PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

Por G1

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, volta a Brasília nesta terça-feira (13) para discutir a reforma da Previdência e se reunir com presidentes de três tribunais superiores. E ontem, o vice-presidente eleito, general Mourão, deu entrevista ao G1 e à GloboNews; veja como foi.

NACIONAIS

Bolsonaro em Brasília

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) — Foto: Pedro França/Agência Senado

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) — Foto: Pedro França/Agência Senado

presidente eleito volta a Brasília para discutir a reforma da Previdência e se reúne com os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (ministra Rosa Weber), Tribunal Superior do Trabalho (ministro João Batista Brito Pereira) e Superior Tribunal Militar (ministro José Coêlho Ferreira). Ontem, Bolsonaro afirmou que “dificilmente” a reforma da Previdência será aprovada ainda neste ano, como queria o futuro governo.

Reajuste aos ministros do STF

General Mourão, vice-presidente eleito, concede entrevista ao jornalista Roberto D'Ávila, na GloboNews — Foto: Reprodução / GloboNews

General Mourão, vice-presidente eleito, concede entrevista ao jornalista Roberto D’Ávila, na GloboNews — Foto: Reprodução / GloboNews

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, afirmou ontem em entrevista ao G1 que o atual presidente, Michel Temer, terá de vetar o reajuste de 16,38% aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovado pelo Congresso. “Não vejo que é uma questão de pressionar [o atual governo para vetar]”, afirmou. “O artigo 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal não permite que se assine aumento nos últimos 180 dias de governo. Então, eu acho que, por lei, o presidente Temer terá de vetar”. Ao jornalista Roberto D’Ávila, na GloboNews, Mourão disse que a vitória da chapa não é a volta dos militares ao poder: “Tanto o Bolsonaro quanto eu fomos eleitos como cidadãos.”

Enem 2018

Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 — Foto: G1

Caderno de provas azul do segundo dia de Enem 2018 — Foto: G1

O anúncio do Ministério da Educação de que uma questão de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 será anulada por já ter aparecido em outro vestibular não afeta nem os candidatos que acertaram a questão, nem os que erraram. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, o motivo é a própria metodologia empregada: pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), a questão anulada deixa de existir, e o cálculo da nota é feito apenas com base nas demais 33 questões. O gabarito oficial será divulgado amanhã.

Propina no RJ

Cláudio Lopes foi citado na delação de Carlos Miranda — Foto: Reprodução/TV Globo

Cláudio Lopes foi citado na delação de Carlos Miranda — Foto: Reprodução/TV Globo

Em quatro anos, o ex-procurador de Justiça do Rio de Janeiro Cláudio Lopes recebeu R$ 7,2 milhões em propinas, de acordo com investigações do Ministério Público Estadual. O ex-procurador foi preso na quinta-feira (8) por determinação do Tribunal de Justiça do RJ.

Salão do Automóvel

Jeep Willys M38A1, de 1953, está no Salão de SP — Foto: André Paixão / G1

Jeep Willys M38A1, de 1953, está no Salão de SP — Foto: André Paixão / G1

Nem só de novidades vive um Salão do Automóvel. Na edição deste ano, que vai até o próximo domingo (18), além das centenas de veículos novos, estão expostas algumas raridades. De Jeep da guerra até primeiro Porsche, marcas revivem os clássicos.

Curtas e rápidas

Previsão do tempo

Confira os destaques da previsão do tempo

Confira os destaques da previsão do tempo

Fonte: G1

Acusações de FAKE NEWS toma conta da eleição da OAB/RN

A eleição da OAB tá ficando engraçada. A Chapa 30 encabeçada pelo advogado Aldo Medeiros há 20 dias pediu a impugnação da chapa 10 encabeçada pelo advogado Paulo Coutinho por falta de prestação de contas de um ano da sua gestão à frente da ordem.

Nesta segunda-feira a assessoria da chapa de Paulo Coutinho fez circular uma certidão dizendo que a acusação da chapa de Aldo Medeiros é FAKE, que o documento comprova que Coutinho prestou conta até dos alfinetes que apareceram no chão da ordem. O próprio candidato da chapa 10 em suas entrevistas tem dito que a chapa de Aldo criou um Fake News sobre essa situação dessa prestação de contas.

A chapa de Aldo reagiu ainda na noite desta segunda a certidão divulgada pela assessoria da chapa de Paulo. Disse que a certidão divulgada só comprova a prestação de contas FAKE que a gestão Coutinho fez.

O processo da OAB está em alto nível de acusações reais e fakes. Quem tá na real eu não sei, quem tá no fake o tempo vai dizer e a candidata da chapa 20, Magna Leticia vai achando bom e assistindo de camarote os capítulos reais e fakes desse processo da desordem na ORDEM dos Advogados Potiguar.

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Governo de Bolsonaro faz raio x e vai promover corte de cargos em bancos estatais

A equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, pretende fazer um pente-fino nas próximas semanas no que classifica como “aparelhamento” dos bancos federais nas gestões do MDB e do PT. As informações, segundo integrantes da transição, estão sendo levantadas por “grupos voluntários” de funcionários de carreira do Banco do Brasil (BB), da Caixa Econômica Federal (CEF), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Nordeste (BNB) e do Banco da Amazônia (BASA). Eles começaram a preparar relatórios sobre quem é quem em cargos com salários entre R$ 30 mil e R$ 60 mil.

A equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e dos generais da reserva que atuam na organização do próximo governo solicitou formalmente um outro relatório: a lista de apadrinhados em toda a máquina pública, com destaque para os bancos. Esta triagem está sendo feita pela Secretaria de Governo, chefiada atualmente por Carlos Marun. A questão envolvendo as instituições financeiras é um assunto que começou a ser discutido após Bolsonaro apresentar os primeiros passos de seu governo.

O pente-fino nos bancos federais será feito a partir desses relatórios, com o objetivo de mexer nos cargos executivos – demitir não concursados e trocar funcionários de carreira nesses postos, afastando indicados políticos e até cortando funções para reduzir o quadro total. Em relação aos executivos de carreira, o novo governo também pretende diminuir benefícios, que acabam inflando os gastos totais.

Um dos alvos do pente-fino será o Banco do Brasil, onde há apadrinhados de políticos que ocupam cargos com salário de até R$ 61,5 mil. O grupo de funcionários que prepara um relatório sobre a situação do banco para apresentar à equipe de Bolsonaro está mirando especialmente executivos de carreira da instituição que foram nomeados durante os governos petistas e sobreviveram às “limpezas partidárias” de Temer.

Uma revisão total no BB pode atingir até indicados de grupos aliados do novo governo. Embora seja funcionário de carreira do banco, o vice-presidente de Agronegócio foi indicado pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), entidade presidida por Tereza Cristina. Ele também passou pelo crivo do atual ministro Blairo Maggi. A entidade decidiu pela escolha de Marco Túlio Moraes da Costa, diretor de Agronegócio. Costa está no banco desde 1982 e passou por diversos cargos, incluindo o de superintendente regional em Sinop, no Mato Grosso. No município, ele manteve contato com as empresas da família Maggi.

Nos governos do PT, o Banco do Brasil passou por uma ampliação de sua estrutura de comando. Além de nove vice-presidentes (salário de R$ 61,5 mil cada) e 27 diretores (R$ 47,7 mil), a instituição criou 11 cargos de gerente-geral (R$ 47,7 mil) – a ampliação de diretorias para abrigar funcionários sintonizados com os partidos de sustentação do governo exigiria uma complexa mudança estatutária. As remunerações estão acima do teto do funcionalismo público de R$ 33,7 mil.

Os cargos de gerente-geral e diretor podem indicar, em média, quatro gerentes executivos, função com salário de R$ 36,3 mil. O gerente executivo indica em média quatro gerentes de soluções, com remuneração de R$ 24 mil cada. Todos os cargos descritos recebem ainda, a cada seis meses, entre dois e três salários por Participação nos Lucros e Resultados, o PLR.

Assim, a folha mensal de pagamento de salário dos 1.048 ocupantes de cargos executivos do banco tem um gasto total de R$ 28, 9 milhões. Funcionários que atuam na preparação de relatórios para a equipe de Paulo Guedes afirmam que o grande problema do aumento desses cargos foi a fixação de um “sombreamento” de funções, abrindo disputas entre vice-presidentes e diretores por executivos e áreas de atuação.

Investimentos. Uma parte dos funcionários, porém, avalia que há exagero na visão do “aparelhamento” e que muitos dos ocupantes dessas funções ascenderam por meritocracia num momento de ampliação dos investimentos da instituição. Das 11 unidades criadas, eles afirmam que quase todos são técnicos, sendo pelo menos dois indicados nos governos do PT e dois do MDB. O apadrinhamento político ocorre mesmo sendo o BB uma instituição com ações no mercado e sujeita a fiscalizações de órgãos de controle maior que nos demais bancos federais.

Já no caso da Caixa, a diretoria do banco tinha um presidente e seis diretores em 1994. Hoje, a instituição conta com 12 vice-presidentes que recebem salário de cerca de R$ 50 mil, fora gratificações. No fim de outubro, auxiliares de Bolsonaro reclamaram da decisão do presidente Michel Temer de chancelar a nomeação de quatro vice-presidentes, cargos que estavam vagos desde o começo do ano quando o governo recebeu recomendação do Banco Central e do Ministério Público do Distrito Federal para demitir executivos citados nas delações da Operação Lava Jato. O Palácio do Planalto informou ao grupo de Bolsonaro que o processo de seleção foi “profissional”.

Ministro afirma que vai repassar lista de cargos 

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse ao Estado que vai repassar para a equipe de transição a lista de cargos de “livre provimento” com data de nomeação. “Facilmente, o grupo de Bolsonaro poderá saber quais foram as nomeações feitas no nosso governo, que entrou em maio de 2016, e quem foi nomeado antes, que eram basicamente do PT. Pode ter gente sim do PT que não foi trocada”, disse. “As nomeações do nosso governo são de nossa responsabilidade.”

Dois auxiliares diretos de Bolsonaro relataram à reportagem que a meta é fazer um “pente-fino”. Eles dizem esperar que na transição a Secretaria de Governo, no Planalto, repasse a lista dos apadrinhados na estrutura das institucionais, especialmente nos bancos federais.

O Banco do Brasil não se manifestou até a conclusão desta edição. O BNDES afirmou que a diretoria é formada por um presidente e cinco diretores, mas a maioria é de funcionários de carreira e abaixo dela estão os superintendentes e chefes de departamentos, funções que exigem concurso público.

A Caixa informou que “não se manifestará sobre o tema”. O Banco do Nordeste afirmou que não tem “conhecimento do assunto”. O Banco da Amazônia informou que avaliará o pedido na próxima semana.

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Mourão discorda de comandante do Exército e diz que não há risco de politização nos quartéis

O general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito na chapa de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), descarta qualquer risco de politização dos quartéis durante o novo governo —a hipótese é admitida pelo atual comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

COMO SEMPRE 

Em entrevista à Folha, Villas Bôas disse que sempre é possível que “interesses pessoais venham a penetrar” no ambiente militar, o que seria um “risco sério”. “Não concordo”, diz Mourão. “As Forças Armadas vão continuar como sempre estiveram”.

COMO É?

As declarações de Villas Bôas incomodaram o STF (Supremo Tribunal Federal). O general disse que o Exército passou por um momento delicado quando a corte votou (e rejeitou) o habeas corpus que evitaria a prisão de Lula.

VITAMINA

Na época, o general fez declarações contra a “impunidade”. Agora, diz que sua preocupação era com a “estabilidade” e afirma: “É melhor prevenir do que remediar”.

OUVI BEM

As frases foram entendidas como uma insinuação de que o Exército poderia ter feito algum tipo de intervenção se Lula ficasse solto.

NUNCA MAIS

Alguns magistrados trocaram mensagens entre si lembrando a manifestação do decano do tribunal, Celso de Mello, no julgamento do habeas corpus, em que repeliu o pronunciamento do general.

NUNCA MAIS 2

Sem citar Villas Bôas, ele então disse que, em situações graves, “costumam insinuar-se” pronunciamentos “que parecem prenunciar a retomada, de todo inadmissível, de práticas estranhas (e lesivas) à ortodoxia constitucional, típicas de um pretorianismo que cumpre repelir”.

NUNCA MAIS 3

Mello disse ainda que as declarações lembravam a de Floriano Peixoto, no século 19: “Se os juízes concederem habeas corpus aos políticos, eu não sei quem amanhã lhes dará o habeas corpus de que, por sua vez, necessitarão”.

FEITO 

Questionado, o general Mourão também comentou o fato. Se Lula seguisse solto, diz ele, “seria um ato unilateral do STF. Haveria uma revolta no conjunto da nação. Mas a decisão teria que ser aceita”.

MÔNICA BERGAMO

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Onyx Lorenzoni ataca quem ajuda a preservar a Amazônia

Ministro extraordinário da transição e futuro chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni abespinhou-se com perguntas de jornalistas sobre meio ambiente. De repente, a pretexto de criticar ONGs estrangeiras que recebem parte das multas aplicadas pelo Ibama, o ministro atacou a Noruega. Deu de ombros para o fato de que o país é o principal financiador do Fundo Amazônia, o maior projeto de cooperação internacional para preservar a floresta amazônica.

“A floresta norueguesa, quanto eles preservaram?”, indagou Onyx aos repórteres a certa altura. “O Brasil preservou a Europa inteira, territorialmente, com as nossas matas, mais cinco Noruegas. Os noruegueses têm que aprender com os brasileiros, não a gente aprender com eles”, disse Onyx, antes de dar a entrevista por encerrada.

Nos seus dez anos de existência, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,1 bilhões. A Noruega bancou 93,3% desse total. O resto do dinheiro veio da Alemanha (6,2%) e da Petrobras (0,5%). Diferentemente do que insinuam Bolsonaro e seus auxiliares, não há neste caso risco à soberania nacional. O fundo é gerido pelo BNDES.

Na semana passada, Bolsonaro dissera que 40% da receita obtida com multas ambientais aplicadas no Brasil vão para ONGs estrangeiras e brasileiras. Nesta terça-feira, disse Onyx, o presidente eleito receberá um estudo sobre o tema. “A gente está muito preocupado com isso. (…) A média de conservação (das matas) de países que têm território semelhante ao nosso é de 10%. O Brasil tem 31% de preservação de suas matas. É três vezes mais…”

Um repórter interveio para perguntar se o Brasil reduziria o percentual de conservação de suas matas para 10%. E Onyx, elevando o timbre: “Claro que não… Seria irresponsabilidade escrever isso ou falar isso. Nós vamos preservar o Brasil, mas com altivez. Não dá pra vir a ONG da Noruega ou da Holanda vir aqui dizer o que a gente tem que fazer fazer, porque lá dá três palmos da linha da água, e eu vi, eles plantam tudo.”

Outro repórter recordou ao ministro que a Noruega socorreu o Ibama. Onyx irritou-se ainda mais. “E a legislação brasileira não vale nada? O que nós fizemos não vale nada? O que vale é a Noruega?” Foi nesse ponto que o ministro da transição engatou os ataques aos noruegueses, culminando com a declaração de que o Brasil tem muito a ensinar em matéria de preservação.

O dinheiro, como se sabe, não traz felicidade. Mas um governo quebrado como o brasileiro nem sempre tem liberdade para falar isso. Nos últimos três anos, o fundo custeado com verbas da Noruega tapou buracos abertos pelos cortes orçamentários impostos ao Ibama. O Fundo Amazônia pagou até a aquisição de carros e o aluguel de helicópteros para que os fiscais do órgão pudessem trabalhar.

Bolsonaro e sua equipe ainda da não se deram conta, mas o excesso de verborragia sobre meio ambiente pode custar a verba da Noruega e de outras fontes. O dinheiro, como se sabe, não costuma aceitar ofensas. Até o agronegócio brasileiro já aprendeu que o descuido com o desmatamento custa caro. Grandes bancos internacionais e multilaterais recusam-se a financiar produtores que degradam o ambiente.

JOSIAS DE SOUZA

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Após premiar o STF com aumento, Congresso debate congelamento salarial do funcionalismo

Uma semana depois de o Senado ter retirado do freezer o projeto que elevou em 16,39% os vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal e da procuradora-geral da República, uma comissão especial de deputados e senadores se reúne nesta terça-feira (13) para discutir o congelamento de reajustes que seriam pagos a diversas categorias do funcionalismo público a partir de janeiro de 2019.

O resfriamento do contracheque dos servidores consta de medida provisória enviada ao Congresso por Michel Temer. Antes de chegar aos plenários da Câmara e do Senado, a proposta tem que passar pelo crivo de uma comissão mista. O colegiado reuniu-se na quarta-feira da semana passada —mesmo dia em que os senadores enviaram o aumento do Supremo e da Procuradoria para a sanção de Temer.

Sem clima, os membros da comissão adiaram para esta terça-feira a eleição de um presidente e de um vice-presidente, além da escolha de um relator para a medida provisória. O governo alega que os aumentos precisam ser adiados para 2020 em nome do equilíbrio das contas públicas. Até a semana passada, o argumento parecia lógico. Perdeu o nexo depois da exceção aberta para o STF.

O congelamento previsto na medida provisória de Temer afeta 372 mil pessoas, entre servidores ativos (209 mil) e aposentados (163 mil). Se for aprovado, evitará gastos de R$ 4,7 bilhões no próximo ano. O aumento dos salários do STF, que descerá em cascata por toda a administração pública, deve custar entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões por ano.

Entre as corporações que seriam afetadas pelo congelamento estão servidores da elite do funcionalismo, lotados na Polícia Federal, Receita Federal, Banco Central e Itamaraty. Há também na lista médicos e professores. Ironicamente, os reajustes foram aprovados sob Michel Temer. Alegou-se que já haviam sido negociados pelo governo de Dilma Rousseff, antes do impeachment.

Para restaurar a lógica, Temer precisaria vetar o aumento que elevou os salários da cúpula do Supremo e da Procuradoria de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil por mês. Mas é improvável que um presidente em fim de mandato, com duas denúncias por corrupção e dois inquéritos criminaios sobre os ombros, se anime a desafiar os interesses monetários da nova CUT, Central Única das Togas.

JOSIAS DE SOUZA

Fonte: Blog do BG

LOCAIS

AGORA VAI: Fátima anuncia especialista em segurança para equipe de transição

Após criticas da imprensa a futura governadora Fátima Bezerra anunciou nesta segunda o nome para equipe de transição especialista em segurança. Agora vai….

Por AGORA RN

O cientista e coordenador do Observatório de Violência Letal-Intencional do Rio Grande do Norte (OBVIO), Ivênio Hermes, aceitou o convite da governadora eleita Fátima Bezerra (PT) e passará a integrar a equipe de transição da petista. Ivênio realiza há anos um levantamento das mortes violentas ocorridas no Estado e é considerado referência em segurança pública. O “sim” para o convite de Fátima foi dado nesta segunda-feira, 12.

“A governadora fez esse convite para mim há alguns dias, mas como tive um problema de coluna, acabei precisando adiar o aceite para que não prejudicasse os trabalhos gerais da equipe de transição. Hoje (segunda, 12), ela reiterou o convite e desta vez pude aceitar. Estou melhorando aos poucos e, na quarta-feira, 14, vou reunir com ela para assumir os trabalhos”, confirmou Ivênio ao Agora RN.

De acordo com o cientista, boa parte do plano de governo de Fátima voltado para a área da segurança pública tem sugestões suas, como a valorização dos profissionais do setor e a integração da Secretaria de Segurança Pública (Sesed) com a de Justiça e Cidadania (Sejuc). “São pastas que precisam trabalhar de forma alinhada para que possam construir políticas que dêem resultado a longo prazo. Tudo que a gente contribuiu para colocar no plano vamos batalhar para pôr em prática na nova gestão”, completou Hermes.

A chegada oficial de Ivênio na equipe de transição de Fátima Bezerra supre uma lacuna que o grupo tinha na área. Especialista em Gestão e Políticas de Segurança Pública, Ivênio também acumula no currículo a coordenação de diversas operações de segurança em estados como Rio de Janeiro, Pará, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. No Governo Robinson Faria (PDT), esteve a frente do setor de estatísticas ao longo do primeiro semestre de 2015.

Acusações de FAKE NEWS toma conta da eleição da OAB/RN

A eleição da OAB tá ficando engraçada. A Chapa 30 encabeçada pelo advogado Aldo Medeiros há 20 dias pediu a impugnação da chapa 10 encabeçada pelo advogado Paulo Coutinho por falta de prestação de contas de um ano da sua gestão à frente da ordem.

Nesta segunda-feira a assessoria da chapa de Paulo Coutinho fez circular uma certidão dizendo que a acusação da chapa de Aldo Medeiros é FAKE, que o documento comprova que Coutinho prestou conta até dos alfinetes que apareceram no chão da ordem. O próprio candidato da chapa 10 em suas entrevistas tem dito que a chapa de Aldo criou um Fake News sobre essa situação dessa prestação de contas.

A chapa de Aldo reagiu ainda na noite desta segunda a certidão divulgada pela assessoria da chapa de Paulo. Disse que a certidão divulgada só comprova a prestação de contas FAKE que a gestão Coutinho fez.

O processo da OAB está em alto nível de acusações reais e fakes. Quem tá na real eu não sei, quem tá no fake o tempo vai dizer e a candidata da chapa 20, Magna Leticia vai achando bom e assistindo de camarote os capítulos reais e fakes desse processo da desordem na ORDEM dos Advogados Potiguar.

Fonte: Blog do BG

Por GloboEsporte.com — Natal

 

Está aberta oficialmente a fase decisiva dos Jogos Escolares da Juventude, em Natal. É a primeira vez que o Comitê Olímpico do Brasil (COB) reúne os atletas de 12 a 14 anos e de 15 a 17 em uma única edição nacional. É também a maior edição da competição: são 5.038 atletas dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal, representando 2.153 escolas.

A cerimônia de abertura contou com o desfile de representantes de todas as delegações, diante de um bom público no ginásio do Complexo Educacional Henrique Castriciano. Houve ainda o discurso do presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira, e do ministro do Esporte, Leandro Cruz.

Abertura dos Jogos Escolares da Juventude reúne centenas de pessoas em Natal — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

Abertura dos Jogos Escolares da Juventude reúne centenas de pessoas em Natal — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

A tocha olímpica foi conduzida por Magnólia Figueiredo e Joanna Maranhão, ex-atletas com participações em Olimpíadas; pela judoca Eduarda Vaz, bronze nos Jogos Olímpicos da Juventude Buenos Aires 2018; pelo professor de matemática Rodrigo Sacramento; e pela ginasta Daniele Hypólito, responsável por acender a pira olímpica. O campeão olímpico Tande foi o mestre de cerimônias da noite e, após atender fãs para selfies e autógrafos, falou que se emociona com o “brilho nos olhos dos atletas”.

– É minha história. É a história de cada um, da Joanna (Maranhão), da Daniele (Hypólito). Eu comecei jogando com uma bolinha de meia no armário. Queria ser meus ídolos, Renan, Bernard, Montanaro. A gente se transporta para o passado e onde a gente conseguiu chegar através dos sonhos. E aqui começa tudo. Essa participação do esporte dentro das escolas é fundamental para o sucesso de um país. Uma coisa anda junto com a outra – disse.

Delegação do RN em peso na abertura dos Jogos Escolares da Juventude — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

Delegação do RN em peso na abertura dos Jogos Escolares da Juventude — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

A delegação do Japão foi bastante aplaudida ao ser anunciada. Os asiáticos participam desta edição como convidados do COB por serem sede dos próximos Jogos Olímpicos, em 2020.

Atletas do Japão posam para foto durante abertura dos Jogos Escolares da Juventude — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

Atletas do Japão posam para foto durante abertura dos Jogos Escolares da Juventude — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

A etapa nacional terá 14 modalidades em disputa: basquete, futsal, handebol, vôlei, atletismo, badminton, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis de mesa, vôlei de praia (apenas na categoria 15 a 17 anos), xadrez e wrestling.

As competições começam nesta terça-feira, com ciclismo, em Macaíba; ginástica rítmica, no colégio Auxiliadora; natação, no Complexo Educacional Henrique Castriciano; vôlei de praia, no Aeroclube; tênis de mesa e xadrez, no Centro de Convenções.

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Augusto César Gomes@augustogomes

Desfile das delegações do Japão e do Rio Grande do Norte

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Ex-nadadora Joanna Maranhão é uma das embaixadoras dos Jogos Escolares da Juventude — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

Ex-nadadora Joanna Maranhão é uma das embaixadoras dos Jogos Escolares da Juventude — Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com

Presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira, é potiguar radicado no Espírito Santo — Foto: Divulgação/COB

Presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira, é potiguar radicado no Espírito Santo — Foto: Divulgação/COB

Fonte: G1RN

 

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