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Em crise econômica e social, Venezuela vai às urnas neste domingo com Maduro como favorito à reeleição

Falta de adversários de peso e abstenção devem favorecer reeleição de Maduro na Venezuela. Diversos países e União Europeia já anunciaram que não irão reconhecer legitimidade da votação.

Nicolás Maduro, Henri Falcon e Javier Bertucci, os três principais candidatos à presidência da Venezuela (Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins/File Photos)

Nicolás Maduro, Henri Falcon e Javier Bertucci, os três principais candidatos à presidência da Venezuela

(Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins/File Photos)

Boicotada pela maioria da oposição, sem reconhecimento da comunidade internacional e sob forte suspeita de manipulação governamental, uma nova eleição presidencial será realizada neste domingo (20) na Venezuela.

E, apesar de contar com um índice de rejeição de mais de 75%, o presidente Nicolás Maduro não deve enfrentar grandes dificuldades para se reeleger e continuar no cargo que ocupa desde 2013, após a morte de Hugo Chávez.

Isso se deve principalmente à ausência de competidores de grande peso político e à previsão de uma grande abstenção eleitoral. Segundo pesquisa da Atlantic Council divulgada em 5 de abril, quase a metade dos venezuelanos avalia não votar nas eleições presidenciais – o voto não é obrigatório no país.

Embora 20,5 milhões de pessoas estejam aptas a votar nos 14.500 centros que estarão abertos neste domingo, as sensações de desesperança e desconfiança são generalizadas no país.

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