ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSA TERÇA-FEIRA

Terça-feira, 17 de julho

Boa noite! Aqui estão as principais notícias para você terminar o dia bem-informado.

Por G1

O presidente dos EUA volta atrás. Um dia depois de dizer, ao lado de Putin, que não acreditava na interferência da Rússia na eleição de 2016, Trump afirma que se expressou mal e que aceita a conclusão das autoridades norte-americanas de que houve influência de Moscou. No Brasil, a prisão de 32 suspeitos de participar de uma quadrilha de roubos de carga. No Rio, uma mulher morreu após fazer um procedimento estético no apartamento do médico. O ‘Dr. Bumbum’ está foragido. E a proteção aos animais ganha um reforço radical: conheça a vira-lata que encara voos livres de parapente para incentivar a adoção de cães abandonados. O que foi notícia nesta terça-feira:

INTERNACIONAIS

Foi mal

Após receber críticas de todos os lados, até mesmo de aliados, Donald Trump recuou e declarou apoio às investigações que apontam interferência de agentes russos na eleição de 2016, em que derrotou Hillary Clinton. Ontem, o presidente dos EUA disse que acreditava em Putin, que negou qualquer ingerência. Depois da reação negativa, hoje ele afirmou que cometeu um erro e foi mal interpretado.

“Tenho fé e dou total apoio às agências americanas de inteligência”, disse Trump. “Aceito as conclusões de que houve ingerência da Rússia nas eleições. Não houve conluio”, disse.

Donald Trump fala nesta terça-feira (17) a repórteres no Salão Oval da Casa Branca (Foto: Leah Millis/Reuters)

Donald Trump fala nesta terça-feira (17) a repórteres no Salão Oval da Casa Branca (Foto: Leah Millis/Reuters)

NACIONAIS

Fluxo migratório

Mais da metade dos venezuelanos que chegaram ao Brasil por Roraima em 2017 fugindo da crise no país vizinho já foi embora, segundo a PF. Uma parte deles, 31,5 mil, voltou para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do Brasil de avião ou por outras fronteiras terrestres.

Venezuelanos fazem fila em frente à Superintendência da Polícia Federal em Roraima (Foto: Emily Costa/G1 RR/Arquivo )

Venezuelanos fazem fila em frente à Superintendência da Polícia Federal em Roraima (Foto: Emily Costa/G1 RR/Arquivo )

Senador do PT

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou uma manifestação ao STF em que disse haver indícios de que o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) atuou para favorecer a construtora OAS. Um inquérito investiga se uma medida provisória beneficiou a empreiteira. O petista disse que não propôs, nem votou a medida.

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) (Foto: Jefferson Rudy-Agência Senado)

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) (Foto: Jefferson Rudy-Agência Senado)

Telefones clonados

A Polícia Federal prendeu um grupo suspeito de usar celulares clonados de políticos para pedir dinheiro. Em março, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo) e o ex-ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social), todos do MDB, tiveram os telefones clonados e pediram investigação policial sobre o caso.

Roubo de cargas

A Polícia Federal prendeu 32 suspeitos em 6 estados durante uma operação contra uma quadrilha de roubo de cargas. Um ex-piloto da Fórmula Truck liderava o esquema, segundo a PF. Ele e mais 12 foram detidos em SP. As outras prisões aconteceram na Bahia (12), em Alagoas (4) e no Rio de Janeiro (2).

Fonte: G1

LOCAIS

Dívidas

Tesouro Nacional pagou em junho R$ 531,44 milhões em dívidas do Rio

Garantias honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos estados e aos municípios, embora haja uma guerra jurídica no Estado do Rio de Janeiro

Prefeitura do Natal só fazer financiamentos em 2019

O Tesouro Nacional pagou, em junho, R$ 534,16 milhões em dívidas atrasadas de Estados, segundo o Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito, divulgado nesta terça-feira, 17. Do total, R$ 531,44 milhões são débitos não quitados pelo estado do Rio de Janeiro e R$ 2,72 milhões de Roraima.

No primeiro semestre de 2018, a União quitou R$ 1,894 bilhão de dívidas em atrasos de entes subnacionais. Desse total, R$ 1,861 bilhão couberam ao estado do Rio, R$ 22,09 milhões a Roraima e R$ 10,94 milhões à Prefeitura de Natal, capital do Rio Grande do Norte.

Como garantidora de operações de crédito de entes subnacionais, a União, representada pelo Tesouro Nacional, é comunicada pelos credores de que o estado ou o município não realizou a quitação de determinada parcela do contrato. Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, a União paga os valores.

As garantias honradas pelo Tesouro são descontadas dos repasses da União aos estados e aos municípios. Ao longo do ano passado, no entanto, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) impediram a execução das contragarantias do estado do Rio de Janeiro, que tem atrasado salários dos servidores e pagamentos a fornecedores.

Com a adesão do estado do Rio de Janeiro ao pacote de recuperação fiscal, no fim do ano passado, o estado pode contratar novas operações de crédito com garantia da União (nas quais o governo federal cobre atrasos em parcelas), mesmo estando inadimplente. Já a Prefeitura de Natal está impedida de contrair financiamentos garantidos pelo Tesouro até 23 de maio de 2019 e o estado de Roraima até 6 de junho de 2019.

Em 2016 e 2017, a União pagou, respectivamente, R$ 2,377 bilhões e R$ 4,059 bilhões em dívidas de estados e municípios.

Eleições 2018

Carlos Eduardo nega que Henrique esteja coordenando campanha: “Isso é maldade”

Assessoria de Comunicação do pré-candidato ao governo do Estado Carlos Eduardo diz que já estão querendo prejudicá-lo a qualquer custo

17/07/2018 às 16:39
Assessoria de Carlos Eduardo nega a participação de Henrique

Informação amplamente difundida a partir do blog de notícias da jornalista Thaisa Galvão – de que o ex-ministro do Turismo e ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) estaria coordenando a campanha política do seu primo ao governo do Estado – foi negada pela assessoria de comunicação do pré-candidato Carlos Eduardo Alves (PDT). A assessoria do pré-candidato classificou a notícia como uma “maldade”.

Outra informação negada pela assessoria de comunicação de Carlos Eduardo foi a de que coube a Henrique Alves dizer “não” à participação do PR na chapa do primo ex-prefeito. De acordo com o blog da Thaisa Galvão, o “não” ao PR de João Maia e do deputado estadual George Soares teria uma razão maior: o “sim” do PP da prefeita de Mossoró, a ex-governadora Rosalba Ciarlini, ou seja, o PP não quer estar onde o PR estiver.

A informação de que Henrique já estaria trabalhando para colocar Carlos Eduardo no Governo do Rio Grande do Norte chega quatro dias após o ex-presidente da Câmara dos Deputados ser solto pela Justiça Federal do RN. Ele havia passado 1 ano, 1 mês e 1 semana preso na Academia de Polícia Militar do RN.

A decisão judicial foi tomada três dias após o depoimento de Henrique Alves para o inquérito da Operação Manus, que apura desvio de recursos durante a construção do Estádio Arena das Dunas, em Natal.

Fonte: AGORA RN

Deixe uma resposta

Fechar Menu