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NACIONAIS

Por Laís Lis, G1 — Brasília

 


Os 13 candidatos, em ordem alfabética da esquerda para a direita: Alvaro Dias, Ciro Gomes, Cabo Daciolo, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro, João Amoêdo, João Goulart Filho, José Maria Eymael, Marina Silva e Vera Lúcia — Foto: Marcelo Brandt/G1, Reprodução/GloboNews e Reprodução/TV BandOs 13 candidatos, em ordem alfabética da esquerda para a direita: Alvaro Dias, Ciro Gomes, Cabo Daciolo, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro, João Amoêdo, João Goulart Filho, José Maria Eymael, Marina Silva e Vera Lúcia — Foto: Marcelo Brandt/G1, Reprodução/GloboNews e Reprodução/TV Band

Os 13 candidatos, em ordem alfabética da esquerda para a direita: Alvaro Dias, Ciro Gomes, Cabo Daciolo, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, Jair Bolsonaro, João Amoêdo, João Goulart Filho, José Maria Eymael, Marina Silva e Vera Lúcia — Foto: Marcelo Brandt/G1, Reprodução/GloboNews e Reprodução/TV Band

G1 consultou neste mês as assessorias dos 13 candidatos a presidente da República para saber se pretendem manter as concessões ao setor privado na área de infraestrutura, como ferrovias, rodovias e aeroportos.

Também perguntou o que pretendem fazer com quatro das principais empresas estatais: Eletrobras, Petrobras, Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e Correios.

Dos 13, quatro não responderam – Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), José Maria Eymael (DC) e Cabo Daciolo (Patriota).

Saiba quais são as posições dos demais:

Concessões

  • Alvaro Dias: O candidato disse que pretende manter as concessões e ampliar as ofertas para atrair o investimento privado.
  • Fernando Haddad: “O Plano de Governo confere prioridade absoluta para os investimentos em infraestrutura, sobretudo a partir de parcerias com o setor privado”. Segundo a campanha do PT, a coligação defende um modelo para as concessões que viabilizem os investimentos das concessionárias com o menor custo possível para o cidadão.
  • Geraldo Alckmin: Disse que é favorável à continuidade da agenda de privatizações e que o Estado tem que deixar de ser empresário.
  • Guilherme Boulos: Afirmou que vai avaliar os contratos das concessões já realizadas “e garantir o cumprimento desde que não tenham cláusulas abusivas e cumpram sua obrigação social de serviço”.
  • Henrique Meirelles: Afirmou que pretende manter as concessões de ferrovias, aeroportos, rodovias. “Para facilitar estas concessões, pretende simplificar o processo através da aprovação de um Projeto de Lei, já em discussão no Senado, que simplifica o processo de concessão de ferrovias e estender esta simplificação para rodovias e aeroportos”, afirmou a equipe econômica do candidato.
  • João Amoêdo: A campanha afirmou que Amoêdo defende “avançar e aprimorar os modelos de concessões, como a inclusão de aeroportos menores e regionais, oferecer mais simplicidade e flexibilidade nas próximas concessões de rodovias e a modernização das regras de concessões de ferrovias para incentivar a ampliação do setor”.
  • João Goulart: Para o candidato, várias concessões não têm cumprido as exigências de investimentos feitas nos processos de licitação. “Nós vamos rever todas elas e todas as que o Tribunal de Contas apontar irregularidades. Não pretendemos manter apenas essa forma de gestão”.
  • Marina Silva: A campanha afirmou que Marina Silva vai “manter e atuar para contornar as dificuldades em avançar ou finalizar os processos de concessões”. Segundo a campanha, a candidata adotará estratégia para ampliar o número de concessões em diferentes modais.
  • Vera Lúcia: A candidata afirmou que pretende reestatizar todas as empresas privatizadas. “Vamos colocar tudo sob o controle dos trabalhadores. Concessão é o mesmo que privatização”.
Sede da Eletrobras no Rio — Foto: Reuters

Sede da Eletrobras no Rio — Foto: Reuters

Eletrobras

  • Alvaro Dias: Para o candidato, privatizar a estatal agora seria um grande prejuízo para o país. “Antes de pensar em privatizar a Eletrobras, é preciso recuperar seu valor patrimonial, que foi desvalorizado pela incompetência de gestão e pela corrupção. Foi destruída, está endividada”.
  • Fernando Haddad: A coligação se declarou contra a privatização da Eletrobras. A campanha afirmou que “defende que a estatal retome seu papel estratégico no sistema energético brasileiro, como líder na geração e transmissão de energia no país”.
  • Geraldo Alckmin: O candidato defende a conclusão da privatização da Eletrobras e suas subsidiárias.
  • Guilherme Boulos: A campanha se posicionou contra a privatização de empresas e serviços públicos. “Empresas como a Petrobras e a Eletrobras são instrumentos de soberania nacional e de intervenção estratégica do Estado na criação de condições para o desenvolvimento do país. Esses setores precisam servir aos interesses da maior parte da população e não de alguns poucos acionistas”.
  • Henrique Meirelles: O ex-ministro afirmou que é favorável à privatização da Eletrobras, nos mesmos moldes do que está sendo negociada no Congresso.
  • João Amoêdo: Defende que em linhas gerais o modelo de privatização proposto para a Eletrobras pelo atual governo deve ser mantido.
  • João Goulart: Para o candidato, “não há justificativa para a privatização da Eletrobras”. “Uma área de monopólio natural como é a área de energia, se não é administrada pelo Estado é administrada por monopólios privados, na sua maioria estrangeiros. Não vejo em que isso beneficia o país”, afirmou.
  • Marina Silva: Defende a diluição do controle da União pela venda de ações no mercado. A proposta é que a União seja a principal acionista da empresa, mas que não tenha mais o controle da administração da companhia. A campanha ainda defende a privatização das distribuidoras e de usinas de menor porte para que a empresa “possa concentrar-se no seu papel em geradoras de maior porte e de grandes linhas de transmissão”.
  • Vera Lúcia: A candidata afirmou que é contra a privatização da Eletrobras e que pretende transformar a empresa em uma companhia com 100% de controle estatal. “Privatizar a Eletrobras significa entregar o nosso patrimônio de mão beijada para os empresários e o capital estrangeiro, um duro golpe na nossa soberania. Além disso, a privatização da Eletrobras provocaria o aumento da conta de luz da população”.
Sede da Petrobras no Rio de Janeiro — Foto: Reuters/Sergio Moraes

Sede da Petrobras no Rio de Janeiro — Foto: Reuters/Sergio Moraes

Petrobras

  • Alvaro Dias: Segundo o candidato, nem a Petrobras nem o Banco do Brasil nem a Caixa Econômica Federal devem ser privatizados. “A Petrobras continuará tendo grande importância no segmento de combustíveis, sendo que tomaremos todas as medidas cabíveis para que não volte a ser um centro de corrupção e desvio de dinheiro público”.
  • Fernando Haddad: A coligação informou que é contrária à privatização da Petrobras. “Vamos devolver à empresa o papel de agente estratégico do desenvolvimento brasileiro, restaurando sua lógica de empresa integrada de energia – exploração e produção, refino e distribuição – e ampliando a sua capacidade de refino”.
  • Geraldo Alckmin: O candidato afirmou que não vai privatizar a Petrobras, mas pretende acabar com o monopólio que a estatal tem no setor de refino de combustível e de distribuição. “Temos de ter livre concorrência e setor privado atuante no refino e na distribuição de derivados de petróleo”, afirmou.
  • Guilherme Boulos: O candidato se posicionou contra a privatização da Petrobras e afirmou que vai reestatizar a Petrobras e recuperar a operação das refinarias. “O Brasil tem condições de ser mais do que um simples exportador que precisa de corporações transnacionais para refinar e distribuir o petróleo extraído de nosso território”, afirmou.
  • Henrique Meirelles: O candidato afirmou que pretende continuar a privatização das refinarias, dos oleodutos e gasodutos da Petrobras. “O objetivo é acabar com o monopólio de fato do setor de petróleo e gás”, afirmou.
  • João Amoêdo: A campanha defende a reestruturação da empresa, com a segregação em múltimas unidades e com a privatização de várias dessas unidades, “à semelhança do que foi feito com a Telebras”. “Toda a cadeia, do poço ao posto, deve estar aberta à maior competitividade”, afirmou.
  • João Goulart: Segundo a campanha, “não há por que privatizar uma empresa altamente eficiente e competente e entregá-la para grupos internacionais não tão competentes e muito mais gananciosos sobre as riquezas do país”.
  • Marina Silva: A candidata afirmou que não vai privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. “O Brasil possui 168 estatais que merecem ser analisadas, a partir dos critérios de custo para a sociedade, eficiência do serviço público, questões estratégicas para o Estado e a não fragilização de setores desfavorecidos”.
  • Vera Lúcia: A candidata afirmou que defende que a Petrobras seja 100% pública. “A Petrobras ainda é chamada de estatal, mas, na prática, está nas mãos de banqueiros e investidores privados estrangeiros”.
Agência dos Correios em Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

Agência dos Correios em Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

Correios

  • Alvaro Dias: O candidato disse imaginar que seja necessário privatizar os Correios, mas defende uma “análise mais cuidadosa, avaliar a relação custo-benefício da iniciativa”. “Os Correios já foram símbolo de eficiência e orgulho para os brasileiros, mas atualmente a empresa pública agoniza com o acúmulo de prejuízos bilionários”.
  • Fernando Haddad: A coligação é contra a privatização dos Correios. “Os Correios realizam importante função de integração e de inclusão social, papel indispensável para o desenvolvimento nacional”.
  • Henrique Meirelles: O candidato afirmou que é favorável à privatização dos Correios.
  • Geraldo Alckmin: Ao defender a continuidade da agenda de privatizações de estatais, a campanha da coligação encabeçada pelo PSDB afirmou que “a privatização aumenta e eficiência da economia, diminui o escopo possível da corrupção e libera capital público para usos sociais mais legítimos”.
  • Guilherme Boulos: O candidato se posicionou contra a privatização de estatais. O candidato afirmou que falta apoio do Estado com investimento público. “Vamos mexer em privilégios e revogar a Emenda Constitucional 95, que congelou os gastos sociais por 20 anos”, afirmou.
  • João Amoêdo: O candidato defende que os Correios devem ser privatizados para que ofereçam melhor serviço aos usuários.
  • João Goulart: O candidato afirmou ser contra a privatização dos Correios. “Esta é uma empresa eficiente e altamente respeitada pela população. Ela deve se adaptar às novas formas de intercâmbio de mensagens e produtos e aumentar sua eficiência administrativa”, afirmou.
  • Vera Lúcia: A candidata afirmou que é contra a privatização dos Correios. “A privatização dos Correios vai piorar a prestação de serviços à população. Aqui também o objetivo é repassar ao setor privado os serviços mais lucrativos e deixar a estatal cada vez mais sucateada. Quem perde é a população, principalmente mais pobre e que vive nas periferias”.
Saguão de Congonhas, em São Paulo, um dos aeroportos administrados pela Infraero — Foto: Reprodução/GloboNews

Saguão de Congonhas, em São Paulo, um dos aeroportos administrados pela Infraero — Foto: Reprodução/GloboNews

Infraero

  • Alvaro Dias: “A Infraero deverá ser incorporada a um novo fundo previdenciário com gestor independente, que avaliará o melhor momento para privatização.”
  • Fernando Haddad: A campanha defende a manutenção da Infraero como empresa estatal. “A coligação pretende fortalecer as parcerias com o setor privado para alavancar investimentos no setor aéreo”.
  • Henrique Meirelles: O candidato afirmou que é favorável à abertura de capital e concessão do controle da Infraero.
  • Guilherme Boulos: O candidato se posicionou contra a privatização de estatais. O candidato afirmou que falta apoio do Estado com investimento público. “Vamos mexer em privilégios e revogar a Emenda Constitucional 95, que congelou os gastos sociais por 20 anos”, afirmou.
  • João Amoêdo: Para a campanha, os próximos blocos de aeroportos que forem licitado devem incluir a participação que a Infraero tem nos aeroportos de Brasília, Confins, Galeão, Guarulhos e Viracopos. “Ao final desse processo, a Infraero terá cumprido seu papel, restando ao governo liquidar a empresa e passar o controle do tráfego aéreo para a Aeronáutica”, disse.
  • João Goulart: A campanha afirmou que o candidato é contra a privatização da Infraero. “Não vejo necessidade de abertura do capital da empresa. A solução para o problema de caixa da empresa é parar de privatizar aeroportos lucrativos e deixar os aeroportos deficitários nas mãos da empresa”, disse.
  • Marina Silva: A equipe de campanha informou que a candidata pretende estruturar novos pacotes de concessões de aeroportos incluindo terminais lucrativos e deficitários e finalizar a reestruturação da Infraero.
  • Vera Lúcia: A campanha afirmou que é contra a privatização e a abertura de capital da Infraero. “Se hoje ela dá prejuízo é porque a empresa é alvo de corrupção e loteamento entre partidos, algo que ficou claro na época do escândalo do mensalão”, afirmou.

Fonte: G1

Campanha contra Bolsonaro ganha apoio de celebridades internacionais

A hashtag EleNão, que critica a candidatura presidencial do capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL), ganhou o apoio de diversas celebridades brasileiras nas últimas semanas, incluindo nomes como Patrícia Pillar, Bruna Marquezine e Chay Suede.
Nos últimos dias, contudo, o movimento parece ter ganho uma dimensão mais internacional.

Isso porque algumas celebridades internacionais acabaram aderindo à campanha em suas redes sociais, sobretudo no ramo da música. A cantora Nicole Scherzinger, por exemplo, famosa pela sua participação no grupo Pussycat Dolls, tuitou: “Para todos meus fãs no Brasil: Estou mandando tanto amor. Levantem-se pela igualdade, respeito e amor. Não deixem de votar nas próximas eleições presidenciais e sejam ouvidos”.

O cantor Dan Reynolds, por sua vez, vocalista da banda Imagine Dragons, retuitou uma matéria crítica a Bolsonaro publicada no jornal New York Times, com a legenda: “Isso não representa o Brasil que conheço e amo”. A mesma matéria foi retuitada pela cantora e modelo inglesa Dua Lipa e pela cantora e compositora americana de hip-hop Kehlani. Ambas usaram a hashtag EleNão e Kehlani ainda escreveu: “Fique firme Brasil”.

O DJ americano Diplo e a drag queen e participante do reality show “RuPaul’s Drag Race” Shangela também publicaram a hashtag em suas redes sociais. Shangela ainda misturou inglês e português para escrever: “Para todos os meus fãs no Brasil… é importante estar envolvido e deixar sua voz ser ouvida. Não deixe de votar nas próximas eleições presidenciais e defenda a igualdade, o respeito e o amor. Eu amo todos vocês. Te Amo”.

Folhapress

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Presidenciáveis rejeitam renovar subsídio de R$ 18 bi ao diesel em janeiro

 

Antes mesmo da posse, o presidente eleito terá de tomar decisões cruciais em relação ao tabelamento do frete e à política de subsídio ao óleo diesel.

As duas medidas, que resultam em enorme impacto nas contas públicas, foram adotadas pelo governo Michel Temer para encerrar a greve dos caminhoneiros. O episódio levou o abastecimento ao colapso e fez a economia perder R$ 15,9 bilhões.

A política de subsídios, que garante desconto de R$ 0,30 por litro de diesel, acaba no dia 31 de dezembro. Ou seja: alguma sinalização sobre a manutenção ou não dessa agenda viria ainda em 2018. Neste ano, os subsídios consumirão R$ 9,5 bilhões em recursos públicos, podendo chegar a cerca de R$ 18,5 bilhões caso sejam mantidos sem ajustes em 2019.

Um ponto em comum entre os candidatos mais à esquerda e à direita do espectro político é a intenção de mexer, de diferentes formas, na política de preços da Petrobrás.

Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas, disse em entrevista concedida à GloboNews no fim de agosto, que “talvez” mantenha o subsídio. Ciro Gomes (PDT) afirmou em entrevista a SBT, Folha e UOL que, em um eventual governo seu, a Petrobrás teria de reduzir o preço do diesel.

Fernando Haddad (PT) pretende retomar a política da Petrobrás do governo Lula. Os preços seguirão a tendência internacional, mas os ajustes serão mais espaçados. Sua assessoria ressalta que, nos oito anos do governo do petista, o diesel foi reajustado só oito vezes.

Henrique Meirelles (MDB) propõe a criação de um fundo formado com receitas de tributos sobre combustíveis para evitar a flutuação de preços. Geraldo Alckmin (PSDB) defende proposta semelhante: fala em criar um “colchão tributário” para combustíveis.

A candidata Marina Silva (Rede) também pretende rever os subsídios ao diesel no pente-fino que promete fazer nos gastos do governo federal. “Subsídios desse tipo distorcem os preços relativos e acabam prejudicando fontes alternativas menos poluentes, como o biodiesel”, informa sua assessoria.

“Essa é (a pauta) mais tranquila”, disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac) de Ijuí (RS), Carlos Alberto Dahmer, ao se referir ao subsídio, que por determinação do governo garante o preço mais baixo do diesel aos caminhoneiros.

De certa forma, o subsídio foi suplantado pela Lei do Frete, que garante o repasse de variações do diesel aos pisos mínimos pelo serviço de transporte e garante aos motoristas a reposição do custo do combustível.

A lei ainda prevê um gatilho pelo qual os aumentos superiores a 10% são repassados de imediato à tabela. Essa é, aliás, a medida que os caminhoneiros querem manter – e ameaçam uma nova greve caso seja revogada.

Veja

Bolsonaro passa bem e tem dreno retirado do abdômen

O candidato à presidência da República Jair Bolsonaro passa bem e teve retirado hoje (23) o dreno que havia sido colocado há três dias em seu abdome. Segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, devido à boa aceitação da dieta pastosa e recuperação dos movimentos intestinais, hoje Bolsonaro passou a receber uma dieta leve.

“O paciente apresenta boa evolução clínica, permanece sem dor, sem febre ou outros sinais de infecção. Não tem disfunções orgânicas e os exames laboratoriais estão estáveis. O dreno colocado no seu abdome há três dias foi retirado hoje pela equipe da radiologia intervencionista”, diz o boletim. O hospital informou ainda que estão sendo mantidas as medidas de prevenção contra trombose venosa, estão sendo realizados exercícios respiratórios de fortalecimento muscular e períodos de caminhada fora do quarto.

Na última quinta-feira (20), o candidato passou por um procedimento para drenagem de líquido que estava ao lado do intestino. Após constatarem febre de 37,7 ºC, os médicos fizeram uma tomografia de tórax e abdômen e os exames mostraram uma “pequena coleção de líquido ao lado do intestino”.

Bolsonaro recebeu uma facada durante ato de campanha no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

Agência Brasil

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TSE disponibilizará aplicativo que mostra apuração em tempo real

O aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014, já tem sua versão para 2018 e a expectativa é que novamente seja um recorde de acessos. Este ano, o aplicativo foi rebatizado para “Resultados 2018”.

A ferramenta é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

Há quatro anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a plataforma foi disponibilizada apenas para aparelhos com sistema Android e foi chamada de “Apuração 2014”. O aplicativo foi baixado em 2,7 milhões de dispositivos.

Pesquisa

Pelo aplicativo, os eleitores poderão acompanhar a contagem dos votos em tempo real. É possível pesquisar desde o desempenho de um determinado candidato por meio de consulta nominal até um dado mais nacional.

Na tela da pesquisa, aparecerá, por exemplo, o quantitativo de votos para cada candidato com a indicação dos eleitos ou, no caso da disputa para governador e presidente da República, dos que irão para o segundo turno. Também é possível selecionar os candidatos favoritos e visualizá-los com destaque.

A ferramenta permite que o usuário selecione a abrangência que deseja acompanhar a apuração. Pode ser “Brasil” para a votação de presidente da República e “Estados” para acompanhar a votação para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

O eleitor também poderá conferir o desempenho nas urnas do candidato a presidente em cada estado. Além de visualizar o número de votos, é possível acompanhar o percentual de apuração das seções e ainda compartilhar essas informações nas redes sociais.

Agência Brasil

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Multas por uso de celular ao volante crescem 33% em 2018

Apenas nos primeiros sete meses deste ano, o número de multas aplicadas a quem usa o celular enquanto dirige já é 33% maior do que em todo o ano passado. Os dados são do Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), mantido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

De janeiro a julho, segundo o órgão, esse tipo de infração resultou na aplicação de 759,7 mil multas em todo o país. Ao longo de 2017, as multas impostas pelo uso de celular ao volante somaram um total de 571,6 mil.

O alerta sobre os riscos e ameaças no uso de celular ao volante foi reforçado durante a Semana Nacional de Trânsito, que começou no último dia 18 e vai até a próxima terça-feira (25).

Especialista em trânsito e gerente técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), o advogado Renato Campestrini, ressaltou que não há nada no celular que se sobreponha à segurança no trânsito. “É preciso maior conscientização. Nenhuma ligação ou mensagem é mais importante do que você arriscar a tua vida e a de outros no trânsito.”

Classificada como “gravíssima” pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a infração por uso de celular ao volante pesa no bolso. São R$ 283,47, além de sete pontos anotados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A multa pode ainda ser combinada com outro tipo de infração, a condução de veículo sem as duas mãos ao voltante, que custa R$ 130,16 e rende mais cinco pontos na carteira.

O acúmulo de 20 pontos ou mais, em um período de até 12 meses, implica na suspensão da CNH. Mesmo com o carro parado no semáforo ou no engarrafamento, o manuseio de aparelhos eletrônicos continua sendo infração passível de multa.

Agência Brasil

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Celulares irregulares serão notificados a partir deste domingo

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) inicia neste domingo (23) a notificação de portadores de aparelhos de telefone celular irregulares em 10 estados. São considerados irregulares os aparelhos adulterados, roubados, extraviados e não certificados pela Anatel.

Segundo a agência, a medida atinge os usuários de celulares de estados das regiões Centro-Oeste, Sul, Norte e Sudeste.

Nos estados do Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Tocantins, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, quem estiver utilizando aparelhos irregulares vai começar a receber a partir de hoje mensagens alertando sobre o problema. Nesses estados, a medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 23 de setembro de 2018.

Mensagem

Os aparelhos irregulares receberão a partir de hoje a seguinte mensagem, enviada pelo número 2828: “Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em XX dias. Acesse www.anatel.gov.br/celularlegal ou ligue *XXXX”

O bloqueio dos aparelhos será feito a partir de 8 de dezembro de 2018. A última mensagem, na véspera do bloqueio, apresentará o seguinte conteúdo: “Operadora avia: Este celular IMEI XXXXX é irregular e deixará de funcionar nas redes celulares. Acesse www.anatel.gov.br/celularlegal.

Agência Brasil

 

LOCAIS

Ciro Gomes questiona capacidade de Fátima Bezerra e diz que ela nunca administrou nem um “pé de bodega”

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, afirmou neste sábado, 22, durante visita à cidade de João Câmara, na região do Mato Grande, que a senadora Fátima Bezerra, candidata ao Governo do Rio Grande do Norte pelo PT, nunca administrou nem um “pé de bodega” e que, por isso, não teria experiência suficiente para ser governadora. A petista lidera as intenções de voto, seguida do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, postulante do PDT ao Governo.

“Só porque a Fátima é muito amiga do [ex-presidente] Lula, e o Lula gosta dela, faz alguém ter condição de governar bem um País ou um estado? É uma pergunta simples: qual foi o ‘pé de bodega’ dos pequenos que ela já administrou? E aí vai ter como primeira experiência governar o Rio Grande do Norte na sua pior crise? Eu sei que vocês não vão deixar”, disse Ciro, durante discurso em praça pública.

No Estado, Ciro Gomes é apoiado por Carlos Eduardo, seu correligionário – para quem pediu voto no ato de João Câmara. “O Rio Grande do Norte, da mesma forma que o Brasil, não pode se arriscar no fracasso comprovado ou na incapacidade administrativa incompatível com as dificuldades que afligem o povo. O Rio Grande do Norte não deve descartar a experiência, e por isso Carlos Eduardo vai ser governador”, pontuou Ciro Gomes.

Agora RN

Vídeo mostra empresário morto em Natal sendo levado à força por criminosos

Foto: Reprodução/InterTV Cabugi

O empresário Marcos Antônio Braga Ponte foi encontrado morto na noite da sexta-feira (21) no bairro Guarapes, Zona Oeste de Natal, depois de ser levado por criminosos no Alecrim, na Zona Leste, quando saía de um bar. Câmeras de segurança filmaram a ação dos bandidos e a polícia agora tenta identificá-los. O corpo de Marcos Ponte foi velado na noite deste sábado (22) e enterrado na manhã deste domingo (23).

Marcos Braga Ponte tinha 60 anos de idade e há 41 trabalhava como administrador na Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). A proprietária do bar em que ele estava pouco tempo antes de ser abordado pelos criminosos, Tiva Chika, conta que o empresário bebia com os amigos no estabelecimento, quando saiu em direção ao carro dele, para ir embora.

Neste momento, o vídeo das câmeras de segurança mostra a hora em que Marcos Braga Ponte é abordado. Ele chega a destravar o alarme do veículo, mas é interceptado antes de entrar no automóvel por um homem armado. O suspeito sai de um carro que estava parado logo atrás.

Marcos Ponte ainda tenta correr, mas não consegue fugir. Em seguida, ele é colocado dentro do veículo dos bandidos, um Gol preto, e eles vão embora. O corpo do empresário foi encontrado uma hora depois. A polícia pede para que quem tiver alguma informação sobre os suspeitos ligue para o disque denúncia no número 181.

G1

TRE-RN faz simulação e chama atenção para o uso da “cola”no dia da eleição

 

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) concluiu a eleição simulada realizada neste sábado (22) em quatro municípios da 15ª Zona Eleitoral. O teste, que teve o objetivo de verificar o sistema eleitoral, desde a qualidade da identificação biométrica e o tempo médio de votação, até o sistema de transmissão dos dados das urnas eletrônicas, foi avaliado como positivo com o registro de apenas uma substituição das 17 urnas instaladas nos locais de votação dos municípios de São José do Campestre, Lagoa D’Anta, Serra de São Bento e Monte das Gameleiras.

Dos 21.334 eleitores aptos a votar na 15ª Zona Eleitoral, 424 compareceram aos locais de votação. Mesmo com o baixo comparecimento, o teste serviu de treinamento para os eleitores. Muitos tiveram dificuldade na hora de votar diante da quantidade de telas instaladas na urna eletrônica. Foram necessários digitar os números de seis candidatos fictícios o que causou demora no processo. “A eleição simulada foi muito importante para observarmos que é preciso incentivar o eleitor a levar sua “cola” para a cabine de votação no dia 7 de outubro para acelerar o processo e facilitar a votação. A Justiça Eleitoral vai intensificar nos próximos dias essa comunicação junto ao eleitor ”, disse o Corregedor do TRE-RN, Desembargador Cornélio Alves, que acompanhou todo o processo de simulação.

Já o sistema de biometria apresentou um índice de aprovação de 87,03% durante a votação simulada. Apenas 12,97% dos eleitores não foram reconhecidos pela digital. O percentual ficou pouco acima do esperado, que era de 10%. Na urnas de Monte das Gameleiras, município com comparecimento mais significativo de idosos, foram registrados o maior índice, 23.66% de não reconhecimento. “No idoso, a identificação pela digital é mais difícil por causa da idade e isso foi o que influenciou esse percentual acima do esperado”, afirmou Marcos Maia, Secretário de Tecnologia da Informação. O Tribunal Regional Eleitoral lembra que o não reconhecimento da biometria não irá prejudicar o voto do eleitor. O mesário estará apto a verificar se o eleitor é o mesmo que consta no documento, a data do nascimento dele, para só assim gerar a contra senha que o habilitará a votar.

Curiosidades

Dos 424 votos apurados durante a eleição simulada, 69,1% foram de votos válidos. 1,18% correspondeu aos votos brancos e 29,72% aos votos nulos.
Foram colocados nas urnas os nomes fictícios de 4 candidatos a presidente. O eleito, Isac Miguel, venceu a simulação com 32,08% dos votos válidos.

Fonte: Blog do BG

 

INTERNACIONAIS

EUA querem endurecer regras para concessão de ‘green cards’

O governo americano planeja dificultar a concessão de residência permanente a imigrantes que se beneficiam de políticas públicas como tíquetes-alimentação, remédios gratuitos ou auxílio-moradia. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Segurança Interna, neste sábado (23).

Na campanha eleitoral de 2016, o presidente Donald Trump prometeu endurecer as políticas de imigração para os Estados Unidos, bem como reduzir o número de concessões de “green cards” no país. Recentemente, ele mencionou a vontade de substituir o sistema de imigração atual por um baseado em mérito, levando em conta as habilidades para trabalho.

Em proposta de 447 páginas, o DHS explicou que ser um atual ou ex-beneficiário de certas políticas sociais será considerado “um fator de peso altamente negativo” para considerar uma solicitação de “green card”, o visto de residência permanente nos Estados Unidos.

“A regulamentação proposta instrumentará uma lei aprovada pelo Congresso que busca promover a imigração autossuficiente e proteger os recursos finitos, assegurando que não se tornem cargas para os contribuintes americanos”, afirmou a secretária de Segurança Interna, Kirstjen Nielsen.

Hoje, já se pede aos imigrantes que se candidatam ao “green card” que provem que não serão “uma carga pública”. A nova norma inclui um amplo espectro de benefícios não que poderiam contar negativamente, como tíquetes-alimentação, auxílio-moradia e descontos em receitas médicas para população de baixa renda.

De acordo com o DHS, a norma afetaria pouco mais de 382.200 imigrantes que solicitam “green card” todo ano.

Veja

Fonte: Blog do BG

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