PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

Quem será o próximo presidente? Jair Bolsonaro vai enfrentar Fernando Haddad no 2º turno das eleições, em 28 de outubro. Com quase todas as urnas apuradas, o candidato do PSL tem 49,3 milhões de votos e o petista, 31,3 milhões, em uma eleição que atingiu a maior abstenção dos últimos 20 anos. No G1, você confere o desempenho dos dois candidatos nos estados e em todas as 5.570 cidades do país. Entre os governadores, 13 foram definidos no 1º turno. Veja o que é notícia nesta segunda-feira:

Bolsonaro x Haddad — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo; Fábio Vieira/Fotorua/Estadão Conteúdo

Bolsonaro x Haddad — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo; Fábio Vieira/Fotorua/Estadão Conteúdo

Bolsonaro x Haddad

Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) foram os mais votados e decidirão a eleição para presidente no 2º turno, marcado para daqui 3 semanas. O resultado quebrou a polarização entre PT e PSDB das últimas 6 eleições presidenciais. Veja os números, com 99% dos votos apurados:

  • Jair Bolsonaro: 46,03%
  • Fernando Haddad: 29,28%
  • Ciro Gomes: 12,47%
  • Geraldo Alckmin: 4,76%
  • João Amoêdo: 2,5%
  • Cabo Daciolo: 1,26%
  • Henrique Meirelles: 1,2%
  • Marina Silva: 1%
  • Alvaro Dias: 0,80%
  • Guilherme Boulos: 0,58%
  • Vera: 0,05%
  • Eymael: 0,04%
  • Goulart Filho: 0,03%

Após a definição do resultado, Bolsonaro e Haddad deram declarações. O candidato do PSL disse em uma transmissão ao vivo em rede social que o Brasil está à beira do caos e que é preciso unir o país. O candidato do PT fez discurso em um hotel em SP e afirmou que no 2º turno quer unir os democratas.

Mapa da apuração

mapa votação por cidades — Foto: Arte G1

mapa votação por cidades — Foto: Arte G1

Geografia das urnas

Estados onde cada presidenciável venceu — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Estados onde cada presidenciável venceu — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Bolsonaro venceu em 16 estados e no DF e Haddad, em 9. Nas capitais, o placar foi de 23 a 3 para o candidato do PSL. Ele levou a melhor em todos os estados do Centro-Oeste, do Sudeste e do Sul e em todas as capitais dessas três regiões. Haddad colheu seu melhor desempenho no Nordeste, onde teve a maioria dos votos em 8 dos 9 estados e em 3 das 9 capitais.

Análises

Eleitores ausentes

Quase 30 milhões de eleitores não compareceram às urnas. O nível de abstenção, de 20,3%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou. Veja os números por estado.

Governadores

Mapa mostra votação para governador nas cidades — Foto: Arte G1

Mapa mostra votação para governador nas cidades — Foto: Arte G1

Governadores de 13 estados foram definidos no 1º turno, 7 deles reeleitos. Em outros 13 estados e no DF, a disputa foi para o 2º turno.

2º turno

Governadores eleitos

Novo Congresso

MDB, Rede e PP são os partidos que mais elegeram senadores nas eleições deste ano. Ao todo, 54 senadores de 20 partidos foram eleitos. Saiba quais partidos conseguiram cadeiras no Senado:

selo feed composição do Senado por partidos — Foto: Alexandre Mauro/Arte G1

selo feed composição do Senado por partidos — Foto: Alexandre Mauro/Arte G1

Campeões de votos

afastada Dilma Rousseff por suposto crime de responsabilidade — Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoA jurista Janaína Paschoal fala e gesticula durante sessão no Senado que trata do julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff por suposto crime de responsabilidade — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

 A jurista Janaína Paschoal fala e gesticula durante sessão no Senado que trata do julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff por suposto crime de responsabilidade — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A advogada e professora Janaína Paschoal (PSL) foi a deputada mais votada na história do país. Na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo, ela recebeu mais de 2 milhões de votos e superou o recorde histórico para os legislativos de todos os estados e a Câmara dos Deputados.

Lembra deles?

Kajuru, Frank Aguiar, Mauren Maggi: quem se deu bem e quem se deu mal entre os famosos — Foto: Arte/G1

Kajuru, Frank Aguiar, Mauren Maggi: quem se deu bem e quem se deu mal entre os famosos — Foto: Arte/G1

Ex-atletas, músicos e outros famosos se candidataram nas eleições de 2018. Kajuru, Frank Aguiar, Mauren Maggi: veja quem se deu bem e quem se deu mal entre os famosos.

Mais do 1º turno:

O 1º turno foi marcado por filas em algumas cidades e muitas dúvidas sobre a biometria. Assista no vídeo abaixo:

Votação é marcada por filas em muitas seções por causa da biometria

Votação é marcada por filas em muitas seções por causa da biometria

Fonte: G1

Janaína Paschoal é a deputada estadual mais votada da história

Puxada por Jair Bolsonaro e pelo antipetismo, a professora Janaina Paschoal (PSL) alcançou, na eleição para a Assembleia Legislativa de São Paulo, a maior votação da história entre candidatos para deputado no Brasil.

Com 2.031.829 votos (e 98,29% das urnas apuradas), Paschoal superou o recorde histórico nas disputas para o legislativo estadual paulista, mas também obteve mais votos do que o campeão de votos para deputado federal. A marca foi alcançada neste ano por Eduardo Bolsonaro (PSL), candidato à Câmara federal por São Paulo. Ele atingiu 1.814.443 votos (com 98,29% das urnas apuradas).

Paschoal foi autora do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) e esteve cotada para ser vice de Bolsonaro. Sua votação em São Paulo foi superior ao que recebeu candidatos à presidente como Cabo Daciolo (Patriota),Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede).

A votação de Paschoal foi mais de seis vezes superior do que a maior marca já alcançada por um candidato à Assembleia paulista. Em 2014, o tucano Fernando Capez, que já era deputado, liderou a disputa com 306.268 votos.

Os votos recebidos pela deputada eleita representam 9,92% dos votos válidos. Paschoal teve quatro vezes mais votos que o segundo colocado, Arthur Mamãe Falei (DEM), que se notabilizou na internet como militante antipetista e é integrante do MBL (Movimento Brasil Livre). Arthur recebeu 470.606 votos.

O PSL, de Bolsonaro e Paschoal, ainda garantiu o quinto candidato mais bem votado. Gil Diniz, autointitulado Carteiro Reaça, obteve 210.439 votos.

AS MAIORES BANCADAS

Esse fenômeno deve ajudar o PSL a ter a maior bancada na Assembleia a partir do ano que vem –a sigla não tinha nenhum deputado. As cadeiras da Assembleia dependem do cálculo que leva em conta o total de votos recebidos por partidos e legendas.

O terceiro mais votado foi o deputado Carlos Giannnazi (PSOL), que chega à sua quarta legislatura. Já Paschoal, Mamãe Falei e o Carteiro Reaça são estreantes na Casa.

FOLHAPRESS

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Lava Jato explode nas urnas e varre quase tudo pelo caminho

Enganou-se quem achava que a Lava Jato já havia produzido todo seu efeito eleitoral no pleito de 2016 e que marchava lentamente para a esterilização. A bomba de nêutrons da operação sobre a vida partidáriaexplodiria apenas neste domingo, 7 de outubro de 2018.

Varreu quase tudo o que encontrou pelo caminho, em especial nas regiões mais desenvolvidas do Brasil.
Candidatos das legendas mais estabelecidas, em torno das quais organizou-se o jogo do poder ao longo dos últimos 30 anos, foram atropelados por postulantes excêntricos.

PSDB foi arruinado. O PT, bastante avariado nas localidades mais prósperas, ganhou o direito de disputar uma batalha de vida ou morte pelo Palácio do Planalto, em condições duríssimas, no próximo dia 28.

No Congresso, um bloco de novos entrantesarrastados pela voragem conservadora de Jair Bolsonaro, insinua-se como um dos maiores da legislatura que se inicia em fevereiro. É copiosa a lista de velhas lideranças partidárias que perderam o assento.

Um eleitorado mais numeroso e, sobretudo, diferente daquele que debutava nas eleições diretas presidenciais há quase três décadas foi o responsável por essa mudança de era na política partidária brasileira.

Para cada 100 eleitores com ensino médio ou superior, há menos de 50 com escolarização inferior —essa relação era de 100 para 170 em 1994. Hoje o contingente dos mais escolarizados supera o dos com menor formação por 50 milhões de eleitores.

Passou o tempo em que os anseios do eleitor mediano se restringiam a necessidades básicas da subsistência. A decência na vida pública, a opressão dos burocratismos cotidianos, a ineficiência dos serviços do governo e a insegurança nas cidades foram incorporadas ao acervo de preocupações que definem o voto.

O cinismo, o mais do mesmo e a falta de autocrítica e de renovação nos partidos outrora hegemônicos saem castigados destas eleições. O que foi posto no lugar, entretanto, não é necessariamente melhor.

Novato, Amoêdo surpreende e vira ativo no 2º turno

Foto: Flavio Corvello/Futura Press

 

O empresário João Amoêdo ficou minutos na fila até chegar sua vez de votar, ontem de manhã em sua zona eleitoral no Rio de Janeiro. Não passou à frente de pessoas comuns como costuma acontecer quando presidenciáveis vão votar. Fechou sua campanha da forma como a conduziu desde o início: tentando se vender como diferente dos políticos “que estão aí”. Estreante na política, desconhecido do eleitorado e único outsider desta corrida presidencial, o candidato do Partido Novo surpreendeu e terminou a eleição entre os cinco candidatos mais votados do primeiro turno.

João Amoedo

Com discurso liberal, sem usar recursos públicos e apostando na militância online e nas ruas, Amoêdo viu sua candidatura crescer, sai da eleição com mais força do que entrou e terá influência no segundo turno que será disputado entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Amoêdo não descarta apoio a Bolsonaro no segundo turno. Só disse que “não há possibilidade de apoiar o PT”. O partido avaliará um possível apoio ao militar. “O PT se mostrou muito desalinhado em todo esse tempo com os ideais do Novo, principalmente com as práticas, pois não basta apenas ter as mesmas ideias. Então, o que vai pautar qualquer decisão é a pauta de trabalho. A gente precisa entender um pouco mais as ideias do Bolsonaro”.

Amoêdo ficou à frente de nomes como Marina Silva (Rede), terceira colocada nos pleitos de 2010 e 2014. Somou mais de 2,6 milhões de votos, e com isso superou também Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos), que apareciam tecnicamente empatados com o empresário nas pesquisas de intenção de voto. Amoêdo manteve cerca de 2,5% dos votos durante toda a apuração dos votos, sempre na quinta posição, com 2 a 3 pontos porcentuais atrás de Geraldo Alckmin (PSDB).

Sua campanha se fortaleceu também com o crescimento da adesão ao partido nos Estados. Em Minas Gerais, Romeu Zema confirmou as pesquisas que apontavam sua tendência de alta e obteve 43% dos votos. Está no 2.º turno na disputa pelo governo estadual. Ele enfrentará Antônio Anastasia (PSDB), que fez 29%. Em São Paulo, apesar de ter ficado longe do 2.º turno, Rogério Chequer obteve mais votos que candidatos que participaram de debates televisivos, como Rodrigo Tavares (PRTB) e Professora Lisete (PSOL).

Na comparação com a Rede, o outro partido também criado entre as corridas eleitorais de 2014 e 2018, fez mais, já que Marina ficou para trás e o partido não foi ao segundo turno em nenhum Estado. Para Amoêdo, as eleições deste ano, a primeira do partido, fazem o Novo despontar como uma força política no País. “Na primeira eleição, já despontamos como uma força política”, analisa. “Nas pesquisas, ficamos à frente de candidatos tradicionais e de partidos que estão há muito tempo gastando dinheiro público.”

Nas redes. Com 5 segundos em cada bloco do horário eleitoral dos presidenciáveis na TV, em que tentava reforçar a ideia de que não era como os outros, Amoêdo fortaleceu sua imagem na internet. Com vídeos diários, o candidato conseguiu mobilizar um uma militância online engajada e que tentava formar uma “onda laranja”.

Durante os debates na TV, seus militantes faziam coro protestando contra a ausência de Amoêdo entre os debatedores. Ele não participou de nenhum debate.

Ao todo, sua campanha gastou R$ 5 milhões, quase tudo arrecadado por meio de uma vaquinha virtual. Na reta final da campanha, atacou as “fake news” ao ver nas redes notícias que estaria disposto a desistir de sua candidatura a favor de Bolsonaro – para uma possível vitória do militar ainda no primeiro turno. Ele acredita que, não fosse isso, teria recebido ainda mais votos. “Tivemos algumas notícias falsas tentando levar votos para decidir no primeiro turno. Achamos isso inadequado”, afirmou ontem, depois de votar.

Em sabatina do Estado e FAAP, Amoêdo afirmou que seu partido busca ser mais do que uma legenda antipetista. “Queremos ser uma opção à velha política, dos privilégios, das alianças que são feitas para o processo eleitoral e não para o governo”, afirmou.

Ele ainda disse que seu partido busca práticas e ideias diferentes. “Foi por isso que nos últimos oito anos entramos no mundo político. Nós não enxergamos, no cenário que tem aí, uma opção que gostaríamos de votar. Sempre votei no menos pior e cansei. Ao votar continuamente no menos pior, ele fica muito próximo do pior.”

Amoêdo rejeita a ideia de comparar o Novo ao PSDB. Para ele, o “raciocínio” das siglas é muito diferente. Questionado sobre a comparação durante a campanha, ele pontuou que o PSDB estava se associando a nomes como Roberto Jefferson e Valdemar Costa Neto, ambos presos no mensalão, para ganhar poder – e que os tucanos pretendiam se perpetuar no poder se aliando a quem já foi aliado da presidente cassada Dilma Rousseff.

“Nós queremos mudar o que está aí. Já o PSDB está aí há muito tempo e tem uma linha diferente da nossa”, disse o candidato. “Não privilegiamos acordo por tempo de TV. Podemos dizer que os fins não justificam os meios.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Filhos de Cunha e Cabral não se elegem

Os filhos de Eduardo Cunha e Sergio Cabral não conseguiram se livrar nas urnas dos pecados de seus pais.

Com 87% das urnas apuradas no Rio de Janeiro, Danielle Cunha conseguiu 6.828 votos e Marco Antônio Cabral 12.173.

Segundo Lauro Jardim, em O Globo, ambos estarão de fora da Câmara devido ao desempenho de seus colegas de partido.

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Doria e França disputarão eleição para governador de SP no segundo turno

João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) vão disputar o segundo turno em São Paulo — Foto: TV Globo/Reprodução

João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB) decidirão em segundo turno, no próximo dia 28, quem será o futuro governador de São Paulo. O resultado ficou matematicamente confirmado às 22h, informou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com 99,01% das urnas apuradas, o tucano obteve 6.273.596 votos (31,76%) no primeiro turno e o pesebista, 4.304.668 votos (21,44%), segundo o TSE. Paulo Skaf recebeu 4.231.891 votos (21,15%) e ficou em terceiro lugar.

Com uma diferença tão pequena de votos, 72 mil, quando a apuração estava em 98% das urnas ainda não era possível saber quem disputaria o segundo turno com Doria.

Segundo a apuração do TSE, Luiz Marinho (PT) obteve 2.535.400 (12,65%), Major Costa e Silva (DC), 741.063 (3,70%), Rogerio Chequer, 666.818 (3,33%), Rodrigo Tavares (PRTB), Professora Lisete (PSOL) obteve 503.019 (2,51%), Professor Claudio Fernando (PMN) 28.366 (0,14%), Toninho Ferreira (PSTU), 16.083.

As candidaturas de Marcelo Candido (PDT) e Lilían MIrando (PCO) estão sob júdice e os votos não foram computados.

O atual governador, Márcio França, deu uma arrancada final e passou Paulo Skaf só nas urnas. Ao longo de toda eleição, Doria e Skaf se mantiveram praticamente empatados, ambos oscilando na casa dos 20%. Só França cresceu significativamente: de 4%, no primeiro Datafolha, a 16% na última pesquisa do instituto.

A eleição estadual foi pautada pela disputa presidencial, que influenciou significativamente os debates e entrevistas entre os postulantes ao Palácio dos Bandeirantes. Enquanto uns se mostravam contrários ao PT, outros usavam seu tempo de TV para convocar para atos contra Jair Bolsonaro (PSL).

A segurança pública capitaneou os temas mais falados pelos candidatos, que chegaram a prometer mais batalhões da PM ou incentivo à polícia científica sem sequer incluir as propostas nos planos de governo. Como o G1 mostrou, nenhum dos 6 candidatos mais bem colocados nas pesquisas apresentaram propostas para combater a facção PCC, que domina os presídios no estado.

Os candidatos tentaram atrair os votos das mulheres e propuseram aumentar o número de delegacias da mulher, bem como ampliar seus horários de funcionamento.

A campanha também foi marcada por um ataque a tiros sofrido pelo candidato Major Costa e Silva (DC) e pelo indeferimento de duas candidaturas do PCO ao governo do estado.

G1

ELEIÇÕES 2018: Fátima Bezerra e Carlos Eduardo disputam segundo turno

Os candidatos Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) seguem para o segundo turno na disputa ao governo do Rio Grande do Norte, de acordo com as apurações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas urnas do estado. Confira a apuração em tempo real (aqui). Com 96% das urnas apuradas, Fátima tem 45,86% dos votos válidos e Carlos Eduardo, 32,66%.

Oito candidatos concorreram ao governo do RN no primeiro turno das eleições 2018. Entre eles, o atual governador do estado, Robinson Faria (PSD), que ficou em terceiro lugar nas votações e ficou fora da disputa.

Fátima já era apontada pelas pesquisas Ibope como a líder das intenções de voto, inclusive no último sábado (6), com 45% dos votos válidos. Atualmente ela ocupa o cargo de senadora, conquistado em 2014. Se eleita, vai ocupar pela primeira vez um cargo do Poder Executivo. Professora e sindicalista, Fátima entrou na carreira político-eleitoral em 1994, como deputada estadual. Foi reeleita uma vez e, antes de chegar ao Senado, cumpriu três mandatos na Câmara Federal.

Carlos Eduardo também era apontado pelas pesquisas para o segundo turno, com expectativa de 32% dos votos válidos. Ele já foi prefeito de Natal por quatro vezes e deixou a chefia do Poder Executivo em abril deste ano para concorrer ao governo do estado. Ele começou na vida política como deputado estadual em 1986, ocupando o cargo por quatro mandatos consecutivos. Também foi secretário de estado.

G1

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Boulos declara apoio a Haddad no segundo turno das eleições para presidente

Guilherme Boulos, candidato do PSOL à presidência — Foto: GloboNews/Reprodução

O candidato do PSOL à presidência, Guilherme Boulos, declarou por meio do Twitter seu apoio a Fernando Haddad no segundo turno das eleições para presidente na noite deste domingo (7). Haddad vai disputar o segundo turno com Jair Bolsonaro (PSL).

“Fizemos uma campanha de cabeça erguida e plantamos sementes para o futuro. Agradecemos a todos que depositaram seus sonhos nas urnas votando 50. Agora estaremos nas ruas para derrotar o fascismo e eleger quem representa a democracia no segundo turno: Fernando Haddad”, disse Boulos.

Pela manhã, ao votar na PUC-SP, em São Paulo, Boulos fez críticas a Jair Bolsonaro. “Sempre estivemos nas ruas para barrar o atraso. Ele não, ele jamais. Não podemos brincar com país que está à beira do abismo. Ditadura nunca mais.”

“Vamos barrar esse ódio, não vamos deixar que a farsa prevaleça. Está lá há mais de 27 anos. Bolsonaro quer pagar de moralista mas não tem moral nenhuma.”

Fonte: Blog do BG

 

LOCAIS

Por Igor Jácome, G1 RN

 

Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) — Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

Os candidatos Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo (PDT) seguem para o segundo turno na disputa ao governo do Rio Grande do Norte, de acordo com as apurações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas urnas do estado. Confira a apuração dos votos (aqui). Com 100%% das urnas a, Fátima obteve 748.150 votos, que representaram 46,17% dos válidos. Carlos Eduardo obteve 525.933, ou 32,45% do total.

Oito candidatos concorreram ao governo do RN no primeiro turno das eleições 2018. Entre eles, o atual governador do estado, Robinson Faria(PSD), que ficou em terceiro lugar nas votações e não chegou ao segundo turno. Robinson conseguiu 192.037 votos (11,85%).

A candidata pelo PT agradeceu o apoio dos eleitores em todo o estado, bem como as eleições de correligionários. “Vamos chegar ao segundo turno muito mais fortalecidos. A nossa luta representou a renovação para o Rio Grande do Norte, e foi isso que o povo abraçou. Sei que temos o melhor plano para tirar o RN desta grave crise. E tenho a certeza de que vamos pra esse segundo turno com muito mais ânimo e muito mais fortalecidos”, afirmou Fátima Bezerra.

O pedetista afirmou que começou a campanha pouco conhecido pelo interior do estado, mas conquistou apoios. “O resultado nos consagra para o segundo turno e nós sabemos que é uma nova eleição. Dentro dessa perspectiva, nós vamos, com a mesma força, com a mesma determinação, com os nossos companheiros e outros que haveremos de conversar, com mais apoios e agora com mais conhecimento do povo do Rio Grande do Norte”, declarou.

Campanha

Fátima foi apontada durante toda a campanha como a líder das intenções de voto, inclusive no último sábado (6) – na pesquisa Ibope – com 45% dos votos válidos. Atualmente ela ocupa o cargo de senadora, conquistado em 2014. Se eleita, vai ocupar pela primeira vez um cargo do Poder Executivo. Professora e sindicalista, Fátima entrou na carreira político-eleitoral em 1994, quando conseguiu o cargo de deputada estadual. Foi reeleita uma vez e, antes de chegar ao Senado, cumpriu três mandatos na Câmara Federal.

A senadora concorre ao governo pela coligação Do Lado Certo, formada pelo PT, pelo PHS e PCdoB e, no primeiro turno, contou com 1 minutos e 30 segundos de programa gratuito na televisão e no rádio.

Carlos Eduardo também era apontado pelas pesquisas para o segundo turno, com expectativa de 32% dos votos válidos. Ele já foi prefeito de Natal por quatro vezes e deixou a chefia do Poder Executivo em abril deste ano para concorrer ao governo do estado. O candidato começou na vida política como deputado estadual em 1986, ocupando o cargo por quatro mandatos consecutivos. Também foi secretário de estado.

Concorrendo ao governo pela Coligação 100% RN (PDT/PP/MDB/Podemos/DEM), ele conseguiu 2 minutos e 35 segundos de propaganda no rádio e na televisão.

Propostas

Durante o pleito eleitoral, Fátima Bezerra focou atenção, entre outros pontos, na Segurança Pública. Em entrevistas e debates, prometeu realizar concurso para aumentar o contingente policial, investir em inteligência, capacitar a policiais civis e servidores do Itep para fazer investigações eficientes, além de trabalhar com políticas de prevenção, como educação em tempo integral.

Entre as principais propostas durante a campanha, Carlos Eduardo apresentou promessa de fazer mudanças na máquina da administração pública e colocar os salários dos servidores estaduais em dia. Em entrevista, o candidato afirmou que deverá combater a sonegação e aumentar receitas sem aumentar impostos; além disso, cobrar a dívida ativa e retomar investimentos e o desenvolvimento econômico.

Confira o resultado da votação para governo do Rio Grande do Norte:

  • Fátima Bezerra (PT): 46,17%
  • Carlos Eduardo (PDT): 32,45%
  • Robinson Faria (PSD): 11,85%
  • Brenno Queiroga (SD): 6,56%
  • Professor Carlos Alberto (Psol): 1,93%
  • Freitas Jr (Rede): 0,56%
  • Heró Bezerra (PRTB): 0,27%
  • Dário Barbosa (PSTU): 0,21%
  • Brancos: 4,38%
  • Nulos: 13,21%
  • Abstenções: 17,12%

Fonte: G1RN

Por G1 RN — Natal

 

Os eleitores do Rio Grande do Norte definiram, neste domingo (7), os oito representantes do estado na Câmara dos Deputados. O PT foi o único partido a eleger dois deputados. Na eleição, apenas três deputados que cumprem mandato foram reeleitos: Rafael Motta (PSB), Walter Alves (MDB) e Fábio Faria (PSD). Foram apurados 1.966.450 votos. Destes, 1.609.833 foram votos válidos.

A Câmara Federal recebe cinco novos deputados potiguares: Benes Leocádio (PTC), Natália Bonavides (PT), Mineiro (PT), General Girão (PSL) e João Maia (PR).

O deputado federal mais votado foi Benes Leocádio (PTC), com 125.841 votos (7,82% dos votos válidos).

Rogério Marinho (PSDB) e Beto Rosado (Progressistas) não se reelegeram.

Dos oito deputados federais eleitos em 2014, três não tentaram a reeleição: Zenaide Maia (PHS) e Jácome (Podemos) se candidataram ao senado; e Felipe Maia (DEM) não se candidatou este ano.

Confira abaixo a lista dos eleitos:

  • Benes Leocádio (PTC) – 125.841 (7,82%)
  • Natália Bonavides (PT) – 112.998 (7.02%)
  • Mineiro (PT) – 98.070 (6,09%)
  • João Maia (PR) – 93.505 (5,81%)
  • Rafael Motta (PSB) – 82.791 (5,14%)
  • General Girão (PSL) – 81.640 (5.07%)
  • Walter Alves (MDB) – 79.333 (4,93%)
  • Fábio Faria (PSD) – 70.350 (4,37%).

O RN teve 1.609.833 votos válidos (81,86%); 109.541 brancos (5,57%); 247.076 votos nulos (12,56%); e 406.098 abstenções (17,12%).

Ficaram como suplentes: Carla Dickson (PROS) e Rogério Marinho (PSDB), pela “Coligação Trabalho e Superação I”; Caramuru Paiva (PT) e Garibalde Leite (PHS), da coligação “Do Lado Certo”; Beto Rosado (Progressistas), pela coligação “100% RN”, e Lawrence Amorim (SD), pela coligação “Renova RN I”.

Fonte: G1RN

Por G1 RN — Natal

 

Os eleitores do Rio Grande do Norte definiram neste domingo (7) os 24 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa pelos próximos quatro anos. Eles tomarão posse das vagas no dia 1º de janeiro de 2019. Com cinco nomes, o PSDB teve o maior número de eleitos. PSDMDBPTPTCSolidariedade e Avanteelegeram dois deputados, cada. Foram apurados 1.966.450 votos. Destes, 1.686.592 foram votos válidos.

Nesta eleição, 15 deputados que cumprem mandatos foram reeleitos para os cargos: Ezequiel (PSDB), Gustavo Carvalho (PSDB), Tomba Farias (PSDB), Vivaldo Costa (PSD), Galeno Torquato (PSD), Albert Dickson Oftamologista (PROS), Raimundo Fernandes (PSDB), George Soares (PR), José Dias (PSDB), Nelter Queiroz (MDB), Hermano Morais (MDB), Getulio Rêgo (DEM), Souza (PHS), Kelps (Solidariedade) e Cristiane Dantas (PPL).

Eles terão a companhia na Assembleia Legislativa de nove novos deputados: Dr. Bernardo (Avante), Isolda Dantas (PT), Kleber Rodrigues (Avante), Coronel Azevedo (PSL), Francisco do PT (PT), Eudiane Macedo (PTC), Allyson Bezerra (Solidariedade), Ubaldo Fernandes (PTC) e Sandro Pimentel (PSOL).

Além disso, nove deputados deixam a Assembleia: Ricardo Motta (PSB), Márcia Maia (PSDB), Carlos Augusto Maia (PCdoB), Larissa Rosado (PSDB), Jacó Jácome (PSD) e Gustavo Fernandes (PSDB) não foram reeleitos, enquanto Mineiro (PT) conquistou uma vaga de deputado federal. Já Dison Lisboa (PSD) teve o registro de candidatura impugnado e José Adécio (DEM) não disputou as eleições.

Confira os 24 deputados estaduais eleitos (reeleitos em negrito):

  • Ezequiel (PSDB) – 58.221
  • Gustavo Carvalho (PSDB) – 47.544
  • Dr. Bernardo (Avante) – 42.049
  • Tomba Farias (PSDB) – 41.249
  • Nelter Queiroz (MDB) – 40.717
  • Hermano Morais (MDB) – 38.053
  • Galeno Torquato (PSD) – 34.532
  • George Soares (PR) – 34.263
  • Raimundo Fernandes (PSDB) – 33.965
  • Cristiane Dantas (PPL) – 33.860
  • Kelps (Solidariedade) – 33.819
  • Getulio Rêgo (DEM) – 33.477
  • Isolda Dantas (PT) – 32.963
  • Kleber Rodrigues (Avante) – 32.755
  • Vivaldo Costa (PSD) – 32.638
  • Albert Dickson Oftamologista (PROS) – 31.698
  • Souza (PHS) – 31.097
  • Coronel Azevedo (PSL) – 27.606
  • José Dias (PSDB) – 27.275
  • Francisco do PT (PT) – 23.448
  • Eudiane Macedo (PTC) – 22.333
  • Allyson Bezerra (Solidariedade) – 20.228
  • Ubaldo Fernandes (PTC) – 20.148
  • Sandro Pimentel (PSOL) – 19.158

Fonte: G1RN

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