PONTO DE VISTA: O MAIOR OPORTUNISTA DO BRASIL DE TODOS OS TEMPOS DÁ MAIS UMA CARTADA

PONTO DE VISTA

Caro(a) leitor(a),

Esse meliante sabidamente por todos de companheiro só tem o nome, pois nunca teve consideração por ninguém, lembra bem o jornalista Otto Dantas. Agora que está preso e não tem nada para fazer faz questão de ir para o enterro de um irmão. Sempre foi e continuara sendo o homem das conveniências. Quando algo tem a possibilidade de beneficiá-lo de alguma forma ele está dentro senão está fora. Acontece que agora ele está dentro e o enterro do irmão lhe dá a oportunidade de estar fora. Então o que ele quer não é estar dentro do enterro do irmão para manifestar suas condolências, mas sim  estar fora da cadeia para fazer do enterro um palanque de comício como fez como o caixão no enterro da esposa, Dona Letícia.

O mero oportunismo da “saidinha” de Lula e a ausência nos enterros dos irmãos João e Odair

A bem da verdade é bom que fique demonstrado que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca teve grande apreço por ninguém, nem mesmo por seus familiares ou pelas pessoas mais próximas.

Basta dizer que Lula teve em sua vida duas relações conjugais. Miriam Cordeiro, a mãe de sua filha mais velha, não quer nem vê-lo, passou a odiá-lo, desde que o então sindicalista, segundo sua própria narrativa, tentou obrigá-la a fazer um aborto. Marisa Letícia, falecida, serviu de bode expiatório para todas as falcatruas do viúvo. E no seu enterro, o caixão foi o palanque.

Por outro lado, um caso na política que reflete o caráter de Lula, é o ocorrido com o ex-senador petista Delcídio do Amaral. Quando preso naquele fatídico episódio em que se envolveu com o filho de Nestor Cerveró, recebeu de Lula apenas uma deferência: “Imbecíl”.

E são inúmeros os exemplos do egoísmo e da falta de sentimento que domina esse sujeito.

E Lula fez o PT a sua imagem e semelhança. Um partido extremamente ganancioso, que quer o apoio de todos, mas incapaz de oferecer contrapartida.

Aliás, a única contrapartida que o PT se acostumou a dar em retribuição é a propina.

Assim, Lula, quando presidente da República em 2004, não encontrou espaço em sua agenda para a despedida do irmão João Inácio da Silva. A família aguardou, o ex-presidente não apareceu. Mandou um representante.

Em 2005 morre Odair Inácio da Silva, outro irmão de Lula, aos 52 anos, vítima de infarto, em São Bernardo do Campo (SP). A família aguardou, o ex-presidente novamente não apareceu. Mandou representante.

Presentemente, ante o falecimento de Vavá, Lula vê a chance de uma saidinha do xilindró. Só por isso essa pressão sobre a Justiça.

Infelizmente, é a pura realidade que os fatos atestam com clareza.

Otto Dantas

Articulista e Repórter
otto@jornaldacidadeonline.com.br

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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