PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEXTA-FEIRA

Por G1

 

Disputa acirrada. A ANP leiloa hoje mais 4 áreas do pré-sal e prevê arrecadar R$ 6,8 bilhões. Doze petroleiras participam do pregão, incentivadas pelo preço mais alto do petróleo. O BC divulga o resultado de agosto das contas públicas. Termina hoje o prazo para o saque do fundo PIS-Pasep para menores de 60 anos. Nos EUA, a comissão de Justiça do Senado faz sessão que pode confirmar ou não o juiz Brett Kavanaugh na Suprema Corte. O indicado de Trump respondeu ontem às acusações de assédio sexual que pesam contra ele, e que podem derrubar sua nomeação. O que é notícia nesta sexta-feira:

NACIONAIS

Leilão do pré-sal

Governo espera arrecadar quase R$ 7 bilhões em leilão de blocos do pré-sal

Governo espera arrecadar quase R$ 7 bilhões em leilão de blocos do pré-sal

A oportunidade de explorar petróleo e gás na camada pré-sal do Brasil reúne hoje, no Rio de Janeiro, 12 das principais petroleiras do mundo. Quatro áreas são ofertadas nesta 5ª Rodada de Partilha da Produção e a incerteza quanto ao futuro político do país promete acirrar a disputa. O leilão pode arrecadar R$ 6,8 bilhões.

Desemprego

 — Foto: Valdecir Galor / SMCS

— Foto: Valdecir Galor / SMCS

Sai nesta sexta-feira a taxa de desemprego de agosto no Brasil. Em julho, a taxa de desemprego caiu para 12,3% no trimestre encerrado em julho, na quarta queda mensal consecutiva, mas ainda atingia 12,9 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Contas públicas

O Banco Central (BC) divulga hoje o resultado de agosto das contas do setor público. Em julho, governo federal, estados, municípios e empresas estatais registraram um déficit primário de R$ 3,401 bilhões.

PIS-Pasep

 — Foto: Marcos Santos / USP Imagens

— Foto: Marcos Santos / USP Imagens

Termina hoje o prazo para o saque das cotas do PIS-Pasep pelas pessoas com menos de 60 anos que tenham direito aos recursos. Segundo o Ministério do Planejamento, mais de 4 milhões de pessoas ainda não haviam sacado o dinheiro até a tarde de ontem.

Curtas e Rápidas:

Fonte: G1

Vejam pesquisas IBOPE de Minas, Paraná, Distrito Federal e Rio Grande do SUL

MINAS GERAIS

O candidato do PSDB ao governo de Minas GeraisAntonio Anastasia, oscilou dois pontos porcentuais para cima e hoje tem 35% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira, 27. Já o atual governador, Fernando Pimentel, que tenta a reeleição pelo PT, oscilou um ponto para baixo e chegou a 21%.

A comparação é com a pesquisa divulgada no dia 17 de setembro. Nos últimos 10 dias, a diferença entre os dois subiu de 11 para 14 pontos porcentuais. Em um eventual segundo turno, Anastasia venceria a disputa Pimentel por 43% a 26%.

O postulante do partido Novo, Romeu Zema, se manteve na terceira colocação, com 8% das intenções de voto, um ponto a mais que em relação à última pesquisa. Já Adalclever Lopes, do MDB, ficou na quinta posição, estagnado com 3%, seguido por João Batista Mares Guia, com 2%.

Dirlene Marques, do PSOL, Claudiney Dulim, do Avante, e Jornado Metalúrgico, do PSTU, tiveram um 1%. Segundo o Ibope, 17% dos entrevistados disseram que votarão em branco ou anularão, e 10% disseram que não sabem em quem votarão.

A pesquisa Ibope também indicou que Fernando Pimentel segue como o candidato com maior índice de rejeição, 36%, enquanto Anastasia tem 20%. Além disso, 48% dos entrevistados disseram que a gestão do petista é “péssima” ou “ruim”.

DISTRITO FEDERAL

A candidata Eliana Pedrosa (Pros) se manteve na liderança numérica na disputa ao governo do Distrito Federal, segundo pesquisa Ibope divulgada há pouco. A intenção de voto nela passou de 22% para 21%.

Tecnicamente empatado com Eliana, considerando-se a margem de erro de três pontos porcentuais, Ibaneis (MDB) cresceu em duas semanas de 9% para 20%. Alberto Fraga (DEM) oscilou negativamente de 14% para 11% e o atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) manteve os 11% do levantamento anterior.

Rogério Rosso (PSD) foi de 10% para 11%, enquanto o general Paulo Chagas oscilou de 5% para 3%. Miragaya (PT) manteve os 3% da pesquisa passada e Alexandre Guerra (Novo) passou de 3% para 2%.

Fátima Sousa (PSOL) e Renan Rosa (PCO) mantiveram 1% cada, enquanto Guillen (PSTU) não pontuou em nenhum dos dois levantamentos.

O total de brancos e nulos foi de 13% para 11%, enquanto os que não souberam ou não opinaram caiu de 8% para 4%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e foi feita com 1.512 eleitores entre 24 e 26 de setembro. O registro no TRE é o DF-04914/2018 e no TSE é o BR-00814/2018. O nível de confiança utilizado é de 95%.

PARANÁ

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira, 27, a terceira desde o início da campanha das eleições 2018, mostra que o candidato Ratinho Junior (PSD) continua favorito na disputa pelo governo do Paraná, com 44% das intenções de voto. Ele oscilou positivamente dentro da margem de erro de três pontos porcentuais, na comparação em relação à pesquisa anterior do mesmo instituto, divulgada no início do mês, em que estava com 42%. Na primeira pesquisa, de 22 de agosto, Ratinho era citado por 33% dos eleitores.

Os dois candidatos que aparecem na sequência subiram quatro pontos porcentuais, cada um, nas citações dos eleitores em relação ao último levantamento: a governadora e candidata à reeleição Cida Borghetti (PP) tinha 13% e agora tem 17%; e o deputado federal João Arruda (MDB) passou de 6% para 10%. Na pesquisa de agosto, Cida tinha 15%, e Arruda, 5%.

Dr. Rosinha (PT) aparece em quarto lugar no último levantamento, com 6% das intenções de voto. Ele tinha 4% na pesquisa anterior, e 3% na divulgada em agosto.

Na sequência do levantamento aparecem Ogier Buchi (PSL), com 2%; e Piva (PSOL), Professor Ivan Bernardo (PSTU), Priscila Ebara (PCO) e Jorge Bernardo (REDE), todos com 1% cada um. Geonísio Marinho (PRTB) não pontuou.

O Ibope também detectou que diminuiu o porcentual de eleitores paranaenses que estão em dúvida ou votariam em branco ou nulo para o cargo de governador do Estado, em relação ao levantamento anterior do instituto. No início do mês, brancos e nulos somaram 16% e agora representam 9% dos eleitores. Não souberam ou não opinaram eram 14% e agora somam 9% das declarações.

RIO GRANDE DO SUL

Pesquisa Ibope de intenção de votos para o governo gaúcho nas eleições 2018 divulgada nesta quinta-feira, 27, aponta que Eduardo Leite (PSDB) ultrapassou numericamente, pela primeira vez, o candidato à reeleição, José Ivo Sartori(MDB), na liderança. Ambos, contudo, continuam empatados tecnicamente.

Leite tem agora 30% das intenções de voto, aumento de 4 pontos com relação ao último levantamento, divulgado em 21 de setembro. Sartori está com 29%, oscilando 2 pontos para baixo desde a última pesquisa. A margem de erro é de 3 pontos.

Miguel Rossetto (PT) estacionou nos mesmos 12% das duas pesquisas anteriores. Jairo Jorge (PDT) tinha 6% e agora está com 8%, oscilando dentro da margem de erro. Júlio Flores (PSTU), Roberto Robaina (PSOL) e Mateus Bandeira (Novo) permaneceram com 1%. Paulo de Oliveira (PCO) também tem 1%. Brancos e nulos são 9%, não sabe ou não respondeu, 8%.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

Haddad vai antecipar nome para a Fazenda se passar ao segundo turno

Fernando Haddad (PT) quer apresentar logo no início do segundo turno o nome que assumirá o Ministério da Fazenda caso seja eleito presidente da República.

Dessa forma, defendem aliados, o petista vai sinalizar que seu eventual governo será moderado e sem grandes rupturas na economia, permitindo sua entrada na reta final da disputa sob menor desconfiança do mercado.

O grupo mais próximo ao candidato, porém, descarta a publicação de uma nova versão da Carta aos Brasileiros, divulgada por Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 para acalmar investidores que temiam um radicalismo econômico no primeiro mandato do petista.

A tese agora é que o perfil de Haddad já é moderado, mas que o anúncio do chefe da Fazenda poderia deixar ainda mais claro que sua gestão não será orientada por um sentimento de ódio e vingança ao setor financeiro.

Por recomendação do ex-presidente Lula, porém, o movimento não deve ser feito antes de 7 de outubro. Como mostrou o Painel, da FolhaLula desaconselhou Haddad a fazer um aceno ao centro neste momento porque, na avaliação do ex-presidente, “o povo já mostrou que não quer um candidato de centro”.

Até o final do primeiro turno a ordem é manter a estratégia de conquista de votos do eleitor petista, reforçando a imagem de que Haddad é quem vai levar adiante o projeto político do partido.

Caso as projeções das pesquisas mais recentes se confirmem, o herdeiro de Lula pode passar para o segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSL), que tem seduzido parte do mercado com o discurso liberal de seu guru econômico, Paulo Guedes.

Em primeiro lugar nos levantamentos, com 28% das intenções de voto na última pesquisa Datafolha e 27% no Ibope/CNI, o capitão reformado já anunciou o economista —chamado por ele de “posto Ipiranga”, em referência a uma propaganda da rede— como ministro da Fazenda caso vença a corrida ao Planalto, o que agradou ao mercado.

Para tentar vencer resistências a seu nome no setor, Haddad escalou pessoas de sua confiança para iniciar conversas com empresários e investidores e encontrar alguém que preencha os requisitos para chefiar sua equipe econômica –mas ainda não bateu o martelo sobre o nome.

Como revelou a Folha na semana passada, o petista não quer um economista clássico para o cargo, mas alguém que seja pragmático e, ao mesmo tempo, flexível para resolver os problemas sem se aprisionar a dogmas das escolas tradicionais.

Nas palavras de um auxiliar, Fernando Haddad procura um nome com traquejo político, mas também com capacidade de diálogo entre o mercado e a academia.

A principal dúvida dos investidores hoje é sobre a influência que setores mais radicais do PT terão em um eventual governo Haddad, mas aliados repetem que Lula vai controlar o partido.

Admitem que o ex-presidente vai ajudar na escolha do ministro e que será um dos principais condutores da política econômica de um eventual governo Haddad.

A principal cautela, avaliam integrantes da campanha, é fazer esse aceno no momento certo, sem comprometer a estratégia geral para a captação do eleitorado petista.

Desde a semana passada, Haddad tem investido em um discurso mais ponderado e de pacificação –que deve ser mantido e ampliado caso chegue ao segundo turno.

Nos bastidores, o presidenciável admite que, se for eleito, vai fazer um governo de coalizão, mas quer evitar passar a imagem de que é o candidato do sistema —Bolsonaro prega o discurso antissistema, com aderência de parte do eleitorado cansado da política tradicional.

Auxiliares de Haddad acreditam que o aceno de moderação na economia pode facilitar a reabertura do diálogo com partidos que o PT rompeu após o impeachment de Dilma Rousseff.

FOLHAPRESS

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Artistas brasileiros sofreram ‘lavagem cerebral’ contra Bolsonaro, diz Mourão

O general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência, disse em entrevista à agência Reuters que os artistas brasileiras que se posicionaram contra o capitão reformado “sofreram lavagem cerebral”.

“O que podemos ver, claramente, é que nossos artistas, e a classe intelectual, sofreram lavagem cerebral e parecem ter apenas uma visão do mundo”, disse Mourão, ao relativizar mobilizações em redes sociais e nas ruas contra Bolsonaro, especialmente as que são promovidas por mulheres..

Sobre esse crescente movimento, Mourão disse ainda que o público feminino demora mais para decidir seu voto do que o masculino —e que por esse motivo as pesquisas demoram a identificar apoio ao candidato junto ao público feminino.

“Você sabe, um homem entra em uma loja e compra, e é isso. Uma mulher leva tempo para comprar. É a mesma lógica”, disse ele.

FOLHAPRESS

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Campanha de Alckmin entra na fase do vale-tudo

Um pouco de sinceridade é um perigo. Muita sinceridade costuma ser fatal. O presidenciável do PSDB resolveu ser sincero como um candidato apavorado. Levou ao ar uma propaganda com o seguinte teor: “Pra vencer o PT e a sua turma no segundo turno, o candidato é Geraldo Alckmin, mesmo que você não simpatize tanto com ele.” O que o comercial afirma, com outras palavras, é o seguinte: “Se você detesta o PT e quer evitar a vitória de outro poste de Lula, vote em Alckmin, mesmo que o considere uma porcaria”. A isso foi reduzida a mensagem do PSDB.

Na frase anterior, a atriz contratada para apresentar o programa de Alckmin no horário eleitoral leu no teleprompter: “Se você não quer entregar o país pro PT ou pra alguém da turma dele, o seu candidato não pode ser o Bolsonaro, por mais que você simpatize com ele”. Noutro trecho, a peça reconhece que o eleitor que coloca Bolsonaro no topo das pesquisas já foi tucano: “Se você não quer que o PT volte, volte você pro 45. Esse é o único jeito de o Brasil não dar PT.”

O que assusta nessa marcha resoluta da campanha de Alckmin rumo à mistificação não é a sua crueza. Se a política brasileira ensinou alguma coisa nos últimos anos foi que não se deve esperar grandeza da marquetagem eleitoral. Assustadora mesmo é a falta de resistência do candidato à tática do vale-tudo.

Poder-se-ia repetir a velha cantilena segundo a qual o PSDB, banido do Planalto há 16 anos, não conseguiu elaborar um projeto alternativo. Mas o problema é ainda mais grave. Em meio a um cenário marcado pela paralisia econômica e por uma epidemia de corrupção, Alckmin não consegue oferecer esperança. O candidato tucano e seu partido são vistos como parte do problema, não da solução.

Alckmin vendeu a prataria da família para obter o tempo de propaganda dos partidos do centrão. E a característica fundamental da dificuldade de julgamento do eleitor é ter que assistir ao horário eleitoral da chapa encabeçada pelo PSDB durante arrastados minutos para chegar à conclusão de que Alckmin não tem nada a dizer, exceto que o eleitor anti-petista precisa pressionar o número 45 na urna eletrônica, “mesmo que não simpatize com ele.” Em vez de ressuscitar o candidato, esse tipo de campanha mata o PSDB. O partido sangra em cota-gotas no horário nobre.

JOSIAS DE SOUZA

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Aliados viraram o maior problema de Bolsonaro

Jair Bolsonaro ainda nem virou presidente da República e já baixou dois Atos Institucionais. Com o AI-1, fechou o seu Posto Ipiranga, proibindo o frentista Paulo Guedes de fornecer aos adversários combustível semelhante à ideia de recriar a CPMF. Com o AI-2, o capitão acaba de outorgar-se o primado da polêmica, censurando o general Hamilton Mourão, seu vice radioativo.

Mourão voltou a exercitar seus pendores para a artilharia. Como de hábito, mirou contra o próprio pé. Numa palestra para lojistas gaúchos, o general criticou o décimo-terceiro salário e o adicional de férias. Chamou os direitos trabalhistas de “jabuticabas brasileiras”, adoçando a boca dos rivais de Bolsonaro.

Mourão foi proibido de participar de dois debates televisivos com outros vices, na semana que vem. Para Bolsonaro, certas declarações do seu futuro ministro da Fazenda e do seu vice precisam ser censuradas. Não podem ser difundidas nem dentro de envelopes de plástico fosco —desses que escondiam a pornografia nas bancas até a década de 80. Beleza, tudo muito bem. Mas há um problema: eleito, Bolsonaro não terá como esconder sua equipe. Eles passarão pelo menos quatro anos se exibindo à luz do dia, na frente das crianças.

JOSIAS DE SOUZA

 Fonte: G1

 

LOCAIS

RN volta a ser o maior produtor de camarão do Brasil depois de longos anos

Resultado de imagem para produção de camarão no RN

 

Notícia maravilhosa na Tribuna do Norte desta sexta-feira. A reportagem destaca que após longos anos amargando o 2ª lugar na produção de Camarão no Brasil, o Rio Grande do Norte retomou a dianteira ultrapassando o Ceará.

Produzimos aqui nos nossos cativeiros 15,4 toneladas do crustáceo, o equivalente a 37,68% da produção nacional gerando uma receita de quase R$ 399 milhões.

O Ceará produziu 11,8 toneladas, o principal motivo para queda dos vizinhos foi a doença mancha branca.

Após entrevistar Styvenson, radialista vai às redes em Jucurutu pedir desculpas por apoio e declarar que não vota mais no capitão por sua ‘arrogância’ e ‘prepotência’

O radialista Alisson Amaral, o Alisson Cajuru de Jucurutu, viralizou nesta quinta-feira (27) nos WhatsApp ao pedir desculpas a amigos e explicar porque decidiu gravar o vídeo, em que afirma que não votará mais no capitão Styvenson para o Senado.

“Quero pedir desculpas a alguns amigos de Jucurutu porque já tinha declarado meu voto em Styvenson”, diz o comunicador ao fim do vídeo de quase quatro minutos. Antes desse trecho, ele explica suas razões.

“Hoje o capitão Styvenson esteve em nosso programa e eu pude ver algumas atitudes dele que mudaram meu pensamento”, diz o radialista, segundo quem é preocupante a postura que observou no candidato da Rede ao Senado, de arrogância e prepotência.

“Só que depois da entrevista que vi hoje, mudei meu voto. Fiquei preocupado com certa prepotência e arrogância dele em dizer que não quer nada com ninguém”, diz o locutor.

“Uma certa arrogância. Quando meu companheiro [de bancada] fez uma pergunta sobre uns áudios dele da polícia, ele se alterou, quis mostrar uns papéis. Ninguém faz nada sozinho. Estou fazendo esse vídeo para dizer que tenha cuidado com esse negócio de dizer que não quer nada com ninguém”, alertou o comunicador.

Alisson ainda explica que o mesmo discurso foi empregado pelo prefeito, Valdir Medeiros, motorista de ambulância, e vice de Jucurutu, José Pedro, um gari, que tiveram candidaturas surgidas de iniciativas populares, mas que rechaçaram o diálogo.

“O Brasil é governado por três poderes. Como é que você diz que não quer nada com ninguém. Tiro pelo minha cidade, onde o prefeito e o vice tinham o mesmo discurso e a cidade está como está, parada no tempo”, diz Alisson no vídeo.

Fonte: Blog do BG

INTERNACIONAIS

Suprema Corte dos EUA

Brett Kavanaugh — Foto: Saul Loeb / AFP

Brett Kavanaugh — Foto: Saul Loeb / AFP

Nos EUA, a comissão de Justiça do Senado faz sessão que pode confirmar ou não o juiz Brett Kavanaugh na Suprema Corte. O indicado do presidente dos EUA, Donald Trump, respondeu ontem às acusações de assédio sexual que pesam contra ele, e que podem derrubar sua nomeação. Se ele for aprovado, o próprio Senado vota a nomeação no sábado.

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