PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA SEGUNDA-FEIRA

Por G1

 

Eleições 2018: veja o que pensam os candidatos à Presidência da República mais bem colocados em pesquisas sobre o Ministério da Cultura. Tragédia: o número de mortos vem aumentando na Indonésia após dois fortes terremotos e um tsunami. Veja também quais concursos estão com inscrições abertas hoje. O que é notícia nesta segunda-feira:

NACIONAIS

Eleições

Eleições 2018 — Foto: Foto: Editoria de Arte / G1

Eleições 2018 — Foto: Foto: Editoria de Arte / G1

Depois de assumir a Presidência da República em 2016, Temer anunciou a fusão do Ministério da Cultura (MinC) com o Ministério da Educação. Após protestos de artistas, a pasta foi recriada. O G1 buscou representantes das campanhas dos cinco presidenciáveis mais bem colocados em pesquisas Ibope e Datafolha – Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (REDE) – para conhecer seus posicionamentos em relação à existência do Ministério da Cultura e a outros tópicos relevantes da área da cultura. Leia logo mais no G1.

Terremoto e tsunami

Hotel de dez andares destruído em Palu — Foto: AFP Photo

Hotel de dez andares destruído em Palu — Foto: AFP Photo

O número de mortos nos terremotos e tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi chegou a 844 e pode aumentar, pois pessoas seguem desaparecidas e há regiões onde equipes de emergência ainda não chegaram. Estima-se que 350 mil pessoas tenham sido afetadas, sendo que 16.732 estão desabrigadas ou deslocadas desde sexta-feira (28). Hoje, o país pediu ajuda internacional e começou a enterrar seus mortos em valas comuns. O G1 acompanha.

Concursos

Pelo menos 161 concursos públicos no país estão com inscrições abertas hoje. São 18.331 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 24,8 mil no Tribunal de Justiça de São Paulo. Veja quais são.

Salão de Paris

Salão de Paris — Foto: Divulgação

Salão de Paris — Foto: Divulgação

Principal mostra automotiva do ano, o Salão de Paris é tradicionalmente dominado pelas marcas ‘da casa’, Renault, Peugeot e Citroën. Mas, a não ser que as francesas tenham guardado grandes surpresas, quem deve roubar a cena em 2018 é o trio de fabricantes alemãs, Audi, Mercedes e BMW. Veja os carros que devem ser destaque.

Curtas e Rápidas

O Iron Maiden (da esq.) com Dave Murray, Janick Gers, Bruce Dickinson, Steve Harris, Nicko McBrian e Adrian Smith — Foto: Divulgação

O Iron Maiden (da esq.) com Dave Murray, Janick Gers, Bruce Dickinson, Steve Harris, Nicko McBrian e Adrian Smith — Foto: Divulgação

Veja o balanço gigante com mais de 300 metros de altura

Veja o balanço gigante com mais de 300 metros de altura

Futebol

Campeonato Brasileiro

  • 20 horas: Paraná x Vasco

Mundial Feminino de Vôlei

Hoje é dia de…

  • Dia Nacional do Vereador
  • Dia Nacional do Idoso

Desligou no final de semana? Veja abaixo uma lista do que foi notícia entre sábado e domingo:

Corpo de Ângela Maria é enterrado em São Paulo

Corpo de Ângela Maria é enterrado em São Paulo

Morre em Porto Alegre o ator Leonardo Machado, que lutava contra um câncer no fígado

Morre em Porto Alegre o ator Leonardo Machado, que lutava contra um câncer no fígado

Fonte: G1

Edir Macedo declara apoio a Bolsonaro

O bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), declarou voto ontem em Jair Bolsonaro, deputado federal e candidato a presidente da República pelo PSL. O Estado apurou que o PRB, partido ligado à Universal, já manifestou internamente predileção por Bolsonaro num segundo turno entre ele e o candidato do PT, ex-ministro e ex-prefeito Fernando Haddad, cenário mais provável segundo pesquisas de intenção de voto. O partido coligou-se ao tucano Geraldo Alckmin no primeiro turno, mas prepara-se para entrar na campanha de Bolsonaro. A informação foi publicada no sábado, pelo jornal O Globo.

O religioso da maior igreja neopentecostal do País e a mais influente eleitoralmente usou seu perfil oficial certificado no Facebook para responder ao questionamento de um fiel da IURD, que desejava saber quem ele apoiaria na eleição para presidente da República.

O corretor de imóveis Antonio Mattos, simpatizante de Bolsonaro, comentou em um vídeo de Macedo, cujo conteúdo não tinha a ver com eleição: “Queremos saber bispo (sic) do seu posicionamento sobre a eleição pra presidente”. O bispo Macedo respondeu de forma direta: “Bolsonaro”.

Em eleições anteriores, a Igreja Universal apoiou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), hoje candidata ao Senado em Minas Gerais. O PRB, partido ligado à igreja criado durante o governo Lula, participou das duas últimas gestões petistas, mas desembarcou do governo e apoiou o impeachment. A sigla comanda o Ministério da Indústria no governo Michel Temer.

A Universal decidira ficar “neutra” na disputa presidencial, sem fazer declarações oficiais, nem indicar posição. Uma fonte com trânsito na cúpula da denominação disse que a posição poderia ser revista ao longo da semana, e outros líderes religiosos evangélicos esperavam um posicionamento do Bispo Edir Macedo. Oficialmente, a Universal disse ao Estado, na quinta-feira à noite, que “incentiva a todos os cristãos, de todas as denominações, a escolherem candidatos comprometidos com os valores da família e da fé”.

Um dos elos entre a campanha de Bolsonaro e líderes da Universal são os integrantes da comunidade judaica que colaboram com a campanha do PSL e mantêm vínculos com religiosos graduados da igreja. A Universal adotou a simbologia judaica, e o ex-capitão do Exército também passou a se posicionar de acordo com bandeiras defendidas por Israel. Em 2016, viajou ao País com os filhos, e foi batizado no Rio Jordão pelo pastor Everaldo Pereira, da Assembleia de Deus Ministério Madureira.

ESTADÃO CONTEÚDO

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PESQUISA BTG: Bolsonaro cai 2%, Haddad cresce 1% e Alckimin passa Ciro Gomes e vai a 11%

O BTG Pactual acabar de publicar sua mais nova pesquisa como tem feito todas segunda-feira.

O Deputado Jair Bolsonaro caiu 2% em relação a ultima e  tem 31% dos votos.

Fernando Haddad cresceu 1%. Ele oscilou de 23% dos votos para 24%, dentro da margem de erro.

A surpresa foi Geraldo Alckimin, que cresceu 3% e atingiu 11%, passando Ciro Gomes que ficou com 9%

Na semana passada a pesquisa do dia 24/09 apresentada o seguinte cenário:

BTG Estimulada

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Desafio de Bolsonaro e Haddad é sair do gueto

Confirmando-se o cenário esboçado nas pesquisas para o segundo turno da disputa presidencial, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad terão um desafio comum. Ambos precisarão retirar suas candidaturas dos respectivos guetos. No tira-teima final, prevalecerá quem for capaz de atrair um pedaço maior do eleitorado que ainda não aderiu à polarização que contrapõe o projeto militar-pentecostal de Bolsonaro ao modelo petista-sindical representado por Haddad.

Bolsonaro e Haddad são os adversários dos sonhos um do outro. Ao incorporar o coro anticorrupção ao repertório de sua banda marcial, o capitão firmou-se como novo polo anti-PT, exonerando o PSDB da função que exercia há seis sucessões. Lula e seu preposto devem tratar a chapa verde-oliva encabeçada por Bolsonaro como uma ameaça à própria democracia. Nessa formulação, o risco da volta dos militares seria mais assustador do que o fantasma do retorno do PT e de suas práticas. Como se o roubo e a compra de apoio legislativo também não ameaçassem o regime.

Surgem sinais de divergência nos dois guetos. Parte do comitê de Bolsonaro acha que seria útil formalizar alianças nos Estados com candidatos a governador identificados com o antipetismo. Menciona-se o caso do tucano João Doria, em São Paulo. Outro grupo avalia que o gesto interessa mais aos potenciais aliados do que a Bolsonaro, que faz da crítica aos conchavos políticos e ao toma-lá-dá-cá uma marca de sua retórica.

No extremo oposto, o pedaço do PT que não morre de amores por Haddad gostaria de impor limites para os entendimentos de segundo turno. O marco fronteiriço seria um flerte com o PDT de Ciro Gomes. Entretanto, teme-se que o preferido de Lula, a pretexto de se firmar como candidato do “campo democrático”, obtenha na cela de Curitiba autorização para ampliar o horizonte da negociação, achegando-se até ao tucanato. Haddad mantém com Fernando Henrique Cardoso relações cordiais.

Embora seja inevitável, a coreografia da negociação interpartidária de segundo turno tende a surtir efeitos limitados nesta disputa de 2018. Num contexto em que a imagem dos partidos está estilhaçada, o que conta é a capacidade do candidato de atrair novos eleitores mesmo sem a intermediação de partidos ou de presenciáveis derrotados. Se o eleitor está sinalizando alguma coisa nesta eleição é que já não se dispõe a fazer o papel de gado.

JOSIAS DE SOUZA

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Dez capitais e 16 cidades registram atos pró-Bolsonaro. Em Natal organização estimou em 20 mil pessoas presentes

Partidários do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, se reuniram neste domingo, 30, na Avenida Paulista em São Paulo e em outras oito capitais, um dia depois de manifestações contra o candidato terem acontecido em todas as capitais do País  e do exterior. Pelo menos outras 16 cidades ao redor do Brasil também tiveram atos favoráveis ao candidato. Na capital paulista, militantes e candidatos fizeram um apelo para eleitores de João Amoêdo (Novo) , Alvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin(PSDB) e Henrique Meirelles (MDB) se unirem em torno do capitão, na esperança de uma vitória no primeiro turno.

Em discurso aos manifestantes, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), e o candidato ao Senado Major Olímpio (PSL) criticaram o PT. A PM não divulgou estimativa de público na manifestação, que ocupou três quarteirões da Avenida Paulista. Olímpio disse que se a  candidatura de Bolsonaro crescer “mais um Alckminzinho” – cinco ou seis pontos porcentuais nas pesquisas – seria possível vencer a eleição ainda no primeiro turno.

Em áudio, gravado no Rio de Janeiro, e divulgado durante a manifestação, Bolsonaro repetiu o mantra. “Vamos ganhar essas eleições no primeiro turno. A diferença será tão grande que será possível qualquer possibilidade de fraude. Chega de PT e de PSDB.” O vice de Bolsonaro, general reformado Hamilton Mourão (PRTB), chegou a ser anunciado, mas não participou do ato.

Atos favoráveis a candidatura de Bolsonaro ocorreram em outras Nove capitais e 16 cidades, em oito Estados e no Distrito Federal.Uma parte das manifestações consistiu em carreatas e buzinaços, como foi o caso de Brasília e Recife. Foram registrados atos também em Natal, Maceió, Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre, Belém, Florianópolis e Cuiabá.  Cidades menores, como Niterói (RJ), Foz do Iguaçu (PR), Tubarão e São José (SC) e Uberlândia (MG), além de 11 cidades do interior paulista,  também tiveram protestos favoráveis ao candidato do PSL. Na maioria deles, as Pms locais não divulgaram estimativas de público. Em Natal os organizadores estimaram em 20 mil pessoas presentes no ato.

No caminhão de som, militantes ressaltam a participação feminina no evento – dizendo que as mulheres são mães, amigas, que cuidam da casa, dos homens e da família. Eduardo Bolsonaro falou às mulheres que apoiam seu pai. “As mulheres de direita são mais bonitas que as da esquerda. Elas não mostram os peitos nas ruas e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”, disse o deputado, que ainda criticou o autor do atentado contra Bolsonaro, Adelio Bispo de Oliveira. “Meu pai não tomou uma facada por alguém que queria tomar a carteira dele. Eles estão com medo”, concluiu.

Eduardo Bolsonaro também falou sobre a hipótese de vitória de Fernando Haddad (PT). “Ele dará indulto para o Lula no dia seguinte”. Além disso, afirmou que se o pai for eleito, o ex-presidente Lula não terá privilégios. Ele irá cumprir pena em um presídio comum”. Ainda de acordo com ele, o Brasil não será “governado da cadeia como o PCC”, em uma referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba.

Os discursos mantiveram a narrativa que tem acompanhado a campanha de Bolsonaro desde o primeiro dia. Gritos contra o PT, Lula, Venezuela e artistas que, segundo os partidários de Bolsonaro, vivem do dinheiro da Lei Roaunet.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

Candidatos do centro se unem contra Haddad e Bolsonaro no penúltimo debate do 1° turno

Debate na TV Record
Gabriela Biló / Estadão

 

Candidatos do centro se uniram neste domingo, 30, no penúltimo debate antes do primeiro turno das eleições, para atacar o líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL), que recebeu alta do hospital após 23 dias internado, mas não compareceu ao evento realizado pela Rede Record por indicação médica, e Fernando Haddad (PT).  Bolsonaro, mesmo não estando presente, se tornou uma espécie de participante oculto do encontro.  Ciro Gomes (PDT)Geraldo Alckmin (PSDB)Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede) colocaram-se como representantes do eleitorado que não quer nem o radicalismo de direita nem o de esquerda, em referência a Bolsonaro e Haddad.

Na reta final da campanha – o primeiro turno das eleições ocorre neste domingo, dia 7 –, os presidenciáveis tentaram, mais uma vez, romper a polarização e avançar sobre o eleitorado de Bolsonaro se apresentando como ‘terceira via’. Já o petista Fernando Haddad, também atacado, foi o que mais poupou o candidato do PSL, seguindo a estratégia de levar o confronto para um eventual segundo turno, caso as pesquisas de intenção de voto se confirmem.

Líderes, Bolsonaro e Haddad marcam 28% e 22%, respectivamente, na última pesquisa Ibope/Estado/TV Globo. No segundo turno, a mesma sondagem mostra que Haddad venceria Bolsonaro. Ciro, em terceiro lugar, tem 11%; Alckmin soma 8%; Marina marca 5% e Meirelles, 2% das inteções de voto.

Unidos na mesma estratégia de expor as propostas e declarações polêmicas de Bolsonaro, Ciro, Alckmin, Marina, Meirelles e também Guilherme Boulos (PSOL) citaram, por exemplo, as falas contra as mulheres – para ressaltar as manifestações promovidas por mulheres em todo o País no sábado, 29 –  e a declaração feita por ele semana passada de que não respeitaria o resultado da eleição caso não seja ele o vencedor.

Provocada por Ciro, Marina, por exemplo, disse que o deputado está “amarelando” porque tem medo da derrota.”Bolsonaro tem atitude antidemocrática, desrespeita as mulheres, índios, negros, a população brasileira. Com essa frase (sobre não aceitar uma eventual derrota), desrespeita o jogo democrático. Numa democracia, se não temos comprovação de que houve fraude, não se pode entrar no jogo se for para ganhar de qualquer jeito. Para mim, essas palavras só podem ser uma coisa: Bolsonaro fala muito grosso mas tem momentos que amarela. Amarela mesmo”, disse.

A candidata ainda aproveitou a tréplica para criticar também o PT. “Temos que enfrentar dois projetos autoritários: os que têm saudosismo da ditadura e aqueles que fraudaram a candidatura em 2014 pela corrupção, a Dilma e o Temer.”

Já Ciro criticou a ausência de Bolsonaro no debate após a alta hospitalar e lembrou que ele, mesmo tendo sido submetido a um procedimento cirúrgico (mais simples, é claro), optou por participar do debate anterior usando até uma sonda. “Estamos assistindo todos os dias declarações anti-povo, antipobre. Ele (Bolsonaro) nem sequer dá direito à população brasileira, estando sadio. O Brasil não aguenta mais essa radicalização odienta”.

Deixado de lado por seus adversários no primeiro bloco, Alckmin foi o penúltimo a falar, mas seguiu na mesma linha de crítica a Bolsonaro e ao PT. Lembrou as manifestações contrárias ao deputado promovidas por mulheres no sábado, 29, as quais classificou como “atos de civilidade” e se colocou como o candidato que pode unir o Brasil.

“Metade da população não quer nem os radicais de direita nem os de esquerda. Que são os dois com maior rejeição. Nós vamos trabalhar para unir o Brasil. Esses radicalismos pode aumentar o desemprego, aumentar a pobreza, dificultar a retomada do crescimento brasileiro. União é a palavra nesse momento”, afirmou Alckmin.

Meirelles, que no primeiro bloco fez uma ‘tabelinha’ com Haddad ao discorrer sobre termas de educação e saúde, também atacou Bolsonaro na segunda etapa do debate ao ressaltar que o candidato do PSL “não gosta do bolsa família” e não defende o cumprimento da lei para que mulheres ganhem o mesmo que os homens quando têm a mesma função.

Marina aproveitou a fala do emedebista para lembrar que o candidato a vice na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão (PRTB), também defende o fim do décimo terceiro salário e a recriação da CPMF.

Haddad x Ciro

Principais nome da esquerda na disputa ao Planalto, Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) protagonizaram um forte embate no segundo bloco do debate da Record, realizado ontem. Segundo Ciro, Haddad aceitou aliança com Eunício Oliveira (MDB), no Ceará, a qual classificou como despudorada. Haddad, por sua vez, disse que apenas foi tomar um café com Eunício, ao passo que Ciro deu risada da afirmação e ressaltou que não aceitou a mesma aliança porque o presidente do Senado é corrupto.

Os dois ainda discutiram sobre a mais recente proposta de Haddad de fazer uma nova Constituição. Para Ciro, não se trata de uma iniciativa democrática, afirmação contestada por Haddad, que diz apenas querer reorganizar a Constituição, tão alterada por propostas de emenda nos últimos anos.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

LOCAIS

Fátima afirma que finalizará campanha “sem ataques e provocações”

A candidata ao Governo do RN, Fátima Bezerra (PT) afirmou que irá terminar sua campanha eleitoral sem atacar seus adversários no pleito, ou mesmo reagir a “provocações”.

“Vamos seguir a reta final desta campanha do mesmo jeito, sem ataques, sem reagir a provocações de adversários. Vamos fazer uma campanha limpa e de muita alegria”, disse a petista nas redes sociais.

Na tarde deste domingo, 30, Fátima realizou mais uma caminhada de sua campanha em Natal, desta vez partindo do Ponto 7, na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Capim Macio.

AGORA / RN

Fonte: Blog do BG
Eleições 2018

Ato político apartidário pró-Bolsonaro reúne milhares de eleitores em Natal

Líderes dos movimentos não permitiram que nenhum candidato subisse ao carro de som para se pronunciar porque o evento era somente para Jair Bolsonaro

Agora RN
Concentração Pró-Bolsonaro começou às 14h em frente ao Midway Mall

Com frases “Eu vim de graça”, “Ele, sim” e “O mito saiu do hospital”, milhares de eleitores do candidato Jair Bolsonaro se reuniram em frente ao Shopping Midway Mall e se revezaram em discursos com duração máxima de três minutos em um ato de campanha política voltado para as eleições que serão realizadas no próximo domingo, 7.

Lideranças de movimentos apartidários como “Endireita Brasil”, “Grupo Radar”, “Avança Nordeste” e “Força Democrática” organizaram o ato para Jair Bolsonaro. Nenhum deles permitiu que candidatos em campanha falassem, por se tratar de um ato preparado por uma parte da sociedade que não tolera mais ver casos milionários e escabrosos de corrupção nos meios de comunicação. O trânsito na esquina das avenidas Hermes da Fonseca com a Bernardo Vieira teve que ser interrompido devido à multidão que não parava de aumentar.

Para o representante comercial Carlos Reny, do grupo “Força Democrática”, chegou a hora da esquerda e dos grupos políticos do chamado “centrão” saírem do poder. “Esses grupos políticos contaminaram ainda mais o meio político brasileiro com incontáveis casos de corrupção. Chega! Ninguém aguenta mais e, neste momento, Jair Bolsonaro é a melhor opção para a presidência do Brasil”, disse Reny.

Com apenas oito segundos de tempo na televisão, o presidenciável Jair Bolsonaro segue em primeiro lugar nas pesquisas de opinião pública. Para Carlos Reny, isso é uma prova que o Brasil quer dar um novo rumo à sua história, com ordem e progresso. O hino nacional foi tocado e dezenas de pessoas usavam máscaras com a face de Jair Bolsonaro, além de outras centenas estarem vestindo camisetas com a foto do candidato. “Isso é uma campanha voluntária, não teve dinheiro de partido. É a sociedade se organizando contra a corrupção”, destacou.

O médico Matheus Staufackar informou que a maior parte destes grupos se formou logo após a vitória de ex-presidente Dilma Rousseff. Para ele, foi difícil de acreditar naquela derrota do PSDB, com resultados que começaram a ser divulgados rapidamente e depois o ritmo de apuração ficou mais lento, trazendo a virada da candidata do PT, que acabou sofrendo impeachment há dois anos. “Somos um grupo de centro-direita, com participantes mais moderados e outros mais conservadores”, disse o Staufackar.

Por volta das 17 horas, o grupo de eleitores de Bolsonaro saiu em caminhada até a avenida Nascimento de Castro. Durante os discursos, a maior parte das lideranças deixou claro que acredita que Jair Bolsonaro vencerá as eleições ainda no primeiro turno. O médico Matheus Staufackar salientou que Jair Bolsonaro atrai seguidores por conta de sua honestidade e, aos poucos, vai aglomerando mais eleitores que estão cansados de ver escândalos de corrupção com recursos que são pagos – em impostos – pela população. “Queremos gente honesta na presidência”, acrescentou o médico.

Fonte: AGORA RN

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