ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSA QUINTA-FEIRA

Quinta-feira, 29 de novembro

Por G1

 

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB)(d), que foi preso na manhã desta quinta-feira, 29, em mais uma etapa da Operação Lava Jato, chega a Niterói, onde ficará preso em uma sala especial no Batalhão Especial Prisional — Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB)(d), que foi preso na manhã desta quinta-feira, 29, em mais uma etapa da Operação Lava Jato, chega a Niterói, onde ficará preso em uma sala especial no Batalhão Especial Prisional — Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

O quarto governador do RJ preso, o 1º durante o mandato. Luiz Fernando Pezão é suspeito de dar continuidade ao esquema de corrupção do antecessor, Sérgio Cabral, e acumular uma fortuna de R$ 40 milhões em propina. Em São Paulo, uma das maiores companhias de infraestrutura da América Latina cita caixa 2 nas campanhas de ex-governadores paulistas. O ex-ministro Antonio Palocci deixa a cadeia após mais de 2 anos e vai para prisão domiciliar. Nos EUA, o ex-assessor de Trump admite que mentiu ao Congresso. E na Argentina, as últimas movimentações antes do início da cúpula do G20, amanhã em Buenos Aires. O que foi notícia nesta quinta-feira:

INTERNACIONAIS

Encontro de líderes na Argentina

Mauricio Macri e Emmanuel Macron se cumprimentam em entrevista coletiva em Buenos Aires — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

Mauricio Macri e Emmanuel Macron se cumprimentam em entrevista coletiva em Buenos Aires — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

A cúpula do G20 começa amanhã em Buenos Aires, na Argentina, e será palco de discussões importantes. Após o encontro com o presidente francês Emmanuel Macron, o argentino Mauricio Macri disse que o G20 pode discutir acusação contra o príncipa saudita Mohammed bin Salman de envolvimento com o assassinato do jornalista saudita Khashoggi em outubro.

Macron ainda disse que não apoia negócios com países que não respeitam o Acordo de Paris, e citou o Brasil e as mudanças políticas no país. Jair Bolsonaro já disse que o Brasil pode abandonar o acordo e acaba de solicitar que o país não sedie, como estava previsto, a COP 25, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas em que se avançará na implementação do Acordo de Paris.

Já a reunião de Trump com Putin foi cancelada. O motivo, segundo o presidente norte-americano, é a continuidade da crise entre Rússia e Ucrânia na região da Crimeia. Pelo Twitter, Trump justificou o cancelamento porque os militares e os navios ucranianos ainda não foram soltos pela Rússia.

Estados Unidos

Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump, deixa corte em Nova York nesta quinta-feira (29) após declarar perante juiz que mentiu sobre projeto imobiliário na Rússia em depoimento ao Congresso americano em 2017 — Foto: Andrew Kelly/Reuters

Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump, deixa corte em Nova York nesta quinta-feira (29) após declarar perante juiz que mentiu sobre projeto imobiliário na Rússia em depoimento ao Congresso americano em 2017 — Foto: Andrew Kelly/Reuters

O ex-advogado de Trump, Michael Cohen, se declarou culpado por ter mentido ao Congresso dos EUA ao responder sobre investigações envolvendo a Rússia. Michael Cohen disse que enviou uma falsa declaração ao Congresso americano em 2017 sobre um projeto imobiliário de Trump em Moscou. Trump diz que ele está mentindo agora.

Fonte: G1

NACIONAIS

Pezão preso

O governador do RJ, Luiz Fernando Pezão, preso pela PF nesta quinta (29) — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O governador do RJ, Luiz Fernando Pezão, preso pela PF nesta quinta (29) — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Lava Jato prendeu o governador do RJ, Luiz Fernando Pezão. Ele é suspeito de participar do esquema de corrupção de Sérgio Cabral, de quem era vice, e depois montar a própria estrutura de cobrança de propina e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, empresas pagavam uma taxa de até 80% para Pezão no valor dos contratos. Entre 2007 e 2015, ele acumulou uma fortuna de quase R$ 40 milhões.

A procuradora-geral Raquel Dodge justificou a prisão preventiva de Pezão afirmando que o esquema de corrupção no RJ não acabou e que “lavagem de dinheiro ainda está em curso”.

ação da PF gerou buzinaço na Porta do Palácio Guanabara, foguetório e até bolo no Rio de Janeiro.

Servidores servem bolo na porta da Alerj após prisão de Pezão — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1; Cristina Boeckel/G1

Servidores servem bolo na porta da Alerj após prisão de Pezão — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1; Cristina Boeckel/G1

Com a detenção, o vice Francisco Dornelles assume o cargo. Em entrevista, ele afirmou que a operação o surpreendeu: “É um violência contra Pezão. Foi uma surpresa”.

O governador eleito do RJ, Wilson Witzel diz que a transição não será afetada. Ele fez a primeira reunião de trabalho com a equipe de Pezão há cerca de dois dias.

Desde 1998, todos os governadores do RJ foram ou estão presos em algum momento. Garotinho, Rosinha Garotinho e Cabral foram alvos de investigação. Pezão, porém, é o 1º a ser preso durante o mandato.

selo governadores presos no RJ — Foto: Arte G1

selo governadores presos no RJ — Foto: Arte G1

Elogios à Lava Jato

No dia em que Pezão foi preso pela Lava Jato, o presidente eleito Jair Bolsonaro elogiou a operação no Twitter.

“Os que hoje se colocam contra ou relativizam a Lava Jato, estão também contra o Brasil e os brasileiros. Todo apoio à operação que está tirando o país das mãos dos que estavam destruindo-o!”

Encontro em casa

Bolsonaro recebeu Bolton em sua casa, na Barra da Tijuca (RJ)

Bolsonaro recebeu Bolton em sua casa, na Barra da Tijuca (RJ)

Pela manhã, Bolsonaro tomou café da manhã em sua casa com o assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton. Ele chegou a bater continência na chegada da autoridade norte-americana ao cumprimentá-lo. Na reunião, foram discutidos os comércios entre os dois países, além da situação da Venezuela e relações com a China.

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Superministério da Economia

Os futuros secretários Marcos Cintra (esq) e Marcos Troyjo, da Receita e do Comércio Exterior, respectivamente — Foto: Wilson Dias, Agência Brasil, e reprodução Fecomércio

Os futuros secretários Marcos Cintra (esq) e Marcos Troyjo, da Receita e do Comércio Exterior, respectivamente — Foto: Wilson Dias, Agência Brasil, e reprodução Fecomércio

O ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes, anunciou dois novos nomes para secretarias que estarão subordinadas à superpasta. O economista Marcos Cintra comandará a Secretaria Especial da Receita Federal e de Previdência. Já o também economista, diplomata e cientista político Marcos Troyjo será responsável pela Secretaria Especial de Comécio Exterior e Assuntos Internacionais.

Suspeita de caixa 2 em São Paulo

esquema CCR — Foto: Alexandre Mauro/G1

esquema CCR — Foto: Alexandre Mauro/G1

O grupo CCR, uma das maiores companhias de infraestrutura da América Latina que tem concessões de rodovias em São Paulo, fechou um acordo milionário com o Ministério Público Estadual. Executivos da empresa admitiram que pagaram caixa 2 para campanhas de Alckmin, Serra e mais 13. A empresa movimentou R$ 44,6 milhões em pagamentos ilegais, segundo o MP.

Palocci deixa a cadeia

Palocci estava preso desde 2016 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Palocci estava preso desde 2016 — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

O ex-ministro Antonio Palocci deixou a sede da PF em Curitiba, onde estava preso há 2 anos, para começar a cumprir pena em casa. A primeira parada de Palocci foi a Justiça Federal, onde colocou tornozeleira eletrônica. Não está claro ainda para onde ele vai. O último endereço informado por ele à Justiça foi na cidade de São Paulo. O benefício foi concedido ontem pelo TRF-4 porque Palocci fechou delação premiada na Lava Jato.

Perdão de pena

Ministros do STF no plenário do tribunal durante a sessão desta quinta-feira (29) — Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Ministros do STF no plenário do tribunal durante a sessão desta quinta-feira (29) — Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

A maioria dos ministros do STF votou por validar o indulto natalino editado pelo presidente Temer, mas o ministro Luiz Fux pediu vista e o julgamento foi paralisado. Enquanto discussão não é retomada, vale decisão de Barroso que alterou decreto e endureceu regras para concessão do perdão de pena a condenados.

Também teve isso…

Selo desemprego — Foto: Infografia: Karina Almeida/Editoria de Arte G1

Selo desemprego — Foto: Infografia: Karina Almeida/Editoria de Arte G1

A taxa de desemprego teve sua 7ª queda seguida, mas ainda atinge 12,4 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Queda da taxa se deve ao aumento de trabalho informal ou por conta própria.

Sabrina Sato e Duda Nagle — Foto: Reprodução/Instagram

Sabrina Sato e Duda Nagle — Foto: Reprodução/Instagram

Fonte: G1

Raquel diz que Lula ‘não é perseguido político’ e pede ao Supremo rejeição de pedido de liberdade

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Em parecer enviado ao ministro Edson Fachin, responsável pelos casos relacionados à Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitou que a Segunda Turma da Corte rejeite o pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A análise do habeas corpus do petista está marcada para a próxima terça-feira, 4 de dezembro.

No documento de 35 páginas em que se manifesta pela rejeição do pedido de liberdade de Lula e de suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, Raquel Dodge escreve que o fato de a condenação de 1ª instância, seguida da prisão provisória e da inelegibilidade de Lula, terem sido confirmadas sucessivas vezes por inúmeras instâncias judiciais “apresenta-se como elemento objetivo robusto a demonstrar que ele não é um perseguido político, mas, sim, um cidadão que está sendo, justamente, repreendido pelo Estado, em razão dos crimes que praticou.”

A defesa de Lula entrou com um novo habeas corpus no STF no início de novembro, depois que Moro aceitou convite para ser ministro da pasta da Justiça e Segurança Pública no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Para Raquel Dodge, é “absolutamente impróprio” que o ex-presidente, “inconformado com as decisões proferidas ao longo dos mencionados incidentes processuais”, resolva renovar a discussão sobre sua liberdade em mais um habeas corpus.

Os advogados pedem que seja reconhecida a suspeição do ex-juiz federal Sérgio Moro por suposta “perda da imparcialidade”, anulando-se todos os atos do então magistrado no caso do tríplex do Guarujá e em outras ações penais que miram o petista. Caso seja atendido, o pedido resultaria na liberdade do petista.

Para os advogados do ex-presidente, Moro agiu no caso de Lula “movido por interesses pessoais e estranhos à atividade jurisdicional, revelando, ainda, inimizade pessoal” com o ex-presidente. “Lula está sendo vítima de verdadeira caçada judicial entabulada por um agente togado que se utilizou indevidamente de expedientes jurídicos para perseguir politicamente um cidadão”, sustentam os defensores do petista.

Além de Edson Fachin, integram a Segunda Turma do Supremo os ministros Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e o decano do tribunal, ministro Celso de Mello.

No documento, a procuradora-geral diz que desde que passou a ser processado na ação penal que levou à sua condenação, o petista “vem insistentemente, não apenas nos autos, mas também na imprensa e até mesmo perante a Organização das Nações Unidas, defendendo ser vítima de perseguição política e de guerra jurídica por parte do então juiz titular da 13ª Vara da SJ/PR, Sérgio Moro”.

Na avaliação de Raquel Dodge, a prisão provisória e a inelegibilidade do ex-presidente resultaram de procedimentos judiciais em que foram asseguradas todas as garantias constitucionais, em especial o direito à ampla defesa e ao contraditório, tendo sido confirmadas por mais de uma instância. Segundo ela, foram conferidas a Lula todas as oportunidades previstas no ordenamento jurídico para impugnar as decisões proferidas contra ele.

“A hipótese defensiva levantada por Luiz Inácio Lula da Silva, ao fim e ao cabo, busca desqualificar não apenas a atuação do então juiz titular da 13ª Vara da SJ/PR, mas de quase todas as instituições jurisdicionais do país.”

No pedido de liberdade feito ao Supremo, a defesa de Lula sustenta que uma semana antes do primeiro turno das eleições, Moro, de ofício, levantou sigilo de parte da delação premiada de Antônio Palocci com o objetivo de prejudicar Lula e favorecer seus concorrentes. Para Raquel Dodge, no entanto, a decisão de Moro está em conformidade com os poderes instrutórios conferidos ao juiz pelo ordenamento jurídico.

“Mais uma vez, o ato apontado pelos impetrantes como indiciário de perseguição ao ex-presidente não passou de um ato judicial comum praticado com base nos poderes instrutórios do magistrado, devidamente justificado segundo a convicção do julgador”, escreveu Raquel Dodge.

A defesa de Lula alega ainda que a aceitação por Moro para ocupar o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro é um indicativo que comprovaria a tese de que ele, quando magistrado, agiu com o intuito de afastar Lula das eleições presidenciais e beneficiar o capitão reformado.

“Mais uma vez, os impetrantes fazem ilações infundadas, as quais não podem justificar o reconhecimento da suspeição de Sérgio Moro e a nulidade integral da ação penal”, escreveu Raquel. A procuradora-geral diz que impossibilidade de Lula de concorrer na eleição deste ano foi motivada pela condenação confirmada em diversas instâncias judiciais. “Diversamente do que sustentam os impetrantes, trata-se de condenação robusta, fruto de processo em que asseguradas todas as garantias constitucionais e legais, e não um ato de perseguição.”

Raquel Dodge diz ainda que a sentença proferida por Moro na ação penal que condenou Lula é de julho 2017, quase um ano antes de o petista e o presidente eleito Jair Bolsonaro se lançarem como candidatos. “Ademais, quando proferiu a sentença acima mencionada, por óbvio, Sérgio Moro não poderia imaginar que, mais de um ano depois, seria chamado para ser Ministro da Justiça do Presidente eleito. A aceitação de tal convite, sendo uma opção de vida legítima de um cidadão livre, não tem o condão de ultrapassar a estrita esfera pessoal do magistrado e, por si só, lançar dúvidas sobre a sua retidão e imparcialidade na condução da ação penal”.

Estadão Conteúdo

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BALANÇO: Em duas décadas, os quatro governadores eleitos do Rio foram presos

A prisão do governador Luiz Fernando Pezão dá continuidade a uma marca infeliz na história política do Rio. Desde 1998, foram presos todos os governadores eleitos para comandar o estado : Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral e, agora, Pezão. Assim como todos os presidentes da Assembleia Legislativa de 1995 a 2017 – Sérgio Cabral, Jorge Picciani e Paulo Melo -, 10 dos 70 deputados estaduais, 5 dos 6 conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, além do ex-procurador-geral do Ministério Público Estadual, Cláudio Lopes.

Eleito para governar o Rio em 1999, Garotinho foi detido em novembro do ano passado, junto com a mulher, Rosinha Matheus . Eles foram acusados de integrar uma organização criminosa que arrecadava recursos de forma ilícita com empresários. O objetivo da quadrilha, segundo as investigações, era financiar as próprias campanhas eleitorais e a de aliados, inclusive mediante extorsão. Rosinha deixou a cadeia no mesmo mês, e Garotinho saiu logo em seguida, em dezembro de 2017.

Este ano, Garotinho ainda tentou se candidatar ao governo do estado, mas o pedido de registro foi indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral ( TRE-RJ ). A decisão teve como base a sentença da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio que, em julho, o condenou por improbidade administrativa em um processo no qual é acusado de envolvimento em um esquema que desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde. O caso aconteceu quando Garotinho foi secretário de estado de Governo na gestão da mulher, entre os anos de 2005 e 2006. Com a condenação em segunda instância, Garotinho foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Já Sérgio Cabral foi preso em novembro de 2016, acusado por investigadores da Operação Lava Jato, de ser o mandate do esquema criminoso, e nunca mais saiu da cadeia. As condenações por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas somam mais de 180 anos de prisão.

Cabral comandou o governo do Rio pela primeira vez em 2007, com o apoio de Garotinho. O Segundo mandato foi entre 2011 e 2014, quando renunciou ao cargo, assumido pelo então vice, Pezão.

O Globo

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LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES: Câmara garante gratuidade para idosos e mantém dupla função de motorista

A Câmara Municipal de Natal aprovou emendas da vereadora Ana Paula (PSDC) à lei da licitação dos transportes públicos de Nata, as propostas apresentadas pela vereadora aperfeiçoam o projeto e garante os direitos dos usuários do transporte coletivo de Natal.

Voltada ao idoso, a vereadora Ana Paula apresentou uma emenda que, para ter gratuidade da passagem, o idoso deverá ter apenas o RG em mãos para apresentar. A emenda foi contemplada na emenda da vereadora Natália Bonavides (PT) que versava o mesmo tema. “Essa emenda vai facilitar o acesso do idoso, pois, atualmente o idoso tem que ir à STTU confeccionar o cartão”, defendeu a parlamentar.

Relativa ao usuário, a vereadora Ana Paula, aprovou uma emenda que obriga a comunicação, com antecedência mínima de um mês aos usuários sobre a mudança de itinerários, unificação de rotas e horários das suas respectivas frotas, salvo alterações provocadas por situações de emergência e/ou imprevistas.

Outra emenda garante que as empresas de ônibus não poderão encerrar a rota, para recolhimento da frota, antes de concluir o itinerário. Fica os ônibus obrigados cumprir todo o trajeto. “Muitos usuários reclamam que os ônibus encerram o itinerário sem concluir o trajeto”, disse a vereadora.

Dupla função

A vereadora Ana Paula apresentou proposta para acabar com a dupla função, onde o motorista também faz a função de cobrador. Ana Paula defendeu a emenda apresentando que o exercício da dupla função que o motorista é submetido a cumprir também o papel de cobrador contribui para insegurança do passageiro, a falta de atenção no trânsito e para o aumento do lucro dos empresários. A medida foi rejeitada por 13 x 10.
Os seguintes vereadores foram favoráveis ao fim da dupla função: Ana Paula (PSDC); Raniere Barbosa (Avante); Dinarte Torres (PMB); Ary Gomes (PDT); Eleika Bezerra (PSL); Fernando Lucena (PT); Franklin Capistrano (PSB); Júlia Arruda (PDT); Natália Bonavides (PT) e Sandro Pimentel (PSOL).

Está de acordo com o exercício da dupla função de motorista e cobrador os vereadores Felipe Alves (MDB); Kléber Fernandes (PDT); Nina Souza (PDT); Dickson Júnior (PSDB); Sueldo Medeiros (PHS); Ney Lopes Jr. (PSD), Ériko Jácome (PODEMOS); Bispo Francisco de Assis (PRB); Chagas Catarino (PDT); Klaus Araújo (SDD); Paulinho Freire (PSDB); Preto Aquino (Patriota) e Robson Carvalho (PMB).

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“Fora Bolsonaro’ é uma bobagem”, diz presidente do PT fluminense

O PT esteve no poder durante 13 anos, foi ferido pela corrupção no escândalo do mensalão e atingido de forma quase letal pela Operação Lava Jato, que levou o ex-presidente Lula e outros dirigentes à prisão. Há dois meses, o partido foi derrotado nas urnas por Jair Bolsonaro, teve sua bancada no Congresso reduzida a quase metade desde 2002 e a grande massa de seu eleitorado ficou confinada no nordeste do país. Lideranças petistas apontam uma imaginária conspiração planetária como responsável por esse resultado. Mas há quem discorde. Presidente do PT do Rio de Janeiro, Washington Quaquá está preparando um documento em que pedirá à direção nacional do partido que reconheça seus erros e se desculpe com os brasileiros. Segundo ele, o primeiro grande erro foi a escolha de Dilma Rousseff para suceder Lula — culpa do ex-presidente. O segundo grande erro foi abandonar a aliança com os partidos de centro, como o MDB, o PTB, o PP e outros — culpa de Dilma Rousseff. E o terceiro erro foi a corrupção, ou melhor, a rendição do PT às “regras” do jogo eleitorais.

Quaquá, como a maioria dos petistas, nunca usa a palavra corrupção para definir o crime que levou o PT ao inferno. O que a Lava Jato descobriu — um esquema que desviou dos cofres públicos algo que pode chegar a 42 bilhões de reais — é simplificado pelo dirigente como um mero caso de caixa 2. E, nesse quesito, não há inocentes. Há outros dois pontos do documento que devem provocar muita controvérsia dentro do partido. O dirigente fluminense defende que o PT mude a orientação em relação ao governo de Jair Bolsonaro. Ao contrário de fazer oposição sistemática, o partido deveria fazer uma “oposição democrática da defesa de direitos”. E para pacificar o país, segundo ele, os políticos deveriam buscar uma alternativa negociada que permitisse a libertação do ex-presidente Lula e seu exílio no exterior. Na terça-feira 27, Quaquá, que se elegeu deputado federal, soube que não assumirá o mandato. O Tribunal Superior Eleitoral decidiu que ele era inelegível, depois de ser condenado pela Justiça por improbidade administrativa. Eis os principais trechos da entrevista.

O senhor decidiu afrontar a direção nacional do PT, que é contra qualquer tipo de autocrítica? Somos um partido popular, não podemos nos isolar e eu tenho o direito de discordar. Desde o governo Dilma, resolvemos restringir as alianças e deixamos de fazer interlocução com as forças concretas da sociedade, como militares, judiciário, empresários e religiosos. A verdade é libertadora e é um valor essencial para a esquerda e para o cristianismo. O PT errou e muito e tem que fazer as autocríticas publicamente.

E quais foram esses erros? A Dilma foi um erro. Escolher uma pessoa que nunca fez política eleitoral foi um erro. Foi um erro do Lula. As pessoas erram. E ele errou. A reeleição dela foi um erro muito maior. Dilma forçou a barra. Havia um movimento para que Lula voltasse. O próprio Lula, num determinado momento, ficou ali esperando o gesto de Dilma, até o instante em que ela foi categórica ao dizer que seria candidata. E esse erro foi mortal.

A culpa pela derrocada do PT então foi toda da ex-presidente Dilma? Ela e os erros dela. Nós começamos a ser derrotados na medida em que a Dilma abandonou a nossa política de alianças e decidiu restringi-la à esquerda, maltratando a base de centro, que foi o motivo da eleição de Lula. Ela tem um espírito autoritário — e era incompetente, fez políticas muito regressivas e não precisava.

E os escândalos de corrupção não entram nessa autocrítica? Não tenho problema em admitir que entramos no financiamento privado. Era o que tinha, era o válido no sistema e nós disputamos eleições dentro do sistema. O que houve foi caixa 2. Era a assim o financiamento eleitoral no Brasil, mas só o PT pagou por isso. O mensalão sempre existiu. É o que, agora, está ocorrendo no governo Bolsonaro — troca de cargos por apoio parlamentar.

O mensalão e a Lava Jato flagraram petistas em crime de corrupção, não apenas de caixa 2. Repito: houve, sim, caixa 2 para financiar partidos. Sobre a Lava Jato, a sociedade brasileira parece esquizofrênica. Pode até ter havido corrupção em alguns casos. Mas houve muito linchamento público e condenação sem provas.

O mea-culpa incluiu a defesa da inocência do ex-presidente Lula? Ele é uma pessoa de 76 anos que quer provar sua inocência. Defendo que se vá ao Congresso Nacional, que se negocie com o Supremo, com as forças da economia, da política. Precisamos fazer a recomposição da democracia no Brasil. E não há recomposição com Lula preso sem prova. É preciso negociar, talvez, um exílio no exterior. Antes da condenação, vários companheiros sugeriram que ele pedisse asilo em outro país. Ele nunca aceitou.

Qual é o futuro do PT? A eleição não foi esse desastre que muitos dizem. Nós temos o maior líder popular da história do Brasil. Mas, agora, criamos uma segunda figura, que não é do tamanho do Lula, mas representa a nossa luta política que é o Fernando Haddad. A grande vitória foi a consolidação do Haddad como liderança nacional. Ele saiu como o grande fruto do lulismo.

O TSE anulou sua eleição por causa de um processo de improbidade administrativa. O senhor é corrupto? De forma alguma. Eu não tive enriquecimento ilícito. Fui condenado única e exclusivamente por ter dado gratificação salarial a servidores públicos que trabalhavam. Depois dessa condenação, não tenho pretensões políticas e não preciso puxar saco de ninguém, por isso, falo o que penso.

Como o senhor acha que o PT deve se comportar diante do governo Bolsonaro? O PT tem de assumir como luta a democracia liberal, os preceitos do liberalismo e a defesa dos direitos fundamentais. Temos que fazer uma mea-culpa de nossa história de gritar “fora seja-lá-quem-for” e pedir impeachment de presidentes. Nós temos que deixar Jair Bolsonaro governar até o fim. Não podemos mais ser sócios de impeachment neste país. Gritar “Fora Bolsonaro” é uma bobagem.

Essas críticas que o senhor faz ao partido, ao que parece, não encontram eco na direção nacional. A Gleisi é um grande quadro político, conduziu bem o PT no período de luta contra o golpe, mas a vida segue e quem tem que fazer isso agora é o Haddad. Quem saiu da urna legitimado para ser o interlocutor do PT é o Fernando Haddad.

Veja

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Futebol concentra 90% dos casos de discriminação no esporte

Em estádios e quadras de todo o país, ao menos 69 profissionais da cadeia esportiva foram alvo de discriminação racial, LGBTIfobia, machismo e xenofobia em 2017. Também no ano passado, oito atletas brasileiros passaram por algum tipo de hostilidade ao participar de competições no exterior.

Estes dados constam do Relatório Anual da Discriminação Racial no Futebol, fruto de uma parceria entre pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e o Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Elaborado com base em reportagens da imprensa nacional e internacional – às vezes enviadas pelas redes sociais por colaboradores voluntários –-, o documento, que está na quarta edição, está sendo lançado oficialmente hoje (29), em Porto Alegre.

Para Marcelo Carvalho, criador do observatório, as conclusões do estudo tiram o campo de futebol do pódio de espaços que disseminam a tolerância, já que este se destacou como o principal cenário das segregações, vinculando-se a 61 (88,4%) dos casos detectados no Brasil.

Foi por desconfiar de que o respeito à diversidade existe, muitas vezes, somente no plano da aparência que o administrador de empresas decidiu investigar a fundo a questão. “O que me chamou a atenção foi a falácia de que o futebol é o espaço mais democrático da sociedade brasileira, onde brancos e negros têm as mesmas oportunidades. Parando para analisar, vi que não é verdade, porque dentro dos clubes não tem negros como técnicos, nem em cargos de comando”, afirmou.

Segundo Carvalho, a alta incidência de atos discriminatórios no futebol talvez se explique pela ampla cobertura midiática reservada a esta modalidade esportiva. Reconhecendo que isso pode se refletir nos resultados do levantamento, já que a metodologia dos pesquisadores abrange a análise de notícias, ele diz que há um ponto positivo na atenção despendida ao futebol. “Fala-se, em 95% do tempo, sobre futebol. Por causa do status que tem, tanto de mídia como econômico. E acaba que ele é mais vigiado,”

De acordo com o relatório, 43 das ocorrências em estádios nacionais envolviam racismo ou injúria racial; 10 a LGBTfobia; cinco reproduziam comportamentos machistas e três tinham como pano de fundo a xenofobia. Vinte e nove crimes relativos ocorreram em estádios, 11 na internet e três em outros espaços.

Agência Brasil

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Prisão do governador Pezão é algo “perfeitamente normal”, diz Moro

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasi

O futuro ministro da Justiça do governo de Bolsonaro, Sergio Moro, elogiou nesta quinta-feira (29) o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Félix Fischer, que expediu mandado de prisão ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB). As investigações e a operação desta quinta, denominada Boca de Lobo, que culminaram na prisão, fazem parte da Operação Lava Jato.Como a prisão é preventiva, Pezão deve ficar detido por tempo indeterminado. Ele é investigado pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção. De acordo com as investigações, Pezão teria recebido mais de R$ 25 milhões (R$ 39,1 milhões em valores atualizados) entre 2007 e 2015. Fischer é relator do caso na Corte.

“Isso é uma questão que foi decidida aí pela Justiça, o ministro Félix Fischer, grande ministro. Tem todos os meus elogios e os reconhecimentos de outras pessoas. Mas é um assunto relativo à Justiça, algo perfeitamente normal”, afirmou Moro após ser questionado por jornalistas sobre a prisão de Pezão.

Até 16 de novembro deste ano, Moro era o juiz federal responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância no Paraná. Ele pediu exoneração do cargo após ser convidado por Bolsonaro a ser ministro da Justiça.

Moro vem se reunindo com o atual diretor da Polícia Federal, Rogério Galloro, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde a equipe de transição de governo trabalha até a posse presidencial, em 1º de janeiro de 2019. Hoje sob a alçada do Ministério da Segurança Pública, a PF voltará a se reportar à pasta da Justiça. Nesta quinta, questionado se pretende nomear Galloro como chefe de algum departamento no ministério, Moro falou ser uma “possibilidade abstrata”.

Ele também disse ser normal conversar constantemente com Galloro, pois precisa se inteirar da organização da polícia para assumir com todos os conhecimentos necessários.

Indagado se gostaria de contar com um departamento ou secretaria dentro do ministério voltado ao combate à corrupção, Moro afirmou haver limitação de cargos e de orçamento, sem grandes margens de manobra para criar uma nova subpasta. No entanto, ressaltou haver estruturas que já trabalham no tema, como o laboratório de combate à lavagem de dinheiro, e que o departamento de operações integradas irá prestar auxílio nestas ações.

Estadão Conteúdo

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Aldemir Freire será o nome para a Secretaria de Planejamento

O economista Aldemir Freire será responsável por conduzir na gestão de Fátima Bezerra uma das pastas mais importantes do Estado, a Secretaria de Planejamento (Seplan), conforme apurou o BlogdoBG

Economista formado pela Uninversidade do Estado do Rio Grande do Norte, Freire fez carreira no IBGE.

É figura conhecida no debate público pela contribuição municiada de estatísticas para embasar seus posicionamentos.

Ele já vinha colaborando com Fátima ao longo da transição governamental e agora vai ser confirmado como chefe da pasta responsável por gerir os planos estratégicos do Rio Grande do Norte, sobretudo no tocante às finanças públicas.

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Fátima anuncia Getúlio Marques como novo secretário de Educação

A governadora eleita do Rio Grande do Norte, senadora Fátima Bezerra, anunciou nesta quinta-feira (29) o nome do futuro secretário de Educação do Estado: Getúlio Marques Ferreira. O BLOGDOBG havia antecipado pela manhã que ele seria anunciado hoje.0

O professor aposentado pelo Instituto Federal do RN (IFRN) é o idealizador do programa de expansão da educação tecnológica instituído no Brasil pelo Governo Lula, por meio de emenda ao Plano Plurianual (PPA) da então deputada federal Fátima Bezerra.

Fátima destacou que a experiência e sensibilidade social do professor Getúlio, já demonstradas nos exercícios de suas funções, contribuirão para o novo rumo da educação que se pretende implantar no Estado, com inclusão e oportunidades. “Será essencial na conquista do sonho de termos mais creches, mais educação de tempo integral. Pela reestruturação do ensino médio com ensino técnico e profissionalizante. Na luta incansável pelo novo Fundeb, para que os estados e municípios, especialmente do Nordeste e do Norte, possam cumprir com as metas de expansão, fortalecimento e melhoria da qualidade da educação no nosso estado. Pelo fortalecimento da Uern e pela valorização dos nossos professores“, assinalou a governadora eleita, ao falar sobre o futuro auxiliar.

Getúlio Marques destacou que os indicadores educacionais põem o estado em uma posição desconfortável em nível nacional e na região Nordeste, mas disse que a equipe da governadora eleita está preparada para enfrentar este desafio de reverter esta situação e melhorar a qualidade da educação no Rio Grande do Norte. “Buscaremos parcerias com as instituições de educação, com as federações e sociedade civil organizada. A integração da educação, cultura e esporte com a ciência e tecnologia, as políticas educacionais voltadas para a inclusão, diversidade e apoio às classes mais vulneráveis estarão presentes em nosso trabalho. O espaço de diálogo permanente com os profissionais da educação será fundamental para que, juntos, participemos de um processo de verdadeira revolução na educação do nosso Estado. É uma honra estar nessa equipe”, destacou o professor.

Perfil

Getúlio Marques Ferreira, professor aposentado do IFRN, foi o coordenador do processo de concepção, criação e expansão dos Institutos federais em nível nacional. Ele trabalhou como Técnico e Engenheiro no Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE), foi diretor de Ensino e Diretor Geral do CEFET/RN, vice-presidente da AFURN e secretário Geral do SINTEST/RN. . No Ministério da Educação, foi coordenador de Orçamento e Planejamento, diretor da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e secretário adjunto da Secretaria de Ensino Tecnológico (SETEC/MEC). É engenheiro, especialista em Engenharia de Sistemas e Mestre em Engenharia da Produção.

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Searh realiza leilões nesta sexta-feira em Natal para a venda de veículos, terreno e equipamentos

A Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos realiza dois leilões nesta sexta-feira (30), na Escola de Governo, no Centro Administrativo. No primeiro leilão, marcado para as 9h, em lote único, será leiloado um terreno localizado na Avenida Antônio Basílio, em Natal.

No segundo, marcado para as 10h, serão 162 lotes para a venda de carros, sucatas de veículos, motocicletas e equipamentos diversos (eletrônicos, móveis).

Os lances poderão ser realizados simultaneamente pela internet (para quem realizou o cadastramento prévio), no site de Leilões Araújo (realizador dos leilões), e presencialmente. Os editais e a composição dos lotes podem ser acessados no endereço eletrônico:http://www.leiloesaraujo.com.br/

Fonte: Blog do BG

Por G1 RN

 


Árvore de Mirassol, símbolo do Natal em Natal, tem 112 metros de altura — Foto: Bruno Andrade/BadroneRN

Árvore de Mirassol, símbolo do Natal em Natal, tem 112 metros de altura — Foto: Bruno Andrade/BadroneRN

A Árvore de Mirassol, na Zona Sul de Natal, será acesa para a população nesta segunda-feira (3), às 19 horas. Com 112 metros de altura, o monumento está diferente dos anos anteriores. Além de possuir o tradicional pisca-pisca, sua extensão terá enfeites nos formatos de sol, lua e estrelas, além de um efeito de chama, na base da árvore.

A estrutura tem cerca de 1,5 milhão de lâmpadas de LED. Serão instalados também 116 enfeites, com formatos de sol, lua e estrelas, e 320 estrobos. Logo após o acendimento da árvore, acontecerá a apresentação do espetáculo “Um Presente de Natal”

A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) instalará ainda, na ‘Praça da Árvore’, a casinha do Papai Noel, que este ano terá os moldes das construções europeias, um túnel luminoso e a feira de artesanato, e tenda gastronômica, que ficarão à disposição do público para visitação todas as noites até o dia 6 de janeiro.

Além disso, a cidade será contemplada em todas as regiões com uma decoração especial. Adornos natalinos estão sendo instalados pela Prefeitura de Natal nas ruas e avenidas, no Pórtico dos Reis Magos, Palácio Felipe Camarão, Catedral Metropolitana. Há decoração nas avenidas Itapetinga, Hermes da Fonseca, Alexandrino de Alencar, Engenheiro Roberto Freire, BR-101 Sul e nas ruas de Cidade Alta. Nesta semana, a empresa responsável pela instalação do acervo natalino estará nas regiões Norte, Sul e Leste.

O projeto de decoração da cidade prevê também a instalação de duas árvores de 30 metros de altura, localizadas no Ginásio Nélio Dias e no Parque dos Coqueiros, e outros quatro túneis luminosos em Areia Preta, Ponta Negra, Cidade Alta, Trapiche da Redinha.

Segundo a prefeitura, o custo máximo total previsto para a montagem e instalação de decoração natalina é de aproximadamente R$ 4,47 milhões. A verba destinada à decoração é “carimbada”, oriunda da Cosip, Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública, e voltada exclusivamente para serviços de iluminação pública.

Programação Cultural

Após o acendimento da árvore, acontecerá a apresentação do espetáculo “Um Presente de Natal”, que também será encenado na terça (4) e sexta (7). Completando 21 anos, o espetáculo neste ano trabalha “a necessidade de nunca deixar de ouvir a criança que existe em nós”.

Com música de Danilo Guanais, o espetáculo com direção de Diana Fontes e Bianca Dore tem mais 40 pessoas no elenco.

Por G1 RN

 

O maior evento da Polícia Judiciária do país acontece na cidade de Touros, no Resort Vila Galé, Litoral Norte potiguar, a partir desta quinta-feira (29) e segue até o domingo (2). O congresso traz o tema “Reforma do Sistema de Segurança Pública e de Justiça Criminal e o Papel das Polícias Judiciárias” e a expectativa é de que mais de 240 Delegados da Polícia Civil e Federal de todo o país compareçam.

O encontro recebe os palestrantes Ivana David (Desembargadora do TJSP), Henrique Hoffmann, (Delegado de Polícia Civil/PR e professor do CERS), João Campos (Deputado Federal, Delegado de Polícia/GO e relator do projeto do novo CPP), entre outros nomes.

De acordo com a organização, serão tratados assuntos como a reforma do Sistema de Segurança Pública e de Justiça Criminal, desmilitarização, ciclo completo de polícia e unificação das polícias civis e militares, além da reforma processual penal, procedimentos especiais de investigação e inteligência policial.

A Associação

A ADPJ é uma Associação Civil, sem fins lucrativos, e constitui-se como entidade de classe em âmbito nacional, congregando Delegados de polícia das Polícias Civil e Federal, para a defesa de suas prerrogativas, direitos, interesses e livre exercício do cargo. Atualmente, conta com mais de 10 mil associados, em mais de 15 Unidades Federativas.

Fonte: G1RN

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