ÚLTIMAS NOTÍCIAS DESSA QUINTA-FEIRA

Por G1

 

O TSE rejeitou a candidatura de Garotinho ao governo do RJ, e proibiu o ex-governador de votar. No Piauí, a PF faz buscas em endereços ligados ao senador Ciro Nogueira. A Petrobras fecha acordo bilionário com a Justiça norte-americana para encerrar as investigações envolvendo a empresa nos EUA. O indicado por Trump à Suprema Corte chora ao se explicar no Senado sobre as acusações de assédio sexual, e uma das supostas vítimas detalha as agressões. E os funcionários de um museu no Rio que foram alvo de racismo. O que foi notícia nesta quinta-feira:

NACIONAIS

Garotinho barrado

Garotinho no estúdio da CBN, no Rio — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Garotinho no estúdio da CBN, no Rio — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou a candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do RJ. A decisão tem efeito imediato e impede o ex-governador de fazer campanha. Os votos dados para Garotinho serão considerados nulos. Ele também está proibido de votar nestas eleições. O político diz que vai recorrer de decisão e que sua candidatura é ‘pedra no sapato’ no estado.

Eleições 2018

Manhã de votação fecha em Ponta Grossa sem problemas maiores com a biometria. É a primeira eleição com o sistema na cidade. — Foto: André Salamucha/RPC

Manhã de votação fecha em Ponta Grossa sem problemas maiores com a biometria. É a primeira eleição com o sistema na cidade. — Foto: André Salamucha/RPC

Mais de 3 milhões de brasileiros não poderão votar nas eleições de 2018 porque não fizeram o cadastramento biométrico e tiveram seus títulos eleitorais cancelados. Não sabe se perdeu o direito? Saiba como consultar a situação do seu título de eleitor.

Disputa eleitoral

Veja como foram as atividades de campanha dos candidatos à Presidência nesta quinta:

Mais eleições:

Petrobras

Fachada da sede da Petrobras no Rio de Janeiro — Foto: Agência Petrobras / Stéferson Faria

Fachada da sede da Petrobras no Rio de Janeiro — Foto: Agência Petrobras / Stéferson Faria

Petrobras anunciou que fechou um acordo nos EUA de cerca de R$ 3,6 bilhões para o encerramento das investigações relacionadas a irregularidades encontradas pela Lava Jato. Resolução também garante que a estatal não será mais processada pelos esquemas de desvios de recursos na empresa em território americano. 80% do valor deve ficar com autoridades brasileiras, segundo a empresa.

Ciro Nogueira

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) durante sessão em comissão do Senado em abril deste ano — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) durante sessão em comissão do Senado em abril deste ano — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Polícia Federal fez buscas em 2 endereços relacionados ao senador e presidente do PP Ciro Nogueira, no Piauí. Mandatos tomam como base inquérito que apura os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa supostamente praticados por empresários, políticos e doleiros. O senador tenta reeleição e criticou operação durante a campanha.

Recurso liberado

Ministro Ricardo Lewandowski durante sessão da 2ª turma do STF — Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Ministro Ricardo Lewandowski durante sessão da 2ª turma do STF — Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, liberou para julgamento em plenário um recurso de Lula contra a decisão que autorizou a prisão do ex-presidente. A decisão sai duas semanas após o ministro pedir mais tempo para analisar o caso. Agora cabe ao presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, marcar a data do julgamento. Lula foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês no caso do triplex do Guarujá (SP). A prisão foi autorizada em abril.

Morre Joaquim Roriz

Joaquim Roriz morre em Brasília

Joaquim Roriz morre em Brasília

ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz morreu aos 82 anos. Ele foi o político que por mais tempo governou a capital federal, por 4 mandatos. Em 2007, renunciou ao cargo de senador para evitar cassação ao ser acusado de receber R$ 2 milhões de empresário. Ele deixa a mulher, Weslian, três filhas – Jaqueline, Liliane e Wesliane – e quatro netos.

Indicado na berlinda

Christine Blasey Ford testemunha no Senado — Foto: Reuters/Win McNamee

Christine Blasey Ford testemunha no Senado — Foto: Reuters/Win McNamee

Uma das mulheres que acusa o juiz Brett Kavanaugh, indicado por Trump para assumir vaga na Suprema Corte, de assédio sexual prestou depoimento ao Senado americano. A professora Christine Blasey Ford deu detalhes do episódio, que classifica ter mudado sua vida “drasticamente”.

“Eu fui empurrada para a cama e Brett ficou em cima de mim. Ele começou a passar as mãos sobre o meu corpo e esfregar seu quadril em mim”, afirmou.

Na mesma audiência, Brett Kavanaugh afirmou que o processo para chegar à Suprema Corte virou ‘desgraça nacional’. Ele negou que estava na festa onde teria acontecido do caso e se diz inocente: “Meu nome foi destruído”. Kavanaugh desmentiu as acusações e se emocionou durante o depoimento.

Violência no Rio

Homem é morto na frente do filho em um bar, no Rio Comprido

Homem é morto na frente do filho em um bar, no Rio Comprido

Um pai foi assassinado em tentativa de assalto a um bar na Zona Norte do Rio, ao tentar proteger o filho de 10 anos. De acordo com a mãe, a criança brincava ao celular quando um ladrão exigiu o aparelho e o homem reagiu. Ela está grávida de dois meses, diz irmã da vítima.

Racismo no museu

Funcionários de museu no Rio são vítimas de racismo — Foto: Reprodução/TV Globo

Funcionários de museu no Rio são vítimas de racismo — Foto: Reprodução/TV Globo

Funcionários do Museu de Arte do Rio (MAR) vão processar um turista por atitude racista. O norte-americano foi preso após dizer que não queria ser atendido por negros.

“Eu o abordei, e ele disse ‘not black’ [‘preto, não’, na tradução] e se afastou”

Curtas e rápidas

Robert faz pose em praça da Tijuca — Foto: Reprodução

Robert faz pose em praça da Tijuca — Foto: Reprodução

Fonte: G1

Vai perguntar pro Mourão se ele abre mão do 13º dele, diz Haddad

O presidenciável Fernando Haddad (PT) aproveitou a agenda de campanha no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (27) para criticar declaração do general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice de Jair Bolsonaro (PSL), feita no mesmo estado no dia anterior, de que o 13º salário é uma “jabuticaba brasileira”, “uma mochila nas costas dos empresários” e “uma visão social com o chapéu dos outros”.

A declaração do general foi feita durante palestra em Uruguaiana. “Quando você abre a porteira da maldade, você não sabe onde o processo vai dar”, disse Haddad em Porto Alegre. “O Temer começou com a reforma trabalhista. Hoje o vice [de Bolsonaro] disse que talvez não seja uma boa ideia pagar o 13º salário. Vai perguntar para ele [Mourão] se ele abre mão do dele”.

Para o petista, declarações dessa natureza mostra que o grupo de Mourão está “com a cabeça no século 19”. “Mas abolimos a escravidão e eles não acordaram pra isso ainda. Nós abolimos a escravidão formalmente, mas queremos abolir a escravidão materialmente”.

A capital gaúcha foi a última das três cidades visitadas por Haddad —antes esteve em Caxias do Sul e Canoas. Depois de visita ao Mercado Público, Haddad encerrou sua fala ao público dizendo considerar uma injustiça a prisão do ex-presidente Lula. “Nós não vamos sossegar enquanto ele não tiver um julgamento justo”.

No início, Haddad ironizou o mercado. “Quando a ente subiu nas pesquisas, disseram que eu tinha de fazer um aceno para o mercado. Então eu resolvi vir aqui, olhar para esse mercado bonito que vocês têm aqui (Mercado Público de Porto Alegre), que é o único que eu conheço. O mercado é uma entidade abstrata, que aterroriza as pessoas, aterroriza os trabalhadores”.

Folhapress

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Geraldo Alckmin se intitula como “presidente da primeira infância”

Foto: André Lucas/ Estadão Conteúdo

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (27) falou de suas propostas para a educação. Reiterou a sua promessa de zerar a fila nas creches e disse que, se eleito, será o “presidente da primeira infância”.

“Quero ser o presidente da primeira infância. Vou priorizar a educação infantil é o ensino fundamental. Nossa meta é zerar falta de vaga na pré-escola para crianças de 4 e 5 anos de idade”, afirmou o tucano.

Ele ressaltou que o déficit de vagas hoje é de 400 mil e não deu prazo de quando a fila seria zerada. Disse apenas que seria “no menor tempo possível”.

“Hoje faltam 440 mil vagas. Nós vamos zerar isso no menor tempo possível. E de 0 a 3 anos de idade, que é a creche, nós vamos ampliar fazendo convenio com prefeituras. Educação infantil é responsabilidade do munícipio, mas o governo federal apoiará através do Fundeb e com entidades da sociedade civil”, disse.

Após o fim da cerimônia, Alckmin deixou o local e seguiu para outra agenda de campanha em Minas Gerais, prevista para o início da tarde desta quinta.

G1

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Com estagnação de Ciro, pedetistas discutem requisitos para apoio a Haddad

Com a dificuldade de Ciro Gomes de se viabilizar como uma “terceira via” na disputa presidencial, dirigentes e parlamentares do PDT começaram a avaliar requisitos para um eventual apoio do partido em um segundo turno à candidatura de Fernando Haddad, do PT.

A sigla ainda acredita em um crescimento do presidenciável pedetista na reta final da campanha eleitoral, mas integrantes do partido reconhecem, em caráter reservado, dificuldades dele conseguir ultrapassar em apenas dez dias o substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A avaliação da cúpula da legenda é de que a união dos dois partidos de esquerda é natural no segundo turno, mas que é necessário, pelo menos em um primeiro momento, adotar uma postura que imunize a legenda de críticas.

A ideia defendida é de que o PDT faça um anúncio de um apoio sem a imposição de condicionantes, como, por exemplo, a ocupação de cargos ministeriais em um eventual governo. A estratégia é tentar blindar a sigla de acusações de que ela atua por interesses fisiológicos.

O mesmo expediente foi adotado por Marina Silva em 2014, quando ela anunciou apoio a Aécio Neves, do PSDB, e disse que não estava fazendo “acordo ou aliança para governar”. No passado, Ciro já chamou o MDB de “monstro fisiológico”.

Apesar de não querer impor condições, integrantes da legenda esperam que os petistas façam acenos concretos em busca de um apoio, como por exemplo, a incorporação de promessas feitas pelo candidato do PDT, como o “SPCCiro”, programa de renegociação da dívida de cidadãos inadimplentes.

Eles também defendem, mas consideram improvável de que seja feito, um pedido público de desculpas dos petistas por terem atuado para isolar Ciro na disputa eleitoral. Sob orientação de Lula, o PT fechou acordos regionais com o PSB, evitando que ele anunciasse apoio ao PDT.

Resistência

Apesar da disposição do partido em apoiar Haddad, um acordo ainda enfrenta resistências entre alguns integrantes da sigla. Em conversas reservadas, a candidata a vice-presidente de Ciro, senadora Kátia Abreu (TO), tem dito que, em um segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, pretende ficar neutra.

O próprio Ciro disse, na semana passada, que “nem a pau” avalia apoiar a candidatura do petista em um eventual segundo turno, o que causou preocupação entre alguns aliados do ex-prefeito de São Paulo, que passaram a considerar maneiras de quebrar uma resistência.

Uma hipótese que tem sido avaliada, por exemplo, é de que Ciro ocupe um posto de conselheiro na campanha petista e que, caso Haddad seja eleito, receba um convite para assumir um cargo ministerial na futura gestão.

Apesar dos dois partidos estarem em conversas, com o objetivo de não fechar portas, o PT ainda não considera ser o momento de discutir um acordo com Ciro. O receio é de que uma abordagem prematura pode ser interpretada como um desrespeito à candidatura do pedetista.

A ideia é esperar o resultado de pesquisa Datafolha, que será divulgada nesta sexta-feira (28). Caso Ciro não apresente sinais de crescimento, os petistas avaliam procurar o entorno do candidato para tratar de um acordo para o segundo turno.

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Mais de 28 mil militares devem atuar nas eleições 2018

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 

O Ministério da Defesa confirmou que até o momento o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou o envio de militares das Forças Armadas para assegurar a Garantia da Votação e Apuração (GVA) e o apoio logístico em 598 localidades de 13 estados. Mais de 28 mil militares devem atuar nas eleições 2018.

Para as atividades relativas à votação e apuração serão atendidos os seguintes estados: Acre, 11 localidades; Maranhão, 72; Piauí, 122; Rio de Janeiro, 69; Amazonas, 26; Mato Grosso, 19; Mato Grosso do Sul, 4; Pará, 60; Rio Grande do Norte, 97; Tocantins, 12 e Ceará, 5.

O auxílio das Forças Armadas no apoio logístico é feito para o transporte de pessoal da Justiça Eleitoral e de urnas. Os militares desempenham essa tarefa acompanhados de pessoal da Justiça Eleitoral.

No total, ocorrerá em 101 localidades de cinco estados. No Acre, serão atendidas 41 localidades; no Amazonas, 25; no Amapá, 5; em Mato Grosso do Sul, 4 e em Roraima, 26.

Pedidos

As solicitações de apoio das Forças Armadas, quer seja para Garantia da Votação e Apuração (GVA) ou no transporte de pessoal e urnas, são formuladas pelos Tribunais Regionais Eleitorais ao TSE.

A GVA é uma atividade militar semelhante às missões de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). No entanto, a GVA é utilizada especificamente para manter a normalidade da segurança pública nos locais de votação e apuração, durante o pleito eleitoral, nas localidades onde o TSE requisitar.

Após a análise e deliberação do TSE, as demandas são repassadas ao Ministério da Defesa, órgão responsável pelo planejamento e execução das ações empreendidas pelas Forças Armadas.

Agência Brasil

 

Novo governo receberá BNDES ágil e com recursos em caixa, diz ministro

O próximo presidente da República receberá o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mais ágil e adequado às características atuais da economia. Segundo o presidente do banco, Dyogo Oliveira, a instituição vem passando por mudanças internas que ficarão como legado positivo ao novo governo.

“O BNDES estará, ao final deste ano, preparado para conviver com a nova realidade da economia brasileira. Uma economia que tem juros baixos e que está retomando o investimento. O BNDES está se preparando, inclusive internamente, com mudanças de processos, agilização das linhas de crédito, criação de vários novos produtos, mais adequados para cada tipo de empresa. Esse é o BNDES que será deixado de legado para o próximo presidente, com capacidade financeira, com recursos em caixa, com capacidade de emprestar e agilidade para fazer as suas operações”, disse Dyogo.

O ministro participou de evento, nesta quinta-feira (27), na sede do banco, no centro do Rio, quando foram anunciadas linhas de financiamento para energias renováveis, principalmente eólica e solar, no valor total de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 228 milhões provenientes do Fundo Nacional sobre Mudanças Climáticas.

Participaram do lançamento o presidente Michel Temer, os ministros do Meio Ambiente, Edson Duarte; do Planejamento, Esteves Pedro Colnago; e de Minas e Energia, Moreira Franco; além do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e do prefeito, Marcelo Crivella.

Em seu discurso, o presidente Temer ressaltou a importância da energia renovável para o país e citou avanços ambientais em seu governo. Ele lembrou também sua passagem pela Assembleia-Geral da ONU, no início da semana.

Agência Brasil

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Após vice chamar de ‘jabuticaba’ o 13º, Bolsonaro diz que só quem desconhece a Constituição critica benefício

Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣

@jairbolsonaro

O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa à quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição.

O candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta quinta-feira (27) em sua página no Twitter que só critica o 13º salário quem desconhece a Constituição. Ele ainda classificou a crítica ao 13º como uma “ofensa” a quem trabalha.

Em palestra nesta quarta (26) na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS), o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, defendeu pensamento liberal na economia e discursou contra fatores que, segundo ele, encarecem a contratação de mão de obra. Nessa fala, ele chamou o 13º de “jabuticaba”. No fim da tarde, divulgou nota na qual disse que teve a declaração intepretada de forma “equivocada” e de forma “descontextualizada” (leia mais abaixo).

“Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que são uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada 12, como é que nós pagamos 13? É complicado. E é o único lugar onde a pessoa entra em férias e ganha mais. É aqui no Brasil. Então, são coisas nossas. A legislação que está aí é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo”, afirmou.

Nesta quinta (27), Bolsonaro publicou no Twitter: “O 13° salário do trabalhador está previsto no art. 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição). Criticá-lo, além de uma ofensa a quem trabalha, confessa desconhecer a Constituição”.

Declaração ‘descontextualizada’

No final da tarde, a assessoria de Mourão divulgou nota na qual afirma que a declaração dele sobre o 13º salário foi “descontextualizada” ou “interpretada de forma equivocada”.

“O contexto foi em torno do planejamento gerencial necessário para que o 13º salário seja pago, ou seja, governos e empresários devem reservar, ao longo do ano, recursos de modo a fazer frente à despesa. Trata-se de um custo social, que faz parte do chamado custo Brasil”, diz o general.

Segundo a nota, a declaração não representa uma proposta da coligação em relação ao 13º salário.

“A ponderação feita, a partir de uma comparação do Brasil com outros países, não remete a qualquer proposta da coligação quanto à mudança dos benefícios assegurados por lei aos trabalhadores brasileiros. Apenas lembra que é preciso provisionar o pagamento, independentemente de uma ação específica de apoio do Governo”, diz o texto

Leia a íntegra da nota divulgada pela assessoria de Mourão:

Prezados colegas de imprensa.

O General Hamilton Mourão esclarece que mais uma vez sua fala foi descontextualizada ou interpretada de forma equivocada por um veículo de comunicação, nesta reta final de campanha eleitoral.

O contexto foi em torno do planejamento gerencial necessário para que o 13º salário seja pago, ou seja, governos e empresários devem reservar, ao longo do ano, recursos de modo a fazer frente à despesa. Trata-se de um custo social, que faz parte do chamado custo Brasil.

A ponderação feita, a partir de uma comparação do Brasil com outros países, não remete a qualquer proposta da coligação quanto à mudança dos benefícios assegurados por lei aos trabalhadores brasileiros. Apenas lembra que é preciso provisionar o pagamento, independentemente de uma ação específica de apoio do Governo. E, que ainda assim, os brasileiros, os empresários e o Governo arcam com o bônus e o ônus dessa realidade. Espera-se que no Brasil, no futuro, com Jair Bolsonaro presidente, os trabalhadores tenham melhores salários, condizentes com as necessidades.

G1

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Raquel Dodge critica Supremo por arquivar inquéritos sem pedido do MP

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, voltou hoje (27) a criticar decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) de arquivar, sem solicitação do Ministério Público, investigações sobre corrupção envolvendo políticos com foro privilegiado.

Para a PGR, tais arquivamentos favorecem a impunidade, por remeter a um sistema já extinto no Brasil, em que se confunde os papéis de acusador e julgador, algo que remonta a um sistema inquisitório obsoleto, que acabou a partir da Constituição de 1988, segundo destacou.

“Funcionou por muitos anos no Brasil um sistema inquisitorial, que confundia essas funções. Confundia essas funções não em benefício da sociedade brasileira, muitas vezes para assegurar exatamente aquilo que não era desejável, que era a impunidade de poderosos”, afirmou Raquel Dodge.

Nove arquivamentos

Em seu mais recente balanço, a PGR destacou ao menos nove dessas decisões, monocráticas (individuais) ou colegiadas, em que o STF arquivou inquéritos contra parlamentares, todas tomadas nos últimos quatro meses. Algumas dessas investigações haviam sido abertas em decorrência da delação premiada de ex-executivos da empresa Odebrecht. Raquel Dodge recorreu de todos esses arquivamentos.

A PGR classificou tais arquivamentos como um dos principais “desafios judiciais” enfrentados atualmente pelo Ministério Público.

“Arquivamento de investigações criminais ao argumento de que havia uma demora na conclusão da investigação, de ofício, por ministro da Suprema Corte, essa atitude judicial, não tenho dúvida, desafia e diminui a plenitude da vigência do sistema acusatório no Brasil”, afirmou Raquel Dodge.

As declarações da PGR foram dadas durante um evento sobre a atuação do Ministério Público na área criminal desde a Constituição de 1988, na sede da PGR, em Brasília.

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TRF-4 decide não julgar HC em que plantonista chegou a determinar soltura de Lula

 

O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) decidiu, nesta quarta-feira (26), não conhecer (ou seja, sequer analisar) um pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba desde abril após ter sido condenado pela 8ª Turma do tribunal.

O habeas corpus foi apresentado por deputados federais do PT em julho ao TRF-4, a segunda instância da Operação Lava Jato, durante um plantão de fim de semana do tribunal. No pedido feito à época, o principal argumento apresentado pelos deputados para que Lula fosse solto era o de que teria surgido o “fato novo” de que o ex-presidente havia sido anunciado pré-candidato à Presidência pelo PT.

O desembargador federal plantonista Rogério Favreto chegou a acatar o pedido, ordenando a soltura do ex-presidente. A ordem de Favreto, no entanto, não foi cumprida pelo juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, que afirmou que o plantonista não tinha competência no caso.

Em mais uma decisão, Favreto reiterou a ordem de soltura a Lula e a PF chegou a receber o alvará de soltura do ex-presidente. O caso chegou, então, às mãos do desembargador João Pedro Gebran Neto, relator dos processos relacionados à Lava Jato no TRF-4, que revogou a decisão e manteve a prisão de Lula.

Favreto emitiu uma terceira decisão ordenando que Lula fosse solto. Foi então que o presidente do TRF-4, Thompson Flores, determinou a manutenção da prisão de Lula. Flores afirmou que o caso não poderia ser decidido pelo desembargador de plantão porque ele não teria o poder de rever a decisão da 8ª Turma do TRF-4.

Flores também determinou que Lula permanecesse preso até que o habeas corpus fosse julgado de forma colegiada pelo tribunal.

O caso começou a ser julgado pela 8ª Turma no dia 29 de agosto, quando o relator, desembargador Gebran, votou pelo não-conhecimento do habeas corpus.

Para Gebran, a alegação de que Lula era candidato à Presidência, feita à época no pedido apresentado pelos deputados, não constituía “fato novo” ou “fato jurídico relevante”.

Em seguida, o desembargador federal Leandro Paulsen pediu vista do processo, o que adiou o julgamento.

Na sessão desta quarta, Paulsen votou pelo não-conhecimento do habeas corpus. Na avaliação do desembargador, o pedido apenas reitera outros já formulados ao longo do processo, “sem trazer qualquer fato novo”.

Terceiro integrante da Turma, o desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus seguiu os outros dois votos.

UOL

Fonte: Blog do BG

LOCAIS

Ministério da Integração libera R$ 32 milhões para a Barragem de Oiticica

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

 

O ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua, entrou em contato com o senador Garibaldi Filho para comunicar a liberação de um repasse de R$ 32,7 milhões para o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), que serão repassados imediatamente ao Governo do Rio Grande do Norte, para a retomada das obras da Barragem de Oiticica. Esta é a 35ª parcela referente à construção da barragem.

A Barragem de Oiticica está sendo construída desde 2011 em Jucurutu. A previsão é que as obras estejam concluídas até o final do próximo ano, beneficiando a mais de 350 mil pessoas de 17 municípios do Rio Grande do Norte. O senador Garibaldi Filho fez várias gestões junto ao governo federal, pedindo agilidade no repasse do dinheiro para a continuidade da obra. Por isso o ministro entrou em contato para dar a boa notícia, logo após a autorização da liberação do dinheiro.
Fonte: Blog do BG
Protesto

Ato contra Bolsonaro em Natal espera reunir 10 mil pessoas no sábado

Manifestação é organizada pelo grupo Mulheres Unidas Contra Bolsonaro do RN e está programada para acontecer em frente ao shopping Midway Mall, a partir das 15h

Reprodução

Movimento de mulheres contra o candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, que ganhou força com a criação um grupo do facebook

O movimento de mulheres contra o candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, que ganhou força com a criação um grupo do facebook – e que atualmente conta com mais de 3,4 milhões de participantes – vai às ruas por todo o Brasil no próximo sábado, 29. Em Natal, a concentração da manifestação está programada para acontecer em frente ao shopping Midway Mall, a partir das 15h. A organização espera que pelo menos 10 mil pessoas participem.

O movimento “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, criado no início do mês de setembro, materializou a rejeição do eleitorado feminino pela candidatura do capitão da reserva: de acordo com a última pesquisa do Ibope divulgada na última quarta-feira, 26, 50% das mulheres consultadas não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum.

Mariana de Siqueira, uma das organizadoras do ato na capital potiguar, afirma que as manifestações pelo país têm como objetivo se posicionar contra “a antidemocracia que o candidato representa”. “Nós buscamos mostrar que nós, mulheres, uma das minorias atingidas pelos discursos de ódio do candidato, temos voz e estamos contra seu projeto machista, racista e LGBTfóbico”, disse.

A Polícia Militar está ciente da manifestação, mesmo não tendo sido notificada oficialmente. Não haverá alterações na atuação da corporação, mas os agentes estarão de prontidão para garantir a segurança no local, caso seja necessário.

Os protestos vão acontecer em pelo menos 78 cidades pelo Brasil e em outros 10 países no mundo. Na capital potiguar, mais de 5 mil pessoas confirmaram presença e cerca de 7,6 mil pessoas demonstraram interesse em participar no evento da manifestação no Facebook.

Prevenção

Campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite termina nesta sexta em Natal

Secretaria de Saúde alerta que a vacinação é a única forma de impedir a propagação do vírus do sarampo, que voltou a circular no Brasil, e evitar a reintrodução do vírus da paralisia infantil

José Aldenir / Agora RN

Até o momento, foram imunizadas 37.411 crianças contra poliomielite e 35.326 contra sarampo

Iniciada em 6 de agosto, a Campanha de Vacinação Contra Poliomielite e Sarampo terminar nesta sexta-feira, 28, em Natal. Pais e responsáveis podem levar seus filhos em qualquer unidade de saúde da capital potiguar para serem vacinados. Após o período, a vacina segue disponível nas unidades de saúde, de acordo com o estoque de cada unidade.

A SMS alerta que a vacinação é a única forma de impedir a propagação do vírus do sarampo, que voltou a circular no país, e evitar a reintrodução do vírus da paralisia infantil. Mesmo aqueles que já receberam as doses devem ser vacinados. A imunização contra o sarampo deve ser feita nas crianças de um até menores de cinco anos, independentemente de quantas doses tomou durante a vida.

Já a vacina contra poliomielite deve ser aplicada nas crianças de um até menores de cinco anos, independentemente de quantas doses já tomaram durante a vida. Caso ainda não tenha sido vacinada, será realizada a aplicação inativada de poliomielite. Já se a criança tiver sido vacinada uma ou mais vezes, será feita a vacina oral.

Até o momento, foram imunizadas 37.411 crianças contra poliomielite e 35.326 contra sarampo.

Fonte: AGORA RN

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