PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

Bolsonaro faz sua primeira viagem internacional como presidente, e Mourão assume o cargo interinamente. Flávio Bolsonaro fala sobre o relatório do Coaf que cita um pagamento de um título bancário da Caixa de R$ 1 milhão. A economia da China desacelera em 2018. E o eclipse lunar total no céu da América. O que é notícia nesta segunda-feira:

INTERNACIONAIS

Bolsonaro em Davos

O presidente Jair Bolsonaro embarcou na noite de ontem, na Base Aérea de Brasília, em direção a Davos (Suíça), onde participará nesta semana do Fórum Econômico Mundial. A previsão é que Bolsonaro chegue a Zurique, capital suíça, na tarde de hoje. Conforme a agenda oficial, o presidente fará uma escala em Las Palmas, na Espanha. Durante o período em que Bolsonaro estiver no exterior, o vice-presidente, Hamilton Mourão, assume a Presidência.

Economia da China

A economia da China cresceu 6,6% em 2018, uma queda de 0,2 pontos percentuais em relação ao ano anterior, informou hoje o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE). Os dados do PIB representam uma ligeira desaceleração, já que a economia do país avançou 6,8% em 2017. É o pior desempenho desde 1990.

NACIONAIS

Caso Coaf

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou em duas entrevistas exibidas na noite de ontem, à Rede Record e à RedeTV!, que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica é referente a um apartamento que ele comprou na planta. No sábado, o Jornal Nacional mostrou que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) destacou o pagamento, mas não identificou o favorecido, nem a data, e nenhum outro detalhe.

Olho no céu

Superlua é eclipsada pela Terra em Miami, na Flórida — Foto: Gaston De Cardenas/AFP

Superlua é eclipsada pela Terra em Miami, na Flórida — Foto: Gaston De Cardenas/AFP

Na madrugada de hoje o Brasil pode ver um eclipse lunar total – quando Sol, Terra e Lua se alinham e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O fenômeno é parecido com o que vimos em julho de 2018, mas pode ser observado por mais tempo em todas as cidades do país.

Tromba d’agua

Os bombeiros devem retomar hoje as buscas pelos desaparecidos atingidos por uma tromba d’água em Itatiaia, no Sul do Rio, na tarde de ontem. Uma pessoa morreu quando um grupo de pessoas foi surpreendido em uma área conhecida como Paraíso Perdido, local onde moradores e turistas costumam se banhar.

Futebol

O fim de semana foi da volta dos campeonatos estaduais pelo Brasil. Teve estreia de time e artilheiro musical no FantásticoVeja os gols abaixo:

Gols do Fantástico: veja os gols da primeira rodada dos estaduais pelo Brasil

Gols do Fantástico: veja os gols da primeira rodada dos estaduais pelo Brasil

Curtas e rápidas

Desligou no fim de semana? Veja o que foi notícia

Corpo de Marcelo Yuka foi enterrado na tarde deste domingo (20) no Cemitério de Campo Grande, Zona Oeste do Rio — Foto: Matheus Rodrigues/G1

Corpo de Marcelo Yuka foi enterrado na tarde deste domingo (20) no Cemitério de Campo Grande, Zona Oeste do Rio — Foto: Matheus Rodrigues/G1

 Fonte: G1

LAVA-JATO: Dinheiro do BNDES no Bolso de LULA

A lista dos financiamentos do BNDES no exterior, divulgada sexta-feira (18), dá sentido às relações promíscuas do ex-presidente Lula com a Odebrecht, que ele beneficiou com 80% das obras em ditaduras latino-americanas e africanas. Integrantes da Lava Jato acham que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula. Emílio Odebrecht, controlador da empreiteira, confessou até mesmo que havia uma “conta corrente” de R$300 milhões para o ex-presidente presidiário gastar como quisesse.

A relação entre Lula e a empreiteira baiana foi baseada em corrupção, simples assim. A Odebrecht pagou e levou os melhores contratos.

A construção do Porto de Mariel (Cuba) foi financiada pelo banco público BNDES por R$ 2,7 bilhões. E construído pela Odebrecht.

E o ex-ministro Antonio Palocci revelou à Justiça espontaneamente, sem acordo de delação, o “pacto de sangue” entre Lula e a Odebrecht.

A propina era tão rotineira que Palocci contou fazer entregas de dinheiro vivo a Lula em caixas de celular e, claro, de uísque.

CLÁUDIO HUMBERTO

 

Bolsonaro chega a Davos nesta segunda; Mourão assume a Presidência

Em sua primeira viagem internacional, o presidente Jair Bolsonaro apresentará em Davos – no Fórum Econômico Mundial, na Suíça, uma série de temas que vão desde a abertura da economia, ao combate à corrupção, à preservação da democracia no Brasil e na América Latina. Pela primeira vez, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, exercerá a Presidência da República. Bolsonaro deve chegar a Zurique, na Suíça, nesta segunda-feira (21) por volta das (14.30h no horário europeu, 11.30 horário de Brasília). Davos fica a 116 quilômetros de Zurique.

O presidente deve retornar ao Brasil na madrugada de sexta-feira (25). E até lá Mourão será o presidente em exercício. Bolsonaro discursará nesta terça-feira (22), na abertura do fórum, mas deve aproveitar a oportunidade, em Davos, para demonstrar sua preocupação com o agravamento da crise na Venezuela, apresentar seu ponto de vista sobre globalização, tecnologia e inovação.

Há previsão de Bolsonaro se reunir com os presidentes do Peru, Martín Vizcarra; do Equador, Lenín Moreno; da Colômbia, Iván Duque; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Com eles, devem ser tratadas as crises na Venezuela e na Nicarágua, além dos impactos na região, como a questão migratória.

Na manhã desta segunda-feira, Mourão se reúne com Miguel Angelo da Gama Bentes para discutir projetos de mineração estratégica. À tarde, o presidente em exercício tem encontros com os embaixadores da Alemanha, Georg Witschel, e Tailândia, Susarak Suparat.

Em seguida, Mourão se reúne com o coronel Hélcio Bruno de Almeida cujo currículo o descreve como especialista em defesa e segurança com atenção no combate ao terrorismo. Depois, ele se encontra com dois generais. Com informações da Agência Brasil.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Igreja da Paraíba tem de pagar R$12 milhões por exploração sexual

Justiça do Trabalho condenou Arquidiocese da Paraíba a pagar R$ 12 milhões de indenização por exploração sexual cometida por padres contra crianças e adolescentes, segundo reportagem do programa Fantástico, veiculada neste domingo, 20, da TV Globo. Na Justiça, os envolvidos negaram os crimes.

“Foi apurado que havia um grupo de sacerdotes, de forma habitual, que pagava por sexo a flanelinhas, coroinhas e também a seminaristas”, afirmou o procurador Eduardo Varandas, ao Fantástico. Quatro padres da Basílica Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa, teriam tido relações sexuais com os adolescentes, segundo a TV.

Estado procurou ontem a Arquidiocese e o Ministério Público da Paraíba, mas não conseguiu contato. À TV, dom Aldo Pagotto, que estava à frente da arquidiocese na época da denúncia, disse que não participaria desse tipo de reportagem e que os padres acusados já haviam sido inocentados na Justiça Criminal. A reportagem afirma que esse inquérito, na realidade, foi arquivado. Dom Aldo deixou a arquidiocese local em 2016.

O pagamento aos jovens explorados seria feito em dinheiro e até em comida, segundo a denúncia. “A característica da exploração sexual é ausência da vontade livre para praticar o ato”, disse Varandas.

Um ex-seminarista afirmou à TV ter sido explorado pelos sacerdotes. “(Havia) abuso sexual por parte dos padres e de seminaristas. Através de palavras, de atos, pegavam nas minhas partes sexuais”, declarou a vítima ao Fantástico. Na época, ele tinha 17 anos. “A palavra de ordem seria: “passando por esse processo você vai conseguir chegar a ser padre.”

Em depoimento para o Ministério Público do Trabalho, segundo a reportagem, um ex-funcionário da Catedral disse que um dos padres “levava coroinhas e outros meninos, todos menores de idade, para dormir com ele nos quartos que ficavam atrás da Igreja.”

Um dos jovens que guardava carros na frente da Igreja declarou à Justiça ter tido relação sexual com um padre da arquidiocese. O flanelinha foi assassinado em dezembro de 2016 – segundo a Polícia Civil da Paraíba, não haveria indícios de queima de arquivo. Ainda de acordo com o ex-funcionário, que trabalhou por 30 anos na Basílica, outro padre levaria “meninos para casa dele.”

As investigações de abuso começaram após o vazamento de uma carta que denunciava casos na Igreja em 2014. Um inquérito criminal contra os sacerdotes foi arquivado. Ao programa, o Ministério Público disse que havia elementos para a denúncia, mas que os crimes já haviam prescrito. O processo, porém, seguiu na Justiça do Trabalho.

Para a sentença, foi fixado R$ 1 milhão de indenização para cada ano de dom Aldo à frente da Arquidiocese, segundo a reportagem. O valor será destinado para fundos da infância e da adolescência e instituições que trabalham com jovens explorados.

Igreja já foi condenada no Brasil

Em 2013, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a Mitra Diocesana de Umuarama (PR) deveria pagar indenização de R$ 100 mil a um menino abusado por um padre. O crime, confessado pelo sacerdote, aconteceu em 2002, quando a vítima tinha 14 anos.

A maior indenização do tipo já paga pela Igreja Católica é da Arquidiocese de Los Angeles, nos Estados Unidos. O valor foi de US$ 660 milhões (R$ 2,47 bilhões, em valores atuais) pagos a 608 vítimas em 2007. Nos últimos anos, a Igreja Católica tem enfrentado uma série de escândalos de denúncias de abuso sexual em vários países.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Temer perdoou R$ 47,4 bi de dívidas de empresas com Refis, maior anistia em 10 anos

O último grande Refis, concedido pelo governo federal durante a gestão do ex-presidente Michel Temer, perdoou R$ 47,4 bilhões em dívidas de 131 mil contribuintes, de acordo com o balanço final do programa de parcelamento de débitos tributários, obtido pelo ‘Estadão/Broadcast’. O restante – R$ 59,5 bilhões, ou pouco mais da metade da dívida original – foi parcelado em até 175 prestações.

Os parcelamentos especiais permitem que empresas refinanciem dívidas com descontos sobre juros, multas e encargos. Em troca, o governo recebe uma parcela da dívida adiantada, mas abre mão de uma parcela do que ganharia com juros e multas.

Parlamentares, muitos deles inclusive com dívidas com o Fisco, fizeram ao longo de 2017 forte pressão sobre o governo Temer para melhorar as condições do Refis, lançado em janeiro e que acabou virando lei só em outubro do mesmo ano. Em meio às investidas, o governo cedeu de olho num futuro apoio à reforma da Previdência – que acabou sendo engavetada. Os descontos chegaram a até 70% em multas e 90% em juros.

Com os abatimentos, a renúncia do Refis do ano passado – oficialmente chamado de Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) – só foi menor que o perdão de R$ 60,9 bilhões do Refis da Crise, lançado no fim de 2008, depois que as empresas brasileiras foram atingidas pelo impacto da crise financeira internacional.

Os dados oficiais já estão nas mãos do secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, que disse contar com aumento da arrecadação com a certeza dos contribuintes de que na gestão do ministro da Economia, Paulo Guedes, não haverá mais programas de parcelamento de débitos tributários. Cintra é contrário aos parcelamentos especiais e está à frente da elaboração de um programa de combate ao devedor contumaz. Para ele, os Refis têm sido usados como artifício protelatório por devedores viciados nesse tipo de programa.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Militares dançam “O nome dela é Jenifer” em navio oficial e Marinha diz que comportamento é incompatível

Militares são flagrados dançando a música  

Em um vídeo que circula na internet, militares da Marinha do Brasil são flagrados dançando a música “O nome dela é Jenifer”, do cantor Gabriel Diniz, em cima do navio de Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, no Rio de Janeiro.

Sobre o caso, a Marinha divulgou uma nota em que afirma que o comportamento dos Militares é incompatível com as tradições da corporação e que foi instaurado um procedimento administrativo sobre o caso.

Confira o comunicado na íntegra.

“A Marinha do Brasil, por meio do Centro de Comunicação Social da Marinha, participa que o navio do vídeo é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, sediado no Rio de Janeiro.

Durante estágio de mar de militares, foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha.

Assim, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo; cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes as necessárias correções no inaceitável comportamento.”.

O GLOBO

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PT articula CPI para aumentar pressão sobre ex-assessor e família Bolsonaro

A oposição ao governo Jair Bolsonaro já discute a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para aprofundar a investigação do caso do ex-motorista Fabrício Queiroz, que trabalhou até o ano passado para o gabinete do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio. O PT tratará do assunto em reunião nesta segunda (21). A ala favorável à CPI na sigla cresce a cada dia, mas ainda busca formas de convencer outros partidos da oposição a abraçar a ideia.

Para a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o Ministério Público do Rio e o governo não se mostram dispostos a levar o assunto às últimas consequências, e por isso é preciso que a oposição no Parlamento entre em campo.

Mesmo que a cúpula do Congresso barre a iniciativa, a oposição espera criar desgaste para o clã presidencial. Em dezembro, o presidente admitiu ter feito um empréstimo de R$ 40 mil ao ex-assessor do filho, sem declarar a operação à Receita.

PAINEL FOLHA

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Comitiva do PSL na China cobra apoio de Bolsonaro

Desde que Olavo de Carvalho chamou os integrantes da comitiva do PSL na China de “analfabetos funcionais” e “caipiras”, os parlamentares eleitos passaram a ser massacrados por fogo amigo.

Agora, a comitiva reclama da falta de apoio do governo Jair Bolsonaro.

“Bolsonaro não sabe que equipe tem aqui, ou já teria saído em nossa defesa. Ele precisa se posicionar. Não estamos contra o governo, pelo contrário. Viemos ajudar”, disse à Folha o deputado eleito Daniel Silveira, do PSL.

Com o silêncio do Planalto, o grupo esperava o apoio da embaixada em Pequim, o que não aconteceu.

“Fomos mais bem recebidos pelo Partido Comunista do que pela embaixada”, disseram os parlamentares ao jornal.

O ANTAGONISTA

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Flávio Bolsonaro diz que depósitos fracionados são dinheiro de venda de apartamento

Ao falar pela primeira vez sobre as movimentações financeiras atípicas identificadas em suas contas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse que o dinheiro dos depósitos fracionados feitos em 2017 é proveniente da venda de um apartamento na Zona Sul do Rio. A explicação foi dada por ele em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, da TV Record, na noite deste domingo.

— Tentam de uma forma muito baixa insinuar que a origem desse dinheiro tem a ver com um ex-assessor meu ou terceiros. Não tem. Explico mais uma vez. Sou empresário, o que ganho na minha empresa é muito mais do que como deputado. Não vivo só do salário de deputado — afirmou Flávio.

Ele também disse que o pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federal, também relatado pelo Coaf, se refere à compra deste mesmo imóvel.

Na sexta-feira, reportagem do “Jornal Nacional”, da TV Globo, mostrou que o Coaf encontrou 48 depósitos no valor de R$ 2 mil entre junho e julho de 2017 nas contas bancárias de Flávio. O Coaf não identificou quem fez os depósitos, que totalizam R$ 96 mil. O fracionamento deles pode indicar intenção de impedir a identificação da origem dos recursos.

O JN também noticiou que consta no relatório do Coaf um pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário por Flávio à Caixa.

Na entrevista para a Record, o atual deputado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) disse que recebeu parte do pagamento da venda do imóvel em dinheiro e que fez os depósitos fracionados, que somam R$ 96 mil , no caixa eletrônico da Alerj por ser o local onde ele trabalhava. Segundo disse na entrevista, R$ 2 mil é o limite aceito no caixa eletrônico.

Neste domingo, a coluna de Lauro Jardim no GLOBO trouxe mais uma informação sobre o caso. O ex-assessor e ex-motorista de Flávio, Fabrício Queiroz, movimentou R$ 7 milhões em três anos. Até então, o que se sabia era que Queiroz havia movimentado R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

LOCAL DE TRABALHO

Flávio negou que recorrido à prática de reter parte do salário de funcionários de gabinete na Alerj.

— No meu gabinete não. Se eu soubesse de alguém que estivesse cometendo isso, era o primeiro a denunciar a mandar prender porque quem me conhece sabe que não tem sacanagem comigo. Em alguns períodos no mei gabinete cargos ficaram vagos. Se eu tivesse o intuito de ganhar dinheiro com isso eu ia deixar cargo vago? — disse.

Flávio também disse que a demora no posicionamento do seu ex-assessor Fabrício Queiroz é a principal responsável por gerar a situação.

O filho do presidente Jair Bolsonaro passou o domingo em São Paulo. A agenda na capital paulista foi mantida em sigilo. No sábado, Flávio passou a manhã reunido com o pai no Palácio da Alvorada. O encontro aconteceu no dia seguinte à divulgação pela imprensa de que recebeu depósitos fracionados em sua conta corrente.

A movimentação identificada pelo Coaf foi encaminhada ao Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, que apura suspeita de recebimento por parlamentares da Alerj de parte do salário dos funcionários de gabinete de Flávio.

Na quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, suspendeu a investigação a pedido de Flávio. Atualmente deputado estadual, o parlamentar alegou ter foro privilegiado por ter sido eleito senador. A decisão final sobre a instância onde o inquérito tramitará caberá ao ministro Marco Aurélio, relator da reclamação movida pela defesa de Flávio. Ele já indicou que deve decidir no sentido de o procedimento continuar com o MP local.

Extra

Fonte: Blog do BG

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