PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUARTA-FEIRA

 

Em Davos, Bolsonaro discute a crise humanitária na Venezuela e se reúne com chefes de Estado. Opositores de Maduro convocam manifestações contra o governo. Ex-PM vai a júri em SP por chacina com 8 mortos em sede de torcida organizada do Corinthians. Série do G1 mostra o lugar em Fernando de Noronha onde ninguém faz selfie. O que é notícia nesta quarta:

INTERNACIONAIS

Bolsonaro em Davos

O presidente Jair Bolsonaro tem uma agenda cheia para cumprir hoje no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Serão duas reuniões bilaterais – com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, e com o presidente da Suíça, Ueli Mauer – e um jantar com chefes de Estado de países latino-americanos. Entre os encontros e o jantar, o presidente fará uma declaração à imprensa e participará de um debate sobre a crise humanitária na Venezuela.

Protestos na Venezuela

Opositores de Maduro convocaram protestos contra o regime chavista para hoje na Venezuela, como parte de um evento anual que marca a queda da ditadura militar de Marcos Pérez, em 1958. O chamado ganhou o apoio do vice-presidente dos EUA, Mike Pence: “Deixem-me expressar o inabalável apoio dos Estados Unidos à medida que vocês, o povo da Venezuela, elevam suas vozes em um clamor de liberdade”.

Fonte: G1

 

Bolsonaro diz para empresários em Davos que sua equipe “sabe o dever de casa”

Em Davos, o presidente Jair Bolsonaro participou de jantar com empresários que participam do Fórum Econômico Mundial. Em discurso, o presidente disse que seu governo sabe o precisa ser feito para mudar o Brasil, citando a reforma da Previdência, e que tem confiança nos investidores internacionais.

“Minha equipe sabe o dever de casa que tem que ser feito e esperamos obter esse apoio do Parlamento”, disse Bolsonaro. “Minha confiança nos senhores é muito grande e sei da minha responsabilidade”, acrescentou em vídeo publicado em sua conta pessoal do Twitter.

Bolsonaro afirmou que os contratos serão respeitados e que buscará restabelecer a confiança dos investidores internacionais com o Brasil.

Segundo o presidente, ao ser eleito, a “esperança passou para o nosso lado” e que o compromisso agora é “transformar essa esperança em realidade”.

O presidente iniciou o discurso dizendo que foi informado que na sala estava o equivalente a US$ 23 trilhões e fez uma brincadeira: “O Brasil só precisa de 10% disso [US$ 23 trilhões]”, brincou.

Mais cedo, Bolsonaro fez discurso na abertura do Fórum Econômico Mundial e reafirmou os compromissos de campanha. Ele destacou a determinação de abrir a economia, atrair investidores, fazer reformas, diminuir o peso do Estado e combater a corrupção. “Representamos um ponto de inflexão.”

AGÊNCIA BRASIL

Fonte: Blog do BG

 

NACIONAIS

Eleição no Senado

O ministro Luiz Fux, do STF, deve decidir nos próximos dias se senadores investigados, réus ou condenados podem concorrer à presidência do Senado, informa Andréia Sadi. A eleição está marcada para 1º de fevereiro. Em 2016, a maioria dos ministros do Supremo entendeu que réus podem ocupar cargos na linha sucessória da Presidência da República, mas não podem assumir a chefia do país na ausência do presidente. O tema ainda precisa ser analisado definitivamente.

Avião desaparecido

Serão retomadas nesta manhã as buscas pela aeronave com o jogador argentino Emiliano Sala, que desapareceu na noite de segunda, enquanto sobrevoava o Canal da Mancha, entre França e o Reino Unido. Em um áudio enviado por WhatsApp e atribuído ao jogador, Sala disse que estava com medo e com o avião estava “para cair aos pedaços”.

Noronha que ninguém vê

Acredite, existe um lugar em Fernando de Noronha onde ninguém faz selfie. Ali, longe do visual paradisíaco, é difícil lembrar que se trata do arquipélago. O G1 visitou o local, que fica escondido entre a Cacimba do Padre – uma das praias mais famosas – e o aeroporto. Quer entender por quê? A série “Desafio Natureza” explica.

Chacina na Pavilhão Nove

ex-policial militar Rodney Dias dos Santos vai ser julgado no Tribunal do Júri, no Fórum da Barra Funda, em São Paulo, como autor da chacina com 8 mortos, na sede da torcida organizada corintiana Pavilhão Nove. O crime aconteceu em 18 de abril de 2015.

Carteira assinada

A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho divulga hoje os dados de dezembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em novembro, o Brasil gerou 58,6 mil empregos com carteira assinada.

Mega-Sena

A Mega-Sena pode pagar hoje R$ 38 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) em Quirinópolis (GO). As apostas podem ser feitas até as 19h, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

Trabalhar no exterior

Na série ‘Trabalhar no exterior’, o Guia de Carreiras do G1 entrevista brasileiros que fizeram a graduação no país, mas hoje seguem carreira em outras partes do mundo. Conheça a história do gaúcho Lucas Lixinski, que após morar em 4 países, virou professor de direito na Universidade de New South Wales, na Austrália.

Aniversário de SP

Shiko é um exercício clássico do Sumô e exige força e equilíbrio dos praticantes — Foto: Fabio Tito/G1

Shiko é um exercício clássico do Sumô e exige força e equilíbrio dos praticantes — Foto: Fabio Tito/G1

Na semana em que São Paulo completa 465 anos, o G1 mostra por que a cidade é reconhecida pela diversidade cultural e pela mistura de nacionalidades. A capital paulista é, por exemplo, a única cidade fora do Japão a ter um ginásio público de sumô. Conheça o local que foi inaugurado em 2001, no Bom Retiro.

Na corrida pelo Oscar

'A favorita': Assista ao trailer

‘A favorita’: Assista ao trailer

Antes de chegarem ao glamour do Oscar, poderosas e indicadas, as estrelas Olivia Colman, Emma Stone e Rachel Weisz vomitam em pelo menos uma cena de “A favorita” cada uma. Não se engane pelo ambiente de época: elas mostram as entranhas da corte e da luta grotesca por poder com retrato bizarro, cômico e sexual. O filme lidera junto com ‘Roma’ e tem 10 indicações ao prêmio da Academia. O G1 já viu.

Futebol

Campeonato Paulista

  • 19h15: Guarani x Corinthians
  • 21h: Palmeiras x Botafogo-SP

Campeonato Carioca

  • 19h15: Resende x Flamengo
  • 19h15: Botafogo x Bangu
  • 21h30: Vasco x Volta Redonda

Previsão do tempo

Veja a previsão para quarta (23)

Veja a previsão para quarta (23)

 

Mulher é indiciada por negociar venda do filho por R$ 70 mil

Uma mulher identificada como Maria Rocha Roque foi indiciada por suspeita de tentar negociar a venda do filho, de 12 anos, por R$ 70 mil, por tráfico de pessoas. O inquérito do caso ocorrido em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia, foi concluído nesta terça-feira (22).

De acordo com o G1, quem iria “comprar” o menino seria Sivaldo Lenes Vieira, 71 anos, que já foi indiciado por tráfico de pessoas. Preso no dia 15 de janeiro, o suspeito nega as acusações.

Maria também foi presa no dia 11 de janeiro e disse que iria vender o menino por raiva, já que ele é fruto de um estupro. Investigadores ainda não identificaram o autor da violência sexual.

No dia do crime, a mãe deixou o menino sozinho na rodoviária de Santa Maria da Vitória. A criança foi encontrada chorando por policiais. Em um primeiro momento, Maria Rocha disse que ela havia sido sequestrada. No entanto, acabou confessando que entregaria filho seria entrega para um homem e seria levado para uma família brasileira que mora no Japão. A mãe disse que receberia R$ 5 mil na rodoviária e outros R$ 65 mil quando o garoto chegasse no destino.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Queiroz confirma indicação de familiares de policial suspeito de comandar o “escritório do crime” dentro da milícia

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz confirmou em nota enviada agora há pouco por meio de sua defesa que foi ele mesmo quem indicou a contratação da mãe e da esposa do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega para o gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio. O ex-capitão do Bope é um dos principais alvos da Operação Intocáveis, deflagrada na manhã desta terça-feira cedo pelo MPRJ e Polícia Civil. Segundo as autoridades, Nóbrega é um dos líderes da milícia que atua na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste. Ele também é suspeito de integrar o grupo de extermínio chamado de Escritório do Crime.

A Alerj confirmou que a mãe do PM, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher dele, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro até novembro do ano passado. Ambas ganhavam um salário de R$ 6.490,35 mensais. Em nota, Flávio Bolsonaro informou que a contratação das duas seria da responsabilidade de Queiroz.

Nota assinada pelo advogado Paulo Márcio Ennes Klein, que trabalha na defesa de Queiroz, informa que o seu cliente “é ex-policial militar e conheceu o sr. Adriano na época em que ambos trabalhavam no 18º Batalhão da Polícia Militar e, após a nomeação dele como assessor do ex-deputado estadual, solicitou ao gabinete moção para o sr. Adriano, bem como a nomeação dele para trabalhar no referido gabinete, em razão dos elevados índices de êxito na condução das ocorrências policiais registradas, até então, na equipe em que trabalhava na PM.”

A nota continua: “Ademais, vale frisar que o sr. Fabrício solicitou a nomeação da esposa e mãe do sr. Adriano para exercerem atividade de assessoria no gabinete em que trabalhava, uma vez que se solidarizou com a família que passava por grande dificuldade pois à época ele estava injustamente preso, em razão de um auto de resistência que foi, posteriormente, tipificado como homicídio, caso este que já foi julgado e todos os envolvidos devidamente inocentados.”

A defesa de Queiroz reafirma que ele não tem envolvimento com a milícia, que jamais esteve hospedado em Rio das Pedras, e que nunca soube do envolvimento de Nóbrega com qualquer atividade ilícita.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Crise volta ao Planalto com ligação de Flávio com supostos milicianos

A notícia de que o senador eleito Flávio Bolsonaro empregou parentes de um ex-PM suspeito de comandar uma milícia em seu gabinete como deputado estadual do Rio de Janeiro aumentou a crise envolvendo o filho mais velho do presidente da República.

Segundo a coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo, a ordem no Planalto é tentar blindar Jair Bolsonaro, embora haja o reconhecimento de que as falas complacentes do capitão reformado a milicianos e o seu silêncio após a morte de Marielle Franco (PSOL-RJ), em março de 2018, dão muito fôlego para a oposição.

Ainda de acordo com a “Painel”, a revelação da ligação de Flávio com supostos milicianos, nesta terça (22), “devolveu” o sentimento de preocupação aos aliados do senador eleito, pois, na segunda (21), eles haviam ficado mais tranquilos quando o filho do presidente rebateu as acusações de depósitos em dinheiro vivo.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Antes de sumir, jogador Argentino disse que avião estava “aos pedaços” e que tinha medo

Emiliano Sala
Emiliano Sala tinha acabado de ser comprado pelo Cardiff, da primeira divisão do Campeonato Inglês Foto: Sebastien Salom/AFP

 

O jogador argentino Emiliano Sala mandou um áudio para amigos minutos antes do avião em que ele estava desaparecer na noite da última segunda-feira. No áudio, de 57 segundos, ele criticou a qualidade do avião, disse que estava com medo de que algo acontecesse e que se ele não desse notícias em uma hora, algo poderia ter acontecido.

“Estou aqui em cima, em um avião que parece que está a cair os pedaços e estou indo para Cardiff logo pela manhã”, disse, em um dos trechos do áudio, que foi divulgado pela imprensa argentina. “Se em uma hora e meia não tiver novidades minhas, não sei se vão mandar alguém me buscar, porque não vão me encontrar mas… já sabe. Deus! Que medo eu tenho”, desabafou, em outro trecho do áudio.

O avião em que ele e o piloto estava a bordo desapareceu a cerca de 20 quilômetros ao norte da ilha Guernesey, próximo ao Canal da Mancha – trecho de mar que separa o norte da França do sul da Grã-Bretanha.

Autoridades marítimas britânicas e da França fizeram buscas na região, mas ainda não encontraram nenhum vestígio. O atacante de 28 anos acabara de se transferir do Nantes para o Cardiff, do País de Gales, mas que disputa o Campeonato Inglês. Sala, inclusive, estava no avião rumo à cidade galesa justamente para assinar seu contrato com o clube.

ESTADÃO CONTEÚDO

 

Pacote de Moro propõe ampliar confisco de bens

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, vai defender no Congresso mudanças na legislação para permitir o confisco de bens comprados com recursos ilícitos ou derivados de crime, mesmo que não haja comprovação de que tenham sido obtidos ilegalmente. No pacote que pretende encaminhar em fevereiro aos parlamentares, Moro vai incluir o chamado confisco alargado, que autoriza o poder público a retirar da propriedade de condenados por crimes como corrupçãotráfico de drogas e associação criminosa tudo aquilo cuja origem eles não conseguirem comprovar como lícita.

Promessa de campanha de Jair Bolsonaro, mudanças na legislação visam a fortalecer o combate à corrupção e ao crime organizado. Moro apresentou na sexta-feira passada ao presidente as proposições que pretende incluir no plano, mas elas ainda não estão totalmente fechadas.

Outra medida, que deve seguir depois para o Congresso, é a que prevê o confisco de bens na esfera cível, mesmo que não haja condenação criminal, conhecida como extinção do domínio. Nesse tipo de ação, que só seria aberta se houver indícios de que os bens foram adquiridos por meio de crime, o proprietário teria de explicar como obteve o patrimônio; do contrário perderia o bem.

Por exemplo, a mulher de traficante ou condenado por corrupção, mesmo que não tenha sido condenada, pode ter o imóvel em seu nome confiscado pelo poder público caso não prove à Justiça que tenha usado dinheiro com origem lícita para fazer a compra.

Um terceiro ponto que Moro defende, mas não deve incluir no pacote, é a criminalização do enriquecimento ilícito, hoje passível de punição apenas na esfera administrativa. A proposta já está em discussão no Congresso e Moro planeja encampá-la.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (Ibccrim), Cristiano Maronna, as três propostas ferem a presunção da inocência e invertem o ônus da prova, já que o cidadão teria de provar que é inocente ou que a origem do patrimônio é legal.

“No confisco alargado, há ruptura de um princípio fundamental do processo penal, o da presunção da inocência, e do in dubio pro reo (na dúvida, decide-se a favor do réu). Na dúvida, o sujeito vai perder o patrimônio porque vai se buscar ampliar e alargar essa ideia de confisco”, disse Maronna. “O grande problema é que não levam em conta a ideia de equilíbrio e proporcionalidade, mas exclusivamente os interesses da acusação. Embora sejam relevantes, eles não são os únicos. É por isso que a Constituição prevê freios e contrapesos aos poderes acusatórios”, afirmou.

Coordenadora da Câmara Criminal do Ministério Público Federal, a subprocuradora Luiza Frischeisen rebate e argumenta que as três propostas dariam ao MP ferramentas para combater o financiamento do crime e a lavagem do dinheiro. “Aumenta a possibilidade de atingir o fluxo do dinheiro que alimenta o crime organizado.” Luiza disse que as mudanças, se aprovadas, facilitariam o confisco de patrimônio em nome de laranjas que não estiveram envolvidos em atividade criminosa.

Excluídas. A extinção de domínio, o confisco alargado e a criminalização do enriquecimento ilícito faziam parte das Dez Medidas de Combate à Corrupção, pacote que o Ministério Público Federal apresentou ao Congresso em 2015. Foram excluídas, contudo, na votação no plenário da Câmara dos Deputados, em que o projeto original foi desfigurado.

Na visão de Moro o capital político do governo recém-eleito pode favorecer o andamento das propostas, que estariam de acordo com o sentimento demonstrado nas urnas. Quando aceitou o cargo de ministro, afirmou que seu objetivo era difundir nacionalmente “avanços” obtidos na Operação Lava Jato e, para ele, essas mudanças na lei são fundamentais para isso.

Conforme as propostas de Moro, poderão ser alteradas pelo menos 15 leis, como as que tratam de execução penal e lavagem de dinheiro, além dos códigos Penal e o de Processo Penal.

Ex-coordenador da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), o advogado Antenor Madruga afirmou que as medidas não ferem o processo legal e não impedem o cidadão de se defender. “Talvez o enriquecimento ilícito seja algo que precise de uma maior discussão antes de aprovação. Nem tudo se resolve com direito penal. Pode ser também no cível”, disse.

ESTADÃO CONTEÚDO

PT, PSB e PSOL anunciam bloco de oposição na Câmara dos Deputados

O PT, o PSB e o PSOL anunciaram nesta terça-feira (22) a formação de um bloco de oposição ao governo federal na Câmara dos Deputados.

“É importante unir forças para que possamos fazer o enfrentamento e honrar a condição de oposicionistas que os eleitores nos colocaram”, disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

Ainda está em em negociação a adesão de PDT, PCdoB e Rede. Caso se concretize,o bloco pode chegar a 136 deputados a partir de fevereiro: PT (56), PSB (32), PSOL (10), PDT (28), PCdoB (9), Rede (1).

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffman, afirmou que a sigla será responsável pela articulação entre PDT e PCdoB. Já o PSOL se reunirá com lideranças da Rede. As atividades do Congresso Nacional começarão no dia 1º de fevereiro. Também nesta data será realizada a eleição da Mesa Diretora, responsável pela condução dos trabalhos legislativos e administrativos na Câmara.

Para o vice-líder do PSOL na Câmara, deputado Ivan Valente (SP), esse é o momento mais adequado para consolidar o bloco opositor ao governo atual. A sigla é a única dos partidos do bloco que já anunciou candidatura para a presidência da Câmara. “Por isso, a proposta inclusive, de recolocar o PCdoB e o PDT, aliados históricos, que venham para o bloco para que tenhamos uma agenda comum, que vai ser depois a nossa agenda”, afirmou.

Presidência da Câmara

Inicialmente, o bloco não definiu posicionamento único sobre as eleições da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Além da presidência da Câmara, estão em disputa a primeira e segunda vice-presidência da Casa, quatro secretarias e as respectivas quatro suplências.

Até agora, oito deputados já anunciaram candidatura à Presidência da Câmara: Alceu Moreira (MDB-RS), Capitão Augusto (PR-SP), Fábio Ramalho (MDB-MG), JHC (PSB-AL), Kim Kataguiri (DEM-SP), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

O atual presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não oficializou a candidatura à reeleição, mas já conta com o apoio de 12 siglas para permanecer no cargo, incluindo o PSL, do presidente Jair Bolsonaro. O deputado João Campos (PRB-GO) havia anunciado candidatura, mas voltou atrás e decidiu integrar o bloco em formação que apoia Maia. O bloco já reúne 262 deputados.

A votação para Mesa Diretora é secreta. Para eleição em primeiro turno, é necessária maioria absoluta entre os presentes na sessão, o correspondente a 257 deputados. Se ninguém atingir este número, há segundo turno com os dois mais votados. A eleição dos demais integrantes da mesa só ocorre quando o presidente é eleito.

Agência Brasil

Fonte: Blog do BG

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