PRIMEIRAS NOTÍCIAS DESSE SÁBADO

INTERNACIONAIS

Aceno de Maduro

Pressionado por países vizinhos e sob boicote da oposição, Nicolás Maduro moderou o tom e fez um aceno diplomático ao presidente dos EUA, Donald Trump. “Sei que somos pessoas muito diferentes. Somos países diferentes, mas estamos no mesmo hemisfério (…) e, cedo ou tarde, seremos obrigados a falar, a nos entender“, afirmou ele, durante uma entrevista a um canal de TV. O presidente venezuelano disse inclusive que estaria disposto a receber para uma visita o secretário de estado americano, Mike Pompeo. A Casa Branca não reconhece o novo mandato de Maduro.

Terror na Colômbia

O governo colombiano informou que o homem que explodiu um carro-bomba dentro de uma escola militar em Bogotá pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN), a última guerrilha ativa do país. José Aldemar Rojas Rodríguez já tinha perdido uma mão manipulando explosivos. Além dele, morreram outras 20 pessoas (estudantes entre 17 e 22 anos). Um 2º suspeito de planejar o ataque foi preso durante a madrugada e acusado de terrorismo e assassinato.

Guerrilha: formado por cerca de 2.000 homens, o ELN é considerado uma organização terrorista pelos EUA e pela União Europeia. A exemplo das Farc, o grupo iniciou conversas de paz com o governo em fevereiro de 2017, mas o diálogo foi suspenso pelo atual presidente, Iván Duque.

Resgate de menino

Moradores exibem cartazes com mensagens de esperança pelo resgate do menino Julen — Foto: Jorge Guerrero/AFP

Moradores exibem cartazes com mensagens de esperança pelo resgate do menino Julen — Foto: Jorge Guerrero/AFP

O resgate de um menino de 2 anos que caiu em um poço de 110 metros de profundidade causa comoção em Totalán, no sul da Espanha. Julen desapareceu durante um passeio com a família, no fim de semana. O pai disse às autoridades que viu o instante em que o garoto caiu. O resgate é difícil porque não há revestimento nas paredes do buraco, e a umidade aumenta o risco de deslizamentos. Apesar da profundidade do poço e do tempo que já passou, a família não perde a esperança.

NACIONAIS

Movimentações suspeitas

Um relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), obtido com exclusividade pelo Jornal Nacional, aponta movimentações bancárias suspeitas do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta de Flávio. São 48 depósitos de R$ 2 mil em espécie, entre junho e julho de 2017, realizados na agência bancária que fica dentro da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). No total, foram R$ 96 mil, depositados em cinco dias. A TV Globo procurou a assessoria de Flávio Bolsonaro, mas não obteve resposta.

Caso Queiroz

O ministro do STF Marco Aurélio Mello afirmou ao blog da Andréia Sadi que tem remetido “ao lixo” reclamações como a de Flávio Bolsonaro. Ontem, o ministro Luiz Fux atendeu pedido da defesa de Flávio e paralisou provisoriamente a investigação sobre o ex-assessor Fabrício Queiroz, até que o relator, que é Marco Aurélio, avalie o caso.

Fabrício Queiroz é ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro. Ele movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”, segundo o Coaf. Entenda quem é quem, as suspeitas investigadas e a cronologia do caso.

Delação de Palocci

O ex-ministro Antonio Palocci, que se tornou delator, disse à Polícia Federal que o ex-presidente Lula recebeu propina da Odebrecht em dinheiro vivo. No depoimento, ele afirmou que:

  • entregou a Lula, “em oportunidades diversas”, dinheiro vivo, em remessas que chegaram a R$ 80 mil;
  • Lula recebeu propina pela obra da usina hidrelétrica Belo Monte, no Pará. A Odebrecht pagou R$ 15 milhões, segundo Palocci. A Andrade Gutierrez também é citada;
  • Dilma Rousseff, quando ainda era candidata, soube de pagamentos da Andrade Gutierrez ao PMDB e autorizou que continuassem. Ela, porém, teria negado que a empreiteira fizesse repasses ao PT.
  • Dilma “deu corda” para que as investigações da Lava Jato implicassem Lula.

O que dizem os citados: os advogados de Lula divulgaram nota em que negam as acusações. Segundo a defesa do ex-presidente, Palocci falou “mentiras sem provas” para preservar seu patrimônio. Dilma, por sua vez, classificou a versão de Palocci como fantasiosa e disse que não passa de uma “tentativa vazia” de fazer intriga.

Pezão réu

Luiz Fernando Pezão virou réu na Lava Jato do RJ. A denúncia foi aceita pelo juiz Marcelo Bretas, que assumiu o caso depois que o ex-governador perdeu o foro privilegiado. Pezão é acusado de receber R$ 40 milhões em propina. Ele nega.

Posse de armas

Um comunicado da Polícia Federal orienta delegados de todo o Brasil sobre o decreto que trata da posse de armas. O documento foi enviado pelo delegado Eder Rosa de Magalhães, chefe da Divisão Nacional de Controle de Armas de Fogo. No texto, ele demonstra preocupação com a possibilidade de alguém solicitar mais de 4 registros e faz um alerta para os riscos de um eventual “aumento exagerado” de armas em poder da população.

“Deverá haver uma análise aprofundada […] haja vista as nefastas consequências que um aumento exagerado do número de armas em poder dos cidadãos pode acarretar à incolumidade pública”, diz o texto.

Reforço na segurança

800 policiais militares da reserva se apresentaram para reforçar a segurança no Ceará. O estado vive uma onda de violência desde o dia 2 de janeiro. Foram 210 ataques em 46 cidades. Hoje à tarde, criminosos incendiaram um ônibus na periferia de Fortaleza, após a primeira madrugada sem incidentes em 17 dias.

Cardiologista preso

A polícia prendeu o cardiologista Augusto César Barretto Filho, de 74 anos, acusado de abusar sexualmente de pacientes em seu consultório em Presidente Prudente, no interior de SP. Barretto Filho se apresentou espontaneamente à Delegacia de Defesa da Mulher da cidade, onde foram registrados 37 relatos de violência sexual contra ele. O advogado do médico afirmou que a prisão é “totalmente desnecessária” e que o caso virou “espetáculo”.

BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou a lista dos seus 50 maiores clientes e todas as operações com eles realizadas nos últimos 15 anos. De acordo com o banco, os dados já estavam no site, mas fragmentados em diversas páginas. Desde 2004, figuram entre os cinco maiores clientes do banco: Petrobras, Embraer, Norte Energia, Vale e a construtora Odebrecht, envolvida em escândalos de corrupção na Operação Lava Jato. Veja a lista completa.

Desafio dos 10 anos

Facebook negou que tenha criado o #10yearchallange (desafio dos 10 anos, em português), brincadeira que compara uma foto atual com outra tirada em 2009. Um porta-voz da empresa disse ao G1 que “esse é um meme criado pelos usuários e que viralizou espontaneamente”. A desconfiança surgiu depois que alguns influenciadores, entre eles a especialista em estratégias digitais Kate O’neill, começaram a questionar quais seriam os reais objetivos da brincadeira. Uma das hipóteses levantadas foi a possível realização de testes de sistemas de reconhecimento facial.

Enem 2018: estudantes nota mil

O Inep divulgou hoje os resultados do Enem 2018 (veja como consultar). Apenas 55 alunos tiraram nota mil na redação e 113 mil zeraram. O G1 ouviu dicas de estudantes que conseguiram a pontuação máxima. Eles citaram de ‘Black Mirror’ a Sigmund Freud na redação e agora contam o segredo para redigir um bom texto.

Adeus, Marciano

Marciano tinha 67 anos e sofreu um infarto fulminante — Foto: Mateus Rigola/G1

Marciano tinha 67 anos e sofreu um infarto fulminante — Foto: Mateus Rigola/G

Morreu Marciano, ícone da música sertaneja que fez história ao lado de João Mineiro. O cantor tinha 67 anos e sofreu um infarto fulminante. “Ainda ontem chorei de saudade” foi o maior hit da dupla. “Lá se vai uma das minhas grande referências”, escreveu o sertanejo Daniel em uma rede social.

‘Te cuida, Jenifer’

G1 Ouviu: o guia musical da semana traz candidatas a hits de verão no Brasil que vieram para rivalizar com a “música-chiclete” do momento. E também tem lançamentos de Ariana Grande, James Blake e The Killers. ASSISTA ABAIXO.

Ariana Grande, Killers, Jerry Smith + Safadão, James Blake +Travis Scott e Felipe Araújo

Ariana Grande, Killers, Jerry Smith + Safadão, James Blake +Travis Scott e Felipe Araújo

Carnaval

O fim de semana está cheio de opções para quem quiser entrar no clima do carnaval em SP. Blocos tradicionais como Monobloco e Tarado Ni Você fazem um esquenta para a festa, e o Sambódromo do Anhembi recebe escolas de samba para ensaios técnicos. Confira aqui a agenda.

 O bloco Charanga do França ensaiou neste domingo (13) na rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros — Foto: Alice Vergueiro/Estadão Conteúdo

O bloco Charanga do França ensaiou neste domingo (13) na rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros — Foto: Alice Vergueiro/Estadão Conteúdo

Mais carnaval:

Também teve isso

 Fonte: G1

Quem é quem no caso Queiroz e quais são as suspeitas investigadas

Fabrício Queiroz é ex-assessor e ex-motorista do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL). Ele movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”, segundo relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf). O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro abriu procedimento investigatório criminal para apurar o caso, suspenso por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 17 de janeiro. Quem pediu a suspensão das investigações foi Flávio Bolsonaro.

O que é

As investigações envolvem um relatório do Coaf, que apontou operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O documento revelou movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, incluindo depósitos e saques.

Quem é quem

– Fabrício Queiroz: policial militar aposentado, foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, quando foi exonerado.

– Flávio Bolsonaro: deputado estadual e senador eleito pelo PSL-RJ. Filho do presidente Jair Bolsonaro

– Nathalia Queiroz: filha de Fabrício Queiroz, a personal trainer também assessorou Flávio Bolsonaro (de 2007 a 2016). Trabalhou também no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro.

Veja abaixo a cronologia do caso Queiroz

– Década de 1980: Amizade de Queiroz e Bolsonaro

Fabrício Queiroz e Jair Bolsonaro se tornam amigos nos anos 80. Os dois podem ser vistos juntos em momentos de lazer em algumas imagens publicadas em redes sociais, que mostram Queiroz pescando com Bolsonaro.

A amizade antiga chegou a ser citada pelo atual presidente durante uma coletiva de imprensa em um evento da Marinha. Na ocasião, ele disse que era amigo de Queiroz há muitos anos e que já o auxiliou com empréstimos algumas vezes, porque o ex-assessor do filho estava com problemas financeiros. Segundo Bolsonaro, Fabrício Queiroz devia R$ 40 mil.

– Anos 2000: segurança e motorista de Flávio

Durante os anos 2000, Fabrício trabalhou por mais de dez anos como segurança e motorista de Flávio Bolsonaro, o filho mais velho do presidente. Queiroz recebia da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) um salário de R$ 8.517 e acumulava rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar. Ele foi exonerado do gabinete de Flávio na Alerj em outubro de 2018.

Nathalia Mello de Queiroz, filha de Queiroz de 29 anos, também foi funcionária de Flávio Bolsonaro entre 2007 e 2016. Menos de uma semana depois de ser exonerada, em dezembro de 2016, foi nomeada para o cargo de secretária parlamentar de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Além de Nathalia, a mulher de Fabrício, Márcia Oliveira de Aguiar, e outra filha dele, Evelyn Mello de Queiroz, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro.

Márcia aparece na folha de pagamento da Alerj de agosto de 2017 como consultora parlamentar e salário de R$ 9,2 mil. Evelyn foi nomeada em dezembro de 2016 como assessora parlamentar, na vaga da irmã Nathalia. Na última folha de pagamento, o salário dela é de R$ 7,5 mil.

– 2016 e 2017: movimentações suspeitas

Ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro movimentou em uma conta o total de R$ 1.236.838 entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. Durante esse período, Queiroz, de acordo com apontamentos do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), fez saques em espécie no total de R$ 324.774, e teve R$ 41.930 em cheques compensados.

Na época, um dos favorecidos foi a ex-secretária parlamentar, atual mulher do presidente eleito, Jair Bolsonaro, Michele de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, que recebeu cheque no valor de R$ 24 mil.

O presidente eleito Jair Bolsonaro negou qualquer irregularidade nos depósitos realizados na conta da mulher dele, Michele de Paula Bolsonaro, por Fabrício José Carlos de Queiroz.

‘Ninguém recebe ou dá dinheiro sujo com cheque nominal’, justificou Bolsonaro”.

– Dezembro de 2018: relatório do Coaf

No fim de 2018, foi divulgado relatório do Coaf, que apontou operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O documento revelou a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de um ex-motorista e ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL).

O caso Queiroz veio à tona a partir da investigação iniciada com a Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, que analisa a ação de deputados estaduais da Alerj em contratos.

– 19 e 21 de dezembro: ausência em audiências

Na tarde de 19 de dezembro, Queiroz era aguardado para prestar depoimento no Ministério Público sobre suas movimentações bancárias atípicas. Foi a primeira vez em que ele não compareceu ao órgão.

Naquela ocasião, seus advogados afirmaram que “não tiveram tempo hábil para analisar os autos da investigação” e solicitaram cópias dos documentos, além de terem justificado a ausência de Fabrício ao órgão por conta de uma “inesperada crise de saúde”.

Dois dias depois, Queiroz voltaria a deixar os promotores esperando. Pela segunda vez, ele não compareceu ao depoimento. Naquele dia, o advogado do investigado foi à sede do MP, às 14h, para informar que seu cliente precisou ser internado, “para realização de um procedimento invasivo com anestesia”.

– 26 de dezembro: primeira entrevista de Queiroz

No dia 26 de dezembro, Queiroz deu uma entrevista ao SBT. Foi a primeira vez que ele falou ao público depois que seu nome apareceu em um relatório do Coaf.

Em uma das respostas, ele explicou de onde viria o dinheiro que movimentava: “Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro. Eu faço, assim, eu compro, revendo, compro, revendo. Compro carro, revendo carro. Eu sempre fui assim. Sempre. Eu gosto muito de comprar carro em seguradora. Na minha época, lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, vendia. Tenho segurança”.

– Janeiro 2019: internação

Nos primeiros nove dias do ano, Queiroz esteve internado no Hospital Albert Einstein, Zona Sul de São Paulo. Segundo o advogado da família, ele foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno no intestino.

– 12 de janeiro: dança em vídeo

No dia 12 de janeiro, um vídeo que mostrava Queiroz dançando no Hospital Albert Einstein, enquanto tomava soro, tornou-se viral nas redes sociais.

As imagens mostram Queiroz e mais duas mulheres. Uma delas seria a filha dele, que faz a gravação e diz: “Agora é vídeo, pai! Pega teu amigo, pega teu amigo!”.

Segundo informações do advogado Paulo Klein, “os familiares de Fabrício Queiroz gravaram o vídeo de alguns segundos, no raro momento de descontração na visita deles no Albert Einstein, pois ele passaria por séria cirurgia nas horas seguintes, inclusive com risco de morte”.

– 10 de janeiro: Flávio não comparece ao MP

No dia 10 de janeiro, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSP-RJ) não compareceu ao Ministério Público do Rio de Janeiro para depor sobre a movimentação financeira atípica de funcionários do seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) registrada em relatório do Coaf. Ele havia sido convidado pelos promotores.

– 14 de janeiro: apresentação de denúncia

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse na segunda-feira (14) que o Ministério Público (MP-RJ) não precisa ouvir os depoimentos do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz para apresentar uma denúncia no caso das movimentações financeiras suspeitas.

Segundo Gussem, que foi reconduzido ao cargo nesta segunda, a investigação é baseada em “provas documentais consistentes” e os depoimentos seriam para apresentar versões das defesas dos acusados.

– 17 de janeiro: suspensão da investigação

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou suspender provisoriamente o procedimento investigatório instaurado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas “atípicas” pelo Coaf.

Vice-presidente do STF e ministro de plantão durante o recesso do Judiciário, Fux atendeu a pedido de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

O ministro defendeu sua decisão, afirmando que apenas enviou o caso ao relator, Marco Aurélio Mello, e disse que, se não tivesse o feito, as provas poderiam ser perdidas.

– 18 de janeiro: depósitos suspeitos a Flávio Bolsonaro

O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, a um trecho de um relatório do Coaf sobre movimentações bancárias suspeitas de Flávio Bolsonaro. Em um mês, foram 48 depósitos em dinheiro numa conta do senador eleito, no total de R$ 96 mil.

Os depósitos, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legistativa do Rio (Alerj), foram feitos sempre no mesmo valor: R$ 2 mil. O senador eleito não se pronunciou.

G1

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‘Eu sou contra o foro, mas não é uma escolha minha’, diz Flávio Bolsonaro

O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, em entrevista exibida nesta sexta-feira pela “Record”, que é contra o foro privilegiado, mas disse que não tinha alternativa se não pedir para o Supremo Tribunal Federal (STF) analisar em qual instância deve tramitr a investigação sobre seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

— Eu sou contra o foro, mas não é uma escolha minha. O foro é por prerrogativa de função. Então, querendo ou não querendo, eu tenho que entrar com o remédio legal no órgão competente. O STF é o único órgão que pode falar qual é o foro.

Flávio disse que não se “escondendo”, e afirmou que irá respeitar a decisão do STF sobre qual instância o caso deve tramitar:

— Não estou me escondendo atrás de foro nenhum. Não tenho nada para esconder de ninguém. Não me preocupo com a investigação de quem quer que seja. Aonde o Supremo determinar que eu tenho que ir para prestar os devidos esclarecimentos, eu vou fazer. Se for no Rio, vai ser no Rio. Se for na Procuradoria-Geral da República, sem problema nenhum.

O parlamentar se diz perseguido por ser filho do presidente da República:

— Eu exijo, como qualquer cidadão desse país, que a lei valha para mim também, que a Constituição seja respeitada para mim também. Não é porque eu sou filho do presidente que eu tenho que ser alvo de um procedimento que não está respeitando a legalidade.

Flávio afirmou que teve seu sigilo bancário quebrado de forma ilegal. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou, em um período de um mês, depósitos em dinheiro que somam cerca de R$ 96 mil na conta do senador eleito. Entretanto, o Coaf tem autorização para enviar dados ao MP sem passar por juiz.

O Globo

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Morre Marcelo Yuka, um dos fundadores d’O Rappa

Foto: G1 

O compositor, baterista e ativista carioca Marcelo Yuka, fundador do Rappa, morreu, às 23h40 desta sexta-feira, aos 53 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. Ele estava internado no hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, e na madrugada do dia 4 de janeiro entrou em coma induzido.

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, teve uma trajetória baseada em lutas.

Luta pela vida, após ser baleado nove vezes na rua José Higino, na Tijuca (quando saiu de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada), e ficar paraplégico, em novembro de 2000. Teve diversos problemas de saúde desde então — seu último disco, “Canções para depois do ódio”, foi lançado em janeiro de 2017, quando o músico estava num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano anterior.

Lutas, outras, escancaradas também nas letras que escreveu para a banda carioca de reggae-rock O Rappa, em que tratava das questões brasileiras como desigualdade social e racismo em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990. Conseguiu, junto com os seus companheiros de banda, fazer o ativismo chegar ao rádio, à TV e às grandes plateias — enfim, ao mainstream.

O Globo

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Previdência: reforma chega ao Congresso em meados de fevereiro

A proposta de reforma da Previdência será encaminhada ao Congresso Nacional na segunda semana de fevereiro, informou hoje (18) o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Segundo o secretário, o governo bateu o martelo sobre a estratégia para apresentar o texto.

O Palácio do Planalto pretende aproveitar o texto apresentado pelo governo do ex-presidente Michel Temer e apensar a proposta que será encaminhada ao Congresso Nacional. Com isso, o texto poderia ir diretamente à apreciação do plenário da Câmara dos Deputados, aproveitando que o projeto encaminhado por Temer já passou pela etapa das comissões.

“Já foi decidido que vamos utilizar o arcabouço da 287 [Proposta de Emenda Constitucional – PEC 207/16], e a ideia é apresentarmos o projeto no plenário da Câmara a partir da segunda semana depois da votação da mesa diretora”, disse Marinho, em entrevista coletiva na qual apresentou o texto da chamada Medida Provisória contra Fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

De acordo com o secretário, a estratégia será refinada com a participação do presidente Jair Bolsonaro, dos ministros Paulo Guedes, da Economia, e Onyx Lorenzoni, da Casa Civil. A diferença é que o texto de Temer não prevê a criação de um regime previdenciário em que cada trabalhador faça a própria poupança (capitalização), como o governo deverá apresentar em fevereiro, o que pode gerar questionamentos por parte da oposição.

“A nossa perspectiva foi traçada e, nesse momento, o grupo está trabalhando com cenários, fazendo cálculos atuariais, consultando outras pessoas e, ao mesmo tempo, levando para o presidente Bolsonaro para que ele avalie para onde a gente vai”, afirmou. “Bolsonaro está recebendo as linhas gerais, ele está dando as linhas gerais do projeto, que está sendo submetido a ele”, acrescentou.

A reforma da Previdência deverá ser um dos temas que Bolsonaro abordará no Fórum Econômico Mundial, que ocorrerá em Davos, Suíça, entre os dias 22 e 25 deste mês. Marinho não deu detalhes sobre o texto que será apresentado, mas disse que o governo trabalha para que seja uma “reforma justa”.

A expectativa é que Bolsonaro assista a uma apresentação sobre o material da reforma no fim desta semana. Marinho disse que Bolsonaro só bateria o martelo quando voltasse da Suíça. Questões como idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres e período de transição, além da situação dos militares ainda estão em fase de estudo e não foram divulgadas à imprensa.

“[O texto] está tomando forma, estamos bem adiantados, o presidente tem se reunido com a equipe e tem traçado os rumos que ele acha possíveis para que consiga ser aprovada no Congresso e, ao mesmo tempo, que deem uma segurança fiscal para o governo e que seja uma reforma justa, uma reforma solidária, que trate os desiguais de maneira desigual”, disse Marinho.

Agência Brasil

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Motoristas de Palocci confirmam ‘valores’ e ‘caixas de whisky’ a Lula ‘barba’

Carlos Alberto Pocento e Claudio de Souza Gouveia, ex-motoristas do ex-ministro Antonio Palocci, corroboraram, em depoimento, com as declarações do delator sobre supostas entregas de dinheiro ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eles narraram à Polícia Federal ‘entregas de valores’ e de caixas de whisky ao petista, era chamado por Palocci de ‘barba’, no aeroporto de Brasília e na sede do Instituto Lula.

Eles falaram à Polícia Federal do Paraná no dia 30 de agosto de 2018, para prestar esclarecimentos sobre fatos investigados na Operação Lava Jato. O depoimento se deu um mês depois de o relator no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, João Pedro Gebran Neto, homologar a colaboração premiada do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos petistas.

Em depoimento prestado ano passado, Palocci afirmou ter repassado ’em oportunidades diversas’ cerca de R$ 30 mil, R$ 40 mil, R$ 50 mil e R$ 80 mil em espécie para o próprio Lula’. Palocci detalhou duas entregas de dinheiro a Lula, uma no Terminal da Aeronáutica, em Brasília, no valor de R$ 50 mil ‘escondidos dentro de uma caixa de celular’. A outra entrega teria ocorrido em Congonhas. Ele contou que recorda-se que a caminho do aeroporto ‘recebeu constantes chamadas telefônicas de Lula cobrando a entrega’.

Segundo Palocci, os repasses a Lula teriam ocorrido em 2010. O ex-ministro relatou uma conversa que teria tido com Marcelo Odebrecht na qual o empresário acertou o repasse de R$ 15 milhões para o ex-presidente depois que a empreiteira entrou no negócio de Belo Monte.

Um dos motoristas de Palocci, Claudio de Souza Gouveia, que trabalhou para o ex-ministro desde 2002, ‘na época de transição do governo Fernando Henrique Cardoso’, respondeu à PF ‘que foram muitos os episódios em que o depoente conduziu Antonio Palocci Filho até a base aérea de Brasília/DF para levar objetos, presentes, mimos a Lula’;

Ele afirma que ‘havia pressa nos deslocamentos’ e disse se ‘recordar de caixas de Whisky, de celulares, de canetas, por exemplo’, mas que, ‘no entanto, nunca soube se as caixas continham efetivamente celulares e garrafas de Whisky ou outros conteúdos’;

Segundo Gouveia, ‘muitos desses episódios, Palocci deixava apenas os objetos com Lula no terminal ou no avião e, após alguns minutos, voltava ao carro’.

O motorista ainda detalha que Palocci carregava dinheiro em seu veículo e que ‘recebia, quando necessário, recursos para combustível, por exemplo’

Gouvei relata ‘que Palocci também carregava recursos para gastos com comitê da campanha, por exemplo e que em algumas poucas oportunidades também constatou Palocci carregando quantidades elevadas de recursos’

Segundo o motorista, ’em algumas oportunidades, Palocci informava que estava carregando documentos, ao mesmo tempo que sinalizava, quando pronunciava a palavra “documentos”, gesto que sinalizava dinheiro, feito com o dedão e o indicador da mesma mão’.

Já Carlos Alberto Pocente diz que ’em oportunidades diferentes em que o depoente levou Antonio Palocci Filho e Branislav Kontic à sede do Instituto Lula, ouviu afirmações proferidas por Palocci para Branislav relacionadas a valores para o “barba”‘

Indagado pelos investigadores sobre quem seria o personagem identificado por “barba”, ele ‘respondeu que, pelo contexto em que os assuntos eram tratados, referia-se ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva’.

Lula tem negado as acusações de Palocci e afirma que o ex-ministro mente em delação premiada.

Estadão Conteúdo

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Investigação sobre Queiroz apura lavagem de dinheiro

A investigação sobre a movimentação financeira de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL), foi iniciada há seis meses e tem como foco de apuração a suspeita de prática de lavagem de dinheiro ou “ocultação de bens, direitos e valores” no gabinete do deputado estadual – atualmente senador eleito – na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O Estado teve acesso aos autos do procedimento de investigação criminal, que está sob sigilo.

A base deste e de outros 21 procedimentos criminais abertos no Legislativo fluminense é um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentação atípica de funcionários e ex-funcionários da Alerj.

O documento foi produzido por técnicos do Coaf há um ano, em janeiro de 2018, e anexado aos autos da Operação Furna da Onça – que em novembro do ano passado prendeu dez deputados estaduais do Rio suspeitos de receberem propina. O relatório mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, como revelou o Estado.

Nesta sexta-feira, 18, o Jornal Nacional, da TV Globo, teve acesso a outro relatório do Coaf, que mostra movimentações bancárias suspeitas do próprio Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o documento, entre junho e julho de 2017, Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos em espécie em sua conta, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Alerj, e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil. No total, foram R$ 96 mil, depositados em cinco dias.

Nesta quinta-feira, 17, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido de Flávio Bolsonaro e determinou a suspensão da investigação. O relator do caso, Marco Aurélio Mello, vai analisar a reclamação de Flávio Bolsonaro. Nesta sexta-feira, o ministro indicou que vai negar o pedido após o fim do recesso do Judiciário.

Os autos do procedimento para investigar as movimentações suspeitas de Queiroz e outros assessores do gabinete são assinados pelo promotor que cuida do caso, Bruno Gaspar, do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça. Queiroz recebeu depósitos de outros servidores do parlamentar, sempre próximos às datas de pagamentos na Alerj. No início do documento, o MP anexou páginas com textos sobre a trajetória política.

No dia 14 de dezembro o promotor do caso pediu que fossem requisitadas informações do Coaf sobre movimentações financeiras de Flávio de 2007 até os dias atuais. O pedido abrange movimentações de Queiroz e de mais sete funcionários e ex-funcionários do gabinete no mesmo período. A iniciativa serviu para que a defesa de Flávio pedisse ao Supremo a ilegalidade do processo. O argumento foi de que Flávio tem foro privilegiado, já que ele havia sido eleito senador pelo Rio na época.

Os arquivos do MP também comprovam que a investigação sobre o relatório do Coaf começaram antes da exoneração da filha de Queiroz, Nathalia, citada no documento, do gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro, em 15 de outubro. No mesmo dia, o seu pai também foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro, na Alerj.

A família de Queiroz faltou a todos depoimentos no MP para esclarecer as questões apontadas pelo Coaf. Eles alegaram que o ex-assessor passa por um tratamento contra um câncer. Os assessores de Flávio citados no relatório também foram convidados a depor no órgão.

Investigado. Nesta sexta-feira, o MP afirmou que Flávio Bolsonaro não consta como investigado na portaria que instaurou o procedimento de apuração criminal. No entanto, disse que isso não impede que o senador eleito ainda possa se tornar alvo da investigação. Até esta segunda-feira, 14, ele sustentava que não era investigado, argumento também usado por ele para faltar ao depoimento marcado no MP para o último dia 10.

Porém, sua defesa posteriormente passou a tratá-lo como investigado, inclusive no pedido ao Supremo. Com esse argumento, a reclamação afirma que o MP fez movimentações que deveriam ter passado pela Corte, por envolver um senador eleito. “Até o dia 7 de janeiro, não sabia que estava sendo investigado. Descobri que o MP estava me investigando ocultamente desde meados do ano passado e que meu sigilo foi quebrado de forma ilegal, sem a devida autorização judicial”, disse Flávio Bolsonaro em entrevista ao Jornal da Record veiculada nesta sexta-feira, 18.

Estadão Conteúdo

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COAF: Foram 48 depósitos em dinheiro na conta de Flávio Bolsonaro totalizando R$ 96 mil

O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, a um trecho de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre movimentações bancárias suspeitas de Flávio Bolsonaro. Em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do senador eleito pelo Rio de Janeiro, no total de R$ 96 mil.

O documento traz informações sobre movimentações financeiras de Flávio Bolsonaro entre junho e julho de 2017. São 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legistativa do Rio (Alerj), e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil.

Os depósitos foram feitos em cinco dias:

9 de junho de 2017: 10 depósitos no intervalo de 5 minutos, entre 11h02 e 11h07;
15 de junho de 2017: mais 5 depósitos, feitos em 2 minutos, das 16h58 às 17h;
27 de junho de 2017: outros 10 depósitos, em 3 minutos, das 12h21 às 12h24;
28 de junho de 2017: mais 8 depósitos, em 4 minutos, entre 10h52 e 10h56;
13 de julho de 2017: 15 depósitos, em 6 minutos.

O Coaf diz que não foi possível identificar quem fez os depósitos. O relatório afirma que o fato de terem sido feitos de forma fracionada desperta suspeita de ocultação da origem do dinheiro.

O Coaf classifica que tipo de ocorrência pode ter havido com base numa circular do Banco Central que trata da lavagem de dinheiro.

A realização de operações que por sua habitualidade, valor e forma configuram artifício para burla da identificação dos responsáveis ou dos beneficiários finais.

O documento, obtido com fontes da equipe de reportagem do JN, está identificado como “item 4” e faz parte de um relatório de inteligência financeira (RIF).

G1

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Alongamento antes de correr: benefício ou um risco?

POR BRENO PERRUCI (@eaiboracorrer)

O tema é controverso entre os treinadores, mas de antemão já posso adiantar. Se você faz alongamentos logo antes de correr, as chances de estar dando um tiro no pé são de 9 entre 10.

Desde quando éramos bem pequenos nas aulas de educação física na escola, ouvimos que alongar, evitava lesões. Esse pensamento ganhou força nos anos 60 e 70 com o Dr. Kenneth Cooper, um dos principais incentivadores da atividade física, tanto que ficou famoso ao criar o tal do “fazer cooper”. Sem muito embasamento teórico, ele orientava atletas a sempre alongarem antes dos exercícios e a ideia ganhou uma popularidade que perdura até hoje.

Maaaass, por volta dos anos 2000 surgiram os primeiros estudos científicos sobre a eficácia dos alongamentos e esse mito começou a ruir. Além de não prevenir lesões, se descobriu que alongar imediatamente antes de correr pode fazer exatamente o contrário, favorecer problemas musculares.

Quando pergunto aos meus professores a resposta é sempre a mesma. O alongamento é essencial, fundamental e indispensável para o corredor. Ele traz um aumento na flexibilidade, o que faz uma diferença de forma positiva em treinos intensos. Só não devem ser feitos logo antes dos treinos. E a explicação é simples. Quando se estica um músculo ao limite, se provoca ruptura nas fibras. Estender essas pequenas lesões por um período de tempo longo pode ser prejudicial e especialmente perigoso quando fazemos antes da corrida, situação em que os músculos são muito forçados à exaustão.

Então o certo é que você converse com seu técnico para estabelecer uma melhor estratégia. Mas a orientação geral é alternar os dias de corrida com os de alongamento. Antes de começar a correr, o ideal é fazer um aquecimento leve e dinâmico. Na pior das hipóteses, se não puder alternar, dê a maior distância possível entre as atividades. Se vai correr à noite, alonga cedinho. Se vai correr cedinho, alonga na noite anterior e por aí vai.

Por fim, vale lembrar que cada organismo tem seu funcionamento próprio e claro que para alguns pode ser justamente o inverso. Óbvio que esses casos serão exceções.

 

Michelle diz que não pediu autorização a Bolsonaro para discurso

Na entrevista que deu ao “Domingo Espetacular”, que irá ao ar neste fim de semana, Michelle Bolsonaro afirma que manteve em segredo até do marido o discurso que faria na cerimônia de posse.

Jair Bolsonaro, segundo a primeira-dama, soube da iniciativa pouco antes do evento. “Eu não pedi, eu comuniquei”, disse Michelle sobre seu discurso em libras.

O Antagonista

 Fonte: Blog do BG

Por G1 RN

Estação dos Contos é atração deste domingo no Parque das Dunas — Foto: Joanisa Prates/Divulgação

Estação dos Contos é atração deste domingo no Parque das Dunas — Foto: Joanisa Prates/Divulgação

Música, teatro e dança fazem parte da programação do Parque das Dunas neste fim de semana que contempla adultos e crianças. As apresentações são gratuitas e a entrada no parque custa R$ 1.

No sábado (19), às 16h30, a Companhia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (CDTAM) apresenta no projeto Dançando nas Dunas o espetáculo “Eu, Vós e Ele”. Três pessoas, possíveis tramas, um ser embriagado. As memórias são revividas, recontadas, isoladas. O espetáculo é imperdível e acontecerá no anfiteatro Pau-brasil.

Na manhã do domingo (20), às 10h, também no anfiteatro do Parque, a atração do Bosque Encena será a Estação dos Contos, do grupo potiguar Estação de Teatro. Um espetáculo de contação de histórias intercaladas com músicas e brincadeiras populares, contadas e cantadas pelos atores Caio Padilha, Nara Kelly e Manu Azevedo.

Para encerrar a programação do Parque, no período da tarde, às 16h30, é a vez do Som da Mata com Fuxico da Feira. Do forró de rabeca, passeando pelos pagodes de viola, frevo e chegando ao Clube da Esquina. Na apresentação, serão celebrados compositores potiguares, bem como artistas renomados em todo o Brasil.

O grupo é formado por Fernandinho Régis na viola e rabeca, Felipe Érick na sanfona e violão, Abner Moabe na flauta e percussão, e Valério Felipe na percussão. Para esse show, contará com a participação especial de Marcelo Othon na viola e Tiquinha Rodrigues na rabeca.

Serviço

  • Local: Anfiteatro Pau-brasil | Parque das Dunas
  • End: Av. Alexandrino de Alencar, s/nº – Tirol
  • Dia: 19 e 20 de janeiro
  • Hora: 16h30 (sábado) / 10h e 16h30 (domingo)
  • Acesso ao Parque: R$ 1,00 (um real) – Os eventos são gratuitos
Parque das Dunas, em Natal — Foto: Vanessa Simões

Parque das Dunas, em Natal — Foto: Vanessa Simões

Por Acson Freitas, Inter TV Cabugi

 

Policiais militares apreenderam em Parnamirim, na Grande Natal, mais de 50 pés de maconha e uma estufa, dentro de uma casa. A apreensão aconteceu nesta sexta-feira (18), no bairro Boa Esperança. Um homem e uma mulher que estavam no local foram presos.

Os PMs passavam pela rua à procura de um celular que havia sido roubado, quando viram um homem correndo, após perceber a presença da viatura. Depois de o abordagem, os policiais chegaram até o imóvel onde estava a plantação e a estufa. Lá estava também a mulher que foi presa junto com o primeiro suspeito.

Fonte: G1RN

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