ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSA TERÇA-FEIRA

Por G1

 

Esboço do novo governo. Na primeira reunião formal após a vitória nas urnas, a equipe de Bolsonaro anunciou a criação de um superministério da Economia, e a fusão das pastas da Agricultura com Meio Ambiente. Indicado para o superministério, Paulo Guedes, disse que a reforma da Previdência será prioridade e que vai criar um novo sistema para a aposentadoria. Cotado para o Ministério da Justiça ou para o STF, o juiz Sérgio Moro se disse ‘honrado’ e promete pensar caso seja indicado por Bolsonaro. Veja também os caminhos para a aprovação das promessas do presidente eleito. E mais: o Ministério Público pede a condenação de deputada de SC por incitar alunos a denunciar professores. Em SP, alunos da universidade Mackenzie pedem expulsão de aluno por vídeo racista. O que foi notícia nesta terça-feira:

INTERNACIONAIS

Massacre em sinagoga

O presidente dos EUA, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania, deixam a Casa Branca para ir a Pittsburgh visitar vítimas de ataque à sinagoga, na terça-feira (30) — Foto: Reuters/Joshua Roberts

O presidente dos EUA, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania, deixam a Casa Branca para ir a Pittsburgh visitar vítimas de ataque à sinagoga, na terça-feira (30) — Foto: Reuters/Joshua Roberts

Quase 70 mil rejeitaram a visita do presidente dos EUA Donald Trump a Pittsburgh, na Pensilvânia, após massacre que deixou 11 mortos em sinagoga. Carta afirma que presidente não é bem-vindo enquanto não condenar “o supremacismo branco”.

“O massacre na sinagoga acontece em um momento no qual o governo, o Partido Republicano e seus agitadores fomentaram o ódio, o medo e o supremacismo branco no nosso país”, diz trecho.

Casal caminha pela Praça São Marcos alagada, em Veneza, na segunda-feira (29) — Foto: Reuters/Manuel Silvestri

Casal caminha pela Praça São Marcos alagada, em Veneza, na segunda-feira (29) — Foto: Reuters/Manuel Silvestri

NACIONAIS

Governo Bolsonaro

Comitiva com Bolsonaro deixou casa do presidente eleito, na Barra da Tijuca, em direção à casa do empresário Paulo Marinho — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1

Comitiva com Bolsonaro deixou casa do presidente eleito, na Barra da Tijuca, em direção à casa do empresário Paulo Marinho — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1

O presidente eleito Jair Bolsonaro conduziu reunião no Rio de Janeiro com os principais nomes do seu governo. No fim do encontro, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou que serão “mais ou menos” 15 ministérios e que metade dos nomes dos ministros já está definida. Segundo o colunista Valdo Cruz, as pastas da Agricultura e Meio Ambiente serão a mesma.

Na segunda-feira, em entrevista ao Jornal Nacional, Bolsonaro afirmou que convidará o juiz Sérgio Moro para ser o futuro ministro da Justiça ou o indicará para uma vaga de ministro no STF. O magistrado diz que irá refletir caso isso se concretizar. “Fico honrado com a lembrança”, afirmou.

Superministério

Paulo Guedes, economista do governo Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução/TV Globo

Paulo Guedes, economista do governo Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução/TV Globo

Principal nome do novo governo, o economista Paulo Guedes afirmou que os ministérios da Fazenda, Planejamento e Indústria serão unificadosEle também disse que é preciso ‘consertar’ a Previdência atual para criar novo sistema, negou que planeje usar as reservas internacionais do país e que é “natural” manter o atual presidente do Banco Central, Illan Goldfajn, no cargo.

Caminhos das propostas

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante a votação no último domingo (28) — Foto: Ricardo Moraes/Pool/Reuters

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante a votação no último domingo (28) — Foto: Ricardo Moraes/Pool/Reuters

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) precisará conseguir a aprovação do Congresso Nacional para cumprir parte de suas principais promessas de campanha, como flexibilizar a posse de armas de fogo, reduzir o número de ministérios e criar escolas militares. Veja quais caminhos Bolsonaro vai ter que trilhar para tornar realidade suas metas.

Desemprego

Carteira de Trabalho — Foto: Claudio Vieira/Prefeitura SJC

Carteira de Trabalho — Foto: Claudio Vieira/Prefeitura SJC

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,9%, a menor do ano, mas ainda atinge 12,5 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a 6ª queda mensal seguida. Recuo foi puxado pelo aumento do trabalho informal ou por conta própria.

Novo governador do RJ

Wilson Witzel, governador eleito do RJ — Foto: Reprodução GloboNews

Wilson Witzel, governador eleito do RJ — Foto: Reprodução GloboNews

Em entrevista a GloboNews, o governador eleito Wilson Witzel afirma que vai treinar atiradores de elite para atingir criminosos que portarem fuzil. Ele diz que já solicitou o levantamento de quantos “snipers” existem em unidades da PM e da Polícia Civil. Witzel também acrescentou que policiais também poderão ser colocados em helicópteros para efetuar os disparos. Ele também disse que pretende solicitar ao governo federal a manutenção da intervenção federal no estado por mais 10 meses.

Intimidação

MPF abre inquérito para apurar suposta intimidação a professores feita por deputada em SC

MPF abre inquérito para apurar suposta intimidação a professores feita por deputada em SCO

 Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil para apurar a suposta intimidação feita pela deputada estadual eleita Ana Caroline Campagnolo (PSL) a professores de Santa Catarina. Ela pediu para alunos enviarem vídeos de professores em sala de aula que estejam fazendo “manifestações político-partidárias ou ideológicas”. A Secretaria de Estado de Educação afirmou que a Constituição Federal e a Lei de Diretrizes e Bases asseguram a liberdade de ensino e aprendizagem.

Ato contra o racismo

Estudantes do Mackenzie protestam em São Paulo contra racismo nesta terça-feira (30) em São Paulo — Foto: Arquivo pessoal/Coletivo Negro Afromack

Estudantes do Mackenzie protestam em São Paulo contra racismo nesta terça-feira (30) em São Paulo — Foto: Arquivo pessoal/Coletivo Negro Afromack

Alunos da Universidade Mackenzie, em São Paulo, pediram a expulsão do estudante de direito que publicou vídeo dizendo que ‘negraiada vai morrer’. A universidade suspendeu o aluno, que também foi demitido do escritório de advocacia em que trabalhava.

Diversidade ameaçada

Desmatamento ocorre na comuidade Ariri, em Macapá — Foto: Dema/Divulgação

Desmatamento ocorre na comuidade Ariri, em Macapá — Foto: Dema/Divulgação

Terra perdeu cerca de 60% dos seus animais silvestres em apenas 44 anos, aponta estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF). Isso devido ao estilo de vida dos humanos, que tem impactado diretamente nos ecossistemas. Um dos problemas é o impacto crescente do lixo plástico nos oceanos. Na década de 1960, apenas 5% das aves tinham fragmentos do material no estômago. Hoje, o índice é de 90%.

Enem

 — Foto: Reprodução/RBS TV

— Foto: Reprodução/RBS TV

primeira parte do Exame Nacional do Ensino Médio começa neste domingo. Os estudantes passarão pelas provas de linguagens, ciências humanas e redação. Muito se especula sobre o tema do texto, mas professores indicam quais NÃO devem cair na prova. Assuntos como analfabetismo no Brasil e envelhecimento populacional são alguns que têm chance de serem cobrados na redação. Veja outros 8 que podem aparecer na prova.

Zika em macacos

Aedes aegypti fêmea é a transmissora da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil — Foto: Pixabay/Divulgação

Aedes aegypti fêmea é a transmissora da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil — Foto: Pixabay/Divulgação

Pesquisadores encontraram o vírus da zika em macacos em florestasna região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo e também em Belo Horizonte, Minas Gerais. A descoberta mostra que o vírus pode ter um ciclo silvestre no país.

Curtas e rápidas

Fonte: G1

Extinção do MDIC coloca Brasil na contramão e reduz capacidade de negociações, diz CNI

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) se manifestou contra a extinção do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), que será incorporado ao superministério da Economia no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O novo ministério vai incorporar também as pastas da Fazenda e do Planejamento e será comandada pelo economista Paulo Guedes. A fusão dos ministérios foi confirmada por pelo futuro ministro e a medida desagradou os industriais.

“Tendo em vista a importância do setor industrial para o Brasil, que é responsável por 21% do PIB nacional e pelo recolhimento de 32% dos impostos federais, precisamos de um ministério com um papel específico, que não seja atrelado à Fazenda, mais preocupada em arrecadar impostos e administrar as contas públicas”, disse em nota Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

Andrade ponderou também que “a excessiva concentração de funções em um único ministério reduziria a atenção sobre temas que são cruciais para a indústria, que ficariam diluídos em meio aos incêndios que cotidianamente desafiam a gestão macroeconômica”.

A CNI cita exemplos de países como Inglaterra e Estados Unidos, que criaram órgãos estatais específicos para industrias.

“A eventual perda de status do MDIC colocaria o Brasil, portanto, na contramão dessa tendência e reduziria a nossa capacidade em negociações internacionais”, diz o presidente da CNI no comunicado.

Folhapress

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‘Reconhecemos o resultado da eleição, não somos Aécio’, alfineta Boulos

Foto: Agência Brasil

Em ato contra Jair Bolnonaro (PSL) nesta terça (30), o líder do MTST (movimento dos sem-teto) Guilherme Boulos disse que reconhece o resultado das eleições deste domingo (28), mas que inicia desde já um movimento de oposição ao presidente eleito.

“Nós não somos o Aécio Neves”, disse, em referência ao candidato derrotado do PSDB à Presidência em 2014, que pedIu auditoria do resultado ao Tribunal Superior Eleitoral.

Boulos foi candidato do PSOL nesta eleição e ficou com 0,5% dos votos válidos.

“O Bolsonaro se elegeu presidente do Brasil, não imperador do Brasil”, disse. Um presidente tem que “respeitar as liberdades democráticas”, acrescentou, “e não afirmar que as oposiçôes têm que ir para a cadeia ou exílio”.

Ao subir no palanque, Boulos foi recebido pela plateia com o grito “ô, Bolsonaro, preste atenção, a sua casa vai virar ocupação”.

Ele se apressou em dizer que era “uma brincadeira”. Antes, aliados do presidente eleito usaram o grito em campanha para atacar o adversário. “Ele se utilizou disso para atacar e criminalizar o movimento porque é o que sabe fazer”, disse Boulos.

Por volta das oito, o ato, que estava parado em frente ao Masp, saiu em caminhada em direção à Consolação. Do outro lado, carros buzinaram contra a passeata e foram vaiados.

Além de Boulos, falaram no carro de som o vereador Eduardo Suplicy (PT), que disse que, em vez de reduzir a maioridade penal, a solução para a criminalidade é implantar a renda básica de cidadania –repetitiva bandeira sua.

Também falaram líderes de movimentos de esquerda, como a presidente da UJS (braço jovem do PC do B) Carina Vitral, que pregou “reunir os amigos e parentes que foram enganados nos grupos de Whatsapp”.

As principais bandeiras do ato foram a oposição a propostas de Bolsonaro como a reforma da Previdência e a escola sem partido.

Folhapress

Hemotion divulga data e local da White Party 2019

A festa mais esperada do verão já tem data e local confirmados: 12 de janeiro no Espaço Di Trento. O empresário Herculano Júnior, da Hemotion, conta que a edição 2019 será a mais revolucionária, com atrações surpreendentes e full open bar premium. “Uma noite que vai elevar o seu patamar de diversão, em um lugar que dispensa comentários. Uma white como você nunca viu”, anuncia a Hemotion nas redes sociais.

A pré-venda de ingressos para a White Revolution começa na próxima quarta (07/11), em lote limitado a preço especial somente online, por meio de cadastro pelo white2019.com.br. Para já ir sentindo a energia da #White2019, acesse https://goo.gl/THqQKb e assista ao teaser da festa. As novidades você acompanha pelo perfil @conceitohemotion no Instagram.

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Ex-governador Sérgio Cabral vira réu pela 26ª vez

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral virou réu pela 26ª vez, acusado de lavagem de dinheiro, através da rede de restaurantes japoneses Manekineko.

Além de Cabral, foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF), a mulher dele, Adriana Ancelmo, Thiago de Aragão Gonçalves Pereira e Silva e Ítalo Garritano Barros.

Ao aceitar a denúncia e transformar os quatro citados em réus, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, destacou que o crime de lavagem de ativos, foi verificado em 16 oportunidades distintas, ocultado em quase dois anos e dissimulada a origem, natureza, disposição, movimentação e a propriedade de, pelo menos, R$ 3,1 milhões.

Segundo o juiz, o propósito era “distanciar ainda mais o dinheiro de sua origem ilícita, derivado de crimes de corrupção praticados pela organização criminosa chefiada por Sérgio Cabral, mediante a emissão de notas fiscais falsas, relativas à prestação de serviços advocatícios inexistentes do escritório Ancelmo Advogados para o restaurante Manekineko”.

De acordo com o MPF, a denúncia é resultado do desdobramento das operações Calicute e Eficiência, deflagradas para desbaratar esquema de corrupção e lavagem de capitais envolvendo diversas esferas do Poder Público. A atual denúncia foi baseada em informações colhidas no acordo celebrado entre o MPF e o colaborador Ítalo Garritano.

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Haddad será o articulador da oposição ao futuro governo, diz Gleisi

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse hoje (30) que o candidato do partido à Presidência da República, Fernando Haddad, derrotado nas eleições, será o articulador de uma frente de oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL). Segundo ela, Haddad atuará em parceria com lideranças sociais e de outras legendas partidárias.

“O Fernando Haddad, no nosso entender, tem um papel muito relevante nesse processo, um papel maior do que o PT porque ele sai depositário da esperança do povo e da luta pela democracia de diversos setores da sociedade”, disse a senadora.

A afirmação de Gleisi Hoffmann ocorreu após a primeira reunião de avalição do Diretório Nacional do PT, depois das eleições. “O PT dará todas as condições para que Fernando Haddad possa exercer esse papel de articulador junto com outras lideranças sociais e de partidos políticos para consolidar essa frente de resistência”, acrescentou.

Agência Brasil

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Dólar cai a R$ 3,69; Ibovespa tem alta de 3,69%

A cotação da moeda norte-americana encerrou hoje (30) em baixa de 0,42%, cotada a R$ 3,6913 para venda. O Banco Central manteve os leilões de swaps cambiais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro) tradicionais, sem efetuar nenhuma oferta extraordinária de dólar.

O Ibovespa, o índice da B3 fechou o pregão em alta de 3,69 %, com 86.885 pontos. Os papéis das principais companhias seguiram a tendência de valorização com Petrobras encerrando em alta de 5,60%, Itaú subindo 3,74%, Vale com mais 1,69% e Bradesco com alta de 4,25%.

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Congresso espera sinalização de Bolsonaro sobre reforma da Previdência

No primeiro dia de atividades no Congresso após a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a Presidência da República, os presidentes da Câmara e do Senado disseram que caberá ao futuro Chefe do Executivo uma sinalização sobre votar ainda este ano a reforma da Previdência. Paralisada na Câmara desde fevereiro, quando o presidente Michel Temer decretou intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro, a proposta pode ser votada da forma como está ou ser alterada para incluir pontos defendidos pela futura equipe econômica.

Segundo o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), “quem tem condições” de iniciar o debate sobre o assunto é o próprio presidente eleito. “Falar quando vai ser votada seria precipitação. Esse é um assunto tão importante que não deve gerar expectativa equivocada. Não sei ainda se tem clima na Casa”, afirmou, ao chegar no Congresso Nacional. O parlamentar, que evitou responder se vai concorrer à reeleição para o comando da Câmara, disse que está à disposição da nova equipe, como parlamentar e cidadão, para ajudar no assunto.

“Eu acho que é urgente. Entre o que eu acho [e as condições para se colocar em votação], há uma distância. Precipitado é votar qualquer coisa sem voto. Tem que ter paciência”, disse, informando que ainda não tem nenhum encontro marcado para discutir o assunto com Jair Bolsonaro ou com a equipe de transição entre o governo atual e o que se inicia em janeiro próximo.

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Justiça limita a 20% valor de multa por desistência de pacotes de viagens

Decisão judicial limita percentual de multas por cancelamento de pacotes de viagem pelo consumidor Foto: Marcelo Carnaval / Marcelo Carnaval/Arquivo

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que multas acima de 20% do valor total do pacote de turismo são proibidas quando a desistência ocorrer a menos de 29 dias antes da viagem. A decisão beneficia consumidores que, antes, sofriam cobranças variáveis das agências, com percentuais superiores a 20% do total pago, de acordo com a antecedência da desistência do embarque.

A decisão teve como base um recurso da Associação Nacional de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Anadec), que contestou a abusividade de cláusula contratual que impõe a multa ao consumidor. A ação foi movida com a pretensão de anular a cláusula penal acima do patamar de 10%, em caso de cancelamento, transferência ou desistência do consumidor.

A Proteste, associação de consumidores, afirmou que estabelecer limites para que não haja multa excessiva é uma vitória para os passageiros. Além disso, é importante respeitar os princípios de boa-fé e a função social do contrato.

Segundo a ministra Nancy Andrighi, relatora do processo no STJ, essa adequação deve ser realizada pelo Judiciário, a fim de evitar qualquer lesão ao consumidor.

Quando houver cobranças abusivas durante a contratação de pacotes de viagens ou mesmo de qualquer outro tipo, o consumidor pode contatar a Proteste pelo site www.proteste.org.br.

O Globo

 

A vitória de Bolsonaro no Wall Street Journal: uma aula de jornalismo

Jair Bolsonaro arrives to cast his vote in the presidential runoff election in Rio de Janeiro, Oct. 28. PHOTO: RICARDO MORAES/ASSOCIATED PRESS

O americano Wall Street Journal publicou a notícia sobre a eleição de Jair Bolsonaro, assinada por Mary Anastasia O’Grady, sem viés ideológico, uma exceção na imprensa internacional.

Vale a pena ler. É uma aula de jornalismo:

“A eleição presidencial de domingo no Brasil opôs Jair Bolsonaro, um ex-capitão do Exército que passou 27 anos no Congresso do Brasil, contra Fernando Haddad, ex-prefeito da prefeitura da cidade de São Paulo. Na noite de domingo, com 97% dos votos, o Sr. Bolsonaro estava batendo com facilidade no Sr. Haddad, por 55,4% a 44,6%.

Muito foi feito durante a campanha do histórico de comentários rudes de Bolsonaro sobre mulheres e minorias e sobre a sua promessa de usar a mão de ferro para combater o crime em bairros pobres.

Ele foi rotulado de racista, misógino, homofóbico, fascista, defensor da tortura e aspirante a ditador. Seus oponentes se reuniram nas ruas para denunciá-lo e escreveram diatribes ofensivos contra ele na imprensa. A mídia internacional orgulhosamente “progressista” entrou na briga, declarando-o uma ameaça ao meio ambiente e à democracia.

Deveria ter sido suficiente para afundar a candidatura de Bolsonaro. No entanto, ele prevaleceu, e não é difícil entender por que: os brasileiros estão no meio de um despertar nacional em que o socialismo – a alternativa a uma presidência de Bolsonaro – foi levado a julgamento. A vitória retumbante do candidato a governador liberal-clássico do Novo Partido, Romeu Zema, no grande estado de Minas Gerais, confirma essa teoria.

Haddad era o candidato do Partido dos Trabalhadores, gigante populista de esquerda do Brasil, conhecido como PT. Ele também foi o sucessor escolhido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso por corrupção, mas continua sendo popular entre seus partidários. Contra o pequeno Partido Social Liberal de Bolsonaro, Haddad deveria ter vencido a disputa.

Vale a pena examinar o triunfo do Sr. Bolsonaro porque sugere que algo mudou nesta eleição. Pode sempre mudar de volta, e provavelmente mudará. Mas, por enquanto, o ímpeto está do lado da reforma, e os formuladores de políticas têm uma oportunidade única de promover a liberdade e a prosperidade na maior economia da América do Sul.”

O Antagonista com Wall Street Journal

Fonte: Blog do BG

Por G1 RN

 


Polícia Civil do RN tem apenas 1.534 cargos ocupados do total de 5.150 previstos em lei — Foto: G1 RN

Polícia Civil do RN tem apenas 1.534 cargos ocupados do total de 5.150 previstos em lei — Foto: G1 RN

A Secretaria Estadual de Administração e Recursos Humanos do Estado do Rio Grande do Norte (Searh/RN) publicou uma portaria revogando o processo licitatório para contratação do Instituto Acesso para realização do concurso para agentes, escrivães e delegados da Polícia Civil. A publicação determina ainda a suspensão da portaria que criou a Comissão de Especial designada para realização do concurso. Veja aqui.

A medida aconteceu após questionamentos feitos pela Defensoria Pública do Estado (DPE), Ministério Público (MP), Associação dos Escrivães de Polícia Civil (Adepol), Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte (Sinpol) e pela Associação dos Escrivães da Polícia Civil do RN (Assesp).

No início deste mês, a DPE havia aberto um procedimento preparatório para demanda coletiva para analisar a contratação da empresa. Em ofício, a Defensoria alertou que o Instituto Acesso responde a uma ação civil pública proposta pela Defensoria Pública do Estado do Amazonas, por supostas irregularidades na aplicação da prova para concurso de professor daquele Estado.

São investigados possível violação de lotes de provas, duplicidade de questões na prova e ausência de lista de presença para candidatos. Os indícios levaram à suspensão do certame, por decisão da Justiça. Também foi formalizado pedido de anulação das provas aplicadas. No mesmo período, o MPRN recomendou à Searh a anulação de todos os atos decisórios praticados pela comissão do concurso da Polícia Civil.

Fonte: G1RN

Por G1 RN

 


"A Mulher de Bath" chega ao Teatro Riachuelo em Natal nesta sexta-feira (2) — Foto: Matheus José Maria/Divulgação

“A Mulher de Bath” chega ao Teatro Riachuelo em Natal nesta sexta-feira (2) — Foto: Matheus José Maria/Divulgação

A obra “A Mulher de Bath” chega ao palco do Teatro Riachuelo nesta sexta-feira (2), a partir das 21h recriando uma narrativa poética do século XIV. O diretor do espetáculo Amir Haddad foi buscar inspiração nos textos do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer (1343-1400).

Em plena Inglaterra medieval, a mulher de Bath é uma personagem bem humorada com uma franqueza desconcertante que conta sua história de vida em uma taberna à beira da estrada. A mulher libertária já enterrou cinco maridos e, cheia de vida, busca o sexto.

Interpretada por Maitê Proença, Alice, a mulher de Bath, é uma figura profundamente religiosa dos anos medievais de 1380, que acredita na soberania feminina e na harmonia entre o sagrado e o profano.

“São as mesmas questões de hoje. Ele foi surpreendente em sua época, e continua a surpreender agora”, conta Maitê Proença.

A apresentação celebra os 40 anos da carreira da artista, além das oito décadas de vida do diretor Amir Haddad. O texto de Geoffrey Chaucer, que serviu de inspiração para a peça, faz parte de sua obra inacabada “Os Contos da Cantuária”, publicada em 1475, reconhecida como um das mais importantes da literatura inglesa e um clássico da literatura mundial.

Serviço

  • O quê: Espetáculo “A Mulher de Bath”
  • Data: 2 de novembro (sexta-feira)
  • Horário: 21h
  • Local: Teatro Riachuelo (Shopping Midway Mall, Avenida Bernardo Vieira, 3775 – Tirol)
  • Valor: R$ 80 a R$ 120 (inteira)
  • Ingressos: na bilheteria do teatro ou online

Fonte: G1RN

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