PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

Devem ser enterrados hoje os corpos dos últimos cinco garotos que morreram no incêndio no Ninho do Urubu, o CT do Flamengo. Cinco corpos foram sepultados no fim de semana. Três feridos seguem internados no Rio. Ontem, o Fantástico teve acesso a depoimentos que podem ajudar a reconstituir a tragédia. Prêmio da música: foram conhecidos nesta madrugada os vencedores do Grammy 2019. Previdência: assim que tiver alta, o presidente Jair Bolsonaro vai chamar as bancadas e líderes de partidos para discutir os ajustes finais da reforma. Pelo menos 16 órgãos abrem nesta segunda-feira inscrições para 1,5 mil vagas. E para quem vai sua torcida para levar o Oscar de Melhor Atriz? Responda ao G1.

NACIONAIS

Tragédia no Flamengo

Foram identificados neste domingo (10) os últimos 2 corpos dos 10 mortos no incêndio do Ninho do Urubu, o CT do Flamengo. São eles Jorge Eduardo e Samuel Tomas. No fim de semana, 5 corpos foram enterrados. Mais cinco vítimas devem ser sepultadas hoje.

Christian Esmério foi enterrado no começo da tarde de domingo — Foto: Ricardo Moraes / Reuters

Christian Esmério foi enterrado no começo da tarde de domingo — Foto: Ricardo Moraes / Reuters

Três feridos continuam internados. Um deles deixou o CTI e foi para um quarto. Segundo os médicos, Cauan Emanuel está bem e respira sem ajuda de aparelhos. Os outros 2 continuam sob tratamento intensivo. Francisco Dyogo faz fisioterapia respiratória porque inalou muita fumaça, mas não corre perigo. O caso mais grave é o de Jonathan Ventura, que teve mais de 30% do corpo queimado. Ele está sedado e teve febre no fim de semana. O Fantástico conversou pelo celular com Cauan e Francisco Dyogo. Veja:

Dois sobreviventes do incêndio no CT do Flamengo falam do hospital

Dois sobreviventes do incêndio no CT do Flamengo falam do hospital

  • Como foi o incêndio

Os depoimentos dos garotos que sobreviveram indicam que o fogo começou em um aparelho de ar-condicionado e se espalhou rapidamente no contêiner em que dormiam os garotos. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero, do Fantástico, tiveram acesso aos 13 depoimentos colhidos e reconstituem o incêndio no Ninho do Urubu no vídeo abaixo.

Fogo no CT do Flamengo: decisões equivocadas partiram ao meio famílias e projetos de vida

Fogo no CT do Flamengo: decisões equivocadas partiram ao meio famílias e projetos de vida

O Flamengo diz que picos de energia podem ter danificado o aparelho de ar-condicionado. Entenda aqui por que tantos incêndios começam assim.

  • Investigações

Os peritos querem saber se havia materiais na estrutura do contêiner que podem ter agravado a situação. Uma das suspeitas recai sobre o poliuretano, um tipo de espuma altamente inflamável que foi usado na boate Kiss, onde 242 pessoas morreram durante um incêndio em 2013. A empresa NHJ, responsável pelo contêiner, confirma que havia poliuretano, mas de um tipo antichamas. Veja o que se sabe até agora.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro continua internado em SP e divulgou um vídeo ontem. Ele agradeceu aos médicos que estão cuidando da sua saúde e disse que vai trabalhar para que o SUS ofereça também um atendimento de mais qualidade. Em boletim médico divulgado no domingo, o hospital afirma que o presidente apresenta melhora no quadro pulmonar. Ele continua a tomar antibióticos para tratar uma pneumonia, e a nutrição por soro na veia começou a ser reduzida.

Tragédia de Brumadinho

Subiu para 165 o número de mortos na tragédia de Brumadinho. Nesta segunda, os bombeiros entram no 18º dia de buscas. Há 160 pessoas desaparecidas ainda.

Reportagem publicada pelo G1 neste domingo revelou que em dezembro a Vale pediu autorização para iniciar obras na mina Córrego do Feijão que poderiam colocar em risco a estabilidade da barragem que estourou. O governo de MG aprovou. Leia a reportagem completa.

Previdência

Assim que se recuperar da cirurgia que retirou a bolsa de colostomia, o presidente Jair Bolsonaro vai chamar as bancadas e líderes de partidos para discutir os ajustes finais da reforma da Previdência. Na prática, ele quer ‘amaciar o terreno’ no Congresso, segundo o vice-presidente Hamilton Mourão. Veja no blog da Andréia Sadi.

Grammy 2019

Dua Lipa ganhou Grammy de revelação e de melhor gravação dance — Foto: Mario Anzuoni / Reuters

Dua Lipa ganhou Grammy de revelação e de melhor gravação dance — Foto: Mario Anzuoni / Reuters

“This is america”, de Childish Gambino, levou quatro Grammys, inclusive dois dos prêmios principais, de Melhor Canção e Melhor Gravação, neste domingo (10). Foi o primeiro rap a ganhar essas categorias na história do evento. O músico, no entanto, não foi à cerimônia. Os outros prêmios principais da noite ficaram com Dua Lipa, como Artista Revelação, e “Golden Hour”, da cantora de country Kacey Musgraves, o Álbum do Ano. Veja todos os premiados.

Carnaval

Em 2018 não teve, mas os ensaios técnicos voltaram neste domingo a ocorrer na Sapucaí, no Rio. E o destaque da noite foi Sabrina Sato, rainha de bateria da Vila Isabel, que homenageou a filha Zoe, de 2 meses.

Sabrina Sato homenageia a filha durante ensaio na Sapucaí — Foto: Rudy Trindade / Framephoto / Estadão Conteúdo

Sabrina Sato homenageia a filha durante ensaio na Sapucaí — Foto: Rudy Trindade / Framephoto / Estadão Conteúdo

Vai cair nos blocos neste ano? A festa já começou em diversas cidades do país, e preparamos um vídeo com dicas para você montar um kit para não passar perrengue na rua. Assista:

Aprenda a fazer kit básico para os bloquinhos na série

Aprenda a fazer kit básico para os bloquinhos na série “Aprenda antes do carnaval”

Concursos

Pelo menos 16 órgãos abrem hoje inscrições para 1,5 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 9.741,60. Confira a lista.

Futebol

  • 20h: Palmeiras x Bragantino

Desligou no fim de semana?

Fonte: G1

Reforma da previdência tem apoio de mais de 80% do Congresso

A FSB fez uma pesquisa sobre a reforma previdenciária com 235 deputados federais e 27 senadores.

O apoio à reforma é esmagador: 82% dos deputados e 87% dos senadores.

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Proposta de Onyx flexibiliza porte de arma em aeronaves

O ministro Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deixou o cargo no final da semana passada para uma volta rápida à Câmara dos Deputados, reapresentou proposta de decreto legislativo para suspender uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que limita as pessoas autorizadas a embarcar com armas em aviões . A Anac defende que as normas aumentam a segurança a bordo de aeronaves.

Para pedir a reapresentação do texto, Onyx foi exonerado temporariamente do cargo de ministro-chefe da Casa Civil na quinta-feira. A proposta foi feita em coautoria com Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho presidente Jair Bolsonaro.

A resolução que Onyx e Eduardo querem suspender determina que só podem entrar armados em aeronaves os agentes públicos que comprovem estar realizando escolta de autoridades, testemunhas e passageiros em custódia. A autorização também vale para agentes em deslocamento convocados para realizar serviços e que estão desempenhando papel de vigilância.

A comprovação da necessidade de portar a arma durante a viagem, segundo a resolução, é realizada com a apresentação de documentos à Policia Federal. Quem não se encaixar nesses casos precisa despachar a arma na bagagem.

Para os dois deputados, as normas estabelecidas “dificultariam sobremaneira o trabalho de agentes de segurança, criando barreiras desnecessárias e até abusivas”. Onyx e Eduardo Bolsonaro também afirmam que a agência extrapolou suas prerrogativas ao legislar sobre esse assunto. Segundo eles, é dever do Ministério da Justiça e do Exército regulamentar o transporte de armamentos.

Em uma rede social, no ano passado, Onyx questionou a efetividade da medida em tornar a aviação civil mais segura.

— A portaria retira um mecanismo de segurança importante para a aviação civil, que é o policial armado dentro do avião. Ele é treinado e preparado para isso — argumentou.

O GLOBO

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Levantamento mostra que pelo menos 1.774 pessoas morreram no país em acidentes que poderiam ser evitados

Um histórico de negligência, omissões e impunidade une grandes tragédias ocorridas no Brasil nos últimos 12 anos aos desastres que causaram, recentemente, a morte de 182 pessoas na barragem de Brumadinho (MG), nas chuvas do Rio de Janeiro e no incêndio do Centro de Treinamento do Flamengo.

Levantamento feito pelo GLOBO mostra que ao menos 1.774 pessoas morreram desde 2007 em acidentes aéreos, desabamentos, incêndios e naufrágios que poderiam ter sido evitados ou, ao menos, atenuados se regras tivessem sido seguidas, fiscalizações feitas corretamente e os alertas, respeitados. Como disse a procuradora-geral Raquel Dodge na semana passada, ocorre no Brasil “uma sucessão de fatos e desastres evitáveis”.

Embora tenham deixado milhares de vítimas, essas tragédias não geraram uma única condenação na Justiça até hoje. Há casos em que réus foram absolvidos e nenhum culpado apontado.

— Empresas e agora até um clube de futebol mostram que não têm condutas adequadas do ponto de vista da segurança. Muitas vezes veem o item como um custo a ser reduzido. Há falhas de fiscalização por parte da boate Kiss, do Flamengo, da Samarco e do que até agora está se revelando no caso Vale — diz o procurador José Adércio Leite, que participa das investigações sobre o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho.

Até agora, a investigação em Minas aponta que a Vale foi informada de problemas na drenagem e nos aparelhos de medição antes de 25 de janeiro, quando a barragem rompeu.

ENCHENTES COM MORTES

No Rio, mortes causadas por enchentes e deslizamentos, como as da última quarta-feira, remontam a um problema histórico de ocupação em áreas de risco. Já o CT do Flamengo, que pegou fogo sexta-feira, não tinha certificado dos bombeiros nem alvará e foi autuado 30 vezes pela prefeitura.

— O poder público não fiscaliza. E, por outro lado, os princípios fundamentais da segurança dessas operações não são obedecidos pelas empresas — afirma o engenheiro Celso Atienza, conselheiro da Associação Paulista dos Engenheiros de Segurança do Trabalho. — No Brasil, o pessoal empurra com a barriga. Sabe que tem problema, que está errado, mas continua fazendo.

A palavra negligência aparece explicitamente em duas investigações feitas em tragédias dessa década. No relatório da Polícia Federal (PF) sobre o desastre de Mariana (MG), em 2015, a mineradora Samarco não tomou providências em relação a problemas na barragem que rompeu e que haviam sido identificados em 2014. Sete pessoas foram indiciadas pela PF, entre executivos e engenheiros. Mais de três anos depois, o julgamento, no entanto, ainda não aconteceu.

Também foi a negligência, segundo conclusão da Marinha, que levou 19 pessoas à morte em 2014 no naufrágio da lancha Cavalo Marinho I, entre Itaparica e Salvador (BA). A investigação culpou o dono e o comandante da lancha por alterarem pesos usados para manobras e por terem deixado a embarcação sair num clima adverso. Eles não foram julgados ainda.

Em 2013, o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), deixou 242 mortos. Uma série de problemas levou o Ministério Público a pedir a punição dos donos do local e dos músicos que se apresentaram na noite da tragédia. A boate tinha apenas uma saída, não tinha sinalização de emergência nem chuveiros automáticos, além de teto inflamável, em desacordo com a lei municipal. O julgamento ainda não foi marcado devido a recursos.

O promotor mineiro Guilherme Meneghin defende a criação de leis mais rigorosas para amparar as vítimas e punir quem praticou negligência em casos de desastres.

— O empreendedor age de forma irresponsável e acaba não sendo responsabilizado nem no âmbito civil nem no penal. (Colaborou Jailton de Carvalho)

ACIDENTE DA TAM

Negligência

Pilotos reclamavam das condições ruins de Congonhas em dias de chuva. Diretor de Segurança de Voo da TAM sabia do estado do aeroporto, e a Anac liberou as pistas sem as ranhuras para evitar derrapagens.

O que houve depois

Inquérito da PF não apontou culpados. O MPF denunciou o então diretor da TAM, Marco Castro, e a então diretora da Anac, Denise Abreu. Ambos foram inocentados.

ENCHENTE NO VALE DO ITAJAÍ

Negligência

Sem um planejamento de ocupação do solo, o crescimento desordenado levou centenas de famílias a morar em áreas de risco. Não havia sirenes de alerta.

O que houve depois

Em 2011, o prefeito de Barra Velha, Samir Mattar (PMDB), foi afastado do cargo por uma suspeita de desvio de verbas destinadas a obras após a enchente. Ele voltou ao posto um ano depois.

CHUVAS DE 2010 (RIO E NITERÓI)

Negligência

Entre as ocorrências, um deslizamento no Morro do Bumba, em Niterói, matou 48. Os imóveis ficavam sobre um antigo lixão. Um ex-secretário disse ter alertado para o risco.

O que houve depois

O então prefeito Jorge Roberto Silveira foi investigado por negligência. Sua única penalização ocorreu em 2014, quando o TCE o multou por irregularidades no atendimento às vítimas das chuvas.

ENCHENTE NA REGIÃO SERRANA

Negligência

A crescente ocupação irregular das encostas e a falta de sistemas de alerta, como o uso de sirenes, contribuíram para a maior tragédia do país provocada por causas naturais. Ainda há desaparecidos.

O que houve depois

Após a tragédia, prefeitos das cidades de Teresópolis e Nova Friburgo foram afastados por desviar verbas federais, mas não houve condenação pelo desastre.

EXPLOSÃO NO FILÉ CARIOCA

Negligência

De 2008 a 2011, o restaurante funcionou com alvará provisório por ter pendências com os Bombeiros e a prefeitura.

O que houve depois

O MP abriu dois processos, mas não há desfecho dos casos. Dez pessoas foram denunciadas criminalmente, entre elas o dono e o gerente do restaurante. Há ainda uma ação contra servidores municipais que teriam sido negligentes na fiscalização.

DESABAMENTO DO EDIFÍCIO LIBERDADE

Negligência

A empresa Tecnologia Organizacional fez obras no prédio sem, como prevê a lei, o acompanhamento de um engenheiro.

O que houve depois

A Polícia Civil indiciou sete pessoas. Segundo o MP, o síndico foi negligente ao permitir a obra. Em 2015, a Justiça absolveu os acusados, aceitando o argumento que outros fatores contribuíram para o desastre, como as obras do metrô nos anos 1970.

INCÊNDIO NA BOATE KISS

Negligência

Lotada, a casa tinha apenas uma saída, sem sinalização de emergência nem chuveiros automáticos, e o teto era inflamável, em desacordo com a lei municipal.

O que houve depois

O MP denunciou os sócios da boate e os integrantes da banda que tocava na hora do incêndio. O caso nunca foi julgado e houve uma série de recursos. A discussão foi parar no STJ, que ainda não se pronunciou.

TRAGÉDIA DE MARIANA

Negligência

Polícia Federal apontou falhas de segurança, manutenção e problemas na construção da barragem. Segundo a PF, Samarco sabia dos riscos desde o ano anterior à tragédia.

O que houve depois

Ninguém foi punido. Ministério Público entrou com ação penal, que ainda não foi julgada. Empresas responsáveis pelo acidente não pagaram multas ambientais de R$ 250 milhões.

NAUFRÁGIO NA BAHIA

Negligência

A embarcação passou por mudanças após a vistoria feita pela Marinha, o que é irregular. O comandante poderia ter voltado por causa da chuva e dos ventos fortes.

O que houve depois

A Marinha identificou três responsáveis pela negligência e imprudência. Eles alteraram os pesos usados para manobras e deixaram a lancha sair num clima adverso. O processo ainda está na primeira instância.

DESABAMENTO NO LARGO DO PAISSANDU

Negligência

Em 2015, os bombeiros relataram irregularidades no prédio, e o Ministério Público abriu inquérito. No entanto, a prefeitura permitiu a ocupação irregular e o MP não levou adiante a investigação pedida pelos bombeiros. Os responsáveis pela ocupação, ainda que irregular, não tomaram os cuidados de segurança.

O que houve depois

Até o momento, ninguém foi punido.

O GLOBO

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SUCUPIRA PERDE: Vídeo mostra briga de diplomatas brasileiros em aeroporto na Bolívia

Diplomatas brasileiros brigam na Bolívia
Diplomatas brasileiros brigam na Bolívia. Foto: Reprodução/’Metrópoles’

 

Um vídeo do sistema interno de monitoramento do aeroporto internacional Viru Viru, na Bolívia, gravou dois diplomatas brasileiros trocando agressões no dia 17 de janeiro. As imagens foram reveladas pelo site ‘Metrópoles’ e mostram José Augusto Silveira de Andrade Filho e Sóstenes Arruda de Macedo, que ocupavam cargos no Consulado-geral do Brasil em Santa Cruz de la Sierra, em meio a tapas e socos em local público.

De acordo com o vídeo, Macedo, que já foi cônsul adjunto naquele país, dá um tapa em Andrade Filho e derruba o aparelho celular que estava em sua mão. Em seguida, Andrade Filho, que foi cônsul-geral na Bolívia e superior hierárquico de Macedo, vai para cima de seu colega e dá um soco em seu rosto. Segundo o ‘Metrópoles’, os dois acionaram a Justiça boliviana. O entrevero foi encerrado com a chegada de um funcionário do aeroporto.

Ao ‘Metrópoles’, Macedo disse ter ido falar com o colega que, segundo ele, estava nervoso e pegou o celular para gravá-lo. “Bati na mão dele para o celular cair. Quando caiu, ele me deu um soco. Quando me recompus, meu ímpeto foi de imediatamente reagir, mas me lembrei que estava no exterior, em local público, diante de câmeras”, descreveu Sóstenes.

O diplomata ainda disse que seus problemas com o ex-cônsul-geral na Bolívia, e recém aprovado pelo Senado para o cargo de embaixador na Namíbia, são da época e que os dois trabalharam juntos em Santa Cruz de la Sierra. Segundo ele, Andrade Filho o perseguiu por causa de desentendimentos para execução do orçamento disponível para alimentação de presos brasileiros no sistema prisional local.

Estado procurou o Itamaraty e questionou se a pasta teve conhecimento sobre o ocorrido e qual medidas foram tomadas. A reportagem ainda não obteve uma resposta.

ESTADÃO CONTEÚDO

Acesse a matéria do Estadão e vejam o vídeo com a briga: https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,video-mostra-briga-de-diplomatas-brasileiros-em-aeroporto-na-bolivia,70002715809

Fonte: Blog do BG

 

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