ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

Bolsonaro bate o martelo. Na reta final da transição, o futuro governo já tem o desenho definitivo da nova Esplanada dos Ministérios. Serão 22 pastas, sete a mais do que foi prometido durante a campanha. O Ministério do Trabalho será extinto e fatiado em três. O MPF pede que Palocci pague R$ 20 milhões para continuar preso em casa. Quase 50 anos depois, a ossada de mais um desaparecido político na ditadura é identificada. O mercado financeiro reage à trégua na guerra comercial entre norte-americanos e chineses e respira aliviado. No Brasil, o dólar cai e a bolsa sobe. Nos EUA, as despedidas a George H. W. Bush, e o cão que chamou atenção no velório do ex-presidente. O que foi notícia nesta segunda-feira:

INTERNACIONAIS

Conferência do clima

Secretário-Geral da ONU, Antonio Guterres, discursa no segundo dia da COP24, nesta segunda (3). — Foto: AP Photo/Czarek Sokolowski

Secretário-Geral da ONU, Antonio Guterres, discursa no segundo dia da COP24, nesta segunda (3). — Foto: AP Photo/Czarek Sokolowski

Começou na Polônia a Conferência Mundial do Clima da ONU (COP 24), para estabelecer como limitar o aquecimento do planeta. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que os investidores apostem na economia verde. O Banco Mundial anunciou liberação de US$ 200 bilhões para ações climáticas, que devem ser instido entre 2021 e 2025.

EUA x China

O presidente dos EUA, Donald Trump (à direita na mesa), e o presidente da China, Xi Jinping, juntamente com as delegações dos dois países, durante jantar após a cúpula do G20 em Buenos Aires — Foto: Saul Loeb / AFP Photo

O presidente dos EUA, Donald Trump (à direita na mesa), e o presidente da China, Xi Jinping, juntamente com as delegações dos dois países, durante jantar após a cúpula do G20 em Buenos Aires — Foto: Saul Loeb / AFP Photo

O anúncio durante o G20 de que os EUA e a China deram uma trégua na guerra comercial causou uma reação positiva no mercado financeiro em todo o mundo. As bolsas da China e da Europa subiram. No Brasil, o dólar caiu e encerrou o dia a R$ 3,84, e a bolsa fechou em alta.

Fiel companheiro

O corpo do ex-presidente americano George H. W. Bush foi levado do Texas, onde ele morreu aos 94 anos, para Washington, onde ele será velado de acordo com o protocolo dos funerais de Estado. O presidente Trump pediu que o avião oficial da presidência fizesse o traslado do corpo.

Labrador Sully acompanhou o ex-presidente George W.H. Bush — Foto: Twitter Jim McGrath/ Reprodução

Labrador Sully acompanhou o ex-presidente George W.H. Bush — Foto: Twitter Jim McGrath/ Reprodução

Antes de ir para Washinton, uma presença especial chamou atenção durante o velório do ex-presidente: Sully, o cão de Bush pai foi fotografado ao lado do caixão. Treinado para buscar itens e até atender o telefone, o labrador era o grande ajudante do político desde a morte da ex-primeira-dama Barbara Bush, em abril. A família planeja levá-lo para o último adeus em Washington.

NACIONAIS

Nova Esplanada

Governo Bolsonaro terá 22 ministérios, diz Onyx

Governo Bolsonaro terá 22 ministérios, diz Onyx

O Futuro ministro da Casa Civil anunciou que o presidente eleito Jair Bolsonaro ‘bateu o martelo’ e decididiu que seu governo terá 22 ministérios. Durante a campanha, Bolsonaro chegou a afirmar que manteria ‘no máximo’ 15 pastas. Nessa nova estrutura, o Ministério do Trabalho será extinto e incorporado às pastas de Economia, Justiça e Cidadania. Faltam apenas 2 nomes para Bolsonaro fechar a equipe.

Novas ameaças

O ministro do Gabinete de Segurança, Sérgio Etchegoyen, disse que o presidente eleito Jair Bolsonaro sofreu ameaças nos últimos 15 dias. Ele avalia que a próxima administração “exigirá cuidados mais precisos”. Questionado sobre a possibildade de Bolsonaro usar carro aberto no dia da posse, Etchegoyen respondeu que vai depender da decisão do presidente eleito.

Saudação militar

Felipe Melo presta continência a Bolsonaro — Foto: Marcos Ribolli

Felipe Melo presta continência a Bolsonaro — Foto: Marcos Ribolli

Nos últimos dias, Bolsonaro prestou continência ao representante do presidente Trump, John Bolton, e ao jogador do Palmeiras Felipe Melo. Mas o que o cumprimento militar representa? ENTENDA AQUI.

Palocci

O ex-ministro Antonio Palocci ao chegar à Justiça Federal em Curitiba, nesta quinta-feira (29) — Foto: Reprodução/TV Globo

O ex-ministro Antonio Palocci ao chegar à Justiça Federal em Curitiba, nesta quinta-feira (29) — Foto: Reprodução/TV Globo

O Ministério Público Federal (MPF) pediu que o ex-ministro Antonio Palocci pague multa US$ 20 milhões para ficar preso em casa. Segundo procuradores da Lava Jato, o juiz que concedeu regressão de pena a Palocci errou ao permitir prisão domiciliar sem cobrança de multa. O pagamento estava previsto na sentença de condenação. O ex-ministro deixou a prisão no dia 29 de novembro.

Mais Médicos

2013-2018: G1 mostra o impacto do Mais Médico na formação em medicina no Brasil — Foto: Arte/G1

2013-2018: G1 mostra o impacto do Mais Médico na formação em medicina no Brasil — Foto: Arte/G1

Em 2013, o programa Mais Médicos era uma aposta para incentivar o ingresso de estudantes em carreiras menos exploradas por profissionais recém-formados, como medicina da família. Cinco anos depois, as vagas de residência neste setor triplicaram, de 991 vagas anuais em 2013 para 3.587, em 2018, segundo levantamento do G1. Porém não há muito o que comemorar.

  • Número ainda está muito abaixo da meta do programa, de cerca de 9,9 mil postos.
  • Quase 70% das vagas que foram colocadas a disposição em 2018 não tiveram interessados.
  • Dos que estão se especializando na área, menos de 2% deles a escolheram como 1ª opção.

Especialistas explicam que a falta de interesse vem do fato de que esses médicos não são valorizados socialmente. Só que há uma demanda de mercado imensa para eles, já que podem ocupar vagas não só em postos de saúde, mas também em outros cargos.

Vítima da ditadura

Brasil, São Paulo, SP. 04/09/1990. Funcionários da prefeitura colocam em sacos plásticos cerca de 1.500 ossadas encontradas em uma vala do cemitério Dom Bosco em Perus, zona oeste da capital — Foto: Itamar Miranda/Estadão Conteúdo/Arquivo

Brasil, São Paulo, SP. 04/09/1990. Funcionários da prefeitura colocam em sacos plásticos cerca de 1.500 ossadas encontradas em uma vala do cemitério Dom Bosco em Perus, zona oeste da capital — Foto: Itamar Miranda/Estadão Conteúdo/Arquivo

Quarenta e sete anos depois de desaparecer, as ossadas do sindicalista Aluizio Palhano foram identificadas com ajuda de um exame de DNA. Os restos mortais do preso político foram achados na vala clandestina de Perus, em São Paulo. Hoje, parentes de pessoas executadas pelo regime militar brasileiro começaram a receber novas certidões de óbito.

Gravuras furtadas

Quatro obras foram devolvidas à Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro — Foto: Henrique Coelho/ G1

Quatro obras foram devolvidas à Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro — Foto: Henrique Coelho/ G1

Quatro obras roubadas da Biblioteca Nacional no Rio foram devolvidas pelo Itaú Cultural. A instituição não sabia da origem ilegal das gravuras. Outras 8 foram restituídas em março.

Viagem pelo espaço

Equipe da missão comemora a chegada ao asteroide Bennu — Foto: Nasa/Reprodução

Equipe da missão comemora a chegada ao asteroide Bennu — Foto: Nasa/Reprodução

A Nasa chegou com sucesso ao asteroide Bennu, para coletar amostras. A viagem espacial levou 2 anos, e o material deverá chegar à Terra em 2023, quando os cientistas analisarão a composição e o comportamento do objeto espacial. Há também uma pequena chance de que o Bennu se choque com a Terra em 2135.

Também teve isso…

Laura (Yanna Lavigne) em 'O Sétimo Guardião' — Foto: Globo/Estevam Avellar

Laura (Yanna Lavigne) em ‘O Sétimo Guardião’ — Foto: Globo/Estevam Avellar

 Fonte: G1

CNJ vai regulamentar concessão de auxílio-moradia a juízes em casos específicos

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instaurou um procedimento na última sexta-feira (30) para regulamentar o pagamento do auxílio-moradia para casos específicos, como juízes removidos para outro estado, por exemplo.

Na semana passada, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou o benefício do auxílio-moradia de todos os integrantes de Judiciário, Ministério Público, defensorias públicas e tribunais de contas.

Na decisão, o ministro determinou ao CNJ e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que regulamentem o benefício nos casos de juízes e procuradores que, por exemplo, se mudem de cidade ou de estado.

A revogação do benefício foi negociada com o Palácio do Planalto a fim de permitir a sanção, pelo presidente Michel Temer, do reajuste de 16,38% nos salários dos ministros do STF. A avaliação é que o custo seria muito elevado se mantido o auxílio e também o reajuste, que é automático para a magistratura federal e o Ministério Público, além de estar previsto para estados por meio de leis locais.

Fux estipulou que o auxílio deixe de ser pago quando o aumento chegar à folha salarial dos juízes e integrantes do MP.

Integrantes da magistratura e procuradores têm defendido que a decisão do ministro não tornou o benefício inconstitucional, por isso, ainda há a possibilidade de que o auxílio seja pago.

No CNJ, o procedimento aberto será relatado pelo presidente do conselho, ministro Dias Toffoli, que também preside o STF e participou da negociação para a derrubada do auxílio.

No Supremo, juízes já apresentaram pedido para tentar reaver o benefício. Nesta segunda-feira (3), as Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages) entrou com recurso contra a decisão de Fux, dizendo que o ministro não fundamentou, ou seja, apresentou “motivação jurídica” para a revogação do auxílio no caso dos juízes estaduais.

“Não se sabe qual foi motivação jurídica para a revogação deste benefício, considerando que o auxílio-moradia possui natureza indenizatória, de modo que o reajuste legal e constitucional no subsidio dos magistrados estaduais, não autoriza, por si só, o entendimento de novo cenário remuneratório a excluir o benefício de caráter indenizatório”, diz a entidade.

Na última sexta (30), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também recorreu da decisão de Fux para tentar assegurar que integrantes do Ministério Público continuem com o benefício.

Segundo a procuradora, a decisão de Fux “extrapolou os limites” ao ampliar os efeitos da decisão a todas as carreiras jurídicas.

“Sem adentrar propriamente no mérito, na legalidade ou na constitucionalidade do recebimento de auxílio-moradia, fato é que esta ação restringe-se ao pagamento ou não do benefício em causa para os juízes, nos termos da legislação que rege a magistratura judicial brasileira, limitando-se o julgado àquelas carreiras”, argumentou Raquel Dodge.

Ao derrubar o benefício, o ministro Luiz Fux frisou que era necessário ser pragmático porque o momento atual financeiro impede pagamento de reajuste e continuidade do auxílio. E afirmou que garantiu auxílio a todos os magistrados em 2014 em razão da simetria, uma vez que alguns magistrados tinham o benefício e outros não, excluindo apenas aqueles que tivessem residência oficial.

G1

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Destino da Funai ainda não é consenso em equipe de transição de Bolsonaro

A equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro ainda não bateu o martelo sobre qual será o destino efetivo da Fundação Nacional do Índio (Funai). Em entrevista nesta segunda-feira, 3, o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que a mudança está “em processo de definição”, mas que a autarquia, hoje vinculada ao Ministério da Justiça, deve ir para a Agricultura.

Dentro da cúpula do novo governo, porém, segundo fontes ouvidas pelo Estado, há quem veja “mais coerência” na possibilidade de a Funai ser vinculada a órgãos com ligação direta com a Presidência, como a Secretaria de Governo, que será chefiada pelo futuro ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz, general da reserva. A avaliação é de que um órgão como a secretaria, ou ainda a Casa Civil, teria uma atuação mais “transversal” dentro do governo e, portanto, mais flexibilidade para cuidar de pautas distintas do dia-a-dia da Funai.

Os temas que atualmente ligam o Ministério da Agricultura à Funai estão restritos, basicamente, a questões de demarcação de novas terras indígenas e exploração comercial de áreas já delimitadas. Outras atividades rotineiras da Fundação Nacional do Índio, porém, são estranhas aos temas da agricultura, como, por exemplo, licenciamento ambiental de empreendimentos de mineração, projetos logísticos de estradas ou ferrovias ou obras de geração e transmissão de energia.

Por lei, a Funai não tem poder de vetar um licenciamento ambiental ao se posicionar contrariamente a um empreendimento de infraestrutura. Assim como o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou a Fundação Palmares, a Funai atua como um “órgão de anuência”, ou seja, tem a função de dar seu parecer técnico, mas cabe efetivamente ao Ibama liberar ou não o licenciamento ambiental. Na prática, porém, o Ibama tem por orientação respeitar todos os pareceres técnicos desses órgãos. Se um deles diz não, o Ibama chancela.

Para integrantes da equipe de transição que defendem a aglutinação da Funai ao Ministério da Agricultura, o distanciamento da fundação de algumas atividades da pasta não seria problema, porque a autarquia continuaria com suas equipes voltadas para cada um desses temas.

Nesta terça-feira, 4, haverá uma reunião de cúpula do governo, em Brasília, para discutir o tema. Internamente, o clima na Funai é de apreensão entre seus servidores, que ainda não têm uma ideia do que será feito do órgão.

Estadão Conteúdo

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Em Madri, Moro cobra governo e Congresso sobre combate a ‘grande corrupção’

O ex-juiz da Lava Jato e futuro ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro, Sérgio Moro, afirmou nesta segunda, 3, que a prevenção e o combate à corrupção não deve ser limitado ao trabalho dos tribunais nem das forças policiais. Segundo o magistrado, é necessário empenho de outros poderes no enfrentamento aos desvios.

“A corrupção não pode ser enfrentada unicamente pelas Cortes de justiça, pelos agentes da lei, policiais, procuradores e juízes”, afirmou Moro. “É preciso que casos de grande corrupção sejam sucedidos por uma resposta institucional. É necessário que o governo, que o Congresso, tome atitudes para prevenir a grande corrupção”.

Convidado para um seminário em Madri promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade e mediado pelo escritor e Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, Moro narrou brevemente suas ações na Operação Lava Jato e os motivos de aceitar o convite de Jair Bolsonaro (PSL) para integrar o futuro governo.

Estadão Conteúdo

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‘Seria muito bom emplacar reformas nos primeiros 100 dias de governo’, diz presidente do Bradesco

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, afirmou que seria muito bom se o novo governo conseguisse implementar as reformas econômicas necessárias nos 100 primeiros dias de sua gestão. “Acho que é o desejo do novo governo porque se abre aí um céu de brigadeiro para a economia do País decolar pela própria confiança que vai gerar dos investidores do mundo todo”, afirmou o executivo, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. durante evento de premiação, em São Paulo.

Apesar de desentendimentos de falas entre porta-vozes do novo governo, Lazari acredita que os líderes escolhidos pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e o futuro ministro da economia, Paulo Guedes, têm uma consciência grande de que a reforma previdenciária é absolutamente necessária e ainda a simplificação tributária e a independência do Banco Central. Ponderou, contudo, que as reformas são necessárias para que a economia brasileira volte a crescer com mais vigor em 2019.

Por ora, os sinais do novo governo, de acordo com o presidente do Bradesco, são “bem positivos”. “As promessas feitas durante a campanha presidencial estão sendo cumpridas. A equipe econômica foi bem escolhida, muitos nomes do segundo escalão e que conhecem profundamente o balanço e o fiscal do País foram mantidos”, avaliou Lazari, acrescentando que tem “grande convicção que é possível fazer um grande trabalho no País”.

Estadão Conteúdo

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Dólar fecha em baixa no primeiro pregão de dezembro

Foto: Agência Brasil

O dólar fechou o primeiro pregão de dezembro em queda de 0,35%, valendo R$ 3,842 para venda.

O Banco Central realizou, na última semana, leilões extraordinários de linha, com venda futura da moeda norte-americana com compromisso de recompra. A ação serviu para rebaixar a cotação da moeda, que tinha ultrapassado o patamar de R$ 3,90. O dólar encerrou novembro com valorização de 3,58%.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o pregão de hoje (3) em alta de 0,35%, com 89.820 pontos. As ações da Petrobras e da Vale acompanharam a tendência de alta, com valorização de 1,57% e 2,46%, respectivamente. Os papéis do Bradesco e do Itaú apresentaram queda, com 2,21% e 1,42%.

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Não vamos exigir fechamento de questão das bancadas”, diz Onyx

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, afirmou hoje (3) que a presidência de Jair Bolsonaro vai criar uma “nova fórmula” para nortear a relação entre governo e Congresso Nacional. Onyx, que será o ministro da Casa Civil, e responsável por comandar a articulação política do novo governo, explicou que uma das ideias é acabar com a exigência de que os partidos aliados do governo deem todos os votos da bancada para determinado projeto de lei ou matéria legislativa de interesse do governo, o chamado fechamento de questão.Dessa forma, mesmo que o parlamentar vote diferentemente da orientação do governo, em alguns casos, ele não seria considerado opositor. Onyx também disse que o governo dará atenção especial às bases eleitorais de deputados e senadores.

“Nós vamos ter uma atenção muito grande com a base de cada parlamentar e nós não vamos usar o fechamento de questão para trazer deputado para a base [de apoio ao governo]. Inclusive, o governo vai compreender, sim, aquilo que muitas vezes permeia a vida do parlamentar, seu foro íntimo, seu compromisso com determinado segmento. Na verdade, não haverá aquela forçação de barra, que sempre houve, de que tem que entregar 30, 40 votos. O parlamentar será considerado da base se, ao longo do conjunto das votações, tiver uma posição bastante mais pró-governo, e vamos ter a capacidade de compreender quando ele não puder votar determinado tipo de matéria. Isso jamais será motivo de exclusão do deputado”, afirmou.

Para dar conta da articulação política, serão criadas duas secretarias na Casa Civil, uma para Câmara dos Deputados e outra para o Senado, segundo o ministro. Para o comando dessas estruturas, Onyx disse estar montando uma equipe de ex-parlamentares. O único integrante dessa equipe confirmado até agora, de acordo com Onyx, é o do deputado federal Carlos Mannato (PSL-ES), que concorreu ao cargo de governador do Espírito Santo nas últimas eleições, mas foi derrotado e ficará sem mandato a partir do ano que vem.

“Nós vamos ter um time de ex-deputados e ex-senadores para cuidar da Câmara e do Senado. Não haverá toma lá, dá cá, não haverá forma tradicional, que levou a essa desconexão do Parlamento com a sociedade brasileira. Não tem uma fórmula pronta, nós estamos trabalhando nessa construção”, garantiu o futuro articulador político do governo.

Onyx Lorenzoni também falou que os parlamentares serão atendidos em seus pleitos por meio das lideranças das próprias bancadas, mas também via frentes parlamentares e por meio de seus estados.

Tamanho da base

Essa semana, informou o ministro, o presidente eleito Jair Bolsonaro começará uma série de reuniões com diferentes bancadas partidárias. Até então, Bolsonaro vinha se reunindo, prioritariamente, com as chamadas bancadas temáticas, como a evangélica e ruralista, que reúnem parlamentares de diferentes partidos. Onyx se disse otimista com a montagem de uma base de apoio ao governo no Parlamento e estimou contar com ampla maioria na Câmara dos Deputados e cerca de metade de apoio entre os senadores.

“Se a gente somar todas que têm sinalizado que poderão estar conosco, dá para chegar, com bastante facilidade, acima de 330, 340, podendo chegar até 350 [parlamentares aliados na Câmara dos Deputados]. No Senado, a gente faz um primeiro cálculo de mais ou menos, hoje, um número acima dos 40, num primeiro momento”, projetou.

Redução de cargos

O futuro ministro-chefe da Casa Civil também informou que o governo estuda reduzir o número de cargos comissionados na administração direta (ministérios) a partir do ano que vem. Sem se comprometer com números definitivos, Onyx falou em reduzir, à metade, os atuais 23 mil postos de livre nomeação no Executivo Federal

“A gente precisa desfazer essa máquina, ninguém discorda que tem gente demais. Se a gente analisar os países que concorrem conosco no mundo, quando troca governo, troca duas mil pessoas, no máximo. Se a gente cortasse a metade, na administração direta são 23 mil… não há paralelo no mundo, só ocorre no Brasil. Isso consome, tem passagem, diária, auxílio-moradia, papel, cafezinho”, afirmou.

Questionado sobre a indicação, por aliados, de cargos no segundo e terceiro escalões do governo, Onyx informou que será mantido o mesmo critério usado para a escolha dos ministros, com a combinação entre militares, políticos e técnicos.

“Vamos buscar pessoas com capacitação para as diferentes áreas no segundo e terceiro escalão. O toma lá dá cá usual que se construiu no Brasil, nas últimas décadas, será completamente revisado”, disse.

Agência Brasil

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Governador do PT manda projeto para a AL para tornar o salário dele como teto do funcionalismo do Estado

Rui Costa enviará à Assembleia Legislativa (AL-BA) uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para fixar os ganhos do governador como o teto salarial na Bahia. Ao longo do último mandato, segundo o Uol, o salário mensal do petista foi de R$ 22,4 mil

A PEC faz parte do pacote econômico que será proposto por Rui para lidar com o déficit previdenciário do estado e tem como finalidade frear o aumento do teto constitucional federal que foi reajustado para R$ 39 mil. A nova faixa salarial, que contemplará primeiro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), foi aprovada pelo Senado em novembro deste ano. Os baianos Otto Alencar (PSD) e Walter Pinheiro votaram a favor do aumento.

Caso passe pelo Legislativo, a medida do Executivo irá garantir que a Bahia não seja obrigada a pagar, por exemplo, o efeito cascata do reajuste concedido aos ministros do STF. O aumento em Brasília provoca reajustes em todo o funcionalismo público, principalmente no Judicirário.

Atualmente cerca de 2.500 pessoas recebem na Bahia os chamados supersalários. Pelos cálculos da equipe econômica de Rui, a PEC evita aumento de até R$ 9 mil.

Bahia Notícias

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Robinson Faria é condenado por uso de outdoor institucional durante as eleições 2018 no RN

O governador Robinson Faria foi condenado a pagar multa de R$ 7.500 por conduta vedada durante as eleições 2018. A condenação se deu por causa da instalação de nove outdoors institucionais do Governo do RN no período eleitoral.

No dia 3 de setembro o Ministério Público Eleitoral ajuizou uma representação contra o então candidato à reeleição, governador Robinson Mesquita de Faria (PSD), além do candidato a vice, Sebastião Filgueira do Couto, e o próprio Estado, por causa da instalação dos outdoors no anel viário que dá acesso ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante.

De acordo com o Ministério Público Eleitoral, os outdoors desrespeitam o período vedado para propaganda institucional e exaltam o atual governo.

No dia 6 de janeiro, a Justiça Eleitoral determinou a retirada imediata de nove outdoors institucionais.

Na sessão desta segunda-feira (3), a corte eleitoral julgou a atitude como irregular e finalizou a análise do caso atribuindo a penalidade de multa no valor de R$ 7.500 a Robinson Faria. O candidato a vice, Sebastião Filgueira do Couto, e o Estado não foram responsabilizados no julgamento.

G1/RN

Candidatos a assessor de Styvenson denunciam descumprimento ao edital e falta de transparência no processo de seleção

No início de novembro o capitão Styvenson Valentim, senador eleito pelo Rio Grande do Norte, abriu um processo seletivo, por meio de edital, para escolha de assessores. Foram ofertadas vagas em várias áreas, mas hoje (3), candidatos denunciaram o descumprimento das regras previstas no edital e ainda reclamaram de falta de transparência no processo de escolha.

De acordo com um dos candidatos que buscou o blog para denunciar o caso, o resultado da primeira fase da seleção foi publicado, mas não foi obedecido a o que estava previsto no edital.

“A seleção só contemplou alguns poucos candidatos, não lendo os demais currículos enviados. Além disto, faltou deixar transparecer quais foram os critérios de seleção, bem como a lista de classificação dos candidatos na reserva. Ou seja, muitos perderam seus tempos, elaborando currículos que não foram avaliados. O senador eleito tem todo o meu respeito, mas não pode brincar com o povo, nem fazer propaganda de algo inovador sem ser”, disse.

O edital previa uma triagem e a análise dos currículos recebidos para, em seguida, selecionar alguns para uma entrevista técnica, conduzida por uma equipe específica entre os dias 3 e 5 de dezembro de 2018.

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FOTO: Pré-temporada no ABC é iniciada com avaliação e treino físico

Foto: Andrei Torres / ABC F.C.

A temporada 2019 começou nesta segunda-feira (3) para o ABC. O grupo alvinegro se apresentou no turno da manhã, no CT Alberi Ferreira de Matos, conversou com o presidente eleito, Fernando Suassuna, o vice-presidente, Bira Marques, o presidente em exercício, Paulo Tarcísio, e com a comissão técnica, e na sequência iniciaram as atividades.

Ao todo, 17 jogadores participaram da movimentação. Estão presentes: os goleiros Edson e Saulo, o lateral Ivan, os zagueiros Henrique, Vinicius, Maurício e Yan, os volantes Felipe Guedes, Anderson Pedra, Joílson e Adrian, os meias Xavier e Kaká e os atacantes Rodrigo Rodrigues, Neto, Eder e Anderson.

Os atletas seguiram para o CTFIS-ABC José Prudêncio Sobrinho, onde realizaram uma avaliação antropométrica, seguido de uma atividade para prevenção de lesões musculares, exercícios funcionais e de força geral.

Com informações do site do ABC

STTU proíbe estacionamento de veículos na Avenida dos Pinheiras, em Neópolis, e multas sem aviso prévio revoltam

O especialista em Trânsito e ex – Diretor de Fiscalização de Trânsito de Natal, Kennedy Diniz, informa em suas redes sociais que a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) começou nesta segunda-feira(03) um trabalho de fiscalização na Avenida dos Pinheirais, no bairro de Neópolis, na Zona Sul de Natal, já multando veículos estacionados na via.

Local de diversos comércios, a população se revoltou com a fiscalização no local, sem aviso prévio, ou qualquer tipo de campanha informativa ou de educação.

Do blog:

Até então, agentes da STTU só eram vistos com trabalho de fiscalização em dia de missa de Cura e Libertação, realizada uma vez ao mês na Paróquia Nossa Senhora Aparecida.

Os moradores e frequentadores do bairro merecem o mínimo de consideração.

Fonte: Blog do BG

Por G1 RN

 


Árvore de Natal de Mirassol é acesa na Zona Sul de Natal — Foto: Klenyo Galvão/Inter TV Cabugi

Árvore de Natal de Mirassol é acesa na Zona Sul de Natal — Foto: Klenyo Galvão/Inter TV Cabugi

A Árvore de Mirassol, na Zona Sul de Natal, foi acesa para a população nesta segunda-feira (3), por volta das às 19 horas. Com 112 metros de altura, o monumento está diferente dos anos anteriores. Além de possuir o tradicional pisca-pisca, sua extensão terá enfeites nos formatos de sol, lua e estrelas, além de um efeito de chama, na base da árvore.

A estrutura tem cerca de 1,5 milhão de lâmpadas de LED. Serão instalados também 116 enfeites, com formatos de sol, lua e estrelas, e 320 estrobos. Logo após o acendimento da árvore, aconteceu a apresentação do espetáculo “Um Presente de Natal”, que também será encenado na terça (4) e sexta (7).

Completando 21 anos, o espetáculo neste ano trabalha “a necessidade de nunca deixar de ouvir a criança que existe em nós”. Com música de Danilo Guanais, o espetáculo com direção de Diana Fontes e Bianca Dore tem mais 40 pessoas no elenco.

Fonte: G1RN

Por G1 RN

 

O governador Robinson Faria foi condenado a pagar multa de R$ 7.500 por conduta vedada durante as eleições 2018. A condenação se deu por causa da instalação de nove outdoors institucionais do Governo do RN no período eleitoral.

No dia 3 de setembro o Ministério Público Eleitoral ajuizou uma representação contra o então candidato à reeleição, governador Robinson Mesquita de Faria (PSD), além do candidato a vice, Sebastião Filgueira do Couto, e o próprio Estado, por causa da instalação dos outdoors no anel viário que dá acesso ao aeroporto de São Gonçalo do Amarante.

De acordo com o Ministério Público Eleitoral, os outdoors desrespeitam o período vedado para propaganda institucional e exaltam o atual governo.

Na sessão desta segunda-feira (3), a corte eleitoral julgou a atitude como irregular e finalizou a análise do caso atribuindo a penalidade de multa no valor de R$ 7.500 a Robinson Faria. O candidato a vice, Sebastião Filgueira do Couto, e o Estado não foram responsabilizados no julgamento.

Robinson Faria é condenado por conduta vedada durante as eleições 2018 — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Robinson Faria é condenado por conduta vedada durante as eleições 2018 — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Fonte: G1RN

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