PONTO DE VISTA: EUFORIA NO MERCADO FINANCEIRO ONTEM É REFLEXO DO AVANÇO DA CANDIDATURA BOLSONARO NAS PESQUISAS

PONTO DE VISTA

Caro(a) leitor(a),

Estou publicando abaixo duas notícias. Uma do G1  e outra da Isto É Dinheiro sobre a movimentação do mercado financeiro no dia de ontem, terça-feira, 02/10/2018. O mercado viveu momento de euforia com acentuada baixa do dólar e expressiva alta da Bolsa de Valores. Está tudo detalhado nas matérias abaixo. Mas o motivo de eu ter publicado isso aqui é para explicar ou explicitar para os menos informados o porquê deste movimento no mercado financeiro brasileiro ontem. Bem, tivemos mais resultados de pesquisas eleitorais ontem, tanto do IBOPE quanto do DATAFOLHA e em ambos houve uma avanço da candidatura de Jair Bolsonaro na intenção de voto e recuo na rejeição. Já o candidato do PT Fernando Haddad estagnou na intenção de voto e aumentou significativamente na sua rejeição. Por isso a euforia do mercado financeiro, que quer dizer que há um grande temor do PT retornar ao poder e essa reação se traduz em alívio, esperança do candidato Jair Bolsonaro vencer ainda no primeiro turno. Portanto, aos olhos das pessoas que fazem esse país funcionar e crescer, DE VERDADE, o candidato ideal neste momento é Jair Bolsonaro. Não sou eu que estou dizendo é o Sistema Financeiro e produtivo do país.

Também ontem a maior bancada do Congresso Nacional, a Ruralista, que é composta pelos representantes da classe mais trabalhadora desse país, a nossa LOCOMOTIVA, O setor AGRÁRIO, deu o seu APOIO DECLARADO ao Jair Bolsonaro.

Portanto, caros amigos, é apenas uma questão de lógica, inteligência e de bom senso o voto, neste momento, em Bolsonaro.

Só para refrescar um pouco a memória de todos, esse mesmo movimento aconteceu na véspera das eleições de 2014. O mercado financeiro também demonstrou esse mesmo temor da permanência do PT no poder e o que foi que aconteceu?

O PT permaneceu no poder. Em consequência disso o mercado financeiro amargou o pior período da história porque simplesmente os investidores retiraram seu dinheiro do nosso mercado e o setor produtivo encolheu e nós mergulhamos na maior crise da história do Brasil.

Dólar em queda

Notas de dólar — Foto: Gary Cameron/Reuters

Notas de dólar — Foto: Gary Cameron/Reuters

O mercado financeiro reagiu à divulgação da pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente de ontem. O dólar caiu mais de 2% e fechou no menor valor desde agosto, a R$ 3,93. Já Ibovespa, principal índice de ações da bolsa paulista, teve a maior alta diária em quase dois anos, subindo 3,78%, a 81.593 pontos.

Fonte: G1

Dólar recua para R$ 3,9304 e tem maior queda diária desde junho com Ibope

Estadão Conteúdo

 

O dólar caiu 2,47% e fechou nesta terça-feira, 2, em R$ 3,9304. Foi o nível mais baixo desde 17 de agosto (R$ 3,9142) e a maior queda diária desde 8 de junho, quando caiu 5,35% após o Banco Central e o Tesouro anunciarem ação conjunta para conter a disparada do câmbio. O real foi a segunda moeda que mais ganhou valor hoje ante o dólar, atrás apenas do peso argentino, contrariando outras divisas de emergentes, que perderam terreno ante o dólar. As eleições foram o principal motor do comportamento do câmbio hoje, com as mesas de operação repercutindo os resultados da pesquisa eleitoral do Ibope, que mostrou o candidato Jair Bolsonaro (PSL) subindo quatro pontos e Fernando Haddad (PT) sem oscilar e ainda com aumento de sua taxa de rejeição.

Operadores ressaltam que foram investidores estrangeiros que mais venderam dólares no mercado nesta terça-feira, sobretudo para aplicar recursos na bolsa. Com isso, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, superou os 81 mil pontos e ao longo do pregão chegou a subir 4%. Na mínima do dia, o dólar bateu em R$ 3,9059 e, na máxima, logo na abertura, chegou a R$ 3,9980.

No exterior, o risco Brasil, medido pelo Credit Default Swap (CDS), derivativo de crédito que protege o investidor contra calotes na dívida soberana, caiu 5%, para 252,12, o menor desde 20 de agosto, quando bateu em 246 pontos. Na noite de hoje, o Datafolha divulga novo levantamento e as mesas de operação vão monitorar se a quebra do sigilo de parte da delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci teve alguma repercussão nas intenções de voto de Haddad.

O sócio-diretor da Via Brasil Serviços, Durval Corrêa, afirma que o mercado ficou muito comprado em dólar com a expectativa pelas eleições. Quando as pesquisas começaram a mostrar que a disputa se concentraria em Haddad e Bolsonaro e o petista começou a sinalizar um tom mais moderado, essas posições começaram a ser desmontadas. Um dos indícios foi que os investidores estrangeiros passaram de uma posição comprada para vendida no mercado futuro de dólar. No pregão de hoje, porém, ele vê a queda no dólar, que chegou a 3% ao longo do dia, como “exagerada”, havendo risco de reversão nos pregões desta semana, dependendo do que mostrar as próximas pesquisas.

Nesta terça-feira, o cenário externo acabou não ajudando o mercado doméstico, com o dólar subindo ante várias moedas de emergentes, como Turquia, África do Sul e o peso mexicano, e países desenvolvidos, como os da zona do euro. Preocupações com a Itália, após elevar sua meta de déficit no orçamento, seguem aumentando a aversão ao risco na Europa.

Fonte: Isto É Dinheiro

Deixe uma resposta

Fechar Menu