PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

Por G1

 

G1 publica hoje o recorte da pesquisa Ibope para presidente por sexo, idade, escolaridade, renda, região, religião e cor e também a avaliação do governo Temer. Às 15h, o Brasil de Neymar enfrenta a Argentina sem Messi no primeiro “Superclássico das Américas” após a Copa da Rússia.

NACIONAIS

Pesquisa Ibope

Ibope divulga primeira pesquisa de intenção de voto para presidente no segundo turno

Ibope divulga primeira pesquisa de intenção de voto para presidente no segundo turno

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 59%
  • Fernando Haddad (PT): 41%

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 52%
  • Fernando Haddad (PT): 37%
  • Em branco/nulo: 9%
  • Não sabe: 2%
Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, candidatos à Presidência — Foto: Paulo Whitaker e Nacho Doce / Reuters

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, candidatos à Presidência — Foto: Paulo Whitaker e Nacho Doce / Reuters

A pesquisa Ibope por segmentos mostra Bolsonaro à frente de Haddad entre homens, mulheres, em todas as faixas etárias, entre os eleitores com mais escolaridade, entre aqueles com maiores faixas de renda, e em 4 regiões do país. Haddad lidera entre os que ganham menos, os que estudaram até a 4ª série e no Nordeste do país. Clique aqui para ver o detalhamento.

O Ibope também aponta a opinião dos eleitores sobre Bolsonaro e Haddad com índice de rejeição e certeza do voto:

Jair Bolsonaro

  • Com certeza votaria nele para presidente – 41%
  • Poderia votar nele para presidente – 11%
  • Não votaria nele de jeito nenhum – 35%
  • Não o conhece o suficiente para opinar – 11%
  • Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Fernando Haddad

  • Com certeza votaria nele para presidente – 28%
  • Poderia votar nele para presidente – 11%
  • Não votaria nele de jeito nenhum – 47%
  • Não o conhece o suficiente para opinar – 12%
  • Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Avaliação do governo

 — Foto: Editoria de Arte / G1

— Foto: Editoria de Arte / G1

  • Ótimo/bom: 5%
  • Regular: 19%
  • Ruim/péssimo: 74%
  • Não sabe/não respondeu: 2%

Na pesquisa anterior, divulgada em 6 de outubro, 79% consideravam o governo “ruim/péssimo”; 15%, “regular”; e 4% o avaliavam como “bom/ótimo”.

Cid Gomes critica PT

Cid Gomes cria saia justa ao cobrar 'mea culpa' do PT e dizer que partido criou Bolsonaro

Cid Gomes cria saia justa ao cobrar ‘mea culpa’ do PT e dizer que partido criou Bolsonaro

O senador eleito e ex-governador Cid Gomes (PDT-CE) criou uma saia justa ontem ao dizer em Fortaleza, durante um evento de apoio a Fernando Haddad, que o PT deveria fazer um “mea culpa”, relata o colunista Gerson Camarotti. Cid criticou o partido, chamou um eleitor de “babaca” e disse que o PT “vai perder feio”. Veja o vídeo acima.

Trens para o aeroporto de Cumbica

Plataforma do Airport Express, serviço de trem que vai ligar a Estação da Luz, no centro da capital paulista, ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo — Foto: Gabriela Biló / Estadão Conteúdo

Plataforma do Airport Express, serviço de trem que vai ligar a Estação da Luz, no centro da capital paulista, ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo — Foto: Gabriela Biló / Estadão Conteúdo

CPTM inicia hoje a operação do serviço Airport Express, com viagens diretas, sem paradas, entre as estações da Luz e Aeroporto-Guarulhos, em São Paulo. Serão cinco viagens de ida e cinco de volta em horários determinados. O primeiro trem partirá às 10h da Estação da Luz. O bilhete do serviço Airport Express custará R$ 8 e poderá ser adquirido nas duas estações.

Curtas e rápidas

‘Superclássico das Américas’

Gabriel Jesus comemora gol pela Seleção brasileira — Foto: Reprodução/TV Globo

Gabriel Jesus comemora gol pela Seleção brasileira — Foto: Reprodução/TV Globo

Brasil e Argentina se enfrentam às 15h na Arábia Saudita em mais um amistoso da Seleção pós-fracasso na Copa do Mundo. Na sexta (12), o Brasil venceu a própria Arábia Saudita por 2 a 0 e a Argentina goleou o Iraque por 4 a 0.

Previsão do tempo

Veja a previsão do tempo para terça (16)

Veja a previsão do tempo para terça (16)

Hoje é dia de…

  • Dia Nacional da Alimentação

Fonte: G1

Governo decide manter início do horário de verão em 4 de novembro

O governo decidiu nesta segunda-feira (15) que não vai adiar a data de início do horário de verão deste ano por causa do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). De acordo com o Palácio do Planalto, a data será mantida em 4 de novembro.

Na mesma data, estudantes de todo o país vão comparecer ao primeiro dia de provas do Enem. O segundo domingo de provas será em 11 de novembro.

+ PRF registra 764 acidentes em rodovias federais durante o feriado

Inicialmente, estava previsto um adiamento da data em duas semanas para evitar conflitos na realização das provas do Enem. A pedido do Ministério da Educação, o governo chegou a decidir adiar o início do horário de verão para 18 de novembro.

Agora, o Planalto optou por manter a data em 4 de novembro.

Normalmente, o programa tem início em outubro, mas já houve postergação para que a data não coincidisse com o segundo turno das eleições, no próximo dia 28.

Com informações da Folhapress.

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Presidente do PDT diz que apoio de Carlos Eduardo a Bolsonaro será discutido depois da eleição e que não tem como exigir apoio dele ao PT

Horas depois de o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, cobrar publicamente um maior engajamento do PDT no segundo turno, o presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, afirmou que o partido não vai se empenhar na campanha do petista e que já começa a preparar a candidatura de Ciro Gomes para o Planalto em 2022.

Questionado sobre o apoio de candidatos do PDT a governos estaduais a Jair Bolsonaro (PSL) neste segundo turno, como Carlos Eduardo (RN) e Amazonino Mendes (AM), Lupi disse que o assunto será discutido depois das eleições. “Não vou sangrar o partido nas vésperas das eleições. Isso aqui não é o Terceiro Reich”, afirmou.

Especificamente sobre a posição no Rio Grande do Norte, Lupi aproveitou para, uma vez mais, criticar o PT. “Como eu vou exigir que o meu candidato suba no palanque do PT?”, afirmou, em referência à petista Fátima Bezerra.

“Nós já declaramos que estamos contra o fascismo. É clara a nossa posição. Agora, nós não vamos fazer campanha, discutir plano de governo”, afirmou Lupi ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Em entrevista coletiva mais cedo, Haddad disse que a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, já estava em contato com o líder do PDT para alinhar um apoio mais claro à candidatura petista. Lupi, porém, negou a conversa. Até o fechamento da reportagem, a assessoria da senadora não respondeu aos contatos. “Nem sei onde ela queria se reunir. Já tinha falado com ela que a minha posição era esta”, disse.

O presidente do PDT voltou a falar ainda que a sigla vai ser oposição ao governo que for eleito em 28 de outubro. “No dia 29 a gente já vai para a rua preparar a campanha do Ciro para 2022”, afirmou.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Vantagem em pesquisas permite a Bolsonaro ‘jogar parado’ contra Haddad. Viagem ao Nordeste está descartada

Com quase 20 pontos de vantagem nas pesquisas sobre o adversário Fernando Haddad (PT), a equipe de Jair Bolsonaro (PSL) manterá o candidato “jogando parado” no segundo turno.

O cenário traz segurança à campanha para manter a comunicação comeleitores concentrada em redes sociais, com pouca exposição ao contraditório e o mínimo de saídas de casa, o que garante também a recuperação física após uma tentativa de assassinato em 6 de setembro.

O núcleo da campanha leva em conta a saúde e a segurança do candidato, que pode ver seu estado agravado com a exposição ao risco, segundo assessores. Por causa do atentado à faca, Bolsonaro passou 23 dos 56 dias da campanha de primeiro turno internado —e obteve 46% dos votos, contra 29,3% de Haddad.

Desde que teve alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em 29 de outubro, o presidenciável saiu de casa cinco vezes: no dia 7, para votar; duas vezes para gravar o horário eleitoral; uma em evento com parlamentares eleitos pelo PSL; e para visitar o Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, nesta segunda (15).

Em parte a decisão se deve à bolsa de colostomia instalada após o atentado, que provoca desconforto e dores quando sofre esbarrões.

Em parte, à avaliação de assessores de que maior exposição seria desvantajosa.

Todos os deslocamentos após o atentado têm sido feitos sob forte esquema de segurança, com carros blindados, escolta da Polícia Federal e colete à prova de bala.

A estratégia leva em conta também a participação em debates. Após dizer que compareceria aos últimos eventos previstos se fosse liberado pelos médicos nesta quinta (18), Bolsonaro recuou e afirmou que avaliaria se é estratégico debater com Haddad.

Por trás dessas considerações, está a percepção de sua equipe de que ele não teve bom desempenho nos dois debates aos quais compareceu no primeiro turno, especialmente no embate com Marina Silva (Rede) em questões ligadas às mulheres durante o evento da Rede TV!.

A decisão, como de hábito, deve ser tomada na última gora e levará em conta apenas os debates na Record (21) e na Rede Globo (25), três dias antes da eleição.

Nesta semana, contudo, o candidato do PSL deve conceder entrevistas e fazer ao menos duas visitas, ambas nesta quarta-feira (17): uma à sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro e outra à Arquidiocese do estado, onde se encontrará com o cardeal dom Orani Tempesta.

Bolsonaro também continuará a receber visitas em sua casa, na Barra da Tijuca (zona Oeste do Rio), em encontros fechados cujas imagens serão publicadas pela própria campanha em redes sociais.

A viagem para avaliação médica em São Paulo na quinta-feira também está sendo reavaliada —uma opção é fazer exames clínicos no Rio.

O candidato aventou viagens ao Nordeste (única região que não conseguiu visitar na campanha e onde perdeu para Haddad), a Brasília (para tratar de apoio político) e a Juiz Fora (MG), onde sofreu o atentado (para agradecer o socorro recebido).

Questionados sobre a possibilidade de deslocamento, aliados afirmam que as viagens terão de esperar a eleição.

FOLHAPRESS

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Fátima recebe apoio de 12 prefeitos

A candidata Fátima Bezerra recebeu o apoio de 12 prefeitos e lideranças de 20 municípios do Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (15). Os prefeitos Fernando Cunha (Macaíba), Laerte Paiva (Rio do Fogo), Renato de Doquinha (São Miguel do Gostoso), Polion Medeiros (São Fernando), Tiquinho (Rui Barbosa), Miguel Cabral (São Pedro), Kêka (São Bento do Trairi), Amarildinho (Caiçara do Norte), Valdemir Valentim (Pedra Grande), Cláudio Henrique (São Bento do Norte), Joaz Oliveira (Extremoz) e Babau (Marcelino Vieira) anunciaram que estão do lado certo e afirmaram que a candidata do PT é a melhor opção para governar o RN.

“Esse início de segundo turno tem sido muito proveitoso para nossa campanha. Nós temos recebido muitas declarações de apoios novos, de lideranças e pessoas que, juntos com os parceiros que estão com a gente desde o primeiro turno, confiam em um governo popular para o RN. Que sabem que, eleitos, nós iremos fazer do estado um lugar melhor de se viver”, agradeceu Fátima.

Ela disse que até o final de semana novos apoios deverão ser anunciados. “Essas lideranças se somam aos cidadãos comuns do nosso estado, que desde o início demonstram a confiança no nosso projeto. Isso nos incentiva cada dia mais”, concluiu a futura governadora.

Lideranças de outros municípios, como Nova Cruz, Vera Cruz, Espírito Santo, Parnamirim, Patu, Serra Caiada, entre outros, também conversaram com a senadora para anunciar que seguem o seu projeto.

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Aliados de Bolsonaro já fazem disputa por espaço e indicações de ministros

Grupos aliados de Jair Bolsonaro (PSL) estão se enfrentando pela primazia na indicação de nomes de seu ministério, criando atritos no entorno do presidenciável a menos de duas semanas do segundo turno da eleição.

O mais recente foco é o Ministério da Saúde. O grupo liderado pelo comando do partido de Bolsonaro fez circular na semana passada o nome de Henrique Prata, diretor do Hospital Amor (antigo Hospital do Câncer de Barretos).

Bolsonaro gosta do médico, mas divulgou um áudio no fim de semana a aliados negando o convite para o caso de vitória no segundo turno.

Na quinta (11), havia feito a mesma declaração à Rádio Jornal de Barretos. “Nunca conversamos sobre essa possibilidade. Não quero desmerecê-lo, quero restabelecer a verdade”, disse à emissora.

Prata é defendido pela dupla do Rio, como são conhecidos Gustavo Bebianno e Paulo Marinho, respectivamente presidente interino do PSL e suplente de Flávio, o filho de Bolsonaro eleito senador pelo partido no estado.

Marinho, empresário, tem ligações com a comunidade médica paulista.

É próximo do cardiologista Roberto Kalil, a quem pediu que enviasse uma equipe do Hospital Sírio-Libanês para atender Bolsonaro em Juiz de Fora logo após o atentado a faca que o candidato sofreu, em setembro.

Já o chamado grupo dos generais, formado por oficiais da reserva responsáveis pelo programa de governo do presidenciável, e o economista Paulo Guedes têm outro nome em mente.

Querem que a Saúde seja ocupada por médico Nelson Teich, presidente do centro de oncologia COI, do Rio.

Ele esteve na semana passada com Bolsonaro para deixar seus planos, que passam por um programa de racionalização de gestão —tema de seu mestrado na Universidade de York, no Reino Unido.

O grupo, contudo, não quer forçar o nome de Teich para evitar sinalizar publicamente suas desavenças com a dupla do Rio na reta final da campanha. Além disso, Bolsonaro é quem sempre tem a palavra final, de todo modo.

Faturas amargas passadas, contudo, tenderão a emergir após a campanha. Bebianno, por exemplo, travou ríspidas discussões com quase todos os grupos que orbitam a candidatura —e, na maioria das vezes, as venceu, deixando ressentimentos pelo caminho.

Outra aresta se encontra na escolha do nome para a nova pasta que submeterá o Meio Ambiente à Agricultura, caso o deputado vença o pleito.

O nome natural para os aliados mais antigos de Bolsonaro é o de Luiz Antonio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista e um dos primeiros apoiadores da candidatura do PSL.

Na quinta passada, 18 deputados da Frente Parlamentar da Agricultura foram reafirmar o apoio do grupo suprapartidário ao deputado, levando uma agenda com diversos pontos defendidos pelo setor.

Eles traziam também a sugestão de que o senador eleito Luiz Carlos Heinze (PP-RS) seria seu favorito.
Alertados por bolsonaristas de que isso seria lido como uma ofensa pelo presidenciável, que faz campanha montado na promessa de que não aceitará indicações políticas, não falaram nada. Mas o recado foi dado indiretamente.

Como publicou o Painel da Folha nesta segunda, Nabhan não tem apoio na frente e na Confederação Nacional da Agropecuária, embora seja bem aceito pelo setor produtivo —que será o fator determinante para a escolha, segundo diz Bolsonaro.

A acomodação de forças no entorno de Bolsonaro também é vista entre a nova e emergente bancada do PSL.

Alguns campeões de voto do primeiro turno, como a deputada federal eleita Joice Hasselmann (SP) e a deputada estadual Janaina Paschoal (SP), têm enfrentado resistências.

Um episódio exemplar foi a tentativa de gravação de apoio do presidenciável ao candidato a governador João Doria (PSDB-SP), na sexta-feira.

Joice fez a intermediação com Bebianno e levou o tucano à casa de Marinho, no Rio. Bolsonaro, em acordo com o senador eleito Major Olímpio (SP), desafeto de Doria, deu o bolo no candidato.

Líder do PSL-SP, Olímpio já declarou voto no governador paulista, Márcio França (PSB).

Segundo amigos, Janaina vem se queixando do que considera falta de diretrizes unificadas na campanha —de resto, uma marca do modus operandi de Bolsonaro ao longo do ano. A Folha não conseguiu falar com ela sobre o tema.

FOLHAPRESS

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VÍDEO: Cid Gomes chama petistas de babacas e diz que Haddad merece perder

Ao chutar o balde num ato pró-Fernando Haddad, no Ceará, o senador eleito Cid Gomes espalhou o cheiro de enxofre que emana dos subterrâneos da candidatura presidencial do PT. O miasma ficará no ar até o próximo dia 28, quando o eleitor voltará às urnas. O desabafo do irmão de Ciro Gomes foi perfurante como prego em caixão: o PT “vai perder a eleição”, declarou. Vai ”perder feio”.

Num instante em que o petismo tenta atrair a família Gomes para o polo democrático anti-Bolsonaro, Cid cobrou na noite desta segunda-feira (15) um mea-culpa do PT. Hostilizado por militantes petistas, abespinhou-se: “…Não admitir os erros que cometeram é pra perder a eleição. E é bem feito… Vão perder feio! Porque fizeram muita besteira, porque aparelharam as repartições públicas, porque acharam que eram donos de um país. E o Brasil não aceita ter dono…”

A certa altura, a plateia entoou um velho coro: Olê, olê, olê, oláááá, Lulaaaa, Lulaaaa…” E Cid: “Lula o quê? O Lula está preso, babaca! O Lula está preso, o Lula está preso, e vai fazer o quê? Deixa de ser babaca, rapaz, tu já perdeu a eleição.”

Para Cid Gomes, Jair Bolsonaro é uma criação dos ”donos da verdade” do PT. Tomado pelas palavras, Cid avalia que o mea-culpa do petismo demorou tanto que tornou-se desnecessário. Coordenador da derrotada campanha de Ciro Gomes, o senador cearense parece considerar que o caso do PT nacional já não é de autocrítica, mas de autópsia.

JOSIAS DE SOUZA

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“Sou professor, não sou capitão expulso do Exército”, diz Haddad

Candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad disse nesta segunda-feira (15), em entrevista à Rádio Bandeirantes, que está “duelando” com um adversário que é a favor da ditadura, da tortura, do estupro e do preconceito contra negros, mulheres e a comunidade LGBT.

Diante de seu adversário nas urnas, a quem considera uma “ameaça”, ele afirmou que não pode ficar isolado, “em nome do Brasil, das forças democráticas, pela Constituição”.

“Não posso me isolar diante de quadro tão temeroso”, afirmou ele, sobre a frente que pretende reunir na última reta das eleições para tentar vencer o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Haddad disse que tem boa relação com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e que sempre manteve diálogo com a oposição. “Nunca deixei de conversar com a oposição. Foi dessa forma que consegui ampliar as universidades, aprovar o Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica] e o piso nacional do magistério.”

“Tenho uma relação boa histórica com o PSDB. Não podemos dispensar apoio. Estou preocupado com onda de violência e a intolerância. Você nunca ouviu da minha boca que é hora de metralhar um adversário”, afirmou o candidato do PT.

“Sou professor, não sou capitão expulso do Exército. Vamos falar a verdade sobre ele. Ele ameaçou explodir uma adutora para pleitear aumento de soldo. O Bolsonaro só promove violência.”

Segundo Haddad, se depender dos esforços de sua campanha, haverá tempo para congregar uma frente ampla para combater o ex-capitão do Exército. “Tanto FHC quanto Ciro Gomes deixaram claro: Bolsonaro, não.”

Valor

Fonte: Blog do BG

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