PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA TERÇA-FEIRA

Por G1

 


Eleições 2018: o G1 transmite hoje, ao vivo, os debates entre os candidatos ao governo de 25 estados e do DF. A transmissão do Rio Grande do Sul será amanhã. Os números da nova pesquisa Ibope com as intenções de voto para presidente. Economia: o IBGE divulga os números da produção industrial de agosto. Acompanhe as últimas novidades em carros, direto do Salão de Paris. E a Academia Sueca anuncia o Nobel de Física. O que é notícia nesta terça-feira:

NACIONAIS

Debates nos estados

 — Foto: Foto: Editoria de Arte / G1

— Foto: Foto: Editoria de Arte / G1

G1 transmitirá, ao vivo, os debates entre os candidatos ao governo de todos os estados e do Distrito Federal promovidos pela TV Globo e pelas afiliadas. As transmissões começam após a novela “Segundo Sol”. A maioria dos debates acontece hoje. No Rio Grande do Sul, o encontro é na quarta (3). Saiba como assistir.

Pesquisa Ibope

Ibope divulga pesquisa de intenção de votos para presidente

Ibope divulga pesquisa de intenção de votos para presidente

O Ibope divulgou ontem à noite o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30). Veja os números completos aqui.

Os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 31%
  • Fernando Haddad (PT): 21%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Marina Silva (Rede): 4%
  • João Amoêdo (Novo): 3%
  • Alvaro Dias (Podemos): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0%
  • Vera Lúcia (PSTU): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • João Goulart Filho (PPL): –
  • Branco/nulos: 12%
  • Não sabe/não respondeu: 5%

Produção industrial

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje dados de agosto da produção industrial. Em julho, houve queda de 0,2%frente ao mês imediatamente anterior, após crescer 12,9% em junho,.

  • Dia Nacional do Pacifismo Ativo e pelo Desarmamento

Fonte: G1

MUITO GRAVE: Avião da Latam pousa por erro em pista de decolagem no maior aeroporto do Brasil

Notícias ao Minuto

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Um avião da companhia aérea Latam pousou na pista errada do aeroporto internacional de Guarulhos, na região Metropolitana de São Paulo, o mais movimentado do país. O Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) classificou o caso como “incidente grave” e abriu investigação para apurar o incidente, que ocorreu nesta segunda-feira (1º).

Como explica o ‘G1’, o Airbus A321 (prefixo PT-MXH) levava 184 passageiros e oito tripulantes, quando aterrissou na pista usada para decolagens, ao invés da pista de pousos. Segundo o site de monitoramento de voos ‘Flightradar24’, o voo LA4627, que saiu de Fortaleza, pousou em Guarulhos às 12h49.

A Cenipa informou que vai apurar se houve errou da tripulação ou do controle de tráfego aéreo, para tomar as medidas de segurança necessárias.

O controle de tráfego aéreo é responsável por informar aos pilotos a pista em que a aeronave irá pousar e monitorar a aproximação. Além disso, a pista também está configurada no computador de bordo dos aviões.

A Latam informou que a “ocorrência está sendo investigada pelas autoridades aeronáuticas competentes”. A empresa afirmou que segue “os mais elevados padrões de segurança, atendendo rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais”.

A Infraero, responsável pelo controle do tráfico aéreo, disse em nota estar colaborando com as investigações: “As ações que cabem ao órgão de controle de tráfego aéreo local para possibilitar a investigação e prevenção de ocorrências aeronáuticas foram adotadas, sendo que não foi observado pela Torre de Controle de Guarulhos qualquer dano à aeronave e ao aeroporto”.

 

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Palocci diz que campanhas de Dilma custaram R$ 1,4 bilhão

No termo de delação premiada número 1 de Antonio Palocci, que abre a lista de revelações do ex-ministro dos governos do PT, ele afirma que a campanha presidencial de reeleição de Dilma Rousseff em 2014 custou R$ 800 milhões. O valor é mais do que o dobro dos R$ 350 milhões de gastos declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Pode citar que as campanhas presidenciais do PT custaram em 2010 e 2014, aproximadamente, 600 e 800 milhões de reais, respectivamente”, registra o Termo 1 da delação bomba de Palocci, tornado público nesta segunda-feira, 1, por decisão do juiz federal Sérgio Moro – da Operação Lava Jato em Curitiba.

Titular de um dos pontos principais da arrecadação do PT com o empresariado para as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, desde 2002, Palocci revelou em sua delação premiada os crimes acobertados da Justiça nas finanças do partido.

As “prestações regulares registradas no TSE são perfeitas do ponto de vista formal”. “Mas acumulam ilicitudes em quase todos os recursos recebidos”, contou.

“A legislação não funciona e incentiva a corrupção.”

Segundo Palocci, “a maior parte das doações registradas no TSE é acometida de origem ilícita”. “O TSE não tem como saber se a doação é ilícita, uma vez que não fiscaliza a origem do dinheiro.”

Caixa 2. Com cinco anos de atuação, a Lava Jato revelou em seus processos que recursos de campanhas oficiais passaram a ser usados como forma de lavar dinheiro de propinas. “Ninguém dá dinheiro para campanhas esperando relações triviais com o governo”, contou Palocci.

Ele confessa que era, ao lado do ex-ministros José Dirceu e Guido Mantega, um dos responsáveis pela arrecadação de fundos para o partido e suas campanhas. Apontou os ex-tesoureiro petistas Delúbio Soares, Paulo Ferreira e João Vaccari Neto – todos já réus da Lava Jato – como os principais arrecadadores do PT.

No seu termo de delação 1, Palocci diz que “julgou correta a proibição de doações como vinham sendo feitas”. Para ele, “hoje há um grande grau de desfunção à lei eleitoral e à politica partidária no Brasil”.

Nos últimos dias investigadores da Lava Jato em Curitiba, Rio e São Paulo têm alertado sobre um suposto movimento na surdina do meio político, que pegará carona nas recentes decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anistiar o caixa 2.

ESTADÃO CONTEÚDO

Blindagem do PT e do PSDB revelou-se suicida

Petistas e tucanos desenvolveram um método suicida para livrar seus cardeais de complicações criminais. Ao protelar o andamento dos processos, enfiaram os escândalos dentro da campanha eleitoral de 2018. Num processo contra Lula, Sergio Moro acaba de levantar o sigilo da delação-companheira de Antonio Palocci. Vieram novamente à tona os podres de Lula num instante em que o líder-presidiário transfere eleitores para o seu poste.

Em São Paulo, dias atrás, o Ministério Público formalizara denúncias contra os presidenciáveis Fernando Haddad e Geraldo Alckmin. Noutras praças, realizaram-se prisões ou batidas policiais de busca e apreensão contra três réus tucanos: Beto Richa, no Paraná; Reinaldo Azambuja, no Mato Grosso do Sul; e Marconi Perillo, em Goiás. Em vez de se defender, os acusados atacam magistrados e investigadores, acusando-os de persegui-los politicamente para influir nas eleições.

Quase tudo mudou na política brasileira, menos a mania do PT e do PSDB de reagir aos escândalos acionando a tática da blidangem dos seus suspeitos. No gogó, todos pregam o rigor e a transparência nas investigações. Na prática, querem rigor para os adversários e transparência de vidro fumê para o eleitor. Petistas e tucanos deveriam refletir sobre os efeitos da política de acobertamento. O resultado mais visível se chama Jair Bolsonaro.

JOSIAS DE SOUZA

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Escalada de Bolsonaro no Ibope desafia Lula e a lógica

Após três semanas de estabilidade, Bolsonaro subiu no Ibope de 27% para impressionantes 31% das preferências do eleitorado. Abriu dez pontos de vantagem sobre o vice-líder Haddad, que parou momentaneamente de subir. O desempenho do capitão desafia o prestígio de Lula e, sobretudo a lógica.

Todos os presidenciáveis ajustam seus discursos e suas táticas. Bolsonaro não. Suas (poucas) ideias continuam inabaláveis. Sua pregação não se alterou um milímetro, mesmo depois da facada. Muitos já disseram que a agenda de Bolsonaro é fascista. Houve quem enxergasse nele até pendores hitlerianos. O líder deu de ombros. Manteve-se fidel aos seus valores: o moralismo bisonho, o desprezo pelos signos democráticos, o ódio à imprensa, a segurança imposta manu militari…

Noutros tempos a ciência política classificaria Bolsonaro como um candidato inviável. A sociedade brasileira, com seus valores escrachados e seus princípios flexíveis, revelava-se majoritariamente refratária à disciplina sanguínea do fascismo. Na década de 90, o nome de Bolsonaro seria Enéas e seu teto nas pesquisas não ultrapassaria os 7%.

O que mudou? Bolsonaro, até ontem um inexpressivo membro do baixo clero da Câmara, sintonizou-se com os brasileiros atropelados pela economia débil e afrontados pela roubalheira vigorosa. Sem estrutura, a bordo de um partido de aluguel, com ridículos 8 segundos no horário eleitoral, ele se impôs perante os velhos tecelões da política artesanal.

Perdendo ou ganhando, Bolsonaro consolida-se como principal fenômeno político desde Fernando Collor. De costas para os partidos, o mercado, a academia e a imprensa, ele capturou os principais focos de contestação social que se movem à margem da liderança populista de Lula e do sindicalismo companheiro da CUT. Parte do tucanato e do centrãozão —versão hipertrofiada do centrão que inclui o MDB de Michel Temer— corre atrás do prejuízo, aderindo às pressas.

Bolsonaro chega à beirada da urna como um líder paradoxal. Deputado há 27 anos, vendeu-se como um oposicionista extraparlamentar, avesso ao sistema. Direitista convicto, conquistou as massas como uma opção “jurássica” ao clepto-distributivismo da chamada esquerda.

Assim, o fato mais inédito na política, a saber, o surgimento de um líder sem a enlameada plumagem tucana capaz de desafiar o projeto político-criminal de Lula, parece combinar-se com o desejo de um pedaço do eleitorado de restaurar uma ilusão de ordem e progresso de inspiração militar.

Repetindo: a associação do lodo que encobriu a modernidade tucana com o dinheirismo que sufocou os clichês varguistas do lulismo deram à luz Bolsonaro, uma novidade feita de resíduos verbais da década de 60.

Um pedaço do eleitorado ouve o poste de Lula falando num “Brasil feliz de novo” e chega à conclusão de que o futuro era muito mais feliz antigamente.

JOSIAS DE SOUZA

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Toffoli mantém suspensa entrevista de Lula à Folha

Dias Toffoli decidiu manter a liminar concedida por Luiz Fux que suspendeu a entrevista de Lula à Folha.

O presidente do STF respondeu a um questionamento feito por Raul Jungmann sobre qual decisão deveria ser cumprida.

“Diante da solicitação, a fim de dirimir a dúvida no cumprimento da determinação desta Corte, cumpra-se, em toda a sua extensão, a decisão liminar proferida em 28/9/18 pelo vice-presidente da Corte, Luiz Fux, no exercício da Presidência, nos termos regimentais, até posterior decisão do Plenário.”

O Antagonista

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Lula diz que Palocci mentiu em delação para ‘obter generosos benefícios’

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que o ex-ministro Antonio Palocci “mentiu” em delação premiada para “obter generosos benefícios”. A delação foi tornada pública nesta segunda-feira (26) pelo juiz federal Sérgio Moro.

A ex-presidente Dilma Rousseff também se manifestou. Ela questionou o fato de a delação ter sido divulgada a seis dias do primeiro turno das eleições presidenciais. Classificou a delação de “delação implorada” e disse que Palocci “inventa” ao dizer que as duas campanhas de Dilma à Presidência arrecadaram R$ 1,4 bilhão.

No Twitter, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse: “Moro divulga para imprensa parte da delação de Palocci. Não podia deixar de participar do processo eleitoral! A ação política é da sua natureza como juiz. Vai tentar pela enésima vez destruir Lula. Tudo que consegue é a autodestruição”.

Leia a íntegra da nota de Lula

“A conduta adotada hoje pelo juiz Sérgio Moro na Ação Penal nº 5063130-17.2016.4.04.7000 apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula.

Moro juntou ao processo, por iniciativa própria (‘de ofício’), depoimento prestado pelo Sr. Antônio Palocci na condição de delator com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal. Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público. Além disso, a hipótese acusatória foi destruída pelas provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais.

Palocci, por seu turno, mentiu mais uma vez, sem apresentar nenhuma prova, sobre Lula para obter generosos benefícios que vão da redução substancial de sua pena – 2/3 com a possibilidade de ‘perdão judicial’ – e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias.”

Leia a íntegra da nota de Dilma

“Embora tenham sido feitas há quase sete meses, e rejeitadas pelo Ministério Público Federal da Operação Lava a Jato, as delações sem provas do senhor Antônio Palocci foram surpreendentemente acolhidas pelo juiz federal da 13ª Vara de Curitiba, nesta segunda, e amplamente divulgadas pela mídia, a exatos seis dias da eleição presidencial.

Dadas em abril deste ano, as declarações do senhor Palocci tentam incriminar Lula, Dilma e outros dirigentes do PT, para obter o prêmio da liberdade, da redução da pena e da posse de recursos os quais é acusado de ter acumulado ilegalmente.

O desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, já havia sentenciado, em 21 de junho deste ano, que “não cabe neste momento inicial o exame detido do conteúdo das declarações prestadas” por Palocci. “Tampouco o momento da homologação é adequado para aferir a idoneidade dos depoimentos dos colaboradores”.

Com isso, o desembargador suspendeu a tramitação do termo de colaboração por três meses, para que Palocci apresentasse “à autoridade policial elementos probatórios minimos de suas alegações”. O que ele não fez.

É estarrecedor, portanto, que uma delação não aceita pelo Ministério Público, e suspensa por um juiz de segunda instância, seja acolhida e tenha tido seu sigilo quebrado por um juiz de primeira instância. Sobretudo, neste momento em que o povo brasileiro se prepara para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Em sua terceira tentativa de delação “implorada”, o senhor Palocci inventa que as duas campanhas de Dilma à Presidência teriam arrecadado R$ 1,4 bilhão. Trata-se de um valor absolutamente falso. Apenas a hipótese de recursos tão vultosos não terem sido detectados evidencia o desespero de quem quer salvar a própria pele.

Tal afirmação, pela leviandade e oportunismo delirantes, só permite uma conclusão: que o senhor Palocci saiba onde se encontra R$ 1 bilhão, já que o valor declarado e aprovado pelo TSE, é cerca de um terço disso.

O que fica evidente é que a negociação feita por essa delação implica que o senhor Palocci, depois de pagar R$ 37,5 milhões, poderá “requerer ou representar ao juiz pela concessão de perdão judicial”, tenha reduzida “em até 2/3 (dois terços) da pena privativa de liberdade e/ou sua substituição por restritiva de direitos” ou, ainda, “a suspensão do processo e do prazo prescricional”.

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Linhas pós-pagas crescem 13,5% em 12 meses, diz Anatel

 

O número de linhas pós-pagas no Brasil aumentou 13,5% na comparação entre agosto de 2018 e o mesmo mês do ano passado. Os dados, divulgados hoje (1°) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mostram que o país fechou o mês de agosto com 94,98 milhões de linhas ativas, um crescimento de 11,30 milhões na comparação com agosto de 2017.

Os números reafirmam a tendência de crescimento das linhas pós-pagas em relação às pré-pagas, que vêm caindo, mas ainda são maioria no país. De cada 100 linhas móveis no país, 59 são pré-pagas e 41 pós-pagas.

Mesmo assim, em 12 meses, o número de linhas pré-pagas teve redução significativa, de 12,05%. Na comparação com agosto do ano passado, foram registradas menos 19,10 milhões, fechando agosto passado com 139,39 milhões pré-pagas.

De acordo com a Anatel, no período de 12 meses, os únicos estados onde o número de linhas móveis – pré e pós-pagas – cresceu foram Roraima, com mais 35 mil e aumento de 7,23% na base de assinantes; Amazonas, com percentural de 5,08% e mais 174 mil contratos; Amapá, com mais 32 mil contratos e expansão de 4,49%; e Espírito Santo, que com mais 57 mil assinantes e percentual de 1,51%.

“Os quatro principais grupos da telefonia móvel no país detêm 228,77 milhões de linhas em operação (97,61% do mercado). A Vivo tem 74,96 milhões de linhas móveis (31,98%); a Claro, 58,80 milhões (25,09%); a TIM, 56,17 milhões (23,97%); e a Oi, 38,84 milhões (16,57%). As pequenas prestadoras da telefonia móvel, juntas, somam 5,60 milhões de linhas (2,39%)”, informou a Anatel.

A Vivo foi a única operadora que cresceu no período de 12 meses, com mais 386 mil linhas móveis e percentual de 0,52%. Nas demais, o número de assinantes caiu.

Em 12 meses, houve redução de 2,75% no número de assinantes, com menos 1,66 milhão de contratos na Claro; a Tim caiu 6,93%, com menos 4,18 milhões de assinantes; e a Oi teve a maior redução em termos percentuais com redução de 7,57% e queda de 3,18 milhões no número de assinantes. As pequenas prestadoras apresentaram crescimento de 17,65%, somando um total de 838 mil linhas.

Entre as tecnologias usadas, a 4G foi a que mais cresceu em 12 meses, com mais 34,14 milhões de linhas e percentual de 38,58%; seguida das linhas M2M (comunicação entre máquinas), com expansão de 23,89% e mais 3,40 milhões de acessos. A maior redução ocorreu nas linhas 3G, com queda de 33,65% e menos 34,29 milhões de linhas e as de 2G, que perderam 11,05 milhões de linhas e tiveram queda de 29,44%.

Com isso, as linhas de 4G representam mais da metade das linhas ativas no mercado, com 52,33% de participação e totalizando, em agosto, 122,65 milhões de unidades. Em seguida. vêm as linhas de 3G, que somam 28,85% de participação e 67,61 milhões. As de tecnlogia 2G somam 26,49 milhões de linhas e 11,3% do mercado. As linhas móveis voltadas para aplicações máquina-máquina (M2M) são 17,62 milhões, participação de 7,52%.

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PESQUISA IBOPE 2º TURNO: Bolsonaro vence Marina, empata com Haddad e perde para Ciro e Alckmin

O Ibope também analisou os possíveis cenários de segundo turno. Em todos, citando o candidato Jair Bolsonaro que lidera as pesquisas de intenção de voto. Em relação aos demais candidatos, Bolsonaro ganha apenas da candidata Marina Silva. Ele empata com Fernando Haddad, mas perde para Geraldo Alckmin e Ciro Gomes.

Os resultados foram os seguintes

Ciro 45X% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)
Alckmin 42% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)
Haddad 42% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 14%; não sabe: 3%)
Bolsonaro 43% x 38% Marina (branco/nulo: 17%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa

A coleta dos dados aconteceu entre os dias 29 e 30 de setembro 3.010 eleitores de 208 municípios brasileiros. A pesquisa Ibope, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08650/2018, foi encomendada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo. Ela foi calculada com margem de erro de 2% para mais ou para menos e tem grau de confiança de 95%, isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Outro detalhes da pesquisa também precisa ser explicado: 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

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PESQUISA IBOPE REJEIÇÃO: Bolsonaro tem 44%; Haddad, 38%; Marina, 25%; Alckmin, 19%; Ciro, 18%

A pesquisa Ibope também analisou a rejeição dos candidatos, ou seja, aquele em que o eleitor não votaria de maneira alguma para presidente da República. Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram os seguintes

Bolsonaro: 44%
Haddad: 38%
Marina: 25%
Alckmin: 19%
Ciro: 18%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 10%
Eymael: 10%
Boulos: 10%
Vera: 9%
Alvaro Dias: 9%
Amoêdo: 8%
João Goulart Filho: 7%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 6%

Sobre a pesquisa

A coleta dos dados aconteceu entre os dias 29 e 30 de setembro 3.010 eleitores de 208 municípios brasileiros. A pesquisa Ibope, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08650/2018, foi encomendada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo. Ela foi calculada com margem de erro de 2% para mais ou para menos e tem grau de confiança de 95%, isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Outro detalhes da pesquisa também precisa ser explicado: 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

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PESQUISA IBOPE EVOLUÇÃO: Bolsonaro cresce e abre 10 pontos de vantagem pra Haddad; Ciro e Marina caem; Alckimin se mantém

A pesquisa Ibope também analisou a evolução as intenções de voto dos candidatos em relação à última pesquisa divulgada há cerca de uma semana. O candidato Jair Bolsonaro cresceu 4%, fora da margem de erro de 2%, e abriu uma vantagem de 10 pontos em relação ao segundo colocado Fernando Haddad, que se manteve com 21%.

Ciro Gomes oscilou negativamente 1 ponto, dentro da margem de erro, saindo de 12% para 11%. Geraldo Alckimin se manteve com 8%. Enquanto Marina Silva caiu de 6% para 4%, no limite da margem de erro.

Sobre a pesquisa

A coleta dos dados aconteceu entre os dias 29 e 30 de setembro 3.010 eleitores de 208 municípios brasileiros. A pesquisa Ibope, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08650/2018, foi encomendada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo. Ela foi calculada com margem de erro de 2% para mais ou para menos e tem grau de confiança de 95%, isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Outro detalhes da pesquisa também precisa ser explicado: 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

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Bolsonaro e PT podem levar o País ao descontrole e a uma divisão, afirma Marina

Foto: Jãmarrí Nogueira/CBN

A candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, criticou nesta segunda-feira (1º) a “divisão” no país que, segundo ela, foi causada pelo PT e pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Para Marina, a população brasileira não precisa ficar entre a “cruz da corrupção e do PT” e a “espada da violência do Bolsonaro”.

Marina cumpriu agenda de campanha nesta segunda em João Pessoa (PB). Na capital paraibana, a candidata almoçou em um restaurante na Praça da Independência, no Centro da cidade, e, depois, fez uma caminhada no Parque Solón de Lucena, também no Centro.

“Vamos continuar dialogando com a população, falando a verdade e dizendo que a população brasileira não precisa ficar entre a cruz e a espada. A cruz da corrupção e do PT e a espada da violência do Bolsonaro. Nós somos uma alternativa, um caminho para unir o Brasil”, disse Marina.

“O Brasil não pode ficar como está a Venezuela hoje e o que a gente está vendo é o perigo de PT e Bolsonaro levarem o Brasil para uma situação de descontrole, desunindo os brasileiros. Uma casa dividida não tem como subsistir”, complementou.

G1

Fonte: Blog do BG

 

INTERNACIONAL

Tragédia na Indonésia

Soldados enterram vítimas em uma vala comum na Indonésia — Foto: Jewel Samad / AFP

Soldados enterram vítimas em uma vala comum na Indonésia — Foto: Jewel Samad / AFP

O número de mortos após o potente terremoto de magnitude 7,5 e um tsunami que devastaram a Indonésia na semana passada subiu para 1.234. O número total de mortos, no entanto, não é definitivo e pode crescer à medida em que os socorristas têm acesso às zonas mais remotas, como o distrito de Sigi Biromaru, a sudeste de Palu.

Prêmio Nobel

Será anunciado hoje, no início da manhã, o vencedor do Prêmio Nobel de 2018 Física. Ontem a Academia Sueca premiou James P. Allison e Tasuku Honjo com o Nobel de Medicina.

Salão de Paris

Montagem de fotos Salão de Paris 2018 (Corolla, Classe A Sedan, Ferrari SP, BMW Z4) — Foto: Divulgação

Montagem de fotos Salão de Paris 2018 (Corolla, Classe A Sedan, Ferrari SP, BMW Z4) — Foto: Divulgação

A partir desta terça-feira, acompanhe no G1, em tempo real, todas as novidades do Salão de Paris, diretamente da França. Fique ligado! Hoje, os destaques ficam por conta da nova geração do BMW Série 3 e do Mercedes Classe A Sedan, e mais: Audi E-Tron; Audi Q3; Mercedes EQC; Ferrari Monza; Peugeot e-Legend; Suzuki Jimny, Toyota Corolla, entre outros.

Fonte: G1

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