PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA

Por G1

 

A crise na Venezuela. EUA ignoram o rompimento diplomático de Maduro, e reforçam apoio ao opositor Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino. O G1 acompanha as últimas notícias de Caracas e a repercussão do impasse pelo mundo. Em Davos, o último dia da participação de Bolsonaro no Fórum Econômico, e o retorno ao Brasil. As articulações para a reforma da Previdência, e os cálculos de Paulo Guedes sobre o projeto. As estreias dos favoritos ao Oscar nos cinemas. E o enterro do ator Caio Junqueira. O que é notícia nesta quinta-feira:

INTERNACIONAIS

Crise na Venezuela

As atenções do mundo continuam voltadas à Venezuela, no dia seguinte ao impasse criado pelo líder da oposição, Juan Guaidó, que se declarou presidente interino do país e foi reconhecido por Brasil, EUA e outros 11 países. O presidente chavista Nicolás Maduro rejeitou a ruptura e também anunciou rompimento diplomático com os norte-americanos. À noite, os EUA ignoraram a declaração de Maduro. Mike Pompeo disse que o governo chavista já não tem mais autoridade legal para quebrar relações. País enfrenta o 3º dia seguido de protestos.

‘Shutdown’ nos EUA

Nos EUA, a crise interna provocada pela paralisação do governo federal, que já dura mais de 1 mês, tem hoje mais um capítulo. O Senado vota as propostas apresentadas por democratas e pelo presidente Donald Trump para encerrar o ‘shutdown’. O texto da oposição não prevê os mais de US$ 5 bilhões para a construção do muro com o México. Já a proposta de Trump inclui os recursos e também uma assistência temporária para os chamados ‘dreamers’, jovens que foram levados ilegalmente aos EUA quando crianças.

Bolsonaro em Davos

A comitiva do presidente Bolsonaro continua em Davos, na Suíça, e participa de um almoço sobre o tema da cúpula deste ano, a Globalização 4.0. Após o encontro, Bolsonaro retorna ao Brasil. Ontem, o presidente cancelou uma entrevista coletiva, mas falou sobre as notícias que envolvem o filho dele, Flávio Bolsonaro, à agência Bloomberg: ”Se ele errou e isso ficar provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar’.

NACIONAIS

Reforma da Previdência

Também em Davos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a reforma da Previdência pode render uma economia de até R$ 1,3 trilhão em 10 anos. Se os cálculos se confirmarem, a proposta de reforma do governo de Jair Bolsonaro pode chegar a dois terços a mais do que o esforço da gestão de Michel Temer, que não conseguiu avançar com o projeto no Congresso.

Mudanças na educação

O engenheiro e ex-professor da FGV, Marcus Vinicius Rodrigues, toma posse nesta manhã como novo presidente do Inep, órgão responsável pelo Enem.

Impostos

Saem hoje os números de dezembro da arrecadação federal com impostos e contribuições previdenciárias, e também o balanço do ano passado. Em 2017, a arrecadação voltou a crescer após 3 anos de queda: R$ 1,34 trilhão.

Viaduto interditado

G1 acompanha os reflexos da interdição da ponte que dá acesso à Rodovia Presidente Dutra pela Marginal Tietê, em São Paulo. Segundo a prefeitura, a estrutura apresentou rachaduras. Não há previsão para a reabertura do viaduto.

Adeus a Caio Junqueira

Amigos, fãs e familiares se despedem hoje do ator Caio Junqueira, que morreu ontem, uma semana após sofrer um grave acidente no Aterro do Flamengo, no Rio. O velório está marcado para esta quinta, às 11h, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Ameaça em Noronha

Lixo que vem do oceano: plástico se acumula próximo de piscina natural de Fernando de Noronha — Foto: Fábio Tito/G1

Lixo que vem do oceano: plástico se acumula próximo de piscina natural de Fernando de Noronha — Foto: Fábio Tito/G1

Fernando de Noronha é um dos lugares de maior preservação da vida marinha no Brasil. Ao mesmo tempo um parque nacional marinho e uma área de proteção ambiental, o arquipélago pode se vangloriar de ter vida intensa em suas águas. Mas, além de enfrentar o problema do tratamento do próprio lixo, a ilha já sofre as consequências da crescente poluição dos oceanos. Plástico levado por correntezas fica preso em pedras e é uma ameaça para um ‘berçário’ de peixes e corais. Leia logo mais na reportagem de hoje da série especial “Desafio Natureza”.

Oscar nas telonas

Cena do filme Green Book — Foto: Divulgação

Cena do filme Green Book — Foto: Divulgação

Nesta semana, saiu a lista dos indicados ao Oscar. E dois dos principais concorrentes estão chegando aos cinemas do Brasil hoje. ‘Green Book – O Guia’ e ‘A favorita’ são os novos filmes em cartaz.

Curtas e rápidas…

Previsão do tempo

Confira previsão do tempo para quinta-feira, dia 24

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Fonte: G1

Cúpula do MDB se mexe contra Renan na presidência do Senado

Notícias ao Minuto
Simone Tebet (Divulgação-MDB)

 

cúpula do MDB se movimenta para tirar o “desgastado” Renan Calheiros da disputa pela presidência do Senado.

Segundo a coluna “Painel”, da Folha, a direção da sigla articulou, em silêncio, o nome de Simone Tebet (MDB-MS) por enxergar nela uma chance de neutralizar o moto “Renan, não”.

Mas pelas contas do experiente senador, ele teria 10 dos 13 votos da bancada. Por outro lado, aliados de Tebet calcularam nos últimos dias que ela teria o apoio de 7 dos 13 senadores do partido. Neste sentido, contando com os números da dupla, a conta não fecha.

Além disso, a “Painel” afirma que a direção do MDB vai tentar demover Renan da disputa interna, a fim de evitar surpresas na eleição à presidência do Senado.

 

Ditaduras não entregam poder de forma pacífica, diz Bolsonaro sobre Venezuela

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista exibida na noite desta quarta-feira pela “Record”, que as “ditaduras não passam o poder de forma pacífica”, em referência ao governo de Nicolás Maduro na Venezuela. A declaração foi dada após o Bresil reconhecer o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, como presidente interino.

— A História tem nos mostrado que as ditaduras não passam o poder para a respectiva oposição de forma pacífica. E nós tememos as ações do governo, ou melhor, da ditadura Maduro.

Bolsonaro disse que o Brasil está “no limite” do que pode fazer para reestabelecer a democracia na Venezuela, mas não adiantou qual serão as próximas atitudes em relação ao governo de Maduro.

— Obviamente, o Brasil acompanha com muita atenção. Estamos no limite do que podemos fazer para reestabelecer a democracia naquele país.

Mais cedo, em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, Bolsonaro prometeu dar “todo o apoio necessário” para o reconhecimento internacional de Guaidócomo presidente e para a mudança de regime na Venezuela. Ele fez uma rápida declaração ao lado do colega colombiano, Iván Duque, da vice-presidente peruana, Mercedes Araóz, e da chanceler canadense, Christya Freeland. Todos participaram de um “diálogo diplomático” sobre a crise venezuelana.

— O Brasil, juntamente com os demais países do Grupo de Lima ao longo do dia, que estão reconhecendo um a um esse fato, nós daremos todo o apoio político necessário para que esse processo siga seu destino  — afirmou Bolsonaro, referindo-se ao grupo formado por 14 países da América Latina e do Caribe mais o Canadá.

O GLOBO

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EUA diz que Nicolás Maduro não tem autoridade legal e que diplomatas não vão deixar a Venezuela

secretário de Estados americano, Mike Pompeo, disse na noite desta quarta-feira, 23, que Nicolás Maduro não tem autoridade legal para romper relações diplomáticas com os Estados Unidos, pois Washington não reconhece seu governo. Ele também afirmou que o governo americano não vai retirar seus diplomatas da Venezuela, o que significa ignorar uma ordem emitida mais cedo por Maduro.

O anúncio de Pompeo ocorreu horas depois de os Estados Unidos reconhecerem o líder da oposição Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Foi essa decisão que levou Maduro a ordenar que os diplomatas americanos deixem o país em até 72 horas.

Guaidó, por sua vez, pediu para aos Estados Unidos e aos demais países que mantenham suas representações diplomáticas em Caracas.

Pompeo disse ainda que os Estados Unidos não mais reconhecem Maduro como chefe do Executivo venezuelano, o que torna a ordem de retirada dos diplomatas inócua.

ESTADÃO CONTEÚDO

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DEMOROU: Juiz proíbe Câmara e Senado de pagarem auxílio-mudança para parlamentares reeleitos

O juiz federal Alexandre Henry Alves, da Vara Federal Cível e Criminal de Ituiutaba (MG), decidiu nesta quarta-feira (23) proibir os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado Federal, Eunício Oliveira (MDB-CE), de pagarem auxílio-mudança para deputados federais e senadores já reeleitos. O veto no pagamento do benefício também vale para deputados federais que já vivem em Brasília e que viraram senadores, ou vice-versa. Cabe recurso.

O juiz fixou uma multa de R$ 2 mil por pagamento efetuado a cada deputado ou senador nessas condições.

Conforme informou o Estado em 5 de janeiro, Rodrigo Maia – que está em campanha pela reeleição –antecipou o pagamento de auxílio-mudança aos deputados. O benefício, equivalente a um salário – R$ 33,7 mil –, é tradicionalmente pago ao fim do mandato, que acaba em 31 de janeiro, foi depositado no dia 28 de dezembro do ano passado na conta dos parlamentares.

A decisão do juiz federal foi tomada no âmbito de uma ação popular ajuizada pelo advogado e vereador Douglas Henrique Valente (PTB), de Gurinhatã (MG).

Em sua decisão, o juiz federal observou que a ação popular cabe para impedir lesão ao patrimônio público e à moralidade administrativa, como no caso em questão.

“Medidas que destoem do real sentido da lei e dos princípios democráticos republicanos, lesando por demasiada os cofres públicos, devem ser coibidos, numa verdadeira forma se trazer o equilíbrio necessário entre a necessidade estatal, a demanda da sociedade e os meios necessários a sua efetiva concretização”, avaliou.

“Em nenhum desses pontos se justifica o pagamento do ‘auxílio-mudança’ para aqueles candidatos que mantiveram seu cargo por reeleição ou para aqueles que foram eleitos para a outra casa legislativa, já que para eles não houve mudança de domicílio ou transporte de seus bens para uma nova localidade”, concluiu Henry Alves.

O juiz federal também determinou que o autor da ação identifique em um prazo de 15 dias os deputados e senadores que deverão restituir valores aos cofres públicos. “É uma decisão que vem a calhar com o anseio da sociedade, diante de tantos atos de dinheiro público mal gasto e de pessoas que estão aí na fila do SUS, à espera de medicamentos”, disse à reportagem o advogado e vereador Douglas Henrique Valente.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Protestos contra governo Maduro deixam 13 mortos

O Ministério Público da Venezuela informou nesta quarta-feira, 23, que vai investigar seis mortes ocorridas durante os protestos contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

No entanto, a ONG Observatório Venezuelano de Conflito Social, afirmou que 13 mortes foram registradas entre ontem e terça-feira em Caracas e nos Estados de Táchira, Barinas, Portuguesa, Amazonas e Bolívar. O governo do Estado de Táchira confirmou a morte de três pessoas.

A procuradoria confirmou à agência EFE que no Distrito de Sucre, no oeste de Caracas, duas pessoas morreram “em fatos que não envolvem funcionários de ordem pública”.

O Ministério Público está averiguando quatro mortes registradas “durante saques” que ocorreram no Estado de Bolívar, na fronteira com o Brasil, nas quais a entidade regional registrou várias manifestações contra o governo de Maduro.

Uma das vítimas foi identificada como Alixon Pizani, de 16 anos. Ele foi ferido com arma de fogo na terça-feira à noite no Distrito de Catia, em Caracas, mas não resistiu, informou ontem o Observatório Venezuelano de Conflito Social. Meios de comunicação locais asseguram que as vítimas do Estado de Bolívar também receberam disparos enquanto participavam de saques.

A governadora de Táchira, Laidy Gómez, indicou em sua conta no Twitter que cinco pessoas receberam disparos, e duas delas morreram após apresentar “ferimentos na região do tórax e na axila”.

Os incidentes violentos de Táchira, na fronteira com a Colômbia, ocorreram ontem em meio a um protesto antigoverno na capital, San Cristóbal, que tinha sido convocado pela oposição para assinalar a “ilegitimidade” de Maduro. A região é fortemente opositora. Os manifestantes entraram em confronto com as forças de segurança, que usaram bombas de gás lacrimogêneo e disparos de balas de borracha.

Milhares de pessoas se reuniram nas cidades de Caracas, Maracaibo, San Cristóbal, Barquisimeto, Mérida e Valência. O governo convocou chavistas para demonstrar apoio a Maduro, mas estes se reúnem em menor número.

“Quero que Maduro vá embora para que esse país possa seguir com sua vida”, diz o músico Manuel Alcantara, de 29 anos.

A manifestação opositora era separada da chavista em Caracas por uma distância de 600 metros. “Estamos defendendo nossa pátria dos imperialistas”, afirma Yanina Pacheco.

Não há estimativas de público nas manifestações. Até o momento não houve indícios de violências nas passeatas. Pelo menos uma pessoa foi presa pela Guarda Nacional Bolivariana (GNB)

Os protestos foram convocados pelo líder opositor, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, como parte de uma estratégia de pressionar o chavismo dentro e fora da Venezuela.

Enquanto organizou assembleias de rua nas principais cidades do país para reunir opositores ao regime, recorreu ao front diplomático para angariar apoio de países vizinhos e dos Estados Unidos. Ao assumir o cargo, ele declarou Maduro “usurpador” por ter sido eleitas em eleições não reconhecidas pela oposição e a comunidade internacional.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Bolsonaro defende Flávio: ‘Não é justo usar um garoto para me atingir’

Em entrevistas concedidas nesta quarta-feira, 23, a emissoras de TV durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro adotou posturas diferentes ao responder sobre as suspeitas e investigações envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas de seu filho mais velho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Primeiro disse que, se ficar comprovado que o filho cometeu eventuais irregularidades, ele “terá de pagar o preço”. Depois, saiu em defesa de Flávio, afirmando que ele sofre “pressão enorme” que tem por objetivo atingi-lo.

“Ele tem explicado tudo o que acontece com ele nessas acusações infundadas. Não é justo atingir um garoto para tentar me atingir. Nós não estamos acima da lei, agora que cumpram a lei, não façam de maneira diferente para conosco”, afirmou Bolsonaro em entrevista ao Jornal da Record, exibida na noite desta quarta-feira, 23. “A pressão enorme em cima dele é para tentar me atingir. Ele esteve com o seu sigilo quebrado, fizeram uma arbitrariedade em cima dele.”

Mais cedo, no entanto, a agência Bloomberg veiculou uma entrevista com Bolsonaro na qual o presidente adota um tom diferente: “Se por acaso Flávio errou e isso ficar provado, eu lamento como pai. Se Flávio errou, ele terá de pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar”, disse.

Bolsonaro se manifestou diretamente sobre o assunto após o caso ganhar maior dimensão nos últimos dias e desgastar o seu governo, que ainda não completou um mês. Ele vinha evitando a imprensa no momento em que se avolumaram citações a Flávio Bolsonaro em documentos de investigações e suspeitas.

O incômodo com o tema teria sido um dos principais motivos que levaram ao cancelamento do pronunciamento e coletiva de imprensa no Fórum Econômico Mundial com o presidente e os ministros Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), Paulo Guedes (Economia) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

‘Apurar e punir se for o caso’, diz Mourão

No Brasil, o presidente em exercício, Hamilton Mourão, recorreu a uma expressão militar para reforçar a declaração inicial do presidente e defender apuração no caso envolvendo Flávio. “Qual é a sigla? Tu já sabe. ‘Apurundaso’. Apurar e punir se for o caso”, disse.

Já o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, declarou que o Planalto “não vai perder o norte” e vai aguardar o andamento das apurações.

No início de dezembro do ano passado, antes de Bolsonaro tomar posse, o Estado revelou que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentações suspeitas de R$ 1,2 milhão numa conta de Fabrício Queiroz – ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) – entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

O procedimento de investigação criminal do qual Queiroz é alvo foi aberto há seis mesese tem como foco de apuração a suspeita de lavagem de dinheiro ou “ocultação de bens, direitos e valores” no gabinete do deputado estadual na Alerj.

Flávio Bolsonaro é alvo de ação cível. Ele e outros 26 parlamentares da Assembleia fluminense são investigados por suspeita de improbidade administrativa, embora haja suspeitas de devolução ilegal aos parlamentares de parte dos salários ou benefícios dos funcionários, em supostos crimes de peculato.

O Ministério Público do Rio tenta desde o mês passado ouvir o depoimento de Queiroz. Convidado, o senador eleito também não prestou esclarecimentos aos promotores. Ele obteve na semana passada uma liminar do ministro Luiz Fux do Supremo Tribunal Federal para suspender as investigações envolvendo seu ex-assessor.

Na reclamação feita ao Supremo, Flávio Bolsonaro pede a anulação de provas e argumenta que deveria ser processado no STF pelo fato de que assumirá o mandato no Senado. A decisão sobre a reclamação caberá ao ministro relator Marco Aurélio Mello, que já indicou que irá rejeitar os pedidos. A manifestação da defesa de Flávio foi considerada um erro por integrantes do Planalto, que “nacionalizou” a crise antes circunscrita à Assembleia do Rio.

Na sexta-feira, o Jornal Nacional, da TV Globo, divulgou um novo relatório do Coaf, no qual Flávio aparece como destinatário de depósitos fracionados no valor de R$ 2 mil cada no total de R$ 96 mil entre junho e julho de 2017, além do pagamento de título da Caixa de R$ 1 milhão.

O senador eleito disse que os recursos estão relacionados à compra de imóveis. O Estado revelou na quarta-feira, 22, que a Receita Federal vai cruzar informações levantadas pelo Coaf com as declarações de Imposto de Renda dos parlamentares estaduais e servidores e ex-servidores da Alerj que apresentaram movimentações financeiras atípicas.

O último episódio de desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro veio a público na terça-feira, 22, com a revelação de que seu gabinete empregou a mãe e a mulher de um ex-capitão da Polícia Militar, acusado de comandar uma das principais milícias do Estado. As indicações foram atribuídas a Queiroz, que também é policial militar.

ESTADÃO CONTEÚDO

Fonte: Blog do BG

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