PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESTA QUARTA-FEIRA

Por G1

 

Acontecem hoje as cerimônias de transmissão de cargo de ministros do governo Bolsonaro. O primeiro evento acontece às 8h30 (horário de Brasília) com o astronauta Marcos Pontes, que assumirá a pasta de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O novo presidente se encontra hoje também com autoridades internacionais, como Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA. E começa a ‘Copinha’, o maior e mais famoso torneio das categorias de base do futebol brasileiro. O que mais vai ser notícia hoje:

NACIONAIS

Bolsonaro presidente

 — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

— Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Após a posse, que tomou todo o 1º dia do novo presidente, Bolsonaro recebe autoridades internacionais que vieram para a cerimônia e participa da transmissão de cargos de ministros.

Veja a agenda do presidente desta quarta:

  • 9h: cerimônia de transmissão do cargo dos ministros Eliseu Padilha para Onyx Lorenzoni (Casa Civil); Ronaldo Fonseca para Gustavo Bebianno (Secretaria Geral); Carlos Marun para General Carlos Alberto (Secretaria de Governo); e Sergio Etchegoyen para General Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).
  • 10h: encontro com Mike Pompeo, ministro das Relações Exteriores dos EUA
  • 10h45: encontro com Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal
  • 11h15: encontro com Viktor Orban, primeiro-Ministro da Hungria
  • 12h: encontro com Ji Bingxuan, vice-Presidente do Parlamento Chinês
  • 16h: cerimônia de transmissão do cargo do ministro Joaquim Silva e Luna para o general Fernando Azevedo (Defesa)

Ontem, Bolsonaro já assinou suas primeiras medidas como presidente, entre elas o decreto que aumentou o salário mínimo de R$ 954 para R$ 998.

Posse de outros ministros

  • 8h30: Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações)
  • 10h: Sérgio Moro (Justiça)
  • 11h: Almirante-de-esquadra Bento Costa Lima (Minas e Energia)
  • 11h: Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento)
  • 11h: Ricardo Salles (Meio Ambiente)
  • 12h: Osmar Terra (Cidadania)
  • 14h: Luiz Mandetta (Saúde)
  • 15h: Paulo Guedes (Economia)
  • 15h: Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura)
  • 17h: Damares Alves (Mulher e Direitos Humanos)
  • 17h: Marcelo Álvaro Antonio (Turismo)
  • 17h30: Ricardo Vélez Rodríguez (Educação)
  • 18h: Ernesto Araújo (Relações Exteriores)
Quem são os ministros de Bolsonaro — Foto: Alexandre Mauro/G1

Quem são os ministros de Bolsonaro — Foto: Alexandre Mauro/G1

Balança comercial

O governo divulga os dados das exportações e importações brasileiras em 2018. Até novembro, a balança comercial somou superávit de US$ 51,698 bilhões (16,6% inferior ao registrado no mesmo período de 2017).

Copa São Paulo de Futebol Jr.

Fessin, Reinier, João Pedro, Copinha, Copa São Paulo de Futebol Jr. — Foto: GloboEsporte

Fessin, Reinier, João Pedro, Copinha, Copa São Paulo de Futebol Jr. — Foto: GloboEsporte

Começa hoje a Copa São Paulo de Futebol Jr, a ‘Copinha’. Maior e mais famoso torneio de futebol da base, a competição chega à sua 50ª edição com 128 clubes, 30 sedes dentro do estado de São Paulo e mais de três mil jogadores.

O Flamengo é o atual campeão, e o Corinthians é o clube com maior número de títulos: 10. Saiba tudo sobre o torneio, que já tem jogador vendido para o futebol inglês, promessa com multa de mais de R$ 300 milhões e time do Norte que tem só com a passagens de ida.

  • 21h30 – Corinthians x Capital-TO

Curtas e rápidas

Previsão do tempo

Previsão do tempo com Maria Júlia Coutinho

Previsão do tempo com Maria Júlia Coutinho

Posse de Bolsonaro tem menor número de delegações estrangeiras em 29 anos

Os festejos da posse de Jair Bolsonaro (PSL) na Presidência da República contabilizaram o menor número de delegações estrangeiras em cerimônias de primeiro mandato em quase três décadas. Neste ano, 46 delegações estrangeiras vieram à capital federal, segundo informou nesta tarde o Itamaraty. Desses, dez vieram lideradas por seus chefes de Estado ou governo.

Na posse de Fernando Collor de Mello, em 1990, compareceram 72 delegações estrangeiras. Na ocasião, a grande estrela dessa festa foi o mandatário de Cuba, Fidel Castro, que fazia sua primeira visita ao Brasil. Ele chegou atrasado ao último compromisso da agenda do então presidente, José Sarney. De linha favorável aos Estados Unidos, a posse de Collor foi prestigiada pelo então vice-presidente, Dan Quayle.

Para a posse de Fernando Henrique Cardoso, em 1995, vieram 120 delegações. Fidel novamente prestigiou a festa, que teve direito a show de Daniela Mercury. Novidade no cenário internacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mereceu o deslocamento de 110 delegações estrangeiras para sua posse. Ele dividiu os holofotes com o então presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Em 2003, os Estados Unidos enviaram seu representante comercial, Robert Zoellick, que havia se envolvido em um bate-boca com Lula na campanha eleitoral. O brasileiro ameaçava paralisar as negociações para formação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Zoellick afirmou que, fazendo isso, o Brasil poderia fazer comércio com os pinguins da Antártida. Ao que Lula o classificou de “sub do sub”.

A posse mais prestigiada em termos de presença estrangeira foi a de Dilma Rousseff, em 2011, quando 130 delegações estrangeiras compareceram, das quais 32 lideradas por chefes de Estado ou de governo.

VEJA

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Bolsonaro dedicará boa parte da manhã à política externa

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro terá um dia bastante intenso nesta quarta-feira (2), pois há compromissos começando às 9h e seguindo até o final da tarde. Inicialmente, ele vai se dedicar à política externa, com reuniões com presidentes, chanceleres e representantes de governos estrangeiro. Em dois momentos, ele participa de cerimônias de transmissão de cargo de cinco ministros.

Às 10h, Bolsonaro se reúne com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Em seguida, a conversa será com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.

Depois, ele se reúne com o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, e o vice-presidente do Parlamento da China, Ji Bingxuan.

O presidente participa da cerimônia de transmissão do cargo dos ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência), general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e general Augusto Heleno (Segurança Institucional).

No final do dia, Bolsonaro também deve comparecer à solenidade de transmissão do cargo do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo.

Agência Brasil

 

Apoiadores do novo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, se reúnem em frente ao Palácio do Planalto em Brasília – 01/01/2018 (Adriano Machado/Reuters)

 

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República estimou em 115.000 o número de pessoas que acompanharam a cerimônia de posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O número ficou bem abaixo do esperado pela organização.

A expectativa inicial era que entre 250.000 e 500.000 pessoas comparecessem à Esplanada dos Ministérios em Brasília. Este cálculo foi feita pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, que não divulgou nenhuma estimativa no decorrer do evento e afirmou que caberia ao GSI divulgar o público. Em 2003, a Polícia Militar estimou 150.000 pessoas presentes à posse de Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante a manhã desta terça-feira, o tempo não ajudou muito e choveu na região da Esplanada dos Ministérios. À tarde, apesar das nuvens carregadas, o clima melhorou gradativamente e o sol saiu durante a cerimônia de posse de Bolsonaro.

VEJA

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Lula custa mais preso do que o gasto total da campanha de Bolsonaro

A “hospedagem” do petista Lula na Polícia Federal em Curitiba, custou ao contribuinte R$ 2,70 milhões desde a prisão em 7 de abril. A estimativa de custo diário de R$10 mil foi da própria PF. Esse valor é maior que os R$2,45 milhões gastos na campanha presidencial mais barata da História, de Jair Bolsonaro, antítese do ex-presidente presidiário. Os cofres públicos bancam os gastos com Lula, mas a campanha de Bolsonaro foi custeada por pequenas doações. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A PF estima em R$10 mil diários o custo para manter Lula fora de presídio. O custo médio dos presos no Brasil é de R$2,5 mil por mês.

A presença de Lula exige destacamento de agentes extras e sistema de segurança reforçado.

Preso em Curitiba, o condenado por corrupção e lavagem de dinheiro fica em sala individual, com TV e banheiro, incluindo água quente.

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MARUN: Bolsonaro quer anular ida de braço direito de Temer para Itaipu

O presidente Jair Bolsonaro vai rever o ato de seu antecessor, Michel Temer, que nomeou no último dia do seu governo o ex-ministro Carlos Marun para o conselho da Itaipu Binacional, com mandato até 2020. Ontem pela manhã, antes de tomar posse, Bolsonaro disse a interlocutores que não gostou da atitude de Temer, tomada no apagar das luzes e que contraria sua decisão de nomear técnicos também no segundo escalão. O cargo garantiria a Marun, articulador político de Temer, salário de R$ 27 mil para participar de reuniões bimestrais.

Marun foi avisado de que sua nomeação deve ser anulada. Se isso acontecer, ele volta à Câmara dos Deputados para cumprir seu mandato até o próximo dia 31, quando acaba a legislatura. O ex-ministro não tentou a reeleição.

Coluna do Estadão

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‘Vamos libertar o povo do socialismo e do politicamente correto’, diz Bolsonaro

Bolsonaro pegou uma bandeira do Brasil e disse que ela jamais será vermelha Foto: Jorge William / Agência O Globo
Bolsonaro pegou uma bandeira do Brasil e disse que ela jamais será vermelha Foto: Jorge William / Agência O Globo

 

Após receber a faixa presidencial de Michel Temer, o presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira no parlatório do Palácio do Planalto, dizendo que sua posse representa o momento em que o Brasil começou a se libertar do socialismo e do “politicamente correto”. ( Confira a íntegra do pronunciamento de Bolsonaro)

— É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como Presidente do Brasil. E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto.

Ao fim da fala, o governante pegou uma bandeira do Brasil e disse que ela jamais será vermelha, em referência à cor adotada tradicionalmente pelos movimentos de esquerda.

— Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha. Só será vermelha se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela.

O novo presidente ressaltou que, em seu governo, não haverá espaço para conchavos políticos, porque será formado apenas por técnicos, com base na meritocracia. No discurso, ele criticou as ideologias e disse que elas são responsáveis pela destruição de valores e tradições, como a família.

— Graças a vocês, conseguimos montar um governo sem conchavos ou acertos políticos, formamos um time de ministros técnicos e capazes para transformar nosso Brasil. Mas ainda há muitos desafios pela frente. Não podemos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem nossas famílias, alicerce da nossa sociedade — disse.

Bolsonaro voltou a dizer que o governo deve servir à nação e não a interesses políticos:

— A corrupção, os privilégios e as vantagens precisam acabar. Os favores politizados, partidarizados devem ficar no passado, para que o governo e a economia sirvam de verdade a toda nação.

Tudo o que propusemos e tudo o que faremos a partir de agora tem um propósito comum e inegociável: os interesses dos brasileiros em primeiro lugar.

O chefe do Executivo também disse que as eleições de outubro mostraram que a população quer mudança. Segundo ele, as mudanças serão promovidas com respeito à Constituição Federal e a Deus.

— As eleições deram voz a quem não era ouvido. E a voz das ruas e das urnas foi muito clara. E eu estou aqui para responder e, mais uma vez, me comprometer com esse desejo de mudança. Respeitando os princípios do Estado Democrático de Direito, guiados por nossa Constituição e com Deus no coração, a partir de hoje, vamos colocar em prática o projeto que a maioria do povo brasileiro democraticamente escolheu, vamos promover as transformações de que o país precisa — declarou.

O GLOBO

Fonte: Blog do BG

 

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