PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 


Na semana decisiva do 2º turno das eleições, o G1 e a CBN realizam o debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM). O formato inédito no rádio e na internet será dividido em 5 blocos e terá duração de 65 minutos. A marca da violência no país: 3,4 mil pessoas foram assassinadas em agosto, de acordo com o Monitor da Violência. E quem vai fazer o Enem precisa ficar atento. Vão ser liberados para consulta hoje os locais de prova. Comece sua semana bem-informado:

Eleições 2018

Candidatos ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) vão participar de debate no G1 e na CBN — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Candidatos ao governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) vão participar de debate no G1 e na CBN — Foto: Marcos Serra Lima/G1

G1 e a CBN realizam hoje, às 10h30, um debate com os dois candidatos ao governo do Rio de Janeiro que disputam o 2º turno, Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM). O debate será mediado pela jornalista Bianca Santos e terá duração de 65 minutos, dividido em 5 blocos. Em um formato inédito no rádio e na internet, quase metade do tempo será administrada pelos próprios candidatos, em um bloco de perguntas entre eles. Os candidatos também responderão a dez questões, duas delas enviadas por ouvintes e leitores, e outras formuladas por jornalistas.

Monitor da Violência

Dados do monitor da violência em agosto de 2018 — Foto: Infografia: Editoria de Arte G1

Dados do monitor da violência em agosto de 2018 — Foto: Infografia: Editoria de Arte G1

Pelo menos 3.444 pessoas foram assassinadas no mês de agosto deste ano no Brasil. O número, porém, é ainda maior, já que quatro estados não divulgaram os dados. O índice nacional de homicídios, ferramenta criada pelo G1, permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Já são 34.305 vítimas registradas nos primeiros oito meses deste ano.

Enem 2018

Cartão de Confirmação da Inscrição do Enem 2017 — Foto: Reprodução/Inep

Cartão de Confirmação da Inscrição do Enem 2017 — Foto: Reprodução/Inep

Os 5,5 milhões de estudantes que estão inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão poder checar seu local de provas hoje com a liberação do acesso ao cartão de confirmação do Enem 2018.

Concursos

Mais de 200 concursos públicos estão com inscrições abertas em todo o país e reúnem quase 27 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 26.125,15 na Defensoria Pública do Maranhão.

Brasileirão

O Palmeiras venceu o Ceará e manteve a liderança do Brasileirão, seguido de perto pelo Flamengo, que goleou o Paraná. Hoje, às 20h, o Internacional tenta se manter grudado entre os primeiros colocados ao receber o Santos em Porto Alegre. Veja a classificação do campeonatoe abaixo os gols do Fantástico:

Gols do Fantástico: confira os gols deste domingo (21) pelo Brasileirão

Gols do Fantástico: confira os gols deste domingo (21) pelo Brasileirão

Curtas e rápidas

Desligou no fim de semana? Veja o que foi notícia

Celulares da Claro com o horário correto e com a mudança para o horário de verão — Foto: G1

Celulares da Claro com o horário correto e com a mudança para o horário de verão — Foto: G1

Shakira faz show em São Paulo — Foto: Celso Tavares / G1

Shakira faz show em São Paulo — Foto: Celso Tavares / G1

Fonte: G1

Bolsonaro enquadra PSL e faz acenos ao Centrão

Depois de começar a campanha sem praticamente nenhum apoio partidário e sob a desconfiança do mundo político, o deputado Jair Bolsonaro , candidato do PSL à Presidência nas eleições 2018, chega à reta final do segundo turno projetando construir uma ampla base parlamentar, na hipótese de ser o eleito no domingo.

Em nome da governabilidade, o capitão reformado tenta agora enquadrar a base do PSL, que conta com 52 deputados eleitos, enquanto faz acenos ao Centrão, que perdeu força, mas segue sendo um bloco com poder de fogo na Câmara. Com 142 deputados eleitos – 22 a menos que na legislatura anterior –, o grupo integrado por DEM, PP, PR, Solidariedade, PRB, PSC e PTB quer manter o controle de postos-chave da Casa, entre eles a presidência.

Para ter um ponto de partida confortável e acalmar o DEM, que elegeu 29 deputados federais, Bolsonaro promoveu a primeira intervenção direta na bancada do PSL ao afirmar, na quinta-feira passada, que o partido não vai disputar o comando da Câmara. Anunciado como chefe da Casa Civil caso Bolsonaro seja eleito, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) tem feito a ponte com o DEM, que articula a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Casa.

O movimento do presidenciável parte de duas constatações. A primeira delas é que, se quiser tirar do papel algumas de suas propostas de campanha, terá de garantir apoio confortável na Câmara. Para uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ser aprovada pelo plenário em dois turnos, por exemplo, são necessários os votos de 3/5 dos deputados (ou 308 votos). A outra constatação é que, seja quem for o novo presidente, ele terá de lidar com um Congresso mais pulverizado – uma dificuldade extra para costurar apoios.

Ministério. Além da sinalização de apoio a Maia, visto pelo presidente do PSL, Gustavo Bebianno, como um “bom nome”, Lorenzoni tem conversado com caciques do DEM sobre eventual participação do partido na Esplanada dos Ministérios.

Derrotado na disputa por uma vaga no Senado por Pernambuco, o ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM-PE), que é conselheiro da campanha de Bolsonaro, é cotado para reassumir a pasta.

Outro partido que já se aproxima de Bolsonaro é o PSD. A sigla ficou neutra no segundo turno, mas o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, que comanda a legenda, declarou apoio a Bolsonaro. Segundo ele, a maioria do partido segue essa linha e a neutralidade foi declarada a pedido dos diretórios da Bahia e de Sergipe, que apoiam Fernando Haddad (PT).

Com esse dois apoios, Bolsonaro começaria sua eventual gestão com um núcleo duro de 144 deputados governistas: 52 do PSL, 10 do PTB, 8 do PSC, 34 do PSD, 29 do DEM e 11 do Podemos. Tirando o PSD e o DEM, os demais partidos já declararam apoio ao presidenciável do PSL. Quando começou seu mandato em 2003, Lula tinha cerca de 230 deputados na base de apoio.

A projeção do PSL é superar esse número. “Acredito que teremos uma maioria ampla. Bolsonaro não fará braço de ferro pela presidência da Câmara”, disse ao Estado o senador eleito Major Olímpio, presidente do PSL de São Paulo.

Pelas contas dos operadores políticos de Bolsonaro, ele deve contar com uma base superior a 300 deputados, caso seja eleito. Essa projeção foi feita após a formalização do apoio das bancadas evangélica, rural e da segurança.

Reeleito por São Paulo, o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável, chegou a ser lançado pela sigla como candidato a presidente da Câmara. Outro nome que foi colocado na bolsa de apostas foi o do fundador do PSL, Luciano Bivar. “Em função da cláusula de barreira, 31 parlamentares ficarão sem partido. Pelo menos 15 deles devem vir para o PSL. Com isso, seria natural disputar a presidência da Casa. Manter o Rodrigo Maia seria manter o mesmo rosto”, disse a deputada eleita Joice Hasselmann (SP).

Ela defende o próprio nome para a liderança do governo, Luciano Bivar na presidência da Câmara e a procuradora e deputada eleita Beatriz Kicis no comando da comissão mais cobiçada da Casa, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

ESTADÃO CONTEÚDO

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Ciro Gomes diz que está ‘cansado’ e vê um Brasil ‘doente’

Em Paris desde que terminou o primeiro turno das eleições em terceiro lugar, Ciro Gomes tem se mantido longe dos holofotes e declarou em apoio tímido ao candidato do PT, Fernando Haddad. No entanto, de acordo com a coluna de Mônica Bergamo na “Folha de S. Paulo”, ele disse que está “muito cansado”.

A colunista revela que a declaração foi dada para uma brasileira, Érika Campelo, diretora de uma associação cultural. Ao ser questionado do motivo pelo qual não se encontra no Brasil, o político afirmou: “eu estou muito cansado. Estou batalhando há três anos. E não dá mais”.

Ciro ainda avaliou que a situação do país “realmente está muito difícil”, completando que o Brasil “está doente”.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Candidatos a governador aderem a Bolsonaro. Dos 28 candidatos a governador, 16 fazem campanha para o deputado

A arrancada de candidatos a governador que se associaram ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e a sua votação no primeiro turno (46% dos votos válidos) provocaram uma adesão ainda maior na segunda fase da disputa. Dos 28 nomes que permanecem na briga pelos governos estaduais, 16 declararam apoio ao capitão da reserva (apenas três deles são do PSL). Outros nove estão neutros em relação à eleição presidencial, enquanto apenas três fazem campanha para Fernando Haddad (PT) — Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte, João Capiberibe (PSB), no Amapá, e Belivaldo Chagas (PSD), em Sergipe.

Em 2014, também foram 14 os estados onde a disputa para governador foi ao segundo turno, mas a divisão de apoios foi mais equilibrada. Dilma Rousseff (PT) teve a adesão de 16 candidatos, assim como Bolsonaro agora. Já Aécio Neves formou aliança com dez postulantes aos executivos estaduais, enquanto dois candidatos ficaram neutros na ocasião.

Atualmente, há cinco estados em que os dois candidatos apoiam Bolsonaro, e apenas no Amapá, Pará e em Sergipe não há um “representante” do presidenciável do PSL. A força eleitoral do capitão da reserva pode levá-lo a eleger governadores aliados em seis dos dez maiores colégios eleitorais do país: candidatos de legendas diversas que aparecem à frente da disputa para o Executivo estadual de São Paulo, Minas Gerais, Rio, Rio Grande do Sul e Santa Catarina associaram as imagens à de Bolsonaro. No Paraná, o militar gravou um vídeo de apoio a Ratinho Júnior (PSD), que venceu no primeiro turno.

Com um discurso que prega a aversão aos acordos da política tradicional, Bolsonaro tem evitado se envolver nas disputas regionais. No Rio, embora o líder nas pesquisas, Wilson Witzel (PSC), cite o presidenciável em vários momentos, o candidato do PSL já afirmou não ter candidato a governador. O adversário de Witzel, Eduardo Paes (DEM), afirmou que está neutro na disputa, mas tem feito elogios públicos a Bolsonaro.

Apoio até no PDT

Em São Paulo, a recusa de Bolsonaro foi mais explícita. O tucano João Doria, acusado de traição pelo presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, transformou o apoio ao ex-capitão em sua principal bandeira. Ele viajou ao Rio para gravar um vídeo formalizando o apoio, mas Bolsonaro sequer o recebeu. Em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) chegou a pedir votos para o presidenciável do PSL ainda no primeiro turno e manteve o apoio.

— A imagem de candidato antissistema é parte importante da votação do Bolsonaro, e há uma corrida entre os candidatos a governador para se associar a essa imagem — analisa a cientista política Maria Hermínia Tavares.

O PSL está no segundo turno em Santa Catarina (Comandante Moisés), Rondônia (Coronel Marcos Rocha) e Roraima (Antonio Denarium). As declarações de voto vêm inclusive de candidatos do PDT, que apoia Haddad no plano nacional: Juiz Odilon, no Matro Grosso do Sul, Carlos Eduardo, no Rio Grande do Norte, e Amazonino Mendes, no Amazonas.

O GLOBO

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Investigação do caso WhatsApp nas campanhas de Haddad e Bolsonaro será demorada

Será demorada a investigação da Polícia Federal sobre o uso do WhapsApp para propagar falsidades com propósitos eleitorais. Investigam-se as duas campanhas finalistas da corrida presidencial, a de Jair Bolsonaro e a de Fernando Haddad. É nula a hipótese de conclusão do inquérito antes do término do segundo turno, no próximo domingo (28), informou ao blog uma autoridade que acompanha o caso.

Significa dizer que nem o inquérito aberto pela Polícia Federal nem os procedimentos deflagrados pelo Tribunal Superior Eleitoral produzirão efeitos capazes de modificar o processo eleitoral. Apura-se aquilo que a procuradora-geral da República Raquel Dodge classificou de “uso de recursos tecnológicos para propagar informações falsas ou ofensivas à honra e à imagem dos dois candidatos”.

Eventuais comprovações resultarão em contenciosos jurídicos a serem julgados após a eleição. Não há, por ora, definição quanto a prazos. Estima-se que a apuração pode se desdobrar em pelo menos duas fases. Numa, investigam-se as empresas de tecnologia e os financiadores da difusão de mensagens. Noutra, mais delicada, buscam-se os vínculos com as candidaturas.

Contribuições empresariais estão proibidas nesta eleição. Em tese, a comprovação do uso de dinheiro de caixa dois em benefício de uma candidatura configuraria abuso do poder econômico. Algo que, no limite, pode levar à perda do mandato.

Um aliado de Jair Bolsonaro reagiu à movimentação com ironia. Chamou de “fake news” o inquérito e o noticiário que o originou. Indagou: “Uma Justiça Eleitoral que, diante de provas irrefutáveis do uso de dinheiro sujo da Odebrecht, se negou a cassar a chapa Dilma-Temer, terá autoridade para questionar o mandato do Bolsonaro?”

JOSIAS DE SOUZA

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Fala de Eduardo Bolsonaro é golpista, diz Celso de Mello, decano do STF

Por Mônica Bergamo / FOLHA

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), classificou a afirmação do deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de que bastam um soldado e um cabo para fechar a Corte, de “inconsequente o golpista”.

Disse ainda que o fato de Bolsonaro ter tido uma votação expressiva nas eleições —ele recebeu quase 2 milhões de votos— não legitima “investidas contra a ordem político-jurídica”.

O magistrado, que é o decano do STF, enviou a declaração por escrito à Folha, e pediu que ela fosse publicada “na íntegra e sem cortes”.

Escreveu Celso de Mello: “Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!! Votações expressivas do eleitorado não legitimam investidas contra a ordem político-jurídica fundada no texto da Constituição! Sem que se respeitem a

Constituição e as leis da República, a liberdade e os direitos básicos do cidadão restarão atingidos em sua essência pela opressão do arbítrio daqueles que insistem em transgredir os signos que consagram, em nosso sistema político, os princípios inerentes ao Estado democrático de Direito”.

vídeo com as declarações de Eduardo Bolsonaro começaram a circular logo cedo entre ministros do STF.

Celso de Mello teve uma das reações mais indignadas. Questionado pela Folha, decidiu enviar a mensagem. Outros ministros trocaram mensagens e telefonemas entre si.

Eles aguardam a chegada do presidente da Corte, Dias Toffoli, para discutir um posicionamento. Ele estava em Veneza para compromissos profissionais e deve chegar nesta segunda-feira (22) em Brasília.

Cantor Waldonys passa por problemas durante salto de paraquedas, em Fortaleza

Waldonys, em salto no qual precisou recorrer a equipamento reserva

O músico Waldonys passou por uma emergência ao saltar de paraquedas neste domingo (21), em Fortaleza.

Conforme relato postado pelo cantor no Instagram, o equipamento principal não funcionou e foi necessário recorrer ao paraquedas reserva.

“Tirando a emergência, a operação foi show de bola!”, disse o músico, que já possui experiência na modalidade e em outras práticas radicais.

Waldonys sobrevoava a Praia do Futuro, a uma altura aproximada de 6 mil pés, o que equivale a cerca de 1.800 metros

Fonte: Blog do BG

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LOCAIS

Organização estima mais de 30 mil pessoas no ato pró-Bolsonaro em Natal

Foto Laís Morais

 

Em Natal, mais de 30 mil pessoas saíram às ruas em manifestação favorável ao candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro e contra às candidaturas do PT em nível nacional e estadual. O ato intitulado #PTaquinao foi organizado por diversos grupos de direita do Rio Grande do Norte, liderados pelo Força Democrática. A concentração aconteceu no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira e, em seguida, a passeata percorreu ainda as avenidas Nascimento de Castro e Romualdo Galvão, com percurso total de 1,6 quilômetros.

O movimento superou as expectativas da organização. “Este é o último evento grande antes do segundo turno das Eleições marcado para o próximo domingo (28). Conseguimos reunir mais de 30 mil pessoas, um número maior do que o estávamos esperando. Do início da concentração até o final da passeata, as pessoas interagiram de uma forma muito bonita, todo mundo junto, num só coro pelo nosso País. Foi fantástico. Mostramos a força de Natal, mostramos que o Rio Grande do Norte não vai aceitar mais o PT e vamos mostrar isso também nas urnas”, afirmou Carlos Reny, um dos organizadores da manifestação.

Neste ato, foi permitida a participação de políticos e lideranças partidárias. Andrea Ramalho, esposa do governadorável Carlos Eduardo, compareceu à manifestação representando o candidato, que está cumprindo agenda de campanha no interior do RN. Neste domingo, várias cidades do País realizaram manifestações em favor do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro.

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