PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUINTA-FEIRA

Por G1

 

Eleições 2018: Bolsonaro e Haddad fazem apelo contra violência na campanha. Veja os números detalhados da primeira pesquisa com as intenções de voto para presidente no 2º turno. Na nova Câmara, menos votos entre os reeleitos. Levantamento do G1 mostra que 2/3 dos deputados federais que vão seguir no cargo tiveram votação menor nesta eleição. Rede Sustentabilidade, partido da derrotada Marina Silva, anuncia que não irá apoiar Haddad e pede a afiliados que não votem em Bolsonaro. Na véspera do feriado, veja o melhor momento para pegar a estrada. E os 50 carros mais esperados no Salão do Automóvel de SP. O que é notícia no G1:

NACIONAIS

Mais partidos anunciam seus posicionamentos para o segundo turno

Mais partidos anunciam seus posicionamentos para o segundo turno

A Rede Sustentabilidade, partido da candidata derrotada à Presidência Marina Silva, anunciou nesta madrugada a recomendação aos filiados de não votar em Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno. Mas também anunciou que não irá apoiar Fernando Haddad (PT).

Violência na campanha

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Paulo Whitaker/Reuters e Amanda Perobelli/Reuters

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Paulo Whitaker/Reuters e Amanda Perobelli/Reuters

Os dois candidatos à Presidência da República que vão disputar o 2º turno, Jair Bolsonaro, do PSL, e Fernando Haddad, do PT, falaram sobre agressões na campanha eleitoral. Ambos fizeram apelos contra a violência.

Datafolha

Datafolha divulga primeira pesquisa para o segundo turno das eleições presidenciais

Datafolha divulga primeira pesquisa para o segundo turno das eleições presidenciais

O Datafolha divulgou o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado ontem, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos. Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 58%
  • Fernando Haddad (PT): 42%

Bolsonaro lidera entre os eleitores de nível superior, os que ganham mais e os evangélicos; Haddad lidera entre os que estão no ensino fundamental, os mais pobres e os negros. Veja o resultado da pesquisa Datafolha de 10 de outubro para presidente por sexo, idade, escolaridade, renda, região, religião e cor.

Câmara dos deputados

Eleições 2018 — Foto: Arte/G1

Eleições 2018 — Foto: Arte/G1

Levantamento feito pelo G1 mostra que 159 dos 240 deputados federais reeleitos neste ano – o equivalente a 66% – tiveram um desempenho nas urnas pior que nas eleições de 2014. Isso significa, portanto, que dois a cada três deputados tiveram menos votos, apesar de terem renovado o mandato na Câmara dos Deputados.

Zíbia Gasparetto

Zibia Gasparetto tinha 92 anos — Foto: Reprodução/Facebook/Zibia Gasparetto

Zibia Gasparetto tinha 92 anos — Foto: Reprodução/Facebook/Zibia Gasparetto

A escritora espiritualista Zíbia Gasparetto morreu na noite desta quarta-feira (11), em sua casa, no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo. Segundo amigos da família, Zíbia lutava desde o início do ano contra um câncer no pâncreas. Ela morreu dormindo. O corpo será velado hoje, a partir das 10h, no Cemitério de Congonhas.

Feriado

Salão do Automóvel de SP

Carros que devem ser destaques do Salão do Automóvel de 2018 — Foto: Divulgação

Carros que devem ser destaques do Salão do Automóvel de 2018 — Foto: Divulgação

Falta menos de um mês para o início do Salão do Automóvel de São Paulo. A mostra deste ano será palco para muitas e grandes novidades para o mercado brasileiro e deverá ser o “salão da retomada”, com os números de vendas e produção em alta nos últimos 2 anos, cenário bem diferente do visto na edição anterior, em 2016. Para adiantar o que você poderá encontrar por lá, o G1 listou mais de 50 carros esperados para o Salão. Ao todo, 29 marcas estarão no evento.

Curtas e Rápidas:

Eleitores de Ciro migram para Haddad e os de Alckmin para Bolsonaro

Pesquisa Datafolha mostra que a maioria dos eleitores de Ciro Gomes (PDT) votarão em Fernando Haddad (PT) no segundo turno, enquanto mais da metade dos que votaram em Geraldo Alckmin (PSDB) migram para Jair Bolsonaro (PSL).

O levantamento foi feito nesta quarta-feira (10), com 3.235 entrevistas presenciais em 227 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

O recorte, que leva em consideração apenas os votos válidos, mostra que 75% dos eleitores de Ciro preferem Haddad no segundo turno, contra 25% que optam por Bolsonaro.

Entre os eleitores de Alckmin, 58% votarão em Bolsonaro e 42%, em Haddad.

No caso de João Amoêdo (NOVO), a maioria (73%) prefere Bolsonaro, contra 27% que opta pelo petista no segundo turno. Já os eleitores de Marina Silva (REDE) são majoritariamente favoráveis a Haddad -67% escolhem o petista e 33%, o militar.

A pesquisa mostra que, no quadro geral, Bolsonaro tem 16 pontos percentuais de vantagem sobre Haddad. O militar tem 58% das preferências de voto, contra 42% de Haddad.

No primeiro turno, Bolsonaro teve 46,03% dos votos e Haddad, 29,28%. Isso mostra que ambos tiveram subidas parecidas –o militar 12 pontos percentuais e Haddad 12,7.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00214/2018. O nível de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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PT perde 15 mi de eleitores, mas segue como o partido mais votado

Embora tenha visto seu eleitorado encolher 14,5%, o PT foi o partido que mais recebeu votos nesta eleição, considerando todos os cargos disputados no Executivo e no Legislativo.

PSL, partido de Jair Bolsonaro, teve crescimento de 3.785% e, sem estar antes entre os 15 primeiros partidos, chegou neste ano à segunda posição. O PSDB, líder de votos em 2014, sofreu redução de 52% e caiu para terceiro.

Considerando deputados, senadores, governadores e candidatos a presidente, o PSL foi escolhido 2,3 milhões de vezes em 2014. No domingo (7), esse número saltou para 90,1 milhões.

Antes no PSC, o capitão reformado se filiou ao PSL em março deste ano para se candidatar à Presidência.

Com o resultado das urnas, o atual partido de Bolsonaro terá a segunda maior bancada da Câmara a partir de 2019, ocupando 52 das 513 vagas, além de quatro senadores. Em 2014, o PSL elegera apenas um deputado federal e nenhum senador.

O partido de Bolsonaro só perdeu nas urnas para o PT, que foi votado 91 milhões de vezes. Porém, sucessivas denúncias e condenações erodiram o capital do partido de Fernando Haddad.

Na Câmara, a bancada do PT diminuiu de 69 para 56 deputados. No Senado, o número de petistas eleitos aumentou de dois para quatro.

Maior foi a derrocada da legenda mais escolhida em 2014 —o PSDB—, que viu seus 107,2 milhões de votos caírem a 50,9 milhões.

Por outro lado, o PDT de Ciro Gomes, visto como alternativa para a polarização PT x Bolsonaro, passou de 13,5 milhões para 31,8 milhões. Já o PSOL, alternativa no campo da esquerda, viu seus 7,9 milhões de votos saltarem para 13,3 milhões, apesar da votação menor do presidenciável Guilherme Boulos (0,6% contra os 1,6% de Luciana Genro em 2014).

ESTADÃO CONTEÚDO

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Bolsonaro larga com maior vantagem no 2º turno desde 2002

Na primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno das eleições 2018 para Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 58% dos votos válidos contra 42% de Fernando Haddad (PT). O levantamento, divulgado nesta quarta, 10, desconsidera eleitores que pretendem votar nulo ou em branco.

A vantagem de Bolsonaro é a maior na largada do segundo turno presidencial desde 2002. Naquela oportunidade, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 64% dos votos válidos, contra 36% de José Serra (PSDB).

ESTADÃO CONTEÚDO

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Bolsonaro abre 2º turno com mesmos números do 1º

Computados os votos válidos do primeiro turno, Jair Bolsonaro (46,03%) prevaleceu sobre Fernando Haddad (29,28%) com uma vantagem de 16,75 pontos percentuais. Na primeira pesquisa feita pelo Datafolha no segundo turno, Bolsonaro (58%) ficou 16 pontos à frente de Haddad (42%). Ou seja: nada mudou.

O vaivém do eleitorado, com as inevitáveis migrações de segundo turno, não alterou o tônus da musculaturta eleitoral de Bolsonaro. Má notícia para Haddad, que dispõe de menos de três semanas para alcançar e ultrapassar o rival. Tarefa hercúlea.

Na virada de um turno para o outro, o PT excluiu Lula do material de campanha de Haddad, substituindo o vermelho partidário pelo verde e amarelo da pátria. Mas a reforma gráfica dos panfletos talvez não seja suficiente para atenuar em poucos dias uma rejeição construída em 14 anos de governos petistas.

JOSIAS DE SOUZA

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PSDB derrete em tempo real, junto com a política

 

Foi em cana o grão-tucano Marconi Perillo, ex-governador de Goiás. Há três dias, era candidato ao Senado e coordenava a campanha presidencial de Geraldo Alckmin. Numa disputa em que estavam em jogo duas poltronas de senador, terminou na quinta colocação. E testemunhou o pífio quarto lugar obtido pelo correligionário que concorria ao Planalto. Perillo e Alckmin têm algo em comum além do fiasco eleitoral. Ambos foram alvejados pela delação da Odebrecht. Tornaram-se personagens de um enredo que expõe a decrepitude do PSDB.

A prisão de Perillo deveria ter ocorrido na semana passada. Mas a lei eleitoral impediu. Teve mais sorte que o tucano Beto Richa, que foi passado na tranca no Paraná antes da eleição. Richa foi solto pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo. Mas o estrago estava feito. Amealhou o sexto lugar na disputa pelo Senado, ficando em situação ainda mais constrangedora que a de Perillo.

Por uma trapaça do destino, Perillo prestava depoimento na Polícia Federal no instante da decretação do seu encarceramento preventivo. Foi detido ali mesmo. A sorte deixou de ser full time para os tucanos. O ex-partido da ética vira suco junto com a liquefação do sistema político brasileiro.

A liderança de Aécio Neves, gigante da disputa presidencial de 2014, cabe numa caixa de fósforos. Sem votos para se manter no Senado, elegeu-se deputado a duras penas. Na presidência do partido, Alckmin lava roupa suja com o pupilo João Doria. “Não sou traidor”, diz a portas fechadas, insinuando que o interlocutor é um silvério. Antes do final da reunião, o áudio do arranca-rabo chega às redes.

Modernizou-se o tucanato. Deixou o velho PMDB numa época em que a má-fama de Orestes Quércia grudava como chiclete. Desde então, apresentava-se como reformador do sistema político, que derrete. Hoje, expõe seu próprio derretimento em tempo real, direto na internet.

JOSIAS DE SOUZA

Fonte: Blog do BG

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