PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUARTA-FEIRA

Por G1

 

Transição em Brasília. O futuro ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, se encontra com o atual chefe da pasta, Eliseu Padilha. Na reunião, serão apresentados os primeiros dos 50 nomes da equipe de transição. No Congresso, PDT, PCdoB e PSB discutem oposição conjunta a Bolsonaro, sem o PT. Na economia, o Banco Central anuncia a nova taxa básica de juros, e o mercado prevê manutenção dos 6,5%. O que é notícia nesta quarta-feira:

NACIONAIS

Novo governo

Onyx Lorenzoni — Foto: Reprodução /GloboNews

Onyx Lorenzoni — Foto: Reprodução /GloboNews

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vai se encontrar esta tarde com o sucessor no cargo, Onyx Lorenzoni. O futuro ministro de Bolsonaro deve apresentar os primeiros nomes da equipe de transição, composta por 50 pessoas, que serão nomeadas em cargos especiais no governo federal. O G1 acompanha.

Paulo Guedes, economista do governo Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução / TV Globo

Paulo Guedes, economista do governo Jair Bolsonaro — Foto: Reprodução / TV Globo

Ontem, o futuro ministro da área econômica do governo de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, anunciou que o Ministério da Economia unificará Fazenda, Planejamento e Indústria, ou seja, um superministério. Ontem também, o presidente eleito e sua equipe também discutiram nomes para integrar o ministério de seu governo.

Oposição

Líderes de PSB, PCdoB e PDT retomam hoje as discussões sobre a atuação conjunta do grupo. Eles querem formar um bloco de oposição ao novo governo, mas sem o PT. Juntos, os três partidos elegeram 69 deputados para a próxima legislatura.

Juros

 — Foto: Marcos Santos / USP Imagens

— Foto: Marcos Santos / USP Imagens

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central faz hoje a primeira reunião após a definição do próximo presidente do país e anuncia à tarde a taxa básica de juros. Nos últimos quatro encontros, a Selic foi mantida em 6,5% ao ano.

Enem 2018

 — Foto: Arte / G1

— Foto: Arte / G1

A nota da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é tradicionalmente a maior nota da prova. Os estudantes que tiram zero na redação ficam fora de processos seletivos como Fies e Prouni, que usam a nota do Enem para classificar candidatos a uma vaga em universidades públicas e privadas no Brasil. Veja hoje no G1 motivos que podem zerar a redação e quais competências são cobradas para atingir a nota máxima.

Curtas e Rápidas:

 — Foto: Marcelo Brandt / G1

— Foto: Marcelo Brandt / G1

Futebol

O Palmeiras recebe esta noite, a partir das 21h45, o Boca Junior, em jogo que vale vaga na final da Libertadores. Na Argentina, semana passada, o time brasileiro perdeu por 2 a 0, e para se classificar hoje terá a dura missão de vencer por três gols de diferença ou vencer por 2 a 0 e buscar a vaga nos pênaltis. Ontem, o Grêmio, que havia vencido o jogo de ida em Buenos Aires, levou a virada do River Plate em casa, e foi eliminado. O River já está na decisão. Veja os gols no vídeo abaixo:

Grêmio é eliminado da Libertadores pelo River; Palmeiras vai tentar a virada contra o Boca

Grêmio é eliminado da Libertadores pelo River; Palmeiras vai tentar a virada contra o Boca

Sul-Americana – Quartas de final

  • 19h30: Nacional-URU x Fluminense
  • 21h45: Atlético-PR x Bahia

Previsão do tempo

Confira os destaques da previsão do tempo

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Hoje é dia de…

  • Dia Nacional da Poesia
  • Dia Nacional da Proclamação do Evangelho

Fonte: CBN

Governador do RIO quer usar snipers para ‘abater’ criminosos

O governador eleito do Rio de Janeiro nas eleições 2018Wilson Witzel (PSC), disse nesta terça-feira, 30, que irá pedir ao governo federal a permanência das Forças Armadas no Rio até outubro de 2019. A intervenção federal na segurança do Estado foi decretada em fevereiro, com duração até 31 de dezembro. Outra decisão no campo da segurança que Witzel já tomou foi a de pedir um levantamento nas polícias Civil e Militar sobre o número de “snipers” (atiradores de elite) que possam ser empregados em ações contra traficantes de drogas armados de fuzil – ele defende o “abate” desses criminosos sem que os policiais sejam responsabilizados por isso.

Para garantir a permanência dos militares no Rio, Witzel ainda irá se encontrar com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para tratar do assunto. Caso seja aprovada, esta nova etapa seria uma espécie de transição para o Rio. A diferença é que o comando será estadual, e não mais federal. Como Witzel pretende extinguir a Secretaria de Segurança (hoje a cargo do general Richard Nunes), os futuros representantes da Polícia Militar e outro da Polícia Civil ficarão vinculados diretamente ao governador. O novo contingente das Forças Armadas ainda será definido, a depender do novo governo federal.

Witzel teve nesta terça-feira a primeira reunião com o governador Luiz Fernando Pezão(MDB) sobre a transição. Os dez meses de extensão da presença das Forças Armadas seriam para cobrir o período de treinamento dos novos policiais militares que irão recompor a tropa, explicou. “Vou conversar para ter a manutenção por dez meses, com o decreto da Garantia da Lei e da Ordem. Temos a ideia de serem dez meses porque, conversando com o Pezão, ele disse que está contratando mil policiais. Eu tenho a intenção de contratar mais três mil para substituir esse contingente (de militares)”, disse ao Estado.

Pezão instituiu por decreto, publicado nesta terça-feira no Diário Oficial, uma comissão de transição governamental, com os secretários da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico, Sérgio Pimentel, Fazenda e Planejamento, Luiz Claudio Gomes, e Governo, Affonso Monnerat. A comissão terá como coordenador geral, por parte do governador eleito, José Luiz Cardoso Zamith.

Ao falar dos snipers em entrevista à Globonews, Witzel declarou que policiais bem treinados, do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM e da Coordenadoria de Operações Especiais (Core) da Polícia Civil, agirão para “abater” bandidos com fuzil. Ele voltou a repetir uma frase da campanha: “Prefiro defender um policial no tribunal do que ir ao funeral dele. Atirou, matou, está correto”. O governador eleito afirmou também que os policiais que matarem criminosos terão respaldo do Estado caso sejam levados a tribunais, e, nestes casos, deverão sair absolvidos.

Anistia Internacional reprova medida

A Anistia Internacional no Brasil divulgou nota nesta terça-feira repudiando a fala do governador eleito sobre o possível “abate” de traficantes.

Superministério unirá área econômica; Meio Ambiente ficará com Agricultura e definido que serão no máximo 16 ministérios

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado como chefe da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PSL), confirmou, nesta terça-feira, 30, que o novo gabinete terá entre 15 e 16 ministérios. Após uma reunião da cúpula de Bolsonaro na casa do empresário Paulo Marinho, Onyx também anunciou a fusão dos ministérios do Meio Ambiente com o da Agricultura. Já o novo Ministério da Economia reunirá as atuais pastas da Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio.

A questão estava sendo reavaliada por Bolsonaro durante a campanha. “O presidente não recuou em nada. Ele sempre disse que, assim como tem experiência em alguns Estados, como Mato Grosso, Agricultura e Meio Ambiente ficarão juntos”, disse Lorenzoni. A fusão desses dois ministérios já havia, de fato, sido anunciada durante a campanha. No entanto, Bolsonaro cogitou recuar e manter as pastas separadas. Agora prevaleceu a ideia inicial, como afirmou Lorenzoni.

Sobre o relato, o governo do Mato Grosso entrou em contato com o Estado, contestando a informação dada por Onyx, e disse que ambiente e agricultura sempre tiveram pastas separadas. No estado existem a Sema (Secretaria de Meio Ambiente), que virou uma secretaria em 2005 na gestão Blairo Maggi, e a Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários.

É provável que Onyx tenha se confundido com o Mato Grosso do Sul, onde existe uma Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), à qual é vinculada o Instituto de Meio Ambiente do MS (Imasul).

Um dos ministros já anunciados, o economista Paulo Guedes, comentou a proposta de criação de um superministério da Economia. “No programa, os três já estavam juntos”, disse o economista.

Braço direito de Bolsonaro, o ex-presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que as conversas do núcleo do novo governo não chegaram às  indicações para estatais. Ele disse que houve um significativo avanço, em torno de 80% dos ministérios na reunião desta terça.

“Hoje, já foram decididos alguns dos nomes (ministérios). Por uma questão estratégica, nós vamos divulgar os nomes um pouquinho mais para frente”, completou.

Onyx também resaltou que este será um governo “de absoluta união” e irá trabalhar em sintonia. O deputado informou que Bolsonaro deve ir na próxima terça-feira a Brasília para começar a transição. “O presidente já tem uma lista de nomes (de ministros) e está fazendo a definição final. Acredito que nos próximos dias, Bolsonaro deva liberar mais alguns nomes. Na segunda-feira, o presidente, depois de tomar decisão, vai nos permitir divulgar toda a estrutura” declarou.

ESTADÃO

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Ministério da Defesa autoriza Bolsonaro a usar aviões da FAB

O Ministério da Defesa encaminhou nesta terça-feira, 30, ao Comando da Aeronáutica autorização para que o presidente eleito Jair Bolsonaro possa utilizar aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para deslocamentos no País e no exterior.  A decisão de solicitar autorização para o uso de aviões da FAB desde agora, dois meses antes da posse, foi motivada pela preocupação com a segurança do presidente eleito e da sua família. Ele sofreu um atentado em 6 de setembro e, segundo informações da área de inteligência do governo, continua sob ameaça.

O presidente eleito terá pelo menos quatro modelos de avião da Força Aérea à sua disposição, com diferentes configurações e capacidades. Entre eles o C-99, que é um avião da Embraer ERJ 145, com dois desenhos. Um com capacidade para até 50 passageiros e outro com 36 lugares. Tem também o Brasília, Embraer 120, para 30 passageiros, além do Learjet 35 com oito lugares e os Legacy para 12 passageiros. Dependendo da necessidade e do staff que estará a seu lado, a FAB destacará um tipo de avião.

Em outra medida para reforçar a proteção do presidente eleito, a Polícia Federal pediu ainda apoio da Força Nacional de Segurança Pública para a segurança externa no prédio do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) se iniciando nesta terça-feira, 30, até 1º de janeiro, durante a fase de funcionamento do governo de transição naquele local. Na segunda-feira, 29, a Força Nacional fez varredura no prédio do CCBB, identificando os pontos de vulnerabilidade. A previsão é de que, a partir de quarta-feira, 1°, uma visita seja feita ao local pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, ao lado do coordenador da transição, deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

A equipe de segurança do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ainda não está à disposição de Bolsonaro. No momento, ele continua  usando a estrutura da Polícia Federal, que reforçou o grupo que o atendia desde a campanha eleitoral. A Força Nacional, que é vinculada ao Ministério da Segurança Pública (MSP), está preparando a logística de segurança do presidente eleito no CCBB e no local onde Bolsonaro terá um gabinete.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Líderes de PDT, PCdoB e PSB discutem atuação conjunta como oposição a Bolsonaro

Os líderes de PDTPCdoB e PSB se reuniram nesta terça-feira (30) em Brasília para discutir uma atuação conjunta como oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara dos Deputados.

Juntas, as três legendas elegeram 69 deputados para a próxima legislatura, que começa no ano que vem.

Um dos presentes à reunião, o líder do PDT, André Figueiredo (CE), afirmou que um dos objetivos é fazer frente ao “hegemonismo” que o PT, na opinião dele, “quer impor” aos demais partidos que farão oposição a Bolsonaro – o PT elegeu 56 deputados.

“Trabalharemos um modelo de oposição que seja construtivo para o Brasil”, disse Figueiredo. “O que não podemos aceitar, de forma alguma, é o hegemonismo que infelizmente o PT quer impor aos demais partidos do campo dele”, acrescentou.

André Figueiredo foi ministro das Comunicações entre 2015 e 2016, no segundo mandato da então presidente Dilma Rousseff – quando o presidente Michel Temer assumiu, em 2016, uniu o ministério à pasta da Ciência e Tecnologia, atualmente chefiada por Gilberto Kassab (PSD).

‘Oposição propositiva’

Ao dizer que o grupo pretende fazer “oposição propositiva” a Bolsonaro, André Figueiredo informou que, no modelo em discussão, os partidos apresentarão alternativas a propostas apresentadas por Bolsonaro.

Também participaram da reunião Orlando Silva (PCdoB-SP) e Tadeu Alencar (PSB-CE). Haverá uma nova reunião do grupo nesta quarta-feira (31).

Eleição presidencial

No primeiro turno da eleição presidencial, o PDT teve Ciro Gomes como candidato ao Planalto, mas ele recebeu 13,3 milhões de votos (12,4%) e ficou em terceiro lugar; o PSB não apoiou candidato.

Já no segundo turno, o PDT manifestou “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT), e o PSB decidiu apoiar o petista.

O PCdoB compôs a chapa de Haddad com Manuela D’Ávila como candidata a vice-presidente da República.

G1

Paulo Guedes chuta Onyx para demarcar grande área

Os zagueiros de times de várzea cultivam uma regra segundo a qual a primeira entrada no adversário deve ser na canela. Não há melhor maneira de demonstrar quem manda nas cercanias da grande área. Em matéria de reforma da Previdência, o economista Paulo Guedes, com quem Jair Bolsonaro mantém um “casamento hétero”, tem no deputado Onyx Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil, seu problema mais imediato. Com uma canelada, retirou-o de campo.

”Houve gente do próprio futuro governo falando que não tem pressa de fazer reforma da Previdência”, disse o futuro ministro da Economia. “Esse jornalista que fez a pergunta está dizendo que o Onyx, que é coordenador político, falou de banda cambial. Ao mesmo tempo, está dizendo que o Onyx falou que não tem pressa na Previdência. Aí o mercado cai. Estão assustados por quê? É um político falando de economia. É a mesma coisa do que eu sair falando de política. Não dá certo, né?”.

Guedes defende que o futuro governo Bolsonaro comece a reformar a Previdência ainda neste ano, aprovando parte do projeto enviado ao Congresso por Michel Temer. Onyx tem ojeriza à proposta. Na comissão especial da Câmara que discutiu o texto, ele tachou de “terrorismo demográfico” a estatística oficial sobre envelhecimento da população. Chegou mesmo a contestar no ano passado a existência de déficit previdenciário. O que há, disse Onyx, é uma confusão contábil entre as contas da Previdência e da assistência social. (veja no vídeo abaixo)

Ao inaugurar a fase de transição de governo com um lance de zagueiro de campinho de várzea, Paulo Guedes revela um estilo. Diante da necessidade de gerenciar uma ruína fiscal, concluiu que seu maior excesso seria a moderação com um coordenador político que deixa o futuro governo sem nexo. Entretanto, há um problema: o ‘Posto Ipiranga’ de Bolsonaro pode ser bambambã em economia. Mas não tem um mísero voto no Congresso. É Onyx quem terá de seduzir deputados e senadores. Por ora, não há votos.

Para complicar, Bolsonaro informa que a sedução será feita “sem toma-lá-dá-cá”. Beleza. Agora só falta operar o milagre de transformar caneladas em votos nos plenários da Câmara e do Senado. Onyx não está sozinho. Eleito senador por São Paulo, o atual deputado Major Olimpio também torpedeia as mexidas previdenciárias propostas sob Temer.

JOSIAS DE SOUZA

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Zonzos, PT e PSDB repetem velhos equívocos

A cena mais constrangedora de uma peça de teatro é aquela que os atores deixam de executar antes de serem eliminados do espetáculo. Empurrados para fora do palco de 2018 por Jair Bolsonaro, PT e PSDB têm dificuldades para reencontrar o rumo. Os dois partidos tentam se levantar repetindo velhos erros. O tucanato briga consigo mesmo. E o petismo exercita sua lulodependência.

O habitat natural do PSDB, como se sabe, é o muro. Mas há agora um movimento de descida. Só que de lados diferentes. Um pedaço do ninho quer descer do lado em que se encontra Bolsonaro. O outro, do lado da oposição. Quanto ao PT, o destino da legenda será definido na cadeia de Curitiba.

No PSDB há uma briga entre criatura e criador. João Doria, vitorioso em São Paulo, empurra o partido para o colo de Bolsonaro. Alckmin, derrotado nacionalmente, tenta se segurar no comando da legenda e ensaia timbre de opositor. No PT, os poucos defensores de uma autocrítica descobrem que, como sucede desde a fundação do partido, Lula pensa primeiro nele. E depois, novamente nele. Tucanos e petistas estão zonzos. Bolsonaro agradece.

JOSIAS DE SOUZA

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Paulo Coutinho lidera corrida para a eleição da OAB e categoria não perdoa rompimento de Aldo Medeiros com Magna Letícia

Encerradas as eleições partidárias a sociedade volta os olhos para a eleição da OAB que irá acontecer no dia 29/11.

Três chapas disputam a presidência tendo na frente os nomes de Paulo Coutinho, atual presidente e candidato a reeleição, do advogado Aldo Medeiros e da procuradora Magna Leticia. Magna e Aldo já foram candidatos em outras eleições e não obtiveram êxitos, inclusive na última Aldo era o principal articulador de Magna. Aldo rompeu com Magna faltando poucos dias para o pleito deste ano.

O BlogdoBG teve acesso a uma pesquisa realizada há uma semana nesta terça-feira que mostra a liderança com certo conforto para o atual presidente Paulo Coutinho enquanto Magna e Aldo ficam num empate técnico para o segundo lugar.

Perguntados também pelo instituto, boa parte da categoria não aprovou o rompimento de Aldo Medeiros com Magna Leticia para se candidatar à presidência defendendo a bandeira de grupos que dominaram a entidade por muitos anos.

Fonte: Blog do BG

 

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