PONTO DE VISTA: FINALMENTE ALGUÉM VAI POR UM PONTO FINAL A ESSA FARSA DO CÁLCULO DO DESEMPREGO NO BRASIL

PONTO DE VISTA

Caro leitor(a),

Há muitos anos que eu critico essa forma de calcular o índice de desemprego no Brasil. Sempre achei uma farsa realmente para enganar a todos e principalmente a opinião internacional. Para mostrar qeu aqui no Brasil o nível de desemprego se assemelha ao dos países desenvolvidos.

Esse cálculo é feito sobre as pessoas que procuram emprego no SINE e sobre o número de pessoas com carteira assinada. Ora todos sabemos que a economia informal é o que salva eese país de ter um povo miserável. Que as pessoas que estão na economia informal, em geral, ganham mais do que quem está na economia formal. Em meu livro “Eu Cósmico, a essência, eu cito o que é economia informal:

“A economia informal, filha, é formada por toda aquela gente que nós vemos pelas ruas vendendo espetinho, pastéis, sucos, saladas, picolés caseiros, salgados: os chamados vendedores ambulantes. São os flanelinhas, os camelôs e até os quiosques e as cigarreiras de canteiros de rua fazem parte da famigerada economia informal. Todas essas pessoas trabalham muito, ralam muito, mas não têm carteira assinada. Não têm direito a seguro desemprego, fundo de garantia, INSS e outras garantias que um emprego formal assegura. Entretanto, muitas vezes essas pessoas chegam a faturar muito mais do que se estivessem num emprego fixo”.

Portanto inseridos nessa economia temos mais de 35 milhões de pessoas que trabalham sem carteira assinada e não entram nesse cálculo. Na verdade essas pessoas estão trabalhando, mas não têm carteira assinada e nem todas os direitos que esse expediente lhe garante.

Esse cálculo pode até ser padrão internacionalmente, mas a verdade é que não mostra a verdade, a realidade e nos faz crer que o país vai bem economicamente.

Dou razão a Bolsonaro e acho que isso tem que ser mudado.

Por Valério Wagner Q. Braga

 

Veja a reportagem sobre o que disse Bolsonaro:

Cálculo do desemprego é ‘uma farsa’, diz Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira que pretende rever a forma como a taxa de desemprego é calculada no país.

A declaração foi dada em entrevista à Band e foi criticada por economistas que acompanham os dados de mercado de trabalho.

O tema é um dos mais sensíveis na economia, com uma taxa de 11,9% de desemprego, o que significa que 12,4 milhões de pessoas estão em busca de uma oportunidade.

Na mesma entrevista, ele se posicionou em relação a outras pautas econômicas, como a reforma da Previdência, defendendo a medida sem dar detalhes.

Bolsonaro criticou a metodologia da taxa de desemprego após ser informado sobre os números recentes, divulgados pelo IBGE. Sem citar o instituto, o futuro presidente disse que o número é “uma farsa.

Fonte: Blog do BG

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