ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSA SEXTA-FEIRA

INTERNACIONAIS

Por G1

 


'Coletes amarelos' se preparam para as manifestações deste sábado (8). — Foto: BENOIT TESSIER/REUTERS

‘Coletes amarelos’ se preparam para as manifestações deste sábado (8). — Foto: BENOIT TESSIER/REUTERS

Milhares de manifestantes, chamados de “coletes amarelos”, fazem protesto pelas ruas de país neste sábado (8) pelo quarto final de semana consecutivo.

A tensão aumentou perto da Champs Elysees, onde a polícia jogou gás lacrimogêneo contra os manifestantes, que enfrentaram a polícia gritando “demissão Macron!”, segundo a AFP.

A polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes em uma rua adjacente à Champs Elysees, perto do Arco do Triunfo.

Policiais prendem manifestante durante protestos na região da Champs Elysees — Foto: Christian Hartmann/Reuters

Policiais prendem manifestante durante protestos na região da Champs Elysees — Foto: Christian Hartmann/Reuters

A Torre Eiffel e outros pontos turísticos do centro de Paris estão fechados por conta das manifestações. Lojas também não abrirão as portas, por medo de saques que aconteceram em outros dias de protesto.

As áreas mais sensíveis por serem pontos de concentração dos “coletes amarelos”, como o bairro da Champs-Élysées, as praças da República e da Bastilha, foram fechadas para o tráfego desde o início da manhã.

Grandes museus, assim como lojas de departamento, diversos mercados e estabelecimentos públicos também não funcionarão.

Manifestação contra o governo francês tem confrontos em Paris

Manifestação contra o governo francês tem confrontos em Paris

Cerca de 89 mil policiais foram mobilizados em todo o país. Desses, 8 mil estão alocados em Paris, para evitar as cenas da última semana, que contou com carros incendiados e com o Arco do Triunfo pixado com frases contra o presidente Emmanuel Macron.

Segundo a agência EFE, as autoridades da França já haviam detido pelo menos 278 pessoas para impedir preventivamente incidentes violentos durante as manifestações, mas esse número pode subir durante o dia, segunda uma porta-voz.

As detenções são sobretudo de grupos suscetíveis em protagonizar atos de violência ou por possuírem objetos que possam ser utilizados para esse fim, mas eles não devem necessariamente ficar presos após feitas as inspeções.

Polícia atira bombas de gás lacrimogêneo em manifestantes na Champs Elysees, em Paris — Foto: Benoit Tessier/Reuters

Polícia atira bombas de gás lacrimogêneo em manifestantes na Champs Elysees, em Paris — Foto: Benoit Tessier/Reuters

O ministro do Interior, Christophe Castaner, justificou que as prisões são para impedir que se repitam os distúrbios ocorridos há uma semana: “Tivemos que dar uma resposta forte”.

Castaner, em entrevista ao canal “BFMTV”, pediu aos “coletes amarelos” que querem fazer valer suas reivindicações “que não se misturem” com os manifestantes violentos, pois “a violência nunca será uma forma de protesto”.

Ele também disse que “o governo estendeu a mão” com a disponibilidade para o diálogo e medidas como a suspensão do aumentos dos impostos sobre o combustível que estava programado para janeiro: “Agora é preciso sentar à mesa e discutir”.

O primeiro-ministro, Édouard Philippe, recebeu na sexta-feira à noite uma delegação de sete “coletes amarelos livres”, um grupo que se reivindica como moderado e que pediu aos seus seguidores que não viajassem para Paris.

Confrontos

No sábado (1º), houve confronto dos manifestantes com a polícia na Avenida Champs-Elysées, em Paris, que deixou 130 feridos e mais de 400 detidos. Cerca de 136 mil saíram às ruas naquele dia.

Aumento cancelado

Os protestos foram mantidos apesar de o governo ter anunciado na quarta-feira (5) que desistiu de aumentar os impostos de combustíveis. Inicialmente, a medida seria suspensa por seis meses, mas depois o primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, disse que o aumento não entraria no projeto orçamentário de 2019.

Segundo a imprensa francesa, o presidente Emmanuel Macron tomou a decisão após perceber que a primeira proposta não foi bem recebida pelos “coletes amarelos”.

O movimento

Os protestos começaram em 17 de novembro em oposição ao aumento dos impostos sobre os combustíveis, mas, desde então, se tornaram um amplo movimento contra a política econômica e social do presidente Emmanuel Macron.

O governo, encurralado pelas ruas, suspendeu o imposto sobre combustíveis e congelou os preços da eletricidade e do gás durante o inverno.

No entanto, para os “coletes amarelos”, que ampliaram suas reivindicações, essas concessões foram insuficientes. Contam também com o apoio da maioria dos franceses (68%, segundo a última pesquisa).

Muitos dos “coletes amarelos”, chamados assim pelo adereço fluorescente de segurança que usam, se manifestam pacificamente, mas alguns se radicalizaram. Membros de grupos de extrema direita e de extrema esquerda aproveitam os protestos para enfrentar a polícia, às vezes de forma brutal.

Alguns membros do coletivo fizeram um chamado a não participar de manifestações em Paris para evitar mortes. Até o momento, não foram registradas vítimas diretas, mas quatro pessoas perderam a vida em acidentes relacionados com os protestos.

Algumas embaixadas, como a de Estados Unidos, Bélgica e Portugal, aconselharam seus cidadãos a adiar suas viagens e pediram aos residentes na França a aumentar as precauções.

Fonte: G1 

Por Agência EFE


Confusão em show na boate Lanterna Azzurra, na Itália, deixa 6 mortos. — Foto: Divulgação/Vigili del Fuoco

Confusão em show na boate Lanterna Azzurra, na Itália, deixa 6 mortos. — Foto: Divulgação/Vigili del Fuoco

Pelo menos seis pessoas morreram, na madrugada deste sábado (8), por conta de uma confusão na boate “Lanterna Azzurra”, na cidade de Corinaldo, província de Ancona, na Itália. Supostamente alguém disparou um spray de pimenta, de acordo com informações dos bombeiros, o que assustou o público que correu para as saídas.

O caso aconteceu durante show de Sfera Ebbasta, um famoso rapper italiano, popular entre adolescentes.

Entre os mortos, cinco são menores de idade: três meninas, dois meninos e uma mãe que acompanhava sua filha. Segundo veículos de imprensa italianos que citam fontes da polícia, há mais de 100 feridos, 12 deles estão em estado grave.

Testemunhas disseram que começaram a correr depois que o publicou se assustou com um cheiro ácido e foram para as portas de emergência da boate, que estavam fechadas.

Na tentativa de sair do local por uma das portas que conseguiram abrir, os jovens se foram amontoando, caíram e muitos acabaram pisoteados pelos demais. Os feridos foram levados para hospitais próximos e os mais graves seguiram para Ancona, na região central de Marcas.

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Vigili del Fuoco

@emergenzavvf

(AN) 1:00, squadre impegnate nel soccorso in una discoteca. Forse per la dispersione di una sostanza urticante, ragazzi fuggono per il panico calpestandosi. Sei purtroppo quelli deceduti, decine feriti

Os investigadores tentam descobrir o que provocou a correria e o motivo das portas de emergência não terem sido abertas, especialmente aquela onde se concentrava o maior número de jovens e onde foram encontrados os mortos.

De acordo com uma mensagem no Twitter do Corpo de Bombeiros, a correria aconteceu antes da 1h da manhã (hora local) e nas imagens divulgadas pela corporação, aparecem dezenas de jovens sendo atendidos em uma estrada e alguns deles levados em macas.

Fonte: G1

NACIONAIS

Por G1

 


Dez mulheres relatam terem sofrido abusos sexuais do médium João de Deus durante atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, na cidade de Abadiânia, em Goiás. As histórias foram reveladas no programa Conversa com Bial desta sexta-feira (7). Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, João de Deus afirma que “rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos” (leia na nota completa no final desta reportagem).

Apenas uma das mulheres ouvidas aceitou se identificar. Zahira Leeneke Maus, uma coreógrafa holandesa, conheceu a Casa em 2014, quando buscava a cura espiritual para traumas passados com abuso sexual. As outras, todas brasileiras, preferiram não mostrar o rosto, por sentirem medo e vergonha.

João de Deus na Casa Dom Inácio, em Abadiânia, Goiás, em foto de 2015 — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

João de Deus na Casa Dom Inácio, em Abadiânia, Goiás, em foto de 2015 — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

De acordo com os relatos, João de Deus agiu de forma similar em todos os casos. Durante os atendimentos espirituais coletivos, o médium disse para as mulheres que, segundo a entidade, elas deveriam procurá-lo posteriormente em sua sala, porque tinham sido escolhidas para receber a cura. As entrevistadas dizem que, uma vez que elas estavam sozinhas com ele, eram violentadas sexualmente.

“Pegava na minha mão para eu pegar no pênis dele. (…) Ele falava: ‘Põe a mão, isso é limpeza. Você precisa dessa limpeza, é o único jeito de fazer isso'”, disse mulher que procurou João de Deus para cura espiritual.

De acordo com Zahira, ao ouvir os relatos de outras mulheres, ela percebeu que “existe um sistema. A primeira coisa é vire de costas, eu vou te curar. Existe um padrão (…) Você é manipulada a acreditar na cura”. A coreógrafa fez um relato no Facebook, neste ano, e a partir dali começou a ter contato com outras mulheres que diziam ter passado pela mesma situação.

‘Homem poderoso’

Amy Biank, coach espiritual e autora americana que levava pessoas em peregrinação para a Casa Dom Inácio de Loyola desde 2002, disse que as pessoas que trabalham com o médium sabem do que acontece e que quem tenta denunciar acaba saindo da Casa por medo, já que ele é um “homem muito poderoso”. Amy diz ter sofrido ameaças de morte.

“Uma delas [pessoa que trabalhava para João de Deus] disse que tinha limpado a boca de uma menina. Disseram que era ectoplasma e ela estava tão doutrinada que não percebeu que era sêmen”, disse Amy Biank.

Uma das mulheres relatou que João de Deus disse que fazia parte do processo de cura não contar para ninguém o que havia acontecido. Outra disse que as entidades que ele recebia falavam que ela deveria ficar em silêncio. “Todas as entidades que vinham, umas três, falavam que não era para eu contar o que tinha acontecido ali.”

João de Deus

Assessoria de imprensa do médium enviou uma nota ao programa, afirmando: “Há 44 anos, João de Deus atende milhares de pessoas em Abadiânia, praticando o bem por meio de tratamentos espirituais. Apesar de não ter sido informado dos detalhes da reportagem, ele rechaça veementemente qualquer prática imprópria em seus atendimentos”.

João Teixeira de Faria é um médium brasileiro conhecido em todo o mundo como João de Deus. Desde 1976 ele faz atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, Goiás.

A Casa recebe até 10 mil pessoas por mês para atendimentos, boa parte delas estrangeiras. Os relatos de cirurgias espirituais de cura se espalharam pelo mundo e personalidades como a apresentadora americana Oprah Winfrey chegaram a visitar o local.

Fonte: G1

Por G1 com informações do Jornal Nacional — Brasília


Integrantes do futuro governo Bolsonaro reagem a relatório do Coaf

Integrantes do futuro governo Bolsonaro reagem a relatório do Coaf

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (7) ao site “O Antagonista” que os depósitos realizados na conta da mulher dele, Michele de Paula Bolsonaro, por Fabrício José Carlos de Queiroz se referem ao pagamento uma dívida de Queiroz com o próprio Bolsonaro.

Fabrício Queiroz é ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente eleito. Ele foi exonerado do gabinete do deputado em 15 de outubro deste ano.

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, apontou movimentações bancárias na conta de Queiroz, consideradas suspeitas, de mais de R$ 1,23 milhão, entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017.

O relatório faz parte da investigação que prendeu dez deputados estaduais no Rio, no mês passado, e traz informações sobre 75 servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que apresentaram movimentação financeira suspeita, entre os quais o ex-assessor de Flávio Bolsonaro. De acordo com o relatório, Fabrício Queiroz era motorista de Flávio Bolsonaro e ganhava R$ 23 mil mensais.

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou, segundo o site “O Antagonista” que ele e Queiroz eram amigos e que emprestou o dinheiro porque o ex-assessor do filho estava com problemas financeiros.

De acordo com o site, Jair Bolsonaro disse o empréstimo foi de R$ 40 mil e não R$ 24 mil, conforme consta do relatório do Coaf. “Não foram R$ 24 mil, foram R$ 40 mil. Se o Coaf quiser retroagir um pouquinho mais, vai chegar nos R$ 40 mil”, afirmou, de acordo com o site.

Segundo ele, informou o site, Queiroz fez dez cheques de R$ 4 mil para quitar a dívida. “Eu podia ter botado na minha conta. Foi para a conta da minha esposa porque eu não tenho tempo de sair. Essa é a história, nada além disso. Não quero esconder nada, não é nossa intenção”, declarou Bolsonaro, segundo reproduziu o site.

Sobre a movimentação de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz, Bolsonaro disse que se surpreendeu e que cortou contato com o amigo até que ele se explique para o Ministério Público.

Flávio Bolsonaro disse no fim da tarde desta sexta que conversou com o ex-assessor sobre as informações do Coaf.

“Fui cobrar esclarecimentos dele do que estava acontecendo. A gente não tem nada a esconder de ninguém. Ele me relatou uma história bastante plausível. Me garantiu que não teria nenhuma ilegalidade nas suas movimentações. Portanto, ele, assim que for chamado ao Ministério Público, vai dar os devidos esclarecimentos. Só que quem tem que ser convencido não sou eu. É o Ministério Público”, declarou.

A TV Globo procurou o presidente eleito Jair Bolsonaro e a mulher dele, Michele, mas eles ainda não se manifestaram.

O relatório

O conteúdo do relatório foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. A TV Globo também teve acesso ao documentos.

O relatório lista várias operações bancárias suspeitas e menciona a possibilidade de que isso tenha sido feito para ocultar a origem ou o destino do dinheiro. “Foi considerado fator essencial para a comunicação pela possibilidade de ocultação de origem/destino dos portadores”, diz o texto.

Na conta de Fabrício de Queiroz, o Coaf também encontrou saques em dinheiro vivo que somam R$ 324 mil ao longo de um ano, dos quais R$ 159 mil foram sacados numa agência bancária no prédio da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

A mulher de Fabrício, Márcia Oliveira de Aguiar, e duas filhas, Nathália e Evelyn Melo de Queiroz, também trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro, como revelou o blog do jornalista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.

Márcia aparece na folha de pagamento de agosto de 2017 da Assembleia Legislativa do Rio como consultora parlamentar e salário de R$ 9,2 mil. Nathália trabalhou com Flávio Bolsonaro na Alerj entre 2017 e 2016.

Menos de uma semana depois de ser exonerada, Nathalia foi nomeada para exercer a função de secretária parlamentar no gabinete do deputado federal Jair Bolsonaro. Ela deixou o cargo na Câmara dos Deputados no mesmo dia em que o pai saiu do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj (15 de outubro).

Nathalia Melo de Queiroz é citada em dois trechos do relatório do Coaf. O documento não deixa claro quais são os valores individuais das transferências entre ela e o pai, mas junto ao nome de Nathalia aparece o valor total de R$ 84 mil.

A outra filha de Fabrício Queiroz, Evelyn Melo de Queiroz, foi nomeada em dezembro de 2016 como assessora parlamentar de Flávio Bolsonaro na vaga da irmã Nathália.

O nome de Evelyn está na última folha de pagamento que aparece no site da Alerj, em setembro, com salário líquido de R$ 7,5 mil.

A TV Globo não conseguiu contato com Fabrício Queiroz nem as filhas dele.

O Ministério Público Federal, responsável pelas investigações, diz que nem todos os nomes citados no relatório foram incluídos nas apurações, porque nem todas as movimentações atípicas são, necessariamente, ilícitas. Também não divulgou se deputados da alerj que não foram alvo das operações estão sendo investigados ou podem vir a ser.

Ministros

Nesta sexta-feira, dois futuros ministros do governo Bolsonaro foram questionados sobre as informações do relatório do coaf.

Sérgio Moro, que assumirá o Ministério da Justiça e Segurança, preferiu nao responder.

Fonte: G1

Por Nathalia Toledo, GloboNews


Integrantes do futuro governo Bolsonaro reagem a relatório do Coaf

Integrantes do futuro governo Bolsonaro reagem a relatório do Coaf

O senador eleito pelo PSL-RJ Flávio Bolsonaro deu entrevista na tarde desta sexta-feira (7) sobre a citação do ex-assessor Fabrício José Carlos de Queiroz no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Em uma rede social, Flávio já tinha dito que Fabrício trabalhou com ele por mais de dez anos e que não havia nada que o desabonasse.

A investigação faz parte da operação Furna da Onça, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro que prendeu dez deputados estaduais.

“Faço questão de vir aqui e dar os esclarecimentos. Não tenho nada a esconder de ninguém”, explicou o senador Flávio, filho mais velho do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro disse que conversou nesta sexta-feira (7) com Fabrício Queiroz.

“Fui cobrar para entender o que está acontecendo. Ele me relatou uma história bastante plausível. Me garantiu que não teria nenhuma ilegalidade nas suas movimentações. Portanto, ele assim que for chamado ao Ministério Público, vai dar os seus esclarecimentos. Mas quem tem que ser convencido não sou eu, mas o Ministério Público”, afirmou.

“Natural tudo o que está acontecendo. Todos nós já sabíamos que viraríamos alvo. Nós incomodamos muita gente. E assim tem que ser. Ele me relatou que não cometeu nenhuma ilegalidade”, garantiu Flávio Bolsonaro.

O relatório do Coaf aponta movimentações financeiras de servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio e de pessoas relacionadas a eles que, segundo a investigação, são incompatíveis com a capacidade financeira dos citados.

O documento aponta Fabrício Queiroz como servidor público cadastrado da Alerj, com renda de R$ 23 mil por mês. Os registros analisados mostram que Michele Bolsonaro, mulher do presidente eleito, recebeu R$ 24 mil.

Ele movimentou nessa conta o total de R$ 1.236.838 entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017, o que foi considerado suspeito pelo conselho.

Outra parte do relatório do Coaf revela saques em espécie no total de R$ 324.774, e R$ 41.930 em cheques compensados.

Além disso, o Coaf identificou um grande volume de depósitos e saques inferiores a R$ 10 mil, o que, segundo o relatório, seria para dificultar a identificação da origem e do destindo do dinheiro.

O caso foi revelado pelo jornal o Estado de São Paulo nesta quarta-feira (6), e a TV Globo também teve acesso ao relatório.

O deputado estadual e senador eleito disse os suspeitos devem ser investigados Segundo ele, essa é uma oportunidade de mostrar que “não deve nada a ninguém”.

“As pessoas que são suspeitas de alguma coisa tem que ser investigadas. A gente está vivendo um momento diferente no país. A gente está aqui por um ideal. Eu não posso dar detalhes aqui do que ele disse mas o Ministério Público tem que se convencer ou não. É uma oportunidade de mostrar que a gente não deve nada a ninguém”, explicou.

Ex-servidora e filha de ex-assessor citadas

Uma ex-funcionária de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados também é citada no relatório que identificou operações bancárias suspeitas realizadas por um ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro.

Nathalia Melo de Queiroz, de 29 anos é filha de Fabrício. Ela também foi funcionária de Flávio Bolsonaro entre 2007 e 2016. Menos de uma semana depois de ser exonerada, em dezembro de 2016, foi nomeada para o cargo de secretária parlamentar de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

O documento não deixa claro os valores individuais transferidos entre Nathalia e o pai, mas junto ao nome dela está o valor total de R$ 84 mil.

Nathalia deixou o cargo no gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados em 15 de outubro, mesmo dia em que o pai saiu do gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Na entrevista desta sexta-feira, o senador eleito não comentou sobre o aparecimento do nome de Natlhalia no relatório do Coaf.

Onyx se irrita com pergunta sobre motorista de Flávio Bolsonaro

Também nesta sexta-feira, em evento em São Paulo, o futuro ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), se irritou com um repórter após ser questionado sobre operações suspeitas de R$ 1,2 milhão apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) envolvendo o motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito.

Após reclamar da pergunta e da atuação do Coaf, ele abandonou a coletiva. Mais cedo, aos discursar no evento com os empresários, ele havia solicitado uma “trégua” com a imprensa.

“Eu sempre fui um combatente da corrupção. Nunca ninguém vai me ver envolvido com corrupção”, enfatizou aos repórteres ao ser indagado sobre as denúncias de que recebeu caixa 2 do grupo J&F.

Onyx foi citado em depoimentos de acordo de delação premiado de executivos do grupo J&F. Delatores da holding dos irmãos Batista entregaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma planilha que, segundo os colaboradores, comprova que o futuro ministro recebeu repasse de R$ 100 mil por meio de caixa 2 em 2012.

Fonte: G1

Por João Cláudio Netto e Filipe Matoso, TV Globo e G1 — Brasília


Presidente Michel Temer anuncia uma intervenção federal em Roraima

Presidente Michel Temer anuncia uma intervenção federal em Roraima

O presidente Michel Temeranunciou nesta sexta-feira (7) intervenção federal em Roraimaaté 31 de dezembro.

De acordo com a assessoria da Presidência, como a intervenção é integral, a governadora Suely Campos será afastada do cargo após o interventor federal ser nomeado. O interventor será o governador eleito, Antonio Denarium (PSL).

Roraima enfrenta uma crise migratória com a chegada de cidadãos venezuelanos e também uma crise no sistema penitenciário.

Temer recebeu ministros no Palácio da Alvorada nesta sexta-feira e, no momento em que cinegrafistas foram autorizados a filmar a reunião, o presidente anunciou a decisão, afirmando ter negociado a intervenção com Suely Campos.

“Tentamos os mais variados meios […]. Não encontramos nenhuma saída legal para tanto, daí porque eu, ainda pouco tempo atrás, falei com a senhora governadora e disse que a única hipótese para solucionar esta questão, especialmente aquela de natureza salarial, seria decretar a intervenção até a posse, naturalmente, do novo governador, ou seja, até 31 de dezembro”, afirmou Temer.

“Fiz com a senhora governadora uma espécie de intervenção negociada. Ela acedeu a esta fórmula, concordou com esta fórmula, acha que de fato a situação está se complicando no estado de Roraima e que a melhor solução seria precisamente essa”, acrescentou.

O presidente Michel Temer, no Palácio da Alvorada, ao anunciar a intervenção federal em Roraima — Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Michel Temer, no Palácio da Alvorada, ao anunciar a intervenção federal em Roraima — Foto: Marcos Corrêa/PR

Segundo o presidente Michel Temer, um interventor federal em Roraima será nomeado e, neste sábado (7), serão convocados os conselhos da República e de Defesa Nacional.

Por lei, os dois conselhos devem ser consultados sobre a intervenção, mas uma eventual decisão dos órgãos contra a medida não tem poder de barrar a decisão do presidente.

Atualmente, o estado do Rio de Janeiro também está sob intervenção federal, mas somente na área de segurança pública. A intervenção foi decretada por Temer em fevereiro e também vai durar até 31 de dezembro.

Michel Temer

@MichelTemer

Conversei com a governadora de Roraima, Suely Campos, e chegamos à conclusão que uma intervenção negociada é a melhor solução para o Estado hoje.

Fechamento da fronteira

Mais cedo, nesta sexta-feira, terminou sem acordo uma audiência de conciliação entre a União e o governo de Roraima. A audiência aconteceu na sede do Supremo Tribunal Federal.

Em abril, o governo do estado pediu ao STF para fechar a fronteira com a Venezuela, e a ministra Rosa Weber, relatora do caso, negou o pedidopor entender que a decisão cabe ao presidente da República. Michel Temer, por sua vez, diz que o fechamento é “incogitável“.

A audiência desta sexta-feira foi marcada por Rosa Weber e conduzida pelo juiz instrutor Gabriel da Silveira Matos. O objetivo era chegar a um consenso e pôr fim à ação movida pelo estado.

Reunião no Alvorada

Segundo a assessoria de Temer, participaram da reunião desta sexta com o presidente na qual foi anunciada a intervenção:

  • Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados;
  • Sérgio Etchegoyen, ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Esteves Colnago, ministro do Planejamento;
  • Grace Mendonça, advogada-geral da União;
  • Gustavo Rocha, ministro dos Direitos Humanos;
  • Raul Jungmann, ministro da Segurança Pública;
  • Joaquim Silva e Luna; ministro da Defesa.

Pronunciamento

Leia abaixo a íntegra do pronunciamento de Temer sobre a intervenção:

Nós estivemos hoje reunidos, uma boa parte da equipe, como podem perceber, com a presença do presidente da Câmara dos Deputados. Eu também comuniquei ao senador Eunício, mas ele está no Ceará e fora de Fortaleza.

Mas nós debatemos hoje, durante umas três horas, mais ou menos, a questão de Roraima, que está, na verdade, se agravando, de dois dias para cá. E tentamos os mais variados meios, de maneira a que pudéssemos fornecer recursos a Roraima, a fim de tentar inviabilizar esse movimento que lá está ocorrendo.

Não encontramos nenhuma saída legal para tanto. E daí porque eu, ainda há pouco tempo atrás, falei com a senhora governadora e disse que a única hipótese para solucionar esta questão, especialmente aquela de natureza salarial, seria decretar a intervenção até a posse, naturalmente, do novo governador. Ou seja, até 31 de dezembro. E fiz com a senhora governadora uma espécie de intervenção negociada. Ela acedeu a esta fórmula, concordou com esta fórmula. Acha que, de fato, a situação está se complicando no estado de Roraima e que a melhor solução seria precisamente essa.

Com isso nós queremos, na verdade, pacificar as questões de Roraima. E vejam que, sem embargo de tratar-se de uma intervenção já agora, no próprio estado, mas é de comum acordo com a senhora governadora. Foi pelo menos o que nós falamos ao telefone com ela. Não apenas eu, mas a senhora advogada-geral da União.

De modo que é esta comunicação que eu quero fazer, espero que chegue a Roraima, na convicção de que com esta intervenção, e logo mais eu consultarei, para nomear o interventor. Eu espero que com isto o movimento se amaine, não é? Fique mais, digamos, compreensivo, porque, afinal, especialmente as forças militares, agentes penitenciários e todos aqueles que se dedicam à tarefa pública, têm que pensar precisamente na população de Roraima.

Nós decidimos desta maneira. Amanhã já estamos convocando o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional para colocarmos esta questão. Portanto, nós levaremos a este Conselho a decisão que aqui tomamos. E logo depois, naturalmente, expediremos não só o decreto de intervenção, como outras medidas, já acertei com o presidente Rodrigo Maia, outras medidas normativas que sejam necessárias para complementar e para completar a intervenção federal em Roraima.

Fonte: G1

Câmara dos Deputados prevê votar projetos que podem causar rombo de R$ 47 bilhões nesta semana

A Câmara dos Deputados deve praticamente encerrar as votações da atual legislatura na semana que vem, com a realização de quatro sessões consecutivas recheadas de “pautas-bomba”, que podem deixar uma fatura salgada para o presidente eleito Jair Bolsonaro. O rombo para os próximos anos pode passar de R$ 47 bilhões se os projetos forem aprovados.

Uma força-tarefa de contenção de danos está sendo montada pelos negociadores do governo e da transição, mas a avaliação é que não será uma missão fácil – até porque está em curso uma disputa pela presidência da Câmara que acaba contaminando as votações. O porta-voz dessa espécie de barreira às pautas-bomba é o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), do partido do presidente eleito. Ele chegou a receber orientações das equipes dos governos atual e futuro de como proceder para conseguir barrar os projetos.

“Eu me sinto preocupado com a futura administração do nosso presidente e ficamos um pouco assustados porque, na hora em que se está fechando o governo, há projetos cheios de jabutis (no jargão legislativo, dispositivos que não têm relação com a matéria principal do projeto) e de medidas para ferrar o cidadão. Tudo isso depois cai no colo do cidadão”, disse Waldir, sobre seu novo papel na Câmara.

O projeto mais polêmico da agenda que aumenta os gastos conta com o patrocínio da bancada ruralista, apoiadora de primeira hora de Bolsonaro. O parcelamento das dívidas (Refis) com o Funrural (a previdência do setor) tem custo estimado de R$ 34 bilhões. Eles tentam também negociar a edição de nova medida provisória (MP) para ampliar o prazo de renegociação do passivo do tributo. Como o prazo vence em 31 de dezembro, o setor ganharia tempo para negociar com o futuro governo uma saída para o imbróglio.

Também está prevista a votação do projeto que renova benefícios para Sudene e Sudam e extensão do incentivo para Sudeco (R$ 9,3 bilhões), de autoria do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e do projeto que reparte os recursos do fundo social do pré-sal com Estados e municípios, que tem como “jabuti” um perdão de dívida de R$ 4 bilhões para a Cemig, além da criação de um fundo para bancar a construção de gasodutos. O projeto é uma demanda da bancada mineira e de prefeitos e governadores, que pretendem diminuir o rombo das administrações regionais.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), defendeu a importância do projeto para o setor de gasodutos e disse que a “parte polêmica”, o perdão de dívidas da Cemig, não deve ser aprovada. “O texto é importante para a questão do gasoduto, mas a questão da Cemig é tema polêmico”, disse. Há outros projetos que devem gerar despesas, mas que ainda não são possíveis de calcular, como o da gestão compartilhada que prevê a contratação de pessoal pela União.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Ambos do PSL, Joice Hasselmann estuda processar o Major Olímpio

Joice Hasselmann estuda processar o Major Olímpio, relata a Folha.

Segundo a deputada eleita, foi Olímpio que vazou o conteúdo do barraco de WhatsApp do qual ambos fazem parte.

O ANTAGONISTA

 

Bolsonaro pretende migrar Comunicação para a Secretaria de Governo

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) deve ser vinculada à Secretaria de Governo na gestão de Jair Bolsonaro. Pela estrutura atual, é ligada diretamente à Secretaria-Geral da Presidência da República. À frente da Secom, ficará o publicitário Floriano Barbosa de Amorim Neto, assessor do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente eleito.

Barbosa trabalha com a família há pelo menos três anos, no gerenciamento das redes sociais do deputado federal e do próprio presidente eleito. As informações foram confirmadas à Agência Brasil por assessores de Bolsonaro. A Secom será vinculada à Secretaria de Governo, cujo comando será entregue ao general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Paralelamente, deverá ser criada uma assessoria especial, ligada ao gabinete da Presidência da República, para cuidar da comunicação de Bolsonaro. Essa estrutura estaria separada da Secom. Segundo assessores do presidente eleito, no entanto, a criação dessa assessoria especial ainda está em estudo e poderá ser revista com a ida de Floriano para o comando da Secom.

O anúncio do futuro chefe da Secom deverá ocorrer na próxima semana.

Transição

O general Floriano Peixoto, que atua na equipe de transição analisando os contratos de publicidade do governo federal, deverá ser nomeado secretário-executivo de Gustavo Bebianno, futuro ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da Presidência, segundo apurou a reportagem da Agência Brasil.

Na semana passada, quando o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, apresentou a lista dos 22 ministérios do futuro governo, a Secom aparecia vinculada à Secretaria-Geral da Presidência.

Agência Brasil

 

Dólar encerra semana em alta, valendo R$ 3,89

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A cotação da moeda norte-americana encerrou a semana em alta de 0,53%, a R$ 3,8950 para venda. O dólar oscilou durante a semana com a intervenção do Banco Central para aumentar a liquidez da moeda com leilões extraordinários de venda futura, com compromisso de recompra. A ação manteve o patamar da moeda abaixo de R$ 3,90, mas não evitou a quarta alta seguida da semana. O dólar tem uma alta acumulada de 17,55% no ano.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou a semana em baixa de 0,82%, com 88.115 pontos. Os papéis da Petrobras fecharam em alta, registrado 0,65% enquanto as ações das principais companhias encerraram em baixa, como Vale com menos 2,10%; Itau com desvalorização de 0,75% e Bradesco com perdas de 0,47%.

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Natália Benavides esclarece contas de campanha e tem parecer de contas para aprovação com ressalvas

Após a apresentação dos esclarecimentos da defesa, o Ministério Público Eleitoral decidiu recomendar à Justiça Eleitoral a aprovação das contas de campanha da deputada federal eleita Natália Bonavides. Só que com ressalvas.

Natália estava correndo o risco de ter o registro de candidatura das eleições desse ano cassado e perder o mandado de deputada porque houve uma doação irregular através do uso de um veículo de propriedade de terceiro durante a campanha. Em uma análise prévia de um corpo técnico, foi recomendada a cassação do registro, mas após a apresentação da defesa, o MPE decidiu pela aprovação das contas com ressalvas.-

No parecer, o MP informou que: “acompanhou a defesa declaração subscrita por Marcelino Lima de Lira, através da qual afirma que é o proprietário de fato do veículo doado à campanha de Natália Bastos Bonavides, tendo-o adquirido no ano de 2015, sem ter providenciado a respectiva transferência no órgão de trânsito competente. Disse ainda o declarante que ‘preencheu o termo de cessão de forma equivocada, acreditando que se tratava da forma correta’. Cumpre, desta forma, analisar aqui se erros e ilicitudes praticadas por doadores, sem o conhecimento ou participação do candidato, podem ser a ele atribuídos, com a consequente desaprovação das contas”.

Fonte: Blog do BG

Por G1 RN


Três toneladas de agulhões negros foram apreendidas na Zona Leste de Natal — Foto: Ibama

Três toneladas de agulhões negros foram apreendidas na Zona Leste de Natal — Foto: Ibama

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu três toneladas de peixe agulhão negro em Natal nesta sexta-feira (7). A operação aconteceu em dois frigoríficos do bairro da Ribeira, na Zona Leste da capital.

A assessoria de imprensa do órgão informou que a ação aconteceu após investigação do próprio Ibama. Além de apreender a carga, avaliada em R$ 50 mil, o Instituto aplicou multa de R$ 64 mil para cada uma das empresas.

A comercialização de agulhão negro é proibida por lei desde 2005, ainda de acordo com o Ibama. Os peixes foram doados para a Polícia Militar, o Exército Brasileiro, os fuzileiros navais, o Centro Especializado em Reabilitação (CER, antigo CRI) e também para o Hospital Colônia Doutor João Machado.

Fonte: G1RN

Por Reuters


Sede da Petrobras no Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/JN

Sede da Petrobras no Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/JN

A decisão do Conselho de Administração da estatal Petrobras de aprovar a venda de 34 campos de petróleo terrestres no Rio Grande do Norte foi suspensa por uma liminar da Justiça do Trabalho nesta sexta-feira (7).

Os campos haviam sido negociados com a brasileira 3R Petroleum por R$ 453,1 milhões, e a assinatura do contrato era prevista para esta sexta-feira, quando deveria ser pago à petroleira 7,5% do valor total, com o restante programado para a data de fechamento da operação.

O movimento ocorre após ação movida por sindicatos de trabalhadores, que alegam que a reunião do Conselho que aprovou o negócio não contou com a participação do representante dos empregados no colegiado.

O juiz do trabalho Carlito Antônio da Cruz determinou ainda a suspensão provisória da assinatura do contrato de cessão dos campos pelo prazo mínimo de 90 dias.

Ele decidiu também que a Petrobras deverá se abster de convocar nova reunião do conselho sobre o negócio, “salvo se garantir a participação efetiva do representante dos trabalhadores”.

“A decisão judicial devolve aos trabalhadores a importância de sua participação nos espaços de deliberação e tomadas de decisões da empresa”, disseram à Reuters em nota os advogados Ramon Koelle, Felipe Vasconcellos e Rodrigo Salgado, da Advocacia Garcez, que representou os sindicatos no processo.

Procurada, a Petrobras não comentou de imediato.

Fonte: G1RN

Por G1 RN

 


Rio Grande do Norte vai receber 568 voos extras em dezembro e janeiro — Foto: Fred Carvalho/G1

Rio Grande do Norte vai receber 568 voos extras em dezembro e janeiro — Foto: Fred Carvalho/G1

O Rio Grande do Norte vai receber 568 voos extras nos meses de dezembro de 2018 e janeiro de 2019. Os dados são da Inframerica, administradora do Aeroporto Internacional Aluízio Alves. O reforço é para atender a demanda da alta temporada.

A movimentação aérea deverá ser de 1.782 pousos e decolagens em dezembro. Já para o mês de janeiro de 2019, a expectativa é de 1.977 voos, sendo 387 extras.

Segundo a Inframerica, no mês de dezembro o aeroporto de Natal deve receber um fluxo de 254 mil passageiros, o que representa um aumento de 10,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dias com os maiores fluxos de passageiros devem ser 22, 23, 29 e 30 de dezembro, vésperas das comemorações de Natal e Ano Novo. A Inframerica calcula para as datas um movimento diário de 42 mil passageiros. A maioria dos voos têm como origens o Centro-Oeste e do Sudeste do país.

Para quem for viajar, a Inframerica recomenda que os passageiros cheguem com pelo menos 1h30 de antecedência para voos nacionais e 2h para internacionais. Além disso, para agilizar o andamento dos processos na fila de raio-x, o passageiro deve retirar todos os objetos metálicos que estiver carregando – cintos, relógios, chaves, moedas e celulares. Tablets e laptops também devem ser retirados de malas e mochilas e depositados nas caixas plásticas.

Fonte: G1RN

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