cabine. Os objetos deverão ficar retidos pelos mesários enquanto o voto é realizado.

Segundo o TSE, o objetivo dessa proibição é evitar que eleitores possam ser coagidos no momento do seu voto, sendo obrigados a escolher determinados candidatos. No caso de descumprimento da lei, o indivíduo pode estar sujeito a detenção de até dois anos ou pagamento de multa. Até a porta da seção eleitoral, por outro lado, os selfies são liberados.

Pode levar a cola do voto no celular?

Também não! Como não é possível utilizar eletrônicos dentro da cabine de votação, o eleitor não poderá utilizar apps de anotação para lembrar os números do candidatos. A única opção é levar a boa e velha colinha de papel, que pode até mesmo ser do modelo do site do TSE.

Posso votar com o e-Título?

O e-Título é uma das grandes novidades para as eleições deste ano. Com ele, os usuários do Android e iPhone podem acessar uma versão virtual do seu título eleitoral e deixar a versão impressa em casa. No entanto, durante a votação, o aparelho terá que ficar retido pelos mesários. Veja como usar o e-Titulo.

Posso declarar meu voto nas redes sociais?

A postura do eleitor nas redes sociais deve seguir as mesmas regras válidas para o seu comportamento offline. Ou seja, é preciso agir com bastante cautela. Segundo a publicação da BBC Brasil, é permitido declarar abertamente o seu voto em plataforma como o Facebook e Twitter, no qual o receptor tem escolha se deseja ler ou não a mensagem.

Por outro lado, o eleitor não deve abordar alguém diretamente via SMS ou aplicativo de mensagens como Messenger e WhatsApp para declarar o seu voto ou fazer campanha. Como o receptor não terá opção se lerá ou não a publicação, a prática pode ser interpretada como boca de urna. Este crime é passível de detenção de seis meses a um ano, prestação de serviços à comunidade e pagamento entre R$ 5 mil a R$ 15 mil, segundo o TSE.

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Vai ser igual Trump nos Estados Unidos, diz filho de Bolsonaro sobre pesquisas

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro, questionou os números das pesquisas divulgadas nos últimos dias que mostram uma estagnação do presidenciável e ainda a derrota dele em praticamente todos os cenários de segundo turno.

Ele questionou pesquisas e pediu para todos votarem de verde e a amarelo. “Vai ser lindo. Vai ser como Trump nos Estados Unidos”, afirmou.

Partidos do centro lideram disputas em 16 estados brasileiros; esquerda foca no Nordeste

Os partidos do centro – PSDB, MDB, DEM, PP, PSD, PROS e PHS – lideram as pesquisas do Ibope de intenção de voto nas eleições 2018 para os governos de 16 Estados. Apesar da fragmentação dessa força política, que se dividiu em quatro candidaturas à Presidência e hoje potencialmente fora da disputa do segundo turno, segundo as pesquisas, ela deve ganhar o mesmo número de unidades da federação que em 2014.

Esses partidos compunham a base original do governo de Michel Temer – o PSB, que também participou da base, deve vencer em outros seis Estados. Os resultados das pesquisas mostram que, apesar da polarização entre esquerda e extrema-direita na corrida presidencial, 21 dos 27 governadores devem sair de legendas que não apoiam nem o petista Fernando Haddad nem o deputado Jair Bolsonaro, do PSL.

A coligação que dá sustentação à candidatura de Haddad tem chance de eleger seis governadores, contando um do PROS, que deixou de ser centro. Os demais devem vir do PT (4) e do PCdoB (1). Já PSL e PRTB, que estão com Bolsonaro, não lideram em nenhum Estado. O cenário é bem diferente do ocorreu em 2014, quando as alianças que foram para o segundo turno elegeram 23 dos 27 governadores.

Com a eleição de governadores centristas, cientistas políticos consideram que eles podem desempenhar um papel de contrapeso e moderação a partir de 2019, a depender de sua capacidade de articulação. Ao todo, quem mais tem candidatos em primeiro ou segundo lugar nas disputa estaduais é o PSDB (8), seguido pelo PT (7), PSB (7) e MDB (7), além de DEM e PDT, com 5 cada um.

As projeções impõem um desafio à governabilidade, segundo a professora de Ciência Política Vera Chaia, da PUC-SP. “Existe interdependência. Do presidente em relação aos governadores para formar suas bases eleitorais e no Congresso, mas também dos governadores em relação ao presidente para execução de seus programas. As brigas políticas para conseguir verbas também dependem da boa relação do presidente.”

Outro papel importante dos governadores será na negociação e aprovação de futuras reformas, como a da Previdência e a tributária. “Nossos governadores terão um papel importante de diálogo com o futuro presidente. Buscaremos o entendimento”, afirmou o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que pode se eleger no primeiro turno para o governo de Goiás, segundo as pesquisas.

A eleição de candidatos ligados ao centro, além de mostrar o descolamento das disputas estaduais da polarização presidencial, aponta para uma possível estabilidade pós-eleição. “O Congresso se adapta ao presidente. A ideia dos governadores não alinhados faz com que eles também tenham que se adaptar. Se não, fica inviável governar”, diz o cientista político Kleber Carrilho, da Universidade Metodista de São Paulo.

Esquerda

Na esquerda, PT, PSB e PCdoB têm chances de manter oito Estados no Nordeste. Dirigentes petistas admitem reservadamente que o partido deve eleger menos governadores do que em 2014. O partido dificilmente manterá Minas e o Acre, a mais longeva administração da legenda, governada pelo PT desde 1995.

As esperanças são as reeleições na Bahia, Ceará e Piauí e vitórias no Rio Grande do Norte e Santa Catarina. “Vamos para o segundo turno em Minas e no Acre”, disse a secretária nacional de Organização do PT, Gleide Andrade. Segundo ela, “quando ficar polarizado, o Haddad vai crescer muito em Minas e o (Antonio) Anastasia (PSDB) não vai mais poder continuar escondendo Aécio (Neves)”.

Quatro anos após a morte de Eduardo Campos em um acidente aéreo, o PSB se reergueu e chega com perspectiva de vitória em Sergipe, Paraíba, Amapá, Amazonas, Pernambuco e Espírito Santo. “Isso mostra que fizemos o planejamento estratégico correto e que nosso partido consegue se renovar e espalhar lideranças”, disse o presidente da legenda, Carlos Siqueira. “Bom não é (estar restrito a uma região), mas é melhor do que nada,”, analisa o cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Mackenzie.

Militares fecham pacote para reforma da Previdência

Diante da disposição do governo de fazer a reforma da Previdência, os militares se antecipam para apresentar uma proposta antes que sejam surpreendidos com um pacote fechado. Eles aceitam, por exemplo, que pensionistas, soldados e cadetes passem a contribuir.

Também concordam em aumentar o tempo mínimo de serviço de 30 para 35 anos, mas sem exigência de idade mínima. Em troca, querem equiparar os salários dos generais quatro estrelas aos de ministros e não abrem mão da aposentadoria integral e paridade de reajuste.

A cúpula militar quer entregar a proposta assim que a reforma dos civis for aprovada. Não querem correr o risco de terem somente suas regras alteradas.

Também está em debate a criação de uma previdência complementar, como a Funpresp, para quem ingressar na carreira militar a partir da data da aprovação.

Fonte: Blog do BG

Empresa acusada pela IstoÉ de transportar R$ 6 milhões a pedido de Lula taxa matéria como mentirosa e avisa que vai adotar medidas judiciais, cíveis e criminais

A empresa CLC, que foi apontada pela IstoÉ como responsável pelo transporte de R$ 6 milhões em um avião do Rio Grande do Norte até o Ceará a pedido do ex-presidente Lula, emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso. A empresa negou a informação apresentada pelo jornalístico, taxou o conteúdo como “mentiroso”, argumentou que a Polícia esteve no local e ainda adiantou que irá adotar todas as medidas judiciais, cíveis e criminais contra a IstoÉ.

Nota de Esclarecimento

A despeito de matéria com o título “Brasil: Como Lula opera a campanha na cadeia”, onde uma retranca jornalística com subtítulo “Avião com R$ 6 milhões a bordo caiu em Boa Viagem (CE). Mas os recursos chegaram no destino: a campanha de Weverton Rocha, PDT.”, a Revista IstoÉ, edição 2544, de 28 de setembro de 2018, comete uma série de inverdades, contra pessoas e uma empresa há 23 anos estabelecida no mercado, cumpre-nos informar à sociedade a estranheza do teor da notícia e o estabelecimento dos fatos como realmente aconteceram.

A matéria – possivelmente construída a partir de interesses políticos inconfessáveis, o que não nos cabe considerar, traz em seu bojo informes fantasiosos. Veja-se:

1) Induz a matéria que o destino da aeronave Cirrus Design SR 22 Prefixo PR-COR era o município de São Luiz (MA), quando a rota a ser cumprida era de Mossoró-RN a Crateús (CE), com alternativa para Tauá (CE). O avião saiu por volta de 07h30min, do dia 14 de setembro de 2018, dando uma pane no município de Boa Viagem-CE, o que provocou o pouso de emergência;

2) Depois diz ser o objetivo o transporte de 6 milhões de reais, cuja quantia havia chegado ao destinário. Ora, no local em que o pouso ocorreu o piloto e o passageiro da aeronave foram visitados por uma guarnição da Polícia Militar e pelo delegado e agentes da Polícia Civil, destacamentos do município de Boa Viagem (CE), que, por meia hora, fizeram vistoria e se colocaram à disposição para colaborar com o que fosse possível, sendo que a Polícia Militar esteve no local uma segunda vez colaborando com o reboque do avião. Houvesse dinheiro, o Boletim de Ocorrência registraria. Tem mais: o objetivo da viagem a Crateús (CE) era visita rotineira a obra – construção de trecho da CE 467, trecho entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento e Monsenhor Tabosa, Estado do Ceará, não havendo nada além de documentos técnicos e projetos da obra;

3) Também insinua haver 3 pessoas quando do acidente. A verdade é que estavam presentes somente o piloto José Severino Enéas Cândido e o diretor da CLC, o Sr. Céliton Luiz Costa de Oliveira;

4) Sobre a propriedade da aeronave em tela, como forma de dirimir dúvidas, a sua propriedade é da CLC Construtora, adquirida em 3 de setembro de 2018, sendo que o seu registro ainda não havia sido alterado no Setor de Licenças da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), em face do pouco tempo de propriedade, e assim constou como sendo da Vokan Seguros.

A empresa, categoricamente, repudia o conteúdo mentiroso da matéria e informa que buscará repor a verdade, preservando a sua imagem e garantindo a confiança que desfruta em todos os estados da Região Nordeste, bem como tomará as medidas judiciais, cíveis e criminais.

CONSTRUTORA LUIZ COSTA – CLC

Fonte: Blog do BG

LOCAIS

RN se destaca pelo quarto ano consecutivo na maior feira de turismo da América Latina

Se hoje o mercado turístico argentino é o maior emissivo ao Rio Grande do Norte não é à toa. O trabalho de divulgação e promoção dos destinos potiguares nos principais eventos e mídias argentinas começou há quatro anos e desde então tem surtido efeitos positivos. E para reforçar essa divulgação, uma delegação potiguar está presente com destaque na maior feira de turismo da América Latina, a FIT 2018, realizada na capital Buenos Aires, que segue até terça-feira (2).

“A FIT 2018 apresenta as novidades e tendências do turismo e do lazer na América do Sul. Embora estejamos bem divulgados e em crescente número de turistas argentinos em nosso Estado, precisamos redobrar a promoção para aproveitarmos essa tendência com a alta temporada que vem aí”, destacou o secretário estadual de Turismo, Manuel Gaspar.

Além da Setur RN e da Emprotur, também participam do estande potiguar, montado com recursos do Governo Cidadão, via empréstimo do Banco Mundial, secretários de turismo dos municípios de Santa Cruz, Tibau do Sul e Guamaré, além de 29 representantes do trade, entre hoteleiros e receptivos, com apoio da ABIH-RN.

No local, além de quitutes regionais da agricultura familiar, como castanha e geleia de mel, o Governo do RN também levou um buggy e um óculos de realidade virtual para os visitantes sentirem um “gostinho” do passeio pelas dunas de Genipabu, atraindo um público curioso ao estande, que também apresenta, desta vez, tela digital, com layout mais moderno.

O presidente da Emprotur, Rogério Pessoa esteve reunido já no primeiro dia do evento com a presidente da Embratur, Tetê Bezerra, para discutir as novas ferramentas do órgão para impulsionar a promoção dos estados nas feiras e eventos internacionais de turismo.

“Também abordamos os destinos inteligentes e pedimos o apoio da Embratur para melhoria da nossa malha aérea. Convidei a presidente para conhecer nosso estande e mais sobre os destinos potiguares. Também tenho dado muitas entrevistas às mídias locais, sempre divulgando as potencialidades do nosso Estado”, frisou Rogério Pessoa.

Aposta planejada

Só entre 2015 e 2016, o crescimento do número de argentino no Estado potiguar ultrapassou 150% e se tornou o principal mercado para o Rio Grande do Norte após anos liderados pelo turista português.

“Só neste ano realizamos o Meeting Brasil, o Meeting Missão RN. No ano seguinte, a FIT 2017 e agora, a FIT 2018, mais uma vez com o diferencial de um estande próprio, viabilizado com recursos do Governo Cidadão e um buggy como atrativo, assim como também temos feito em eventos importantes promovidos em Portugal”, lembra Manuel Gaspar.

Manuel Gaspar lembra ainda que hoje, o voo Buenos Aires/Natal, conquistado durante esta gestão, é um dos mais rentáveis do Nordeste à Companhia Gol, do ponto de vista comercial. “Retornamos a esse mercado após quase uma década de ausência e já conquistamos dois voos semanais para a rota Buenos Aires/Natal”, concluiu.

Divulgação

A promoção do RN na Argentina teve destaque em 2015 com estampa dos nossos destinos no principal site do país, o “Clarin”, também dentro do sítio de viagens do site Todo Viajes e ainda com pacotes inseridos no “Shopping Viajes”. E serviu como preparativo para o lançamento do voo direto Buenos Aires/Natal, inaugurado em julho de 2015.

Três meses depois, em outubro, a equipe da TV Metro, da Argentina, recebeu total apoio logístico da Setur e Emprotur para iniciar gravações em alguns dos principais pontos turísticos do Estado potiguar, que foram ao ar para todo o país. Dunas, cultura e personagens pitorescos exibidos durante semanas na rede aberta da tv argentina, em vários programas do canal.

Neste mês de outubro, a jornalista argentina Mercedes Aime, responsável pelas revistas Contraseñas e Audi, voltadas ao mercado de luxo, visitou alguns dos principais pontos turísticos do Rio Grande do Norte para produzir oito páginas nessas duas revistas. Um tour organizado pela Emprotur e bancado via parcerias com o trade e a Embaixada Argentina no Brasil.

CommentsFonte: Blog do BG

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