PONTO DE VISTA: NÃO PODEMOS CONSIDERAR ESTA QUESTÃO UMA BRIGA, MAS SIM PONTOS DE VISTAS DIFERENTES

Independentemente do viés ideológico de cada um o que podemos destacar desta discordância entre os dois jornalistas é o tom que cada um deu sobre o episódio. Enquanto a jornalista (petista) Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, fez um grande drama começando pelo título do seu artigo, “Um dia de cão”, por causa do cerceamento imposto pela organização do evento, 100% por causa do atentado sofrido pelo presidente Bolsonaro durante a campanha, o sempre bem humorado jornalista José Maria Trindade da Jovem Pan tratou o assunto com a naturalidade que a situação especial requeria. Essa grande ênfase e estardalhaço dispensados pela jornalista Mônica Bérgamo acentua mais ainda a já escancarada ideologia política da jornalista. Ela já não consegue disfarçar a sua torcida contra o governo Bolsonaro. Quanto a citação do nome dela na fala de José Maria Trindade, não deixou o menor vestígio, nem conotação de ironia ou antagonismo. Resumo da ópera: Mônica Bérgamo mais uma vez perdeu uma ótima oportunidade de ficar calada.

A briga entre a desacreditada jornalista da Folha e o respeitado jornalista da Jovem Pan (Veja o Vídeo)

Ninguém mais acredita na Folha. Mônica Bergamo, a pretensa entrevistadora do Lula, assumiu descaradamente a condição de petista. Não esconde mais.

Da mesma forma, é anti-Bolsonaro. Torce contra e conspira.

Felizmente não tem mais nenhuma credibilidade.

Seu último entrevero foi com a Rádio Jovem Pan e com o jornalista José Maria Trindade, também da Jovem Pan.

Mônica ousou desmenti-los.

A narrativa de Trindade é bem clara e espontânea e faz uma citação a Mônica, sem qualquer intenção maldosa.

Veja o Vídeo:

A jornalista, em desconforto por seu notório desprestígio, revidou e mentiu, mais uma vez:

Quem acredita na Folha? Quem acredita em Mônica?

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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